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Afogados da Ingazeira vira Polo Eleitoral Regional

Por Nill Júnior

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De acordo com o Blog Afogados online: O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), considerando a necessidade de atualizar a distribuição das zonas eleitorais em Polos Eleitorais, priorizando municípios que ofereçam melhores condições logísticas e adequando a abrangência daqueles atualmente instalados, agrupou em 18 Polos Eleitorais, as 151 (cento e cinquenta e uma) zona eleitorais do estado de Pernambuco.

Afogados da Ingazeira ficou com o Polo XVIII e compreenderá 13 municípios e 6 zonas eleitorais. Os municípios que compreendem o Polo de Afogados são os seguintes: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Sertânia, Quixaba, Tabira e Tuparetama. Durante o período eleitoral, o Presidente do Tribunal designará um Juiz Coordenador para cada Polo Eleitoral.

Outras Notícias

Janailson Valimil é mais um sertanejo que disputa vaga na ALEPE

Janailson Valeriano Nunes, conhecido como Janailson Valimil, é escrivão de Polícia, administrador, advogado e empreendedor. É mais um sertanejo que colocou seu nome a disposição para buscar uma vaga na ALEPE. Natural de Custódia, no distrito de Quitimbu, localizado na divisa entre as regiões do Pajeú e do Moxotó, construiu sua trajetória profissional unindo a […]

Janailson Valeriano Nunes, conhecido como Janailson Valimil, é escrivão de Polícia, administrador, advogado e empreendedor. É mais um sertanejo que colocou seu nome a disposição para buscar uma vaga na ALEPE.

Natural de Custódia, no distrito de Quitimbu, localizado na divisa entre as regiões do Pajeú e do Moxotó, construiu sua trajetória profissional unindo a experiência no serviço público, a formação acadêmica e a atividade empresarial.

Atualmente, exerce a função de Escrivão de Polícia, estando lotado na 13ª Delegacia da Mulher de Afogados da Ingazeira, onde atua diretamente no atendimento e no registro de ocorrências relacionadas à violência contra a mulher.

É formado em Administração de Empresas e em Direito, formações que contribuíram para sua visão sobre gestão pública, segurança, desenvolvimento econômico e geração de oportunidades.

Empreendedor por convicção

O nome Valimil surgiu inicialmente como uma marca criada por Janailson para uma indústria alimentícia em Custódia. Com o crescimento de seus empreendimentos, a marca passou a identificar outras empresas do grupo, atuantes em segmentos como posto de combustíveis, construção civil, fábrica de gelo e indústria de sorvetes.

“A experiência como empreendedor consolidou uma de suas principais convicções: o desenvolvimento social passa pela geração de renda, pela criação de empregos e pelo fortalecimento de quem produz”, diz em nota.

Vida pessoal e valores

Cristão evangélico, Janailson é casado com a médica Dra. Monique Liberal Fidelis Valeriano, filha de Múcio Fidelis e Ana. Morando em Afogados da Ingazeira, mantém vínculos com o Sertão e conhece de perto os desafios e as potencialidades do interior de Pernambuco.

“Sua trajetória reúne serviço público, segurança, empreendedorismo, formação acadêmica e compromisso com o desenvolvimento regional, bases que levam Janailson Valimil a colocar seu nome à disposição para uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco”, conclui a nota.

Nem “minhoca” nem “forasteiros”: rótulos a candidatos não fazem bem à política

Da Itapuama FM No comentário para o Jornal Itapuama desta segunda (11/08), o jornalista Nill Júnior analisa o debate gerado após a declaração da vereadora Célia Galindo, que afirmou que “da terra só conhece minhoca”, provocando a reação do pré-candidato a deputado estadual Olavo Bandeira. Olavo desaprovou a fala da parlamentar, classificando-a como uma brincadeira […]

Da Itapuama FM

No comentário para o Jornal Itapuama desta segunda (11/08), o jornalista Nill Júnior analisa o debate gerado após a declaração da vereadora Célia Galindo, que afirmou que “da terra só conhece minhoca”, provocando a reação do pré-candidato a deputado estadual Olavo Bandeira.

Olavo desaprovou a fala da parlamentar, classificando-a como uma brincadeira de mau gosto e um desrespeito ao campo político, abordando o assunto tanto na rádio Itapuama quanto em vídeo divulgado nas redes sociais.

Nill Júnior destaca ser contrário a qualquer tipo de rótulo na política seja chamando pré-candidatos de “minhoca” por serem da terra ou de “forasteiros” por virem de fora. O jornalista ressalta que a legislação eleitoral garante a todos a legitimidade para pleitear o voto, sem conceder vantagens ou penalidades com base na origem.

O debate ganha relevância no cenário local de Arcoverde, onde o prefeito Zeca apoia nomes de fora como Marcelo Gouveia e Gustavo Gouveia, enquanto outros grupos defendem pré-candidatos locais como Luciano Pacheco, Olavo Bandeira e Israel Guerra. Para Nill Júnior, a política exige um debate republicano e sem ataques, lembrando que, no final, a decisão soberana pertence ao eleitor.

Olavo Bandeira rebate Célia Galindo por criticar nomes de Arcoverde na disputa. “Da terra só minhoca”

O farmacêutico e candidato a Deputado Estadual Olavo Bandeira, disse em suas redes sociais que achou “de muito mal gosto” a fala da vereadora Célia Galindo, ao dizer que “da terra pra ela é minhoca”, em uma crítica aos nomes radicados em Arcoverde que disputam mandatos. Para Olavo, a fala foi desrespeitosa e deselegante. Ele […]

O farmacêutico e candidato a Deputado Estadual Olavo Bandeira, disse em suas redes sociais que achou “de muito mal gosto” a fala da vereadora Célia Galindo, ao dizer que “da terra pra ela é minhoca”, em uma crítica aos nomes radicados em Arcoverde que disputam mandatos.

Para Olavo, a fala foi desrespeitosa e deselegante. Ele deu uma entrevista ao Jornal da Itapuama criticando a postura da vereadora e depois, publicou o vídeo em sua rede social.

“Não venham tentar desconstruir os candidatos da terra com piadinhas baratas. Arcoverde merece respeito!” – escreveu Olavo.

Sutilmente, Miguel e Dueire criticam rito de escolha por governadora

O senador Fernando Dueire (PSD) disse no ato de apoio a Humberto Costa que os motivos de ter sido alijado da disputa ao Senado devem ser questionados à governadora. Ele contestou o critério de desempenho em pesquisas à essa altura do campeonato. “A história mostra que, nesse período, a senadora Teresa Leitão tinha a pontuação […]

O senador Fernando Dueire (PSD) disse no ato de apoio a Humberto Costa que os motivos de ter sido alijado da disputa ao Senado devem ser questionados à governadora.

Ele contestou o critério de desempenho em pesquisas à essa altura do campeonato.

“A história mostra que, nesse período, a senadora Teresa Leitão tinha a pontuação que eu tenho e ela teve dois milhões de votos. Não acredito”, afirmou Dueire.

A resposta sobre a escolha de Raquel: ““Essa é uma boa pergunta para ser feita à governadora, porque, no fundo, eu não participei, não fui ouvido com relação a isso”, disse.

Já Miguel Coelho,  em entrevista a Edenevaldo Alves, de Petrolina,  afirmou que passou quatro meses caminhando com a governadora e tendo a garantia de que seria o nome para a disputa.

Miguel disse manter o apoio a Raquel,  mas também fez um questionamento:

“Eu não tenho mágoa de Raquel Lyra. Só acho que poderia ter deixado menos fissura”, afirmou.

Justiça determina que Garotinho cumpra sentença que suspende direitos políticos por 8 anos

A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta segunda-feira (10) o cumprimento da sentença que condenou o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) a suspensão dos direitos políticos por oito anos. A principal consequência é sua inelegibilidade, o que ainda deve ser analisado pela Justiça Eleitoral. A decisão é do juiz Ricardo Cyfer, da 4ª Vara da […]

A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta segunda-feira (10) o cumprimento da sentença que condenou o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) a suspensão dos direitos políticos por oito anos. A principal consequência é sua inelegibilidade, o que ainda deve ser analisado pela Justiça Eleitoral.

A decisão é do juiz Ricardo Cyfer, da 4ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele afirma que o caso transitou em julgado depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) negou recurso a Garotinho.

O ex-governador foi condenado por improbidade administrativa no esquema de desvio de verbas na Saúde, na época em que era secretário de governo na gestão de sua mulher, a ex-governadora Rosinha Garotinho.

A defesa de Anthony Garotinho contestou a decisão da Justiça do Rio e disse que “persistir na execução de uma pena já exaurida viola a Lei de Improbidade e a segurança jurídica”.