Afogados suspende vacinação de grávidas com AstraZeneca após recomendação da Anvisa
Por André Luis
A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira, decidiu suspender a vacinação de grávidas e puérperas com e sem comorbidades com o imunizante AstraZeneca/Fiocruz a partir desta terça-feira (11).
A decisão foi tomada devido à recomendação da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) de suspender a aplicação do imunizante em grávidas de forma imediata.
O secretário de Saúde, Artur Amorim, disse ao programa Institucional da Prefeitura de Afogados da Ingazeira que a “a orientação é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra a Covid em uso no país que também foi pactuado pela Secretaria Estadual de Saúde”.
Artur adiantou que aguarda para esta semana a chegada de novo lote da vacina Coronavac/Butantan para aplicação da segunda dose que está atrasada nos municípios do sertão.
Segundo CBTU, um dos veículos estava parado na Estação Ipiranga, quando o outro chegou. Testemunhas contam que trem freou bruscamente, derrubando passageiros. Por G1 PE e TV Globo Dois trens da Linha Centro do Metrô do Recife colidiram no começo da manhã desta terça-feira (18), na Estação Ipiranga, de acordo com a Companhia Brasileira de […]
Segundo CBTU, um dos veículos estava parado na Estação Ipiranga, quando o outro chegou. Testemunhas contam que trem freou bruscamente, derrubando passageiros.
Por G1 PE e TV Globo
Dois trens da Linha Centro do Metrô do Recife colidiram no começo da manhã desta terça-feira (18), na Estação Ipiranga, de acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Às 6h50, o Corpo de Bombeiros informou que já havia socorrido cerca de 30 pessoas com ferimentos, todos sem gravidade. Devido ao acidente, toda a Linha Centro foi paralisada.
Um trem estava parado na estação, quando outro chegou e ocorreu a colisão, segundo a CBTU. Diariamente, cerca de 250 mil pessoas utilizam a Linha Centro, que atende o Recife, Jaboatão dos Guararapes e Camaragibe.
Por volta das 7h, o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) relataram ter retirado todas as vítimas de dentro das composições. Elas foram socorridas para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da região.
A CBTU informou que estava acionando o Grande Recife Consórcio de Transportes para ativar o reforço de ônibus para a região.
Testemunhas
A recepcionista Elandia Amaral, de 41 anos, estava em um dos vagões envolvidos no acidente. Ela contou que ia de Jaboatão para Joana Bezerra quando ouviu um “estalo como se o motor estivesse se quebrando”.
Ainda segundo a recepcionista, tudo aconteceu muito rápido. Ao olhar para o lado, foi possível ver algumas pessoas feridas, que foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros.
“A gente anda que nem bicho, um em cima do outro, sem segurança. O metrô não pode funcionar desse jeito. À noite temos medo pela insegurança. De dia, temos medo das condições do transporte porque toda semana ele quebra”, afirmou.
Em entrevista ao Bom Dia PE, a passageira Viviane contou que, quando sentiu a pancada, caiu logo no chão. “Foi um caindo em cima do outro. Já vomitei muito, estou com dor no braço e com a coluna dolorida. Foi horrível”, disse.
A filha de Adelma Maria, de 53 anos, ficou sabendo do acidente por telefone. “Ela disse que o metrô se chocou contra um outro que estava parado. Como estava muito cheio, muita gente caiu. Minha mãe disse que foi uma agonia”, contou Amanda Maria, de 27 anos, relatando que a mãe foi por conta própria para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, visitou na tarde desta segunda (04), os dez novos leitos de UTI para COVID instalados no Hospital Regional Emília Câmara. Agora, Afogados e a região passam a contar com 20 leitos de UTI, com hemodiálise, exclusivos para pacientes com covid. Os leitos permanecerão servindo aos municípios do […]
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, visitou na tarde desta segunda (04), os dez novos leitos de UTI para COVID instalados no Hospital Regional Emília Câmara.
Agora, Afogados e a região passam a contar com 20 leitos de UTI, com hemodiálise, exclusivos para pacientes com covid. Os leitos permanecerão servindo aos municípios do Pajeú, após a pandemia. Os leitos haviam sido anunciados pelo Governador Paulo Câmara, durante agenda em Afogados na semana passada.
“Fico muito feliz com essa ampliação, com esse reforço no número de leitos, que irão ajudar a nossa população a enfrentar a pandemia com mais eficácia no tratamento intensivo. E o melhor é que, com o final da pandemia, os leitos continuarão ativos, atendendo pacientes com outras enfermidades, garantindo mais qualidade na saúde pública em Afogados,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira.
Durante a visita, o Prefeito esteve acompanhado da direção e médicos do hospital, vice-prefeito Daniel Valadares e do secretário municipal de saúde, Arthur Amorim.
Segundo assessoria, a prefeita de Arcoverde Madalena Britto decidiu aderir ao Movimento em Defesa dos Municípios de Pernambuco e vai paralisar as atividades da Prefeitura na segunda-feira, dia 09 de novembro. Neste dia, Madalena vai ao Recife participar de um ato público promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe na Assembleia Legislativa. “A grave […]
Segundo assessoria, a prefeita de Arcoverde Madalena Britto decidiu aderir ao Movimento em Defesa dos Municípios de Pernambuco e vai paralisar as atividades da Prefeitura na segunda-feira, dia 09 de novembro. Neste dia, Madalena vai ao Recife participar de um ato público promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe na Assembleia Legislativa.
“A grave situação financeira dos municípios causada pela queda dos repasses constitucionais nos levou a necessidade de esclarecer a população que se nenhuma providência for tomada, a prefeitura não vai poder manter os serviços prestados a população. Por isso, temos urgência de lutar por uma distribuição mais justa dos recursos federais que estão centralizados em Brasília. Estes são os motivos pelo qual aderi ao Movimento em Defesa dos Municípios”, explicou a prefeita.
Seguindo a orientação da Amupe, Madalena Britto decidiu manter o funcionamento das escolas municipais, a fim de preservar a realização da Prova Brasil, marcada para esta segunda, dia 09 de novembro. Estes exames serão feitos para os alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e através deles vai apontar os indicadores de desempenho da educação – IDEB.
Depois do ato público na Assembleia Legislativa os prefeitos vão ao encontro do governador Paulo Câmara, no Palácio das Princesas. Mais de 100 municípios já confirmaram presença e 110 prefeituras vão parar suas atividades, exceto os serviços essenciais de saúde.
A Prefeitura de Carnaíba reforçou em suas redes sociais na última sexta-feira (2/12), a importância da população responder o Censo 2022. “O Censo é a única pesquisa que vai a todos os domicílios do país e reflete a realidade brasileira com amplitude e precisão”, destacou. A Prefeitura destaca ainda que os resultados contribuem para tomadas […]
A Prefeitura de Carnaíba reforçou em suas redes sociais na última sexta-feira (2/12), a importância da população responder o Censo 2022.
“O Censo é a única pesquisa que vai a todos os domicílios do país e reflete a realidade brasileira com amplitude e precisão”, destacou.
A Prefeitura destaca ainda que os resultados contribuem para tomadas de decisão por parte do governo sobre serviços básicos à população, como número de postos de saúde, escolas, emprego, entre outros, além de também poder subsidiar os investimentos da iniciativa privada.
“Se você ainda não respondeu, é possível fazê-lo ligando para o telefone (87) 9.9942-2019 ou procurando os agentes do IBGE no térreo da Prefeitura de Carnaíba”, reforça.
O deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) deu entrada em uma ação popular com pedido de liminar para a suspensão dos efeitos da Medida Provisória 814/17 no Tribunal Regional Federal da 5ª Região. O parlamentar questiona legalidade e a lesividade ao patrimônio da União a ser provocada pela decisão do governo federal de privatizar o sistema […]
O deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) deu entrada em uma ação popular com pedido de liminar para a suspensão dos efeitos da Medida Provisória 814/17 no Tribunal Regional Federal da 5ª Região. O parlamentar questiona legalidade e a lesividade ao patrimônio da União a ser provocada pela decisão do governo federal de privatizar o sistema Eletrobras. A MP define regras para a comercialização de energia elétrica no País (Lei 10.848/04), retirando a estatal brasileira do Programa Nacional de Desestatização (PND). Na prática, revogou trecho do texto que proibia a venda de estatais, abrindo caminho para a venda das companhias.
A medida atinge também controladas da Eletrobras, como Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), Furnas, Eletronorte, Eletrosul e Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE). A ação popular foi protocolada na Segunda Vara Federal de Recife – Seção Judiciária de Pernambuco. O processo é o de número 0800124-70.2018.4.05.8300.
Segundo Danilo Cabral, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, a privatização da Eletrobras, além de fragilizar a segurança energética do País e a soberania nacional, pode gerar aumento das tarifas para a população. Ele lembra que estudo da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estimou que a nova proposta para o setor elétrico poderá fazer a conta de luz subir até 16,7%. “O povo já vem sendo penalizado com aumentos sucessivos das tarifas ligadas ao setor energético, como da conta de luz, dos combustíveis e do gás de cozinha. Este, por exemplo, entre agosto e dezembro, subiu mais de 67%”, critica o deputado.
Em relação à legalidade da MP, a ação reforça que a privatização da Eletrobras só deve ocorrer por meio de lei específica, com trâmite parlamentar regular, porque a estatal foi criada pela Lei Federal nº 3890-A/61. “A privatização sem discussão e aprovação do Congresso é ilegal e inconstitucional”, afirma Danilo Cabral.
Para Danilo Cabral, o argumento de urgência para editar a MP não se sustenta. Diz o texto da medida provisória que o “intuito da revogação é permitir, com plena segurança, que sejam contratados e iniciados os estudos da situação econômica e financeira da Eletrobras, garantindo substancial ganho no cronograma da operação, com vistas a concluí-la no ano de 2018.” De acordo com o parlamentar, utilizar a justificativa de “ganho no cronograma” milita contra a urgência utilizada como argumento para edição de qualquer medida provisória.
Vale ressaltar que, na Lei 10.848, da qual constava o dispositivo que excluía a Eletrobras e suas subsidiárias do Programa Nacional de Desestatização, não consta nenhum impedimento para a contratação e o início de estudos da situação econômica e financeira da estatal, argumento principal utilizado na exposição de motivos do ministro Fernando Bezerra de Souza Coelho Filho para edição da MP.
“Não haveria sequer necessidade do uso da MP, porque a contratação de autoria ou outro meio similar para a realização de cálculos que propiciem a operação de privatização da estatal independe de autorização ou menção em medida provisória”, diz trecho da ação. “Não há urgência real. Há sim uma intenção clara de fazer caixa a qualquer custo por meio da desestatização e postergar as obrigações da União Federal perante à Eletrobras em prejuízo da mesma”, destaca Danilo Cabral.
Do ponto de vista da lesividade ao patrimônio público, a ação questiona como o governo, que alega a necessidade de realização de estudos técnicos para avaliar o valor de mercado da estatal, na Lei Anual Orçamentária de 2018, prevê que a União arrecadaria R$ 12 bilhões com a venda do setor elétrico. “A Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina, com valor de mercado estimado em R$ 370 bilhões, dos quais R$ 81 bilhões são relativos somente à Chesf, segundo estudo apresentado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco. Como estimar a venda por pouco mais de R$ 10 bilhões?”, questiona Danilo Cabral.
Outro aspecto que chama atenção na MP está em seu artigo 2º, que trata da modificação da Lei nº 10.438, de 2002, determinando que o pagamento de R$ 3,5 bilhões devidos pela União à Eletrobras, previsto para o encerramento do ano passado, seja feito até o exercício de 2018, sujeito à disponibilidade orçamentária e financeira. Esses recursos são de ressarcimento de gastos com compra de combustível para termelétricas no Norte – despesas pagas pelas distribuidoras do grupo, que atendem aos Estados de Amazonas, Roraima e Amapá.
Na ação, Danilo Cabral defende que a União está, por MP, detendo ativos financeiros da Eletrobras, em especial as distribuidoras da região Norte, interferindo de forma ilegal no orçamento de outras entidades, às vésperas do fim do exercício financeiro. “Um calote lesivo ao patrimônio público. O governo ignorou o planejamento das distribuidoras da região Norte, seus orçamentos, os investimentos que seriam feitos com esse valor”, frisa o parlamentar.
Danilo Cabral afirma ainda que o pedido de liminar se justifica pela ausência de necessidade de urgência alegado na medida provisória. Além disso, a MP não é o instrumento adequado para revogação da Lei n° 3.890-A/61; e a autorização da postergação do pagamento que a Eletrobras deveria receber ainda em 2017 é corroborar o desvio de finalidade que perpassa todo o texto da medida. “É importante notar também que, com a MP 814, o governo já pode iniciar o processo de privatização, como aliás deixou claro ao prever no Orçamento de 2018 uma arrecadação de míseros R$ 12 bilhões decorrente da venda da estatal, extremamente baixo considerando a história e a natureza dos serviços prestados, sem contar no prejuízo previsto aos consumidores”, encerra o deputado.
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