Arcotrans e Detran-PE tratam campanhas educativas e outras ações para o trânsito de Arcoverde
Por André Luis
Na manhã desta sexta-feira (05/02), na sede da Autarquia de Trânsito e Transporte de Arcoverde – Arcotrans, estiveram reunidos o agente de trânsito do Detran-PE, Edvonaldo Teixeira, o diretor de trânsito do município, Gleydson Carlos, e o diretor-presidente da Arcotrans, Cel. Abel Ferreira Júnior.
“O objetivo da reunião foi tratar de assuntos relacionados a campanhas educativas, fluidez no trânsito, apoio dos agentes da Arcotrans e do Detran-PE com o sistema de Drive-Thru durante a campanha de vacinação contra a Covid-19, e a vinda da equipe do Detran Itinerante, para realizar ações de atendimento e orientação ao público na cidade”, informou o Cel. Abel Ferreira Júnior.
Brevemente a Arcotrans vai anunciar mais detalhes sobre estas ações, que serão colocadas em prática em localidades do município.
Pernambuco se consolida como polo de bebidas do Norte/Nordeste com o ampliação das operações da Ambev no Estado. O governador Paulo Câmara e o presidente da fabricante, Bernardo Pinto Paiva, anunciaram, nesta sexta-feira (4), o investimento de R$ 400 milhões na expansão da unidade de Itapissuma, atualmente, a maior fábrica do setor nas duas regiões. […]
Pernambuco se consolida como polo de bebidas do Norte/Nordeste com o ampliação das operações da Ambev no Estado. O governador Paulo Câmara e o presidente da fabricante, Bernardo Pinto Paiva, anunciaram, nesta sexta-feira (4), o investimento de R$ 400 milhões na expansão da unidade de Itapissuma, atualmente, a maior fábrica do setor nas duas regiões.
O aporte ampliará em três milhões de hectolitros por ano a capacidade instalada da unidade. Serão ainda produzidas as cervejas Budweiser e Stella Artois, além da Skol Beats Senses.
A fábrica da Ambev em Pernambuco já produz as cervejas Brahma, Antarctica e Skol, e os refrigerantes Pepsi e Guaraná Antarctica. Assim, a Ambev, que já possui quatro centros de distribuição (Olinda, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru e Salgueiro), poderá distribuir para toda a região Nordeste. Hoje, tem capacidade para fabricar 10 milhões de hectolitros anuais e passará, com a expansão, para 13 milhões de hectolitros por ano.
Com um investimento inicial de R$ 260 milhões e geração de 200 empregos diretos, o projeto cresceu e se transformou na maior planta de bebidas do Norte Nordeste. Ao todo, foram investidos R$ 850 milhões com geração efetiva de mais de 800 empregos diretos na unidade.
Candidato do PL promete descontos de até 90% e carência de seis meses, enquanto governo Lula prepara nova medida para dívidas antigas; proposta de Flávio ainda não tem desenho detalhado. O endividamento das famílias entrou na disputa eleitoral entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da campanha presidencial. […]
Candidato do PL promete descontos de até 90% e carência de seis meses, enquanto governo Lula prepara nova medida para dívidas antigas; proposta de Flávio ainda não tem desenho detalhado.
O endividamento das famílias entrou na disputa eleitoral entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da campanha presidencial. Enquanto o governo trabalha em uma nova medida para reduzir dívidas antigas, Flávio apresentou o chamado “SOS Brasil”, programa que prevê comprar débitos dos bancos e refinanciá-los pela Caixa Econômica Federal.
Segundo dados citados por O Globo, 82% das famílias brasileiras estão endividadas. Quase uma em cada cinco compromete mais da metade da renda com o pagamento de dívidas, enquanto o cartão de crédito concentra a maior parcela dos débitos.
Flávio afirmou nesta semana que pretende criar um fundo com recursos provenientes de novas receitas relacionadas ao petróleo, imóveis da União e securitização de créditos que o governo tem a receber. O candidato estima que o fundo poderia alcançar cerca de R$ 3 trilhões.
Parte dos recursos seria destinada, segundo a proposta, à redução da dívida pública e a investimentos em infraestrutura. Outra parcela seria usada para auxiliar pessoas físicas endividadas.
Na frente destinada às famílias, Flávio propõe que o governo compre dívidas mantidas pelos bancos e depois ofereça o refinanciamento pela Caixa Econômica Federal, com juros menores. O candidato mencionou descontos que poderiam chegar a 90% do valor devido e carência de seis meses para o início dos pagamentos.
O projeto, contudo, ainda não apresenta detalhes como os tipos de dívida que poderiam ser incluídos, os critérios de acesso, limites por beneficiário, cálculo dos descontos e impacto da operação sobre as contas públicas.
A proposta surge em meio à estratégia do candidato do PL de explorar temas relacionados ao custo de vida e ao orçamento das famílias. Flávio tem divulgado vídeos em supermercados nos quais compara preços atuais com os registrados durante o governo de Jair Bolsonaro.
O tema também passou a receber maior atenção da campanha de Lula. Segundo O Globo, o PT orientou militantes a produzir vídeos em supermercados e comparar preços de produtos, buscando responder às críticas do adversário.
No campo do endividamento, o governo Lula já adotou o Desenrola Brasil como uma de suas políticas. A primeira versão, lançada em 2023, renegociou R$ 53,07 bilhões em dívidas de cerca de 15 milhões de pessoas, segundo os dados citados pela reportagem.
Uma nova edição foi lançada em 2026. Entre maio e agosto, foram negociados R$ 28,37 bilhões em dívidas, de acordo com o Ministério da Fazenda.
Os números também mostram dificuldades após as renegociações. Dados do Fundo Garantidor de Operações obtidos pelo jornal indicam que 30,34% das operações renegociadas pelo Novo Desenrola estavam inadimplentes em setembro.
O governo prepara ainda uma nova frente para dívidas antigas. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a discussão envolve débitos que bancos e empresas já consideram de baixa possibilidade de recuperação.
A proposta em estudo prevê que o governo realize um leilão e viabilize a compra desses débitos mediante descontos elevados, em uma dinâmica diferente das versões anteriores do Desenrola.
Com as duas campanhas apresentando alternativas para o problema, o endividamento das famílias passa a ocupar espaço maior no debate econômico na reta final da eleição presidencial.
Fonte: O Globo
Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo
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Os últimos casos de violência envolvendo alunos da rede estadual de ensino na região motivaram um debate sobre Paz nas Escolas, avaliando os caminhos que estabelecimentos de ensino, família e sociedade devem tomar para minimizar esses episódios. Como informou a produção às diretoras de escolas convidadas, o programa não trataria de tema específico. Ou seja, […]
Os últimos casos de violência envolvendo alunos da rede estadual de ensino na região motivaram um debate sobre Paz nas Escolas, avaliando os caminhos que estabelecimentos de ensino, família e sociedade devem tomar para minimizar esses episódios.
Como informou a produção às diretoras de escolas convidadas, o programa não trataria de tema específico. Ou seja, a ideia, ao contrário do eventualmente ocorre na imprensa estadual, não seria espetacularizar casos específicos, mas discutir genericamente qual o papel de escola, diretores, professores e das famílias, pais e mães, para evitar que situações de violência ocorram.
Em suma, discutir o papel da escola como ambiente de paz e conhecimento e não de conflitos. Para nossa surpresa, dois diretores que haviam confirmado participação dada sua experiência no tema, Edjane Gomes, da EREM Ione de Góis Barros me Nadja Patrícia, da EREM Antonio de Pádua Santos, cancelaram alegando veto da Gerência Regional de Educação, dirigida pelo professor Israel Silveira.
O Debate acontecerá, tendo dentre os participantes, o padre Luis Marques Ferreira, o padre Luizinho, que coordenou um setor de mediação de conflitos na Diocese e tem espertise sobre o tema.
Como é de conhecimento de todos, o debate começará às dez horas na Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir, interagir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9956-1213.
Agência Brasil – Dos R$ 26 bilhões anunciados hoje (14) pelo governo como cortes no Orçamento de 2016, R$ 8,6 bilhões serão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Desse valor, R$ 4,8 bilhões sairão do Programa Minha Casa, Minha Vida. Durante o anúncio, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, destacou que a maior redução […]
Agência Brasil –Dos R$ 26 bilhões anunciados hoje (14) pelo governo como cortes no Orçamento de 2016, R$ 8,6 bilhões serão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Desse valor, R$ 4,8 bilhões sairão do Programa Minha Casa, Minha Vida. Durante o anúncio, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, destacou que a maior redução será no Programa Minha Casa, Minha Vida.
A intenção do governo é retirar do Orçamento as despesas com o programa integralmente custeadas pela União e direcionar parte delas para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Com a alteração, o fundo passaria a responder por parte dos gastos inicialmente previstos com o programa, passando a participar também da primeira faixa do Minha Casa, Minha Vida, que atende famílias com renda de até R$ 1,8 mil.
Segundo Barbosa, o governo enviará uma medida provisória com a proposta e também pretende modificar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para o próximo ano.
Além da redução de investimentos no programa, o governo anunciou corte de R$ 3,8 bilhõesno direcionamento de emendas parlamentares.
De acordo com o ministro do Planejamento, a proposta é que as emendas parlamentares impositivas sejam direcionadas para obras do PAC já previstos na PLOA. A escolha dos programas ficaria a cargo dos parlamentares.
Barbosa acrescentou que o governo vai alterar o Orçamento para diminuir os gastos previstos com a saúde, mantendo o investimento mínimo previsto na Constituição. A redução geraria uma economia de R$ 3,8 bilhões.
A intenção também é se valer das emendas parlamentares, de modo a recompor os gastos discricionários previstos no PLOA. Pela proposta, essas emendas, das quais 50% obrigatoriamente devem ser destinadas à saúde, serão utilizadas em programas de saúde prioritários com foco na alta e média complexidade e também em ações de atendimento básico.
Com o anúncio dos cortes no Orçamento do ano que vem, o governo espera recuperar credibilidade junto aos investidores internacionais. Em 31 de agosto, o Executivo entregou ao Congresso Nacional a proposta orçamentária para 2016 com previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões. Uma semana depois, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito do Brasil de BBB- para BB+, retirando o grau de investimento do país. O grau é dado a países considerados bons pagadores e seguros para investir.
A presidenta Dilma Rousseff passou o fim de semana reunida com ministros para definir os cortes. O assunto foi discutido também na reunião de coordenação política desta segunda-feira, com presença de 14 ministros. O vice-presidente da República, Michel Temer, que sempre participa das reuniões de coordenação política, está em viagem oficial à Rússia.
Depois de votar a favor de tantas pautas negativas para a sociedade, o deputado federal Waldemar Oliveira parece que deu uma dentro: defendeu o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para ter apenas um dia de descanso, e afirmou ser favorável à adoção da escala 5×2, com dois […]
Depois de votar a favor de tantas pautas negativas para a sociedade, o deputado federal Waldemar Oliveira parece que deu uma dentro: defendeu o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para ter apenas um dia de descanso, e afirmou ser favorável à adoção da escala 5×2, com dois dias de descanso semanal.
Para o parlamentar, a mudança representa um avanço importante nas relações de trabalho e responde a uma demanda legítima por mais qualidade de vida.
Empresário e defensor do setor produtivo, Waldemar destacou que é possível avançar na proteção ao trabalhador sem tratar o empresário como adversário. Segundo ele, o debate precisa ser conduzido com responsabilidade, garantindo uma transição segura para empresas de todos os portes, especialmente pequenos e médios negócios.
“Sou a favor do fim da escala 6×1 e defendo a escala 5×2 como um caminho mais justo e equilibrado. O trabalhador precisa ter mais tempo para viver, cuidar da família, estudar e descansar. Ao mesmo tempo, precisamos construir esse caminho junto com quem gera emprego, para que a mudança seja viável e preserve a atividade econômica”, afirmou Waldemar.
O deputado reforçou que modernizar as jornadas de trabalho também pode trazer ganhos para as empresas, com equipes mais motivadas, saudáveis e produtivas. Para ele, o Brasil precisa acompanhar as transformações do mundo do trabalho sem abrir mão da competitividade.
Waldemar defende que o Congresso construa uma proposta baseada em diálogo, previsibilidade e adaptação por setor. “Defender o trabalhador e defender quem empreende não são posições opostas. O Brasil precisa de equilíbrio para garantir direitos, manter empregos e fortalecer a economia”, completou.
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