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Afogados: Guarda Municipal distribui máscaras em fiscalização na Rio Branco

Por André Luis

A Prefeitura de Afogados tem intensificado as fiscalizações para cumprimento dos decretos de prevenção e combate à Covid-19. 

Além do comércio, fiscalizado numa parceria da PM, Vigilância e Ministério Público, a guarda civil municipal de afogados tem feito rondas no centro da cidade, em especial na avenida Rio Branco, recentemente denunciada como tendo focos de aglomerações. 

Além de orientar e procurar dispersar eventuais aglomerações, a guarda também tem distribuído máscaras descartáveis, gratuitamente, para quem eventualmente esteja na via pública sem máscara. 

“Nossas viaturas estão com um estoque adicional de máscaras, para entregar a pessoas que estejam sem usar o acessório, tão importante e decisivo para evitarmos a proliferação do vírus,” destacou Ney Quidute, secretário de administração e coordenador da GCM. 

A fiscalização interditou na tarde desta quinta-feira, um bingo clandestino que funcionava nas imediações do cemitério são judas Tadeu. 

Nesses últimos dias, vários estabelecimentos foram interditados por não contarem com a figura do “porteiro”, para controlar o fluxo de acesso ao estabelecimento. 

Foram interditados por duas horas os seguintes estabelecimentos: mercadinhos bom preço, o batateiro e São Miguel, todos no sobreira, mercadinho Emanuelle, casa Décor, oficina J.A. Motos, Melo tintas, todos no centro, além dos mercadinhos do trevo, no padre Pedro Pereira, e de Heleno salvador, no São Braz.

Outras Notícias

Humberto reafirma apoio do PT a ajuste de Dilma‏

Líder do PT no Senado Federal, Humberto Costa (PE) foi à tribuna nesta terça-feira (3) para assegurar que a bancada de 14 senadores do partido está perfilada com o ajuste fiscal proposto pela presidenta Dilma Rousseff.  O discurso duro do petista teve como alvo as insinuações de que o PT estaria dividido em relação à […]

humberto-costa1Líder do PT no Senado Federal, Humberto Costa (PE) foi à tribuna nesta terça-feira (3) para assegurar que a bancada de 14 senadores do partido está perfilada com o ajuste fiscal proposto pela presidenta Dilma Rousseff.  O discurso duro do petista teve como alvo as insinuações de que o PT estaria dividido em relação à aprovação das Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 propostas pelo Governo Federal para ajustar as contas públicas do país.

O parlamentar avalia que há uma visão torta de alguns setores que disseminaram, nos últimos dias, a ideia de que o PT está na oposição ao governo. “Isso é falso. Esse argumento falacioso de que somos oposição ao ajuste fiscal tem o viés de querer nos emparedar e nos constranger e, com isso, enfraquecer tanto o partido, quanto os seus parlamentares e o próprio governo”, declarou.

“Os que pensam que vão colocar o PT contra o governo ou o governo contra o PT podem tirar os respectivos cavalos da chuva. Nossa unidade é o que garante o nosso sucesso e força”, afirmou.

Humberto disse que, em que pese a presidenta Dilma ser do PT, é absolutamente claro e republicano que o partido é uma coisa e o governo é outra. “Mas o partido nunca faltou à presidenta Dilma, do mesmo jeito que jamais faltou ao presidente Lula”, observou.

Ministério prevê vacinação entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro

O Ministério da Saúde disse, nesta terça-feira (29), que deverá começar a vacinação entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro de 2021, mas que precisa que “os fabricantes obtenham o registro [das vacinas da Covid-19] junto à Anvisa”.  As declarações do secretário-executivo Élcio Franco ocorrem após posicionamento da Pfizer feito nesta segunda-feira (28), que […]

O Ministério da Saúde disse, nesta terça-feira (29), que deverá começar a vacinação entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro de 2021, mas que precisa que “os fabricantes obtenham o registro [das vacinas da Covid-19] junto à Anvisa”. 

As declarações do secretário-executivo Élcio Franco ocorrem após posicionamento da Pfizer feito nesta segunda-feira (28), que disse que o Brasil exige “análises específicas” que deixam o processo mais lento.

“Na melhor hipótese, nós estaríamos começando a vacinação a partir do dia 20 de janeiro. Num prazo médio, entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. E no prazo mais longo, a partir de 10 de fevereiro”, disse o secretário-executivo.

“Nós precisamos que os fabricantes obtenham o registro junto à Anvisa, e que eles entreguem doses suficientes para que sejam distribuídas. Se o distribuidor obter o registro e eventualmente não tiver dose para distribuir… entenda. O Ministério da Saúde enquanto Ministério da Saúde tem feito a sua parte, fizemos o plano [nacional de imunização], estamos com a operacionalização pronta, nos preparando para esse grande dia, mas precisamos que os laboratórios solicitem o registro”.

“A partir do momento que ela [Pfizer] não quiser se submeter ao regramento da Anvisa, eu não posso pegar a Pfizer pelo braço e levar lá, Pfizer, entregue seu relatório para Anvisa. Posso pedir brevidade para a Anvisa, mas ela tem que seguir os seus passos”, diz Élcio Franco.

As declarações ocorrem enquanto dezenas de países já começaram suas companhas de vacinação – Estados Unidos, China, Canadá, Rússia, assim como a União Europeia. Nesta terça-feira, a Argentina começou a vacinar a população. O Brasil, apesar de ter contrato com a vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford (produção pela Fundação Oswaldo Cruz), ainda não conseguiu aprovar o produto e iniciar a imunização.

Cabral pede desculpas a Bretas por ter ‘se exaltado’ em audiência

G1 O ex-governador Sérgio Cabral pediu desculpas ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, durante audiência nesta terça-feira (8) no Rio. Na última audiência com o juiz, o clima ficou tenso depois que o ex-governador citou que a família do juiz era envolvida com o negócio de joias, o que foi visto como […]

Interrogatório de Sérgio Cabral ao juiz Marcelo Bretas

G1

O ex-governador Sérgio Cabral pediu desculpas ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, durante audiência nesta terça-feira (8) no Rio. Na última audiência com o juiz, o clima ficou tenso depois que o ex-governador citou que a família do juiz era envolvida com o negócio de joias, o que foi visto como ameaça pelo magistrado.

“Até me exaltei naquela situação, peço desculpas”, disse Cabral. “Está superado”, respondeu Bretas.

“Não há nada meu contra o senhor, essa história de dossiê. Pode acreditar em mim, ainda mais preso. Jamais faria isso. Acredite em mim. Isso é um terrorismo praticado por alguém maldosamente”, afirmou Cabral, sobre a investigação da Polícia Federal que apura supostos dossiês que teriam sido financiados pelo ex-governador. “Se é que existe não está comigo”, respondeu o juiz.

“Não espero que o senhor chegue aqui feliz da vida, o que não afasta o respeito que deve a mim. Em relação ao senhor partindo de mim e vice versa”, acrescentou Bretas.”O senhor nunca faltou o respeito comigo”, respondeu Cabral.

Bretas também afirmou que a decisão de pedir a transferência de Cabral a um presídio federal- negada pelo juiz Gilmar Mendes no STF – foi motivada por informações anteriores ao desentendimento na audiência.

Caixa 2: Cabral também afirmou que a campanha do governador Luiz Fernando Pezão recebeu recursos em caixa 2 do empresário Miguel Iskin.

Cabral foi perguntado pelo juiz se o ex-governador tinha conhecimento de que o ex-secretário Sérgio Côrtes angariou recursos com Iskin. “Foi uma coisa que não participei, mas em 2013 procurei o Iskin para a campanha de 2014. Para eu coordenar a campanha. Fui o coordenador de diversas campanhas. Temos uma parada dura pela frente, majoritária da minha sucessão, vou sair em abril de 2014 precisamos pagar a pré-campanha. Não falo com nenhum orgulho”, disse o ex-governador.

“Nunca pedi propina, sempre pedi apoio à campanha. Nesse caso ele foi receptivo a ideia e nos apoiou com alguma coisa em torno de R$ 3 milhões, entre 2013 e 2014. Sendo R$2,5 milhões em caixa dois e R$ 500 mil para um dos partidos da coligação da minha sucessão”, acrescentou.

Perguntado pelo G1 sobre o suposto caixa 2 em sua campanha, Pezão afirmou que nunca ouviu falar sobre o tema.

Bolsonaro e Haddad disputam o 2º turno para a presidência 

O candidato do PSL ficou muito perto de vencer a eleição já no 1º turno. Votos do Nordeste impediram.  Do Diário de Pernambuco  O crescimento da candidatura do deputado Jair Bolsonaro na última semana da campanha se refletiu nas urnas e o ex-capitão ficou muito próximo de ser eleito presidente da República neste domingo (7). Às 19h, quando […]

O candidato do PSL ficou muito perto de vencer a eleição já no 1º turno. Votos do Nordeste impediram. 

Do Diário de Pernambuco 

O crescimento da candidatura do deputado Jair Bolsonaro na última semana da campanha se refletiu nas urnas e o ex-capitão ficou muito próximo de ser eleito presidente da República neste domingo (7). Às 19h, quando foi aberta a apuração para o país – já com 50% das urnas somadas – o candidato do PSL tinha 49,02% dos votos. Precisava de apenas 0,8 ponto percentual para vencer no 1º turno. Porém a segunda metade da consolidação dos votos e os desempenhos de Haddad e Ciro no Nordeste acabaram reduzindo seu desempenho. Quando a apuração atingiu 88%, Bolsonaro tinha 47,35% e, matematicamente, acabou a possibilidade de vitória.

O deputado disputará o segundo turno com Fernando Haddad (PT), que tinha 27,55% no mesmo momento da apuração. O desempenho de Ciro Gomes (PDT) foi decisivo para a confirmação do 2º turno, já que foi o único candidato a resistir a tendência de polarização e transferência dos votos nos últimos dias. Ciro recebeu 12,46% dos votos.

Abaixo dele, candidaturas que desidrataram de vez nos últimos dias. Salta aos olhos o resultado de Marina Silva (Rede), que ficou com apenas 1% – atrás de Alckmin, João Amoêdo, Henrique Meirelles e do Cabo Daciolo.  

Lula promete desoneração a prefeitos durante abertura da XXV Marcha

Em cerimônia com auditório lotado, realizada na manhã desta terça-feira, 21 de maio, que contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, dos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, e de mais de 20 ministros e ministras, a XXV Marcha a Brasília em Defesa dos […]

Em cerimônia com auditório lotado, realizada na manhã desta terça-feira, 21 de maio, que contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, dos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, e de mais de 20 ministros e ministras, a XXV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios foi oficialmente aberta.

Os municípios pernambucanos foram representados pelo presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia.

Na oportunidade, o presidente Lula prometeu que as demandas da desoneração sejam inseridas no Projeto de Lei (PL) 1.847/2024 e apreciadas pelo Congresso Nacional antes do término do fim da validade da alíquota de 8%, que passou novamente a vigorar com a suspensão de uma liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, por 60 dias. Como também que o governo apresentará um novo prazo para pagamento das dívidas dos municípios com teto máximo da receita corrente líquida, e diversas outras ações.

Em seu discurso, o presidente Lula reiterou a importância da união dos entes federados para a resolução dos problemas. “Não é possível o país ser rico com cidades pobres”, frisou o presidente lembrando que todas as ações devem ser pensadas para chegarem à ponta, aos municípios.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, lembrou ao governo federal pautas urgentes, como os royalties, e pediu apoio do parlamento. No entanto, ao final de seu discurso, Ziulkoski frisou a importância da prevenção do bem-estar climático do Brasil, com dois anúncios: Instituição do Conselho Nacional de Mudança Climática, a Autoridade Climática Nacional e o Fundo Nacional de Mudança Climática; além da criação do Consórcio Nacional para Gestão Climática e Prevenção de Desastres.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, defendeu um consenso na questão da desoneração para que as prefeituras se recuperem, principalmente dos custos pós-pandemia. Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal, frisou a atuação da Casa Alta na pauta municipalista, ao lado dos prefeitos e prefeitas de todo o Brasil.

Rio Grande do Sul

Durante todos os discursos, os gestores e parlamentares lembraram a tragédia no Rio Grande do Sul e foram solidários com o povo gaúcho, resgatando as ações realizadas em prol da minimização dos efeitos. O presidente Lula promoveu 1 minuto de silêncio pelos mortos e desaparecidos nas enchentes, e afirmou que quando as águas baixarem, voltará ao RS para prestar todo o apoio necessário.