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Apesar de frieza de Bradesco e Guardsecure, Agenan Marques não ficará desamparado

Por Nill Júnior

Banco e empresa de vigilância ignoraram sociedade e vão mesmo demití-lo. Trabalhador tem tido quadros de ansiedade, taquicardia e variação da pressão, ignorados. Mas sociedade deve abraçá-lo

Bradesco e Guardsecure não demonstraram nenhuma sensibilidade com a campanha pela permanência do colaborador Agenan Marques na agência 2542, do município de Afogados da Ingazeira.

Um abaixo assinado foi entregue por empresários da cidade, que se reuniram com o gerente da agência, Luiz Alves. Além disso, foram vários contatos por telefone e WhattsApp de lideranças comerciais, empresariais e até políticas. Em vão.

Assim, como fez em escândalos e denúncias recentes da comunidade, como no caso dos empréstimos fraudulentos de servidores estaduais que sofrem até hoje, mal atendimento e outras situações, o banco tomou caminho contrário ao pedido pela sociedade, assim como a empresa que é terceirizada para esse fim.

Nem uma palavra do gerente ou de Guilherme Gama, Supervisor de Filial da Empresa Guardsegure, o que confirma que, apesar de nada que desabone a conduta de Agenan, a ideia é de sacá-lo da agência para entrada de outro apadrinhado, já que o número de profissionais não pode ser menor quer o de hoje, mesmo que a sociedade tenha pedido em contrário.

Agenan tem tido quadros atestados de ansiedade e até taquicardia, com variação da pressão arterial, dado todo o estresse pela demissão, conforme comprovam laudos recentes (vide fotos). Mas isso não interessa à empresa, que já o convocou para o temido exame demissional.

É isso. De consolo, a certeza de que a vida vai seguir e não acaba agora para Agenan. Há no meio empresarial e nas instituições comoção com a falta de sensibilidade em mantê-lo, a pouco mais de dois anos de conseguir sua aposentadoria. Valeu a mobilização para uma certeza: Agenan não ficará abandonado, como querem essas empresas.

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Bispo de Nazaré da Mata defende soberania. “Nada de entregar nosso país aos EUA”

O bispo da Diocese de Nazaré da Mata, Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, defendeu a soberania brasileira e incentivou a participação dos eleitores no segundo turno das eleições durante uma celebração religiosa realizada no domingo (18), em Bom Jardim, no Agreste Setentrional de Pernambuco. A declaração ocorreu durante a Romaria Diocesana das Famílias, […]

O bispo da Diocese de Nazaré da Mata, Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, defendeu a soberania brasileira e incentivou a participação dos eleitores no segundo turno das eleições durante uma celebração religiosa realizada no domingo (18), em Bom Jardim, no Agreste Setentrional de Pernambuco. A declaração ocorreu durante a Romaria Diocesana das Famílias, sediada na Paróquia de Sant’Ana.

Em sua homilia, o religioso abordou o cenário político nacional e afirmou: “Nada de entregar o nosso país aos Estados Unidos! O nosso país é soberano!”

A declaração foi acompanhada por manifestações de apoio de fiéis presentes à celebração, conforme o relato divulgado sobre o evento. A missa também foi transmitida pelo canal da paróquia no YouTube.

Segundo as informações da organização, a romaria reuniu mais de 3 mil participantes de 35 municípios e representantes de mais de 50 paróquias da Diocese de Nazaré da Mata, que abrange comunidades do Agreste Setentrional e da Zona da Mata Norte.

Além da defesa da soberania nacional, Dom Francisco incentivou os eleitores a comparecerem às urnas no próximo domingo (25), quando será realizado o segundo turno da eleição presidencial.

O bispo também mencionou a participação dos idosos e a possibilidade de o comparecimento eleitoral ser utilizado como prova de vida para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A informação é confirmada pelo INSS, que utiliza os registros de comparecimento às urnas no cruzamento de dados para comprovação de vida de aposentados, pensionistas e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC). A ausência na votação, entretanto, não provoca bloqueio automático de benefícios.

Outro ponto abordado na celebração foi a necessidade de melhorar as condições de votação, diante das filas registradas em seções eleitorais durante o primeiro turno. O religioso defendeu maior agilidade no atendimento aos eleitores.

Ao tratar das divergências políticas, Dom Francisco alertou para os conflitos provocados pela polarização e pediu que as diferenças de posicionamento não comprometam as relações familiares.

Na reflexão, o bispo destacou a importância do diálogo e da convivência entre parentes que possuem opiniões políticas distintas, defendendo que disputas eleitorais não sejam motivo para o rompimento de vínculos familiares.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a fala de Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena durante a Romaria Diocesana das Famílias, em Bom Jardim.

 

Imagem: Frame/Reprodução

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Errata: TSE reconhece erro na informação sobre 4,3 mil seções eleitorais; número atualizado é de 343

A Justiça Eleitoral reconheceu que a informação divulgada no sábado (17), segundo a qual 4.352 seções eleitorais teriam mudado de endereço entre o primeiro e o segundo turno das eleições, estava incorreta. Após a revisão dos dados, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou para 343 o número de seções com alterações de local de votação. […]

A Justiça Eleitoral reconheceu que a informação divulgada no sábado (17), segundo a qual 4.352 seções eleitorais teriam mudado de endereço entre o primeiro e o segundo turno das eleições, estava incorreta. Após a revisão dos dados, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou para 343 o número de seções com alterações de local de votação.

O esclarecimento foi apresentado na quarta-feira (21) pelo presidente do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), desembargador Carlos Roberto Silva, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo o magistrado, a informação equivocada surgiu de uma comparação entre os dados das eleições de 2024 e os de 2026, e não entre os dois turnos deste ano.

“Esse número de 4.352 seções alteradas é irreal. Não ocorreram alterações de locais em 4.352 seções do 1º para o 2º turno no Brasil inteiro. Foi uma verificação equivocada desse dado”, explicou.

A assessoria do TSE também informou que houve falhas na alimentação do sistema da Justiça Eleitoral pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), o que contribuiu para a divulgação dos números incorretos.

A revisão foi realizada ao longo da semana. Na terça-feira (20), o sistema registrava 441 seções com mudanças de endereço. Na quarta-feira (21), após uma nova atualização, o total caiu para 343.

O presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, explicou que o sistema utilizado pela Justiça Eleitoral apresentava inicialmente dados acumulados desde 2024. Com a atualização das informações pelos tribunais regionais, o número foi ajustado para refletir as alterações ocorridas especificamente entre os dois turnos de 2026.

A Justiça Eleitoral ressalta que novas mudanças ainda podem ocorrer até domingo (25), data do segundo turno, especialmente em situações excepcionais, como problemas estruturais nos prédios utilizados para votação.

Por isso, a recomendação é que os eleitores consultem seus locais de votação antes de sair de casa. A verificação pode ser feita pelo aplicativo e-Título, na opção “Onde votar”, ou pelos portais oficiais do TSE e dos TREs.

O Tribunal também alerta para a circulação de links não oficiais em aplicativos de mensagens e redes sociais, orientando que as consultas sejam feitas exclusivamente pelos canais da Justiça Eleitoral.

No sábado (17), o Blog também divulgou a informação sobre as 4.352 seções, com base nos dados inicialmente apresentados pela Justiça Eleitoral, agora corrigidos oficialmente.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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CNBB divulga mensagem em defesa da democracia e pede respeito ao resultado das eleições

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nessa quarta-feira (21), uma mensagem em defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições. No texto, a entidade afirma que o voto é livre e secreto e classifica como inadmissíveis ameaças, pressões sobre eleitores e a negociação de votos. A manifestação também reforça a […]

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nessa quarta-feira (21), uma mensagem em defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições. No texto, a entidade afirma que o voto é livre e secreto e classifica como inadmissíveis ameaças, pressões sobre eleitores e a negociação de votos.

A manifestação também reforça a defesa da Constituição e do Estado Democrático de Direito. Segundo a CNBB, o processo eleitoral exige compromisso com as regras democráticas e com a liberdade de escolha dos eleitores.

Na mensagem, a entidade pede ainda que a população avalie a trajetória dos candidatos, suas práticas e seus compromissos com a democracia e com as condições de vida da população.

O posicionamento foi divulgado a poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25), em meio ao debate público sobre o respeito ao resultado das urnas.

Fonte: GloboNews
Imagem: Reprodução

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Quaest: Lula avança entre eleitores de Augusto Cury, enquanto Flávio cresce entre os de Caiado e Renan Santos

A pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (21) mostra mudanças nas intenções de voto dos eleitores que escolheram outros candidatos no primeiro turno da eleição presidencial. Lula (PT) passou de 34% para 48% entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registrou crescimento entre os que votaram em Ronaldo Caiado (PSD) e Renan […]

A pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (21) mostra mudanças nas intenções de voto dos eleitores que escolheram outros candidatos no primeiro turno da eleição presidencial.

Lula (PT) passou de 34% para 48% entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registrou crescimento entre os que votaram em Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão).

Entre os eleitores de Augusto Cury, terceiro colocado no primeiro turno, a intenção de voto em Lula subiu 14 pontos percentuais em relação ao levantamento divulgado em 14 de outubro. Flávio também oscilou positivamente nesse grupo, passando de 30% para 33%.

No mesmo segmento, o percentual de entrevistados que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas caiu de 30% para 16%. Os indecisos passaram de 6% para 3%.

O movimento ocorre apesar de Augusto Cury ter declarado apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno.

Entre os eleitores de Ronaldo Caiado, que também apoia Flávio, o senador passou de 42% para 57% das intenções de voto. Lula oscilou de 23% para 21%. Já o percentual dos que pretendem votar em branco, anular ou se abster recuou de 33% para 22%.

No grupo que votou em Renan Santos, os dois candidatos registraram crescimento numérico. Flávio passou de 40% para 51%, enquanto Lula avançou de 14% para 25%.

Entre esses eleitores, a parcela que declara intenção de votar em branco, anular ou não comparecer caiu de 43% para 24%. Renan Santos optou pela neutralidade no segundo turno e não declarou apoio a nenhum dos presidenciáveis.

A pesquisa também avaliou o comportamento dos eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno ou votaram em branco ou nulo. Nesse grupo, Lula aparece com 40% das intenções de voto, contra 36% de Flávio.

Apesar das variações registradas, os resultados exigem cautela. Como os grupos analisados representam parcelas menores da amostra, suas margens de erro são superiores à margem geral da pesquisa.

Entre os eleitores de Augusto Cury, a margem de erro é de 17 pontos percentuais. No grupo de Ronaldo Caiado, chega a 24 pontos, enquanto entre os eleitores de Renan Santos é de 20 pontos. Todas as variações observadas nesses segmentos estão dentro das respectivas margens de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa.

No cenário geral do segundo turno, a Quaest aponta Flávio Bolsonaro com 45% das intenções de voto e Lula com 44%, configurando empate técnico.

O levantamento foi realizado presencialmente com 2.154 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal O Globo e pela TV Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Diretor da Quaest afirma que mobilização de Janones mudou a dinâmica da campanha de Lula no segundo turno

A atuação do deputado federal André Janones (Rede-MG) à frente do canal de WhatsApp “Exército do Lula” contribuiu para mudar a dinâmica da campanha presidencial no segundo turno. A avaliação é de Guilherme Russo, diretor de inteligência da Quaest, que destacou o crescimento da mobilização digital e presencial dos apoiadores do presidente Lula (PT) nas […]

A atuação do deputado federal André Janones (Rede-MG) à frente do canal de WhatsApp “Exército do Lula” contribuiu para mudar a dinâmica da campanha presidencial no segundo turno. A avaliação é de Guilherme Russo, diretor de inteligência da Quaest, que destacou o crescimento da mobilização digital e presencial dos apoiadores do presidente Lula (PT) nas últimas semanas.

Em entrevista ao UOL News, na quarta-feira (21), Russo analisou os resultados da pesquisa Quaest que apontou Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto e Lula com 44%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico.

Para o diretor, a estratégia conduzida por Janones representa uma mudança na capacidade de mobilização da esquerda. O parlamentar tem utilizado o canal “Exército do Lula” para organizar apoiadores e estimular ações nas redes sociais durante a disputa presidencial.

“O que o Janones está fazendo não tem precedente no Brasil, especialmente vindo da esquerda”, afirmou Russo.

O pesquisador observou que Flávio apresentava uma vantagem mais ampla nos primeiros levantamentos realizados após o primeiro turno. Desde então, os resultados indicaram uma redução da distância entre os candidatos, movimento que ele relacionou, entre outros fatores, à mobilização dos apoiadores de Lula.

Russo ressaltou que a movimentação não se limita às plataformas digitais. Segundo ele, manifestações de rua, conversas com eleitores e outras atividades de campanha também contribuíram para ampliar o engajamento.

Além das intenções de voto, o diretor apontou melhora nos indicadores digitais do presidente, incluindo o crescimento da popularidade nas redes sociais e do volume de buscas por Lula no Google.

A pesquisa também registrou redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente, de 53% para 47%. A rejeição a Flávio Bolsonaro passou de 54% para 52%.

Na modalidade espontânea, em que os entrevistados declaram sua preferência sem receber os nomes dos candidatos, Lula e Flávio aparecem com 40% cada. O percentual de indecisos chegou a 14%.

Russo chamou atenção para o crescimento da indecisão, especialmente entre eleitores independentes e parte do eleitorado feminino. Na avaliação dele, o tom do debate presidencial realizado pela Band e a intensificação dos ataques entre os candidatos podem ter influenciado esse comportamento.

Questionado sobre declarações de Janones indicando confiança em uma vitória de Lula, o diretor ponderou que manifestações desse tipo são comuns nas campanhas e buscam manter os apoiadores mobilizados. Ele ressaltou que os números não permitem considerar o resultado eleitoral definido.

Na pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro, Flávio tinha 46% das intenções de voto e Lula, 44%. O levantamento mais recente ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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