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Arcoverde: assinada licitação da 2ª etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário de Arcoverde

Por Nill Júnior

A Prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, recebeu nesta quinta-feira (04), o presidente da Compesa, Roberto Tavares para assinatura da licitação da 2ª etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário de Arcoverde.

A solenidade aconteceu no Buffet Arte de Fazer e contou com as presenças dos moradores das comunidades do Arco Íris e da Rua Arcelino de Britto, que irão receber também a rede de distribuição com a instalação de 600 metros de tubulações para distribuição de água.

“Fizemos uma obra de mais R$ 80 milhões para conseguirmos trazer água do São Francisco para ela não chegar na casa da população? Essa não é a política da COMPESA. Trabalhamos para que todos, sem distinção tenham direito água, isso é qualidade e dignidade de vida”, declarou o presidente da Compesa, Roberto Tavares, que em sua passagem por Arcoverde também visitou a elevatória da Adutora do Moxotó na cidade.

De acordo com Tavares, o saneamento de Arcoverde e a rede de distribuição de água para essas duas comunidades é um pleito da prefeita, que, mais uma vez é atendido. “Assim como no início da sua gestão, ainda com o saudoso Eduardo Campos, foi atendida com a Adutora do Jatobá, que tirou a cidade do colapso e agora com a do Moxotó, que vai tirar o município do racionamento.”, ressaltou.

A 2ª etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário de Arcoverde vai custar R$ 98 milhões e representa cerca de 75% da cobertura do município, complementando assim a universalização do esgotamento sanitário. O empreendimento prevê a implantação de 150mm e 800mm em PVC e ferro, construção de 05 estações elevatórias e uma estação de Tratamento de Esgoto.

Outras Notícias

João Campos e Frente Popular prestigiam plenária de Teresa Leitão

Pré-candidato a governador esteve no evento acompanhado de Carlos Costa, Humberto Costa e Marília Arraes, nomes que comporão a chapa da Frente Popular O pré-candidato a governador João Campos (PSB) participou, no fim da tarde deste sábado (16), de plenária promovida pela senadora Teresa Leitão (PT) para prestar contas de seu mandato. João esteve no […]

Pré-candidato a governador esteve no evento acompanhado de Carlos Costa, Humberto Costa e Marília Arraes, nomes que comporão a chapa da Frente Popular

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) participou, no fim da tarde deste sábado (16), de plenária promovida pela senadora Teresa Leitão (PT) para prestar contas de seu mandato.

João esteve no evento, realizado no Clube Português, no Recife, acompanhado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT) e da pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT).

“O encontro reuniu lideranças, militantes e representantes de movimentos sociais para reafirmar a unidade do campo progressista em Pernambuco e no apoio à reeleição do presidente Lula (PT)”, diz em nota.

Durante a plenária, João Campos exaltou a atuação de Teresa no Senado e destacou a trajetória da parlamentar em defesa da educação, da democracia e da classe trabalhadora. “Queria todo estado do Brasil ter uma senadora do tamanho, da dimensão e do perfil de Teresa Leitão. Ninguém aqui tem dúvida sobre como Teresa vota, de como ela se posiciona. Reconhecer o trabalho de Teresa é uma obrigação de quem admira e respeita a política, de quem valoriza a educação, o SUS, a participação feminina na política, de quem defende a democracia e a classe trabalhadora”, afirmou.

João também defendeu a “unidade do time de Lula” para levar Pernambuco a um outro momento. “Nós vamos voltar a investir em educação, abrir escolas técnicas, expandir a educação integral, valorizar os trabalhadores da educação e poder fazer com que as coisas aconteçam de verdade. Todo mundo que está comigo está com Carlos Costa, com Humberto, com Marília. Esse time está unido de ponta a ponta”, complementou.

Já Teresa argumentou que, para além da prestação de contas de seu mandato, a plenária também representou a reafirmação de seu posicionamento nas eleições deste ano. “Esta plenária tem cor, tem cara, tem CPF, tem identidade e tem posição política, que é eleger Humberto, que é eleger Marília, que é eleger João Campos e contribuir de forma decisiva com o presidente Lula em todos os estados. É preciso que a gente mostre a força dessa unidade política aqui em Pernambuco”, disse a senadora.

No mesmo sentido, Humberto Costa destacou a necessidade de construção de palanques unificados nos estados para fortalecer a campanha de reeleição de Lula. Segundo ele, Pernambuco apresenta uma chapa “com história, unidade política e compromisso” com as transformações realizadas pelo Governo Federal. “Com João, a gente tem que dizer que Pernambuco pode muito mais, para fazer aquilo que foi feito no Recife de uma forma muito mais ampla. Com Carlos Costa, que vem de uma família que sempre esteve ao nosso lado. E com a companheira Marília, que será a segunda mulher senadora de Pernambuco”, afirmou.

Marília Arraes, por sua vez, classificou o mandato de Teresa Leitão como “extremamente necessário” e defendeu a formação de uma bancada alinhada ao campo progressista no Senado. “Aqui a gente forma um time que tem lado, que não fica em cima do muro. Pernambuco, pela primeira vez, vai ter três senadores lulistas, progressistas, de esquerda, da base popular”, declarou.

Raquel: “PE virou as costas para os municípios”

Raquel Lyra disse que quem quer nacionalizar debate “não quer discutir Pernambuco” A Prefeita de Caruaru e pré-candidata ao Governo do Estado Raquel Lyra voltou a criticar o governador Paulo Câmara na primeira agenda em Serra Talhada. Foi em entrevista ao programa Sertão Notícias,  da Cultura FM,  com apresentação de Orlando Santos e Caren Diniz. […]

Raquel Lyra disse que quem quer nacionalizar debate “não quer discutir Pernambuco”

A Prefeita de Caruaru e pré-candidata ao Governo do Estado Raquel Lyra voltou a criticar o governador Paulo Câmara na primeira agenda em Serra Talhada.

Foi em entrevista ao programa Sertão Notícias,  da Cultura FM,  com apresentação de Orlando Santos e Caren Diniz. Convidado, este blogueiro participou do debate, que teve ainda o ex-senador Armando Monteiro.

“O estado virou as costas para os municípios.  Serra por exemplo tem um aeroporto ainda com contêiners”, disse, criticando ainda problemas como a falta de um IML no Sertão e a perda de protagonismo do estado até para vizinhos que tradicionalmente tinham menos força, como Alagoas.

Raquel também comentou conjuntura política.  Ela voltou a dizer que não terá problemas no alinhamento político com João Doria,  mesmo tendo apoiado Eduardo Leite.  “Recebi todos os candidatos em Caruaru defendendo o Pacto pelo Nordeste”.

Confrontada com as críticas de Laura Gomes (PSB) por sua afirmação de que não se deve exclusivamente nacionalizar o debate,  retrucou dizendo que “quem quer nacionalizar é que não quer debater Pernambuco”.

Sobre a equação a resolver com o PL de Anderson Ferreira após o partido abrigar o presidente Bolsonaro, Raquel afirmou que isso será discutido no momento certo.  Também evitou se colocar como candidata,  invocando sempre o projeto do grupo e se esquivou quando perguntada se seria mais competitiva que Miguel Coelho, como sinalizam alguns governistas.

“Nós vamos seguindo o debate, o Levanta Pernambuco vai continuar e a questão nacional é incerta e tem tanta coisa para acontecer e vamos debater o nosso estado. Estamos caminhando e temos um grande chão, eu acho que não cabe opinar sobre isso”.

O ex-senador Armando Monteiro também destacou o papel do interior na agenda da oposição e disse que Pernambuco estava andando para trás,  citando a falta de geração de emprego e de baixo investimento em Receita Corrente Líquida.  “Não se percebe mais a luz de Pernambuco”.

Relatado por Humberto, projeto que garante licença-maternidade de seis meses a militares vira lei

A presidenta Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, a lei que dá direito à licença-maternidade de seis meses às militares das Forças Armadas. O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que foi o relator da matéria na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa e produziu parecer favorável ao projeto, comemorou nesta quinta-feira (26) […]

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A presidenta Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, a lei que dá direito à licença-maternidade de seis meses às militares das Forças Armadas. O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que foi o relator da matéria na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa e produziu parecer favorável ao projeto, comemorou nesta quinta-feira (26) a sanção. O relatório do parlamentar foi aprovado na CAS em julho do ano passado.

“É uma conquista para as mães e os pais militares, que não eram amparados por uma legislação semelhante à aplicada aos servidores civis. Não há sentido nem necessidade recusar aos militares um direito social básico como a licença à gestante e a licença paternidade, que beneficiam tanto os pais e mães quanto os seus filhos”, avalia o senador.

Ele explica que a Constituição Federal prevê a licença à gestante, mas a falta de regulamentação nas carreiras do Exército, Marinha e Aeronáutica, regidas por regras específicas, impedia a sua concessão.

Publicada na edição do Diário Oficial da União de hoje, a lei nº 13.109/2015 vai beneficiar cerca de 23 mil mulheres, incluindo as militares temporárias, e os militares homens, que passarão a ter direito à licença-paternidade de 5 dias consecutivos.

Pelo texto, a licença será de 120 dias, prorrogáveis por mais 60 dias, e terá início na data do parto ou durante o nono mês de gestação, mediante pedido da interessada. No caso de nascimento prematuro, o afastamento terá início a partir do parto.

A militar que adotar ou obtiver a guarda judicial de uma criança de até um ano de idade também terá direito a 135 dias de licença remunerada. Já em situações de crianças com mais de um ano, o prazo será de 45 dias.

“É importante observar também que a lei garante à militar, durante o período de amamentação do filho até que ele complete seis meses, o direito a uma hora de descanso durante a jornada de trabalho. Esta hora poderá ser dividida em 2 períodos de meia hora”, ressalta Humberto.

Ainda de acordo com a lei, no caso de aborto, atestado pela Junta de Inspeção de Saúde das Forças Armadas, a militar terá direito a um mês de licença para tratamento de saúde própria. Além disso, em situações de natimorto, transcorridos trinta dias do parto, a militar será submetida a inspeção de saúde e, se julgada apta, reassumirá o exercício de suas funções.

Evandro faz bom balanço do ano, mas reclama acertos não cumpridos de gestões Câmara e Bolsonaro

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, disse ao Debate do Sábado na Gazeta FM que espera fechar 2022 sem atropelos fiscais, apesar das dificuldades. “Estamos trabalhando pra fechar o ano dentro da lei e da normalidade. Por exemplo, está tudo previsto  para pagar educação de uma vez quarta-feira. Cumprimos com tudo que […]

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, disse ao Debate do Sábado na Gazeta FM que espera fechar 2022 sem atropelos fiscais, apesar das dificuldades.

“Estamos trabalhando pra fechar o ano dentro da lei e da normalidade. Por exemplo, está tudo previsto  para pagar educação de uma vez quarta-feira. Cumprimos com tudo que a lei obriga.  Tivemos dificuldade para pagar pensionistas em novembro. A Câmara segurou e prejudicou. Ficamos sem condições de dar um aumento. E o dinheiro tem, está em um fundo perdido, mas está lá sem aprovar.  Espero que agora eles coloquem para aprovar isso”.

Evandro também reclamou atrasos de repasses do Governo do estado e Federal. “As estradas rurais. Eram R$ 5,5 milhões. Fez Curralinho. A primeira medição foi de quase R$ 800 mil e só saiu menos de R$ 80 mil. A Escola Graça Valadares está sendo parada porque tem uma medição de R$ 800 mil não liberada”.

Também falou de uma emenda de Tadeu Alencar impositiva de tratores, caçambas, pipas, trator de pneu que também não veio.

Sobre o estado e a gestão Câmara, se queixou de um contrato de R$ 3,35 milhões para asfalto de ruas. “A gente quis só o asfalto porque tem a usina. Eram trinta carradas de asfalto. Chegaram 6. Já não acredito mais”.

E seguiu:  “o canteiro da Transbinhas que era pra fazer a praça no meio que era R$ 1 milhão. Não foi assinado nada até agora.A grama sintética do estádio não saiu. Tinha uma Praça de Alimentação, um projeto lindo perto do antigo Café. Também não saiu”.

Os repasses de cerca de R$ 200 mil mensais ao Hospital Maria Rafael de Siqueira também não andaram. “Recebemos só R$ 800 mil”. Evandro não criticou efusivamente, mas deixou claro que já considera Paulo Câmara em fim de feira. “Raquel Lyra prometeu que terá a terceira audiência dela com o prefeito de São José do Egito.”

Deputados federais se reúnem com reitores de universidades e institutos federais

A bancada federal pernambucana, composta por 25 deputados, se reúne com os reitores das universidades e institutos federais do estado na próxima segunda-feira (13), às 15h, na Universidade Federal Rural (UFRPE). O encontro é para tratar do contingenciamento de 30% dos recursos do orçamento das universidades promovido pelo governo federal e foi organizado a partir […]

Foto: Sergio Francês

A bancada federal pernambucana, composta por 25 deputados, se reúne com os reitores das universidades e institutos federais do estado na próxima segunda-feira (13), às 15h, na Universidade Federal Rural (UFRPE). O encontro é para tratar do contingenciamento de 30% dos recursos do orçamento das universidades promovido pelo governo federal e foi organizado a partir de uma articulação do deputado federal Danilo Cabral (PSB), que é coordenador das Frentes Parlamentares em Defesa das Universidades e Institutos Federais.

Na ocasião, as instituições de ensino vão apresentar o impacto do contingenciamento na continuidade de suas atividades de ensino, pesquisas, extensão e administração, além de articular estratégias para pressionar o governo a recompor o orçamento. No total, foram cortados R$ 140 milhões das universidades e dos institutos federais em Pernambuco. Segundo os reitores, se o corte for considerado de maneira fragmentada, existem rubricas cujo bloqueio de recursos chega a 43%.

“É preciso mobilizar toda a sociedade pela valorização da educação. A situação é gravíssima. Sem a reposição dos recursos, as universidades paralisam suas atividades em setembro, prejudicando os alunos”, afirmou Danilo Cabral. O deputado ressaltou que já houve uma reação na Câmara Federal com a obstrução da pauta de votação nesta semana, uma iniciativa articulada pela Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades. “Vamos continuar obstruindo as votações para forçar o governo a abrir o diálogo”.

Na próxima semana, além da reunião com os reitores, haverá uma nova reunião da Frente Parlamentar para definir novas ações pela recomposição do orçamento. Além das mobilizações na Câmara dos Deputados e nas ruas, a possibilidade de ir à justiça está sendo analisada pela Frente.