Antes de deixar presidência, Cícero Batista faz visita a Anchieta Patriota
Por Nill Júnior
O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), recebeu em seu gabinete, nesta sexta-feira (23/12), o presidente da Câmara de Vereadores, Cícero Batista (PSB).
Durante o encontro, os chefes dos dois Poderes conversaram sobre demandas do município e a parceria entre a atual gestão da Câmara e a Prefeitura.
“A gestão Cícero Batista é respeitada em Carnaíba. Eu como prefeito só tem que agradecer o trabalho que vem sendo feito em sintonia em prol do nosso povo e parabenizar o nosso companheiro pelo legado que ele vai deixar no comando da mesa diretora”, disse Anchieta Patriota.
Cícero Batista vai encerrar seu mandato como presidente no próximo dia 31 de dezembro, após conduzir os trabalhos na Casa Major Saturnino Bezerra, no biênio 2021-2022. As informações são de Aryel Aquino.
Nesta segunda-feira (10), a prefeita Aline Karina, acompanhada pela secretária de Saúde, Alda Araújo, e pelo secretário de Obras, Ítalo Brito, esteve na Casa de Apoio de Itapetim, em Recife. Durante a visita, a prefeita anunciou um projeto de reforma que tornará o local ainda mais estruturado para os pacientes que utilizam o espaço durante […]
Nesta segunda-feira (10), a prefeita Aline Karina, acompanhada pela secretária de Saúde, Alda Araújo, e pelo secretário de Obras, Ítalo Brito, esteve na Casa de Apoio de Itapetim, em Recife.
Durante a visita, a prefeita anunciou um projeto de reforma que tornará o local ainda mais estruturado para os pacientes que utilizam o espaço durante o tratamento de saúde na capital.
Serão feitas melhorias no piso, quartos e banheiros, pintura geral, manutenção do telhado, climatização dos quartos e a construção de uma murada garantindo mais segurança aos pacientes e acompanhantes.
“O objetivo das intervenções é proporcionar mais conforto e dignidade aos itapetinenses que se hospedam no local. Além da hospedagem, a Casa de Apoio também oferece alimentação aos pacientes e seus acompanhantes”, diz a municipalidade em nota.
O Diretório Estadual do PT deu um passo importante para o debate político em Pernambuco e para o fortalecimento da campanha do presidente Lula, ao indicar o companheiro e senador Humberto Costa como pré-candidato do partido ao Governo do Estado. Todos sabem da minha posição em defesa da candidatura própria do PT e a defesa […]
O Diretório Estadual do PT deu um passo importante para o debate político em Pernambuco e para o fortalecimento da campanha do presidente Lula, ao indicar o companheiro e senador Humberto Costa como pré-candidato do partido ao Governo do Estado.
Todos sabem da minha posição em defesa da candidatura própria do PT e a defesa do nosso protagonismo nas eleições de 2022, da mesma forma que é de conhecimento do nosso povo que em 2018 também me empenhei no mesmo sentido, defendendo e trabalhando incansavelmente o nome da companheira Marília Arraes que, naquele momento, por decisão da direção nacional do PT, teve o seu nome retirado da disputa para que houvesse uma composição com o PSB.
Agora, com a decisão do nosso diretório estadual, o PT se coloca oficialmente na disputa pelo governo de Pernambuco e terá todo o nosso empenho e militância para fortalecer o nome do senador Humberto Costa nesse novo desafio.
Acreditamos que o debate interno está apenas começando, mas já com um importante direcionamento que é apresentar uma candidatura competitiva, que vem com a trajetória, experiência e articulação política do senador Humberto.
Parabenizo Humberto pela escolha do seu nome e reafirmo o nosso compromisso com o partido e com a campanha do presidente Lula, que é, sem dúvidas, a nossa prioridade.
Juntos, com a força da nossa militância e do povo, vamos fazer um Pernambuco Mais Forte, do Sertão ao Cais, ao lado de Lula, de Humberto e dos demais pré-candidatos do PT, com a estrela no peito e a esperança de que um novo momento histórico está se anunciando.
Luciano Duque Ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a deputado estadual pelo PT
Estadão A vereadora do Recife e candidata à deputada federal, Marília Arraes (PT), foi indiciada pela polícia civil de Pernambuco pelo crime de peculato. A petista é acusada de ter contratado quatro “funcionários fantasmas” para o seu gabinete na Câmara de Vereadores do Recife. O inquérito policial foi concluído e remetido ao Ministério Público (MPPE) […]
A vereadora do Recife e candidata à deputada federal, Marília Arraes (PT), foi indiciada pela polícia civil de Pernambuco pelo crime de peculato. A petista é acusada de ter contratado quatro “funcionários fantasmas” para o seu gabinete na Câmara de Vereadores do Recife.
O inquérito policial foi concluído e remetido ao Ministério Público (MPPE) na semana passada, mas somente nesta quinta-feira, 20, a titular da Delegacia de Crimes contra a Administração Pública, Patrícia Domingos, anunciou o término da investigação.
Segundo o Estado apurou, dois desses funcionários seriam jornalistas e uma seria universitária. A delegada alegou que não poderia informar nomes, cargos e quanto de dinheiro público pode ter sido desviado, pois o caso foi remetido ao MPPE sob sigilo.
A expectativa é de que o órgão se manifeste em até 30 dias, podendo pedir que a polícia complemente as investigações, oferecer a denúncia à Justiça ou pedir o arquivamento. A pena para crimes de peculato varia entre 2 e 12 anos de prisão, além de multa.
“Nosso intuito não é gerar um fato político ou atrapalhar a campanha de quem quer que seja”, disse a delegada.
Marília era candidata ao governo de Pernambuco, mas teve sua candidatura retirada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso pela Operação Lava Jato – e a cúpula petista como parte de um acordo com o PSB. A estratégia tinha o objetivo de isolar o presidenciável Ciro Gomes (PDT).
Por meio de nota, Marília Arraes se disse surpresa com o anúncio do seu indiciamento e de mais quatro funcionários. A candidata afirmou que achou estranho uma notícia como essa a duas semanas das eleições.
“Há cerca de três anos, após tomar conhecimento de uma denúncia anônima totalmente absurda, que versava sobre este tema, eu mesma tomei a iniciativa de procurar o Ministério Público para solicitar que os fatos fossem investigados”, declarou Marília.
A candidata disse ainda que ela é os funcionários estão “como sempre” estiveram à disposição das autoridades. “Mas não temos como deixar de repudiar atitudes que claramente tem o propósito de tumultuar o processo eleitoral democrático em nome de interesses não republicanos”, disse.
Secretário de Paulo Câmara também foi indiciado
O ex-secretário de Administração da gestão Paulo Câmara (PSB) e candidato a deputado federal, Milton Coelho (PSB), também foi indiciado pelo crime de peculato.
Nome forte do partido no Estado, Coelho é acusado pela polícia civil de ter contratado pelo menos três funcionários fantasmas no período em que esteve à frente da pasta – janeiro de 2015 a abril deste ano, quando pediu exoneração para disputar as eleições 2018.
Coelho está há 18 anos no PSB onde ocupou a presidência regional da legenda, foi vice-prefeito do Recife e um dos coordenadores da campanha presidencial do ex-governador, Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em 2014.
A polícia civil descobriu os funcionários fantasmas depois de uma denúncia anônima encaminhada pela ouvidoria do MPPE sobre a contratação irregular de uma jornalista para o cargo de assessora de gabinete de Coelho. A servidora que também é colunista social em um jornal do Recife teria recebido quase R$ 90 mil sem nunca ter dado expediente na Secretaria de Administração.
Segundo o Estado apurou, em depoimento à delegada, a jornalista alegou que prestava o serviço remotamente. Sem elementos comprobatórios da irregularidade, a polícia civil não indiciou a servidora, mas encontrou outros três que teriam recebido salários sem trabalhar na secretaria.
A reportagem não localizou Milton Coelho nem sua assessoria. Procurado, o Governo de Pernambuco não se pronunciou.
O Presidente da AMUPE e Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, coordenou o evento de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar, dentro da programação do 4º Congresso Pernambucano de Municípios. Segundo Patriota, na fala de abertura que antecedeu o anúncio, o investimento na agricultura familiar é fundamental para minimizar os efeitos da crise […]
O Presidente da AMUPE e Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, coordenou o evento de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar, dentro da programação do 4º Congresso Pernambucano de Municípios.
Segundo Patriota, na fala de abertura que antecedeu o anúncio, o investimento na agricultura familiar é fundamental para minimizar os efeitos da crise no campo, propiciando a geração de emprego e renda para milhares de famílias que vivem da agricultura em regime de economia familiar.
O plano anunciado prevê metas plurianuais para os próximos quatro anos, destinando para o ano safra 2017/2018, 30 bilhões de Reais. O ano safra teve início em primeiro de julho e segue até o último dia do mês de Junho do ano que vem. O anúncio foi realizado pelo Coordenador Geral de Crédito e Financiamento à Produção Rural, José Henrique Silva, vinculado à Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural, da Casa Civil do Governo Federal.
PLANO SAFRA – Ano passado foram executados R$ 22 bilhões , dos 30 bilhões previstos inicialmente. Foram firmados 1,6 milhão de contratos, beneficiando 2,3 milhões de agricultores familiares.O seguro safra terá disponível R$ 10 bilhões para operacionalização, com garantia de cobertura de perda de até 80% da receita bruta esperada da lavoura.
“Esse anúncio é importante, mas mais importante ainda é que o dinheiro chegue na ponta. Esse recurso precisa chegar, nas mãos dos que realmente precisam, que são os agricultores familiares, muitas vezes penalizados pela burocracia dos bancos,” destacou o Secretário de Agricultura de Afogados da Ingazeira, Ademar Oliveira, presente ao anúncio do plano safra.
G1 A Segunda Turma do STF decidiu soltar José Dirceu, por 3 votos a 2. Votaram a favor da soltura os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowsk e Gilmar Mendes; o relator Edson Fachin e Celso de Mello votaram pela manutenção da prisão. O pedido de liberdade apresentado pela defesa de Dirceu é para revogar a […]
A Segunda Turma do STF decidiu soltar José Dirceu, por 3 votos a 2. Votaram a favor da soltura os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowsk e Gilmar Mendes; o relator Edson Fachin e Celso de Mello votaram pela manutenção da prisão.
O pedido de liberdade apresentado pela defesa de Dirceu é para revogar a ordem de prisão decretada pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal. A mesma solicitação já foi negada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Em novembro do ano passado, o ministro Teori Zavascki, que era relator da Lava Jato no STF, já havia negado a soltura do ex-chefe da Casa Civil.
Em duas sentenças de Sérgio Moro, Dirceu foi condenado a mais de 31 anos de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O entendimento do STF, no entanto, é que a prisão definitiva só é possível após a condenação em segunda instância.
Dirceu cumpre prisão preventiva (sem prazo determinado) desde agosto de 2015 com a alegação de que havia risco de fuga, de prejuízo às investigações e de cometimento de novos crimes.
Mais cedo nesta terça, os procuradores da República que atuam na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba anteciparam uma nova denúncia contra Dirceu.
O Ministério Público Federal (MPF) acusou o ex-ministro de ter recebido R$ 2,4 milhões em propina antes, durante e depois do julgamento do mensalão do PT.
Em entrevista coletiva concedida na capital paranaense para apresentar a nova denúncia contra Dirceu, os procuradores da República mostraram que os últimos depósitos de propina ocorreram depois da prisão de Dirceu, ordenada pelo Supremo por conta da condenação no julgamento do mensalão do PT, em 2013.
De acordo com o MPF, os pagamentos ao ex-ministro só cessaram com a prisão do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, em 2014. Um dos delatores da Lava Jato, o empresário contou que Dirceu ofereceu ajuda para inserir a empreiteira em países da América Latina e na Espanha porque tinha acesso político à cúpula dos governos.
No pedido de liberdade, a defesa de José Dirceu negou que vários pagamentos que sua empresa recebeu de empreiteiras fossem propina. Alegou que mesmo aquelas realizadas após o julgamento do mensalão, pelo qual foi condenado, se referiam a serviços de consultoria prestados anteriormente.
“Toda vez que saio daquela prisão gélida de Curitiba, me pergunto: Qual a razão desse homem de 70 anos estar preso há aproximadamente 2 anos?”, disse o advogado Roberto Podval, lembrando de que, quando foi preso, aguardou em casa, sem apresentar qualquer risco de fuga.
Sobre a possibilidade de atrapalhar as investigações, disse que sai vida já foi “devassada” e que a coleta de provas nas ações que responde já foi encerrada.
Representando o Ministério Público, favorável à prisão, o subprocurador-geral da República Edson Oliveira de Almeida lembrou da acusação de que José Dirceu tinha ascendência política sobre o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, citando diversos pagamentos de empreiteiras supostamente beneficiadas em contratos com a diretoria.
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