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Amupe participa de lançamento de agência de desenvolvimento em Garanhuns

Por Nill Júnior

Para marcar o início dos trabalhos, foi promovido o Seminário Perspectivas para o Desenvolvimento Sustentável do Agreste Meridional

O município de Garanhuns agora tem um espaço pensado para impulsionar o desenvolvimento regional. Na tarde dessa quinta-feira (16) foi inaugurada a Agência Desenvolve Agreste. E para marcar a abertura do equipamento, a agência promoveu o Seminário Perspectivas para o Desenvolvimento Sustentável do Agreste Meridional – Uma Agenda para 2050, que acontece até o até a próximo sábado, 18 de maio.

O seminário reúne em Garanhuns especialistas de diversos setores para realização de debates, discussão de ideias e troca de experiências sobre ações e projetos capazes de impulsionar o desenvolvimento, gerando emprego e renda para a população nas cidades da região. As áreas enfatizadas são: educação, turismo regional, agronegócio, prestação de serviços, meio ambiente e sustentabilidade, tecnologia e inovação. Representando a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), o Coordenador do Desenvolve PE, Edmilson Duarte foi um dos palestrantes do evento, que contou com apoio da Prefeitura de Garanhuns; Codeam; Sebrae/PE e CDL.

Na mesa temática de abertura, que tratou sobre a importância das agências de desenvolvimento regional nos territórios de baixo dinamismo econômico, o coordenador do Desenvolve PE destrinchou os eixos de atuação e as ações que estão sendo desempenhadas pelo Projeto. Edmilson destacou a relevância da parceria entre instituições, como a Amupe e o Sebrae/PE, que unem forças em prol do desenvolvimento dos municípios do Estado. “Nós conhecemos a realidade social e econômica dos municípios e sabemos que as gestões públicas precisam de parcerias para ajudar a dar conta dos desafios,” ressaltou.

A mesa contou ainda com a presença do economistas Écio Costa, do LIDE Pernambuco; Pedro Neves, da Adepe; do empresário mineiro e CEO da Raja Ventures, João Paulo Zica; e do anfitrião do evento, o secretário de planejamento de Garanhuns, Alexandre Marinho. “Uma das missões desta agência que está sendo criada hoje é pensar com maior profundidade e profissionalismo o desenvolvimento sustentável da nossa região, pois instituições como, prefeituras, universidades e Governos do Estado e Federal precisam se aliar e dialogar entre si para conseguir gerar o desenvolvimento”, enfatizou Alexandre.

A Agência de Desenvolvimento do Agreste funcionará no bairro de Heliópolis, em Garanhuns. Ela surge com a ambição de atuar como uma espécie de plano diretor da região para as próximas décadas e dedicada a potencializar o desenvolvimento dos municípios do Agreste Meridional pernambucano.  Aliam-se às políticas de crescimento da economia, iniciativas de preservação ambiental, desenvolvimento social e melhoria da qualidade de vida dos habitantes dos municípios da região.

Outras Notícias

Carlos Neves e TCE dão carta branca a Sivaldo Albino

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) decidiu, nessa terça-feira, dia 22, que as condutas do Prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), durante os primeiros dias do 33º Festival de Inverno de Garanhuns serão apuradas por meio de Auditoria Especial. A decisão, antecipada pelo Blog do Carlos Eugênio,  foi tomada pela 1ª Câmara […]

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) decidiu, nessa terça-feira, dia 22, que as condutas do Prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), durante os primeiros dias do 33º Festival de Inverno de Garanhuns serão apuradas por meio de Auditoria Especial.

A decisão, antecipada pelo Blog do Carlos Eugênio,  foi tomada pela 1ª Câmara da Corte, que referendou despacho do conselheiro Carlos Neves negando o pedido de medida cautelar apresentado pela cidadã Rayssa Godoy e pela intervenção do Ministério Público de Contas (MPC-PE). Em resumo, a decisão é uma vitória parcial de Albino.

Carlos Neves é o mesmo que se envolveu em uma polêmica recente, a de uma denúncia de um primo que travou a publicidade no governo Raquel Lyra. A decisão favorece Sivaldo Albino, que é do PSB, linhagem ideológica defendida por Álvaro. O receio é de que ele ganhe tempo, com a sociedade civil esquecendo do episódio de inúmeros flagrantes ao princípio da impessoalidade, tendo ou absolvição ou punição mais branda. Ainda dá carta branca para que Albino continue praticando a ilicitude.

O Pedido de Medida Cautelar visava impedir que o prefeito continuasse a subir ao palco principal do evento para anunciar atrações; interagir com artistas e divulgar programações futuras. Segundo o MPC-PE, essas condutas poderiam caracterizar promoção pessoal e descumprimento de um alerta prévio emitido pelo próprio Tribunal. Vídeos com essas situações foram amplamente divulgados.

Em nome da política de pão e circo, o prefeito Sivaldo Albino ultrapopularizou o Festival de Inverno, levando atrações como Anderson Neeiff e correlatas, que até poderiam estar na cidade, mas em outro período. Agora, invadiram e descaracterizaram o evento.

Sivaldo comprou uma briga com o TCE ao subir várias vezes no palco, ferindo o princípio da impessoalidade, foi criticado por uma estrutura elitizada e um palco que distanciava as pessoas do público, como questionou Zeca Baleiro.  “Essa passarela é bonita, Gisele Bündchen ia arrasar aqui. Mas para a música, seria melhor que a plateia estivesse mais perto. Está muito longe, eu não olho no olho de ninguém. Parece que vocês estão lá em Águas Belas”, disse o cantor. Ele frisou que sua fala era uma observação, não uma reclamação: “É uma dica carinhosa, sem bronca”. E seguiu depois, em uma nota, dizendo que palco era lugar de artista, não para promoção política.

No final, ainda virou notícia por mandar capangas agredirem na Praça Mestre Dominguinhos vereador Ruber Neto (PSD) e um de seus assessores.

De acordo com o vereador, a agressão aconteceu durante fiscalização da estrutura do FIG, após reclamações de artistas como o cantor Zeca Baleiro da distância entre o público e o palco. A oposição afirma que um espaço havia sido reservado pela gestão municipal.

Da redação: o sobrinho de Álvaro Porto é o Conselheiro Eduardo Porto. Carlos Neves não tem parentesco com o presidente da ALEPE.

Senado mais conservador: com 28 senadores, PL amplia força e prepara agenda sobre STF, segurança, costumes e agronegócio

O PL chegará a 2027 com 28 dos 81 senadores e a maior bancada da Casa, resultado que amplia o espaço do partido para tentar levar ao plenário pautas defendidas pelo bolsonarismo. Entre os temas estão mudanças relacionadas ao STF, segurança pública, educação, aborto e questões ligadas ao agronegócio e às terras indígenas. O partido […]

O PL chegará a 2027 com 28 dos 81 senadores e a maior bancada da Casa, resultado que amplia o espaço do partido para tentar levar ao plenário pautas defendidas pelo bolsonarismo. Entre os temas estão mudanças relacionadas ao STF, segurança pública, educação, aborto e questões ligadas ao agronegócio e às terras indígenas.

O partido elegeu 19 senadores nas eleições de 2026 e, somados aos parlamentares com mandato até 2031, passará dos atuais 15 para 28 integrantes. O número representa mais de um terço do Senado e coloca a legenda em posição de maior influência sobre a definição das pautas e as negociações com outras bancadas.

Um dos principais temas defendidos durante a campanha foi o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A nova bancada, entretanto, não terá votos suficientes para aprovar sozinha uma eventual condenação. São necessários 54 dos 81 senadores para afastar um ministro da Corte.

A composição também deve aumentar o peso do PL na análise das futuras indicações ao Supremo. Cabe ao Senado sabatinar e decidir se aprova os nomes indicados pelo presidente da República para ocupar vagas no tribunal.

Outra frente citada por parlamentares eleitos envolve mudanças nas regras relacionadas à atuação do STF e uma participação mais ativa do Senado na relação entre Legislativo e Judiciário.

No agronegócio e na política para terras indígenas, propostas que estavam paradas podem ganhar novo impulso. Entre elas está a autorização para mineração e instalação de hidrelétricas em terras indígenas, tema apoiado por parlamentares eleitos para o Senado, como Carlos Jordy, Caroline de Toni e Bia Kicis, todos do PL.

A bancada também reúne defensores do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, pauta que nos últimos anos provocou embates entre Congresso e Supremo.

Na segurança pública, estão entre as bandeiras defendidas por integrantes do grupo o endurecimento da legislação penal e propostas como redução da maioridade penal. Também há projetos em tramitação que tratam da chamada castração química para condenados por crimes sexuais.

A área deverá ganhar espaço com a chegada ao Senado de parlamentares que fizeram da segurança uma das principais bandeiras eleitorais. Entre eles está Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e aliado do grupo político de Flávio Bolsonaro.

Na educação, parlamentares alinhados ao bolsonarismo defendem a regulamentação do ensino domiciliar, conhecido como homeschooling. A proposta já passou pela Câmara e estabelece regras para que famílias possam optar pela educação dos filhos fora do ambiente escolar tradicional.

As chamadas pautas de costumes também estarão entre as prioridades de parte da nova bancada. Senadoras eleitas como Michelle Bolsonaro, Bia Kicis e Caroline de Toni defendem restrições ao aborto e já se posicionaram favoravelmente a propostas que ampliam a proteção jurídica à vida desde a concepção.

Apesar do tamanho da bancada, o PL dependerá de alianças para transformar parte dessas propostas em mudanças constitucionais. Uma PEC precisa de pelo menos 49 votos no Senado, enquanto o partido terá 28 cadeiras.

A nova composição também deverá influenciar a disputa pela Presidência do Senado e o comando das principais comissões da Casa, posições fundamentais para decidir quais projetos entram ou não na pauta de votação.

Os novos senadores assumem os mandatos em fevereiro de 2027.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Solidão: prefeitura paga servidores

A Prefeitura de Solidão através do Prefeito Djalma Alves e equipe de Finanças, informa em nota que, cumprindo um estratégico planejamento financeiro, realizou hoje dia (30) o pagamento dos servidores públicos municipais efetivos, aposentados, pensionistas e comissionados. O prefeito prometeu quando candidato pagar em dia, respeitando o trabalho dos servidores solidanenses. O pagamento dos funcionários […]

A Prefeitura de Solidão através do Prefeito Djalma Alves e equipe de Finanças, informa em nota que, cumprindo um estratégico planejamento financeiro, realizou hoje dia (30) o pagamento dos servidores públicos municipais efetivos, aposentados, pensionistas e comissionados.

O prefeito prometeu quando candidato pagar em dia, respeitando o trabalho dos servidores solidanenses. O pagamento dos funcionários já está nas contas.

Confira o calendário:

30 de Março – Servidores efetivos, aposentados, pensionistas e comissionados;

31 de Março – Contratados da Prefeitura, secretarias de obras educação, cultura e agricultura;

O pagamento dos servidores da saúde e assistência social (efetivos e contratados) ocorrerá entre os dias 03 e 04 de abril.

Ao final do pagamento, diz a prefeitura, serão injetados na economia local em média R$ 750 mil.

Afogados: Prefeitura e Sebrae debatem ações de fomento à produção rural

A Prefeitura de Afogados e o SEBRAE debateram ações de fomento à fruticultura de sequeiro no município. A reunião ocorreu na sede da secretaria de administração, e contou com as presenças de José Henrique Malaquias, Gerente do Sebrae – Unidade Serra Talhada, e da consultora Ana Carolina Sales, além do secretário de administração, desenvolvimento econômico […]

A Prefeitura de Afogados e o SEBRAE debateram ações de fomento à fruticultura de sequeiro no município. A reunião ocorreu na sede da secretaria de administração, e contou com as presenças de José Henrique Malaquias, Gerente do Sebrae – Unidade Serra Talhada, e da consultora Ana Carolina Sales, além do secretário de administração, desenvolvimento econômico e turismo, Ney Quidute, e representantes da secretaria municipal de agricultura. 

Uma das etapas será a capacitação dos agricultores para o manejo das culturas do Caju, Umbu e Jabuticaba. “Vamos potencializar a multiplicação dessas culturas para, no futuro bem próximo, termos produção suficiente para deixarmos as comunidades ativas economicamente, ajudando na geração de empregos e renda, fazendo com que nosso PIB aumente também na Zona Rural”, destacou Ney. 

Segundo ele, a ação irá levar o empreendedorismo também para a zona rural, potencializando a produção, agregando valor, fortalecendo a comercialização.

Fruticultores do Vale do São Francisco estimam R$ 570 milhões em prejuízos

Maior exportador de frutas do país, o Vale do São Francisco já contabiliza um prejuízo de R$ 570 milhões ao final do oitavo dia de paralisação dos caminhoneiros. A conta foi apresentada na tarde desta segunda-feira (28), pelo presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira. Segundo o representante do mais importante […]

Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira

Maior exportador de frutas do país, o Vale do São Francisco já contabiliza um prejuízo de R$ 570 milhões ao final do oitavo dia de paralisação dos caminhoneiros. A conta foi apresentada na tarde desta segunda-feira (28), pelo presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira.

Segundo o representante do mais importante segmento da economia regional, a paralisação vem atingindo fortemente o setor, que deixou de comercializar nesta semana para os mercados interno e externo 40 mil toneladas de uvas e 60 mil toneladas de mangas, além de mais 200 mil toneladas de outras frutas, a exemplo de acerola, banana, coco e mamão.

“Com todo esse tempo de paralisação, nossas câmaras frias já estão com a ocupação esgotada, não oferecendo mais espaço para o armazenamento das frutas colhidas recentemente. O resultado são pomares e mais pomares com frutas apodrecendo no campo”, lamentou.

Jailson Lira advertiu ainda que 80% da safra a ser colhida essa semana poderá ficar comprometida por falta de mercado. “Além de termos cancelados todos os novos pedidos do mercado interno, outro agravante é a falta de combustível para os tratores e pulverizadores, o que pode ocasionar a perda das safras de exportação de setembro e outubro”, pontuou.

Ao final da reunião, os produtores assinaram um documento, onde reconhecem a legitimidade do movimento dos caminhoneiros, “por que também sentem o alto custo do diesel na atividade agrícola” e solicitam dos poderes competentes a agilização das negociações, liberação das estradas e acessos aos portos, além da agilização dos documentos de liberação das frutas, a exemplo da Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV).