Afogados da Ingazeira: CâmaraZap passa por melhorias
Por André Luis
Faltando pouco para o seu aniversário de um ano, o serviço de comunicação direta com a população de Afogados da Ingazeira, o CâmaraZap, presta serviço recebendo dúvidas, sugestões, reclamações e elogios dos afogadenses.
Segundo a assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira: Foi um número incontável de reclamações e sugestões recebidos, catalogados e discutidos durante as sessões ordinárias, que são transmitidas ao vivo pelas rádios Pajeú e Afogados FM.
A assessoria informa ainda que o serviço passará por uma reforma completa a partir desta quinta-feira (10) e que ficará inativo por enquanto. “Será refeito todo o material gráfico, teremos um número novo, nossos métodos de funcionamento serão revistos e atualizados, dentre outras melhorias”, informa.
Ainda segundo a assessoria, o objetivo é que toda a reforma traga ainda mais praticidade no uso do serviço por parte da população e dos atendentes, “o que certamente vai resultar em resultados mais rápidos, melhores e eficientes.”
Hoje a festa na Praça Mestre Dominguinhos começa às 21h com a prata da casa, o cantor e compositor Hercinho. Depois tem Mundo Livre S/A, e encerrando a noite a Nação Zumbi recebe super convidados para a homenagem ao Movimento Mangue, que revolucionou a música pernambucana, e a nacional. O blog transmite em parceria com […]
Hoje a festa na Praça Mestre Dominguinhos começa às 21h com a prata da casa, o cantor e compositor Hercinho. Depois tem Mundo Livre S/A, e encerrando a noite a Nação Zumbi recebe super convidados para a homenagem ao Movimento Mangue, que revolucionou a música pernambucana, e a nacional.
O blog transmite em parceria com a TV Pernambuco, com tela limpa, nesta iniciativa da Fundarpe e Secretaria de Cultura do estado, com apoio da Prefeitura de Garanhuns, para ampliar o alcance do FIG através das TVS, rádios e internet.
São cinco câmeras, transmissão em full HD dos shows da Praça Mestre Dominguinhos. O blog retransmite ao vivo. acompanhe!
Representantes de 3.772 produtores rurais de sete perímetros públicos irrigados de Juazeiro e Petrolina, no Vale do São Francisco, se reuniram na tarde desta terça-feira (9) para reclamar de um reajuste médio de 400% no valor da outorga d’água cobrada pela Agência Nacional de Águas (ANA). Durante o encontro, realizado na sede da 6ª Superintendência […]
Representantes de 3.772 produtores rurais de sete perímetros públicos irrigados de Juazeiro e Petrolina, no Vale do São Francisco, se reuniram na tarde desta terça-feira (9) para reclamar de um reajuste médio de 400% no valor da outorga d’água cobrada pela Agência Nacional de Águas (ANA).
Durante o encontro, realizado na sede da 6ª Superintendência da Codevasf, em Juazeiro, os gerentes executivos e advogados dos perímetros Tourão, Maniçoba, Mandacaru, Curaçá I e II, no lado baiano, e Senador Nilo Coelho e Bebedouro, em Pernambuco, analisaram a nova metodologia de cobrança revelando que o aumento é abusivo e pode comprometer a produção agrícola da região.
“Somente para se ter uma ideia da gravidade deste reajuste os 279 produtores do projeto Tourão pagaram no ano passado o valor de R$ 290.000,00. Com a mudança a ANA aumentou a outorga para R$ 2.200.000,00 com vencimento para o dia 31 deste mês”, reclamou o gerente executivo do perímetro, Walter Farias. Ele salientou ainda que se o impasse não for resolvido o aumento também terá que ser absorvido e pago por toda a população que vive e utiliza a água dos projetos agrícolas. O Tourão é considerado o maior projeto agrícola de Juazeiro ocupando uma área de 15.300 hectares.
Lembrando que o aumento é referendado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco – CBHSF, o gerente executivo do maior projeto de Petrolina, o perímetro irrigado Senador Nilo Coelho, Paulo Sales, também não poupou críticas à nova metodologia. “Não fazemos ideia dos valores utilizados como base para o cálculo desta cobrança. Isto significa um custo a mais na cadeia de produção que não traz qualquer benefício direto para a agricultura irrigada regional”, pontuou o gestor do projeto que reúne hoje 2.329 produtores rurais numa área de 22. 500 hectares.
Para o superintendente da 6ª SR da Codevasf, Elmo Nascimento, a situação é muito preocupante e exige um envolvimento maior da entidade na esfera regional e nacional. “Encaminharemos a discussão para a direção da Codevasf, em Brasília – DF, visando uma participação efetiva na resolução desta situação bastante delicada, tendo em vista que envolve o segmento que mais gera empregos e renda no Vale do São Francisco”, concluiu Nascimento.
Também reclamaram do aumento os representantes do perímetro Maniçoba (625 produtores em 8.600 hectares), Mandacaru (88 produtores em 700 hectares), Curaçá I (127 produtores em 2.974 hectares) e Curaçá II (139 produtores em 777 hectares), na Bahia, e o Projeto Bebedouro (185 produtores em 1.800 hectares), em Petrolina.
Por: Antonio Temóteo/UOL A Câmara dos Deputados possui 508 parlamentares aposentados e outros 489 pensionistas, segundo dados obtidos pelo UOL por meio da Lei de Acesso à Informação. Os congressistas têm aposentadoria média de R$ R$ 14.680,86 e o valor médio das pensões chega a R$ 8.602,42. Entre 2010 e 2018, os pagamentos de aposentadorias […]
A Câmara dos Deputados possui 508 parlamentares aposentados e outros 489 pensionistas, segundo dados obtidos pelo UOL por meio da Lei de Acesso à Informação. Os congressistas têm aposentadoria média de R$ R$ 14.680,86 e o valor médio das pensões chega a R$ 8.602,42.
Entre 2010 e 2018, os pagamentos de aposentadorias de deputados e pensões custaram aos cofres públicos cerca de R$ 1,25 bilhão, em valores corrigidos pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Desse total, R$ 811 milhões custearam os benefícios de parlamentares e outros R$ 440 milhões foram usados para pagar os pensionistas.
Veja aqui a reportagem completa com alista de gastos.
Uma versão corrente sobre a sessão da Câmara Municipal de Arcoverde, que já nascera esvaziada de sentido jurídico, é a de que ela acabou se transformando em um espetáculo de descontrole e, principalmente, em um retrato incômodo da fragilidade na condução dos trabalhos por parte da presidência da Casa. O ponto central era simples: governistas […]
Uma versão corrente sobre a sessão da Câmara Municipal de Arcoverde, que já nascera esvaziada de sentido jurídico, é a de que ela acabou se transformando em um espetáculo de descontrole e, principalmente, em um retrato incômodo da fragilidade na condução dos trabalhos por parte da presidência da Casa.
O ponto central era simples: governistas dizem que com a renúncia do ex-vereador Claudelino Costa, qualquer processo de cassação estava automaticamente esvaziado. Ainda assim, reclamam, o tema foi mantido em pauta, abrindo margem para um debate que rapidamente saiu do campo institucional e mergulhou em ataques pessoais.
O momento mais crítico veio quando o advogado Eldy Magalhães utilizou a tribuna para ir além da discussão técnica e partir para declarações direcionadas à vereadora Célia Galindo. “Ausente no plenário, ela se tornou alvo fácil de críticas consideradas desrespeitosas, em um episódio que, para muitos presentes, ultrapassou os limites do debate democrático e resvalou em ataques de cunho pessoal”, dfendem governistas.
O ponto mais delicado, e que mais repercute, não foi apenas o teor das falas, mas a forma como elas foram permitidas. O presidente da Câmara, Luciano Pacheco, assistiu ao avanço do discurso sem uma intervenção firme no momento em que o debate claramente se deteriorava. A ausência de contenção imediata acabou sendo interpretada por críticos como permissividade ou, no mínimo, complacência diante de um uso indevido da tribuna.
A reação no plenário foi inevitável. O ex-vice-prefeito Israel Rubis questionou duramente a condução da sessão, enquanto a própria Célia Galindo, participando por telefone com apoio do vereador João Taxista, rebateu as declarações e classificou o episódio como desrespeitoso. O clima saiu do controle, e o que se viu foi uma sequência de interrupções, acusações e perda completa da ordem.
Nos bastidores, a leitura é ainda mais dura. Parlamentares avaliam que a sessão não apenas foi mal conduzida, como também acabou servindo a interesses que pouco tinham a ver com o tema formal da pauta. Há quem sustente que o ambiente de tumulto favoreceu o esvaziamento de discussões sensíveis dentro da Casa, inclusive aquelas que poderiam atingir a própria presidência.
O desfecho reforçou essa percepção. Ao encerrar a sessão de forma abrupta, sem votação e já em meio ao caos, Luciano Pacheco evitou um colapso ainda maior, mas também deixou no ar a sensação de que faltou controle no momento em que ele era mais necessário e, para críticos, sobrou conveniência no momento de interromper os trabalhos. E ganhou tempo na estratégia de vitimização.
No fim, o saldo é claro: uma sessão que não deliberou, um debate que não avançou e um plenário que deixou de cumprir seu papel institucional para se transformar em arena de confronto. E mais do que isso, um episódio que levanta questionamentos sérios sobre os limites da tribuna, o respeito entre os atores políticos e, sobretudo, a responsabilidade de quem tem a função de manter a ordem.
Enquanto isso, permanece o fato essencial que acabou soterrado pelo barulho: Claudelino Costa já não era mais vereador. E, ainda assim, o que se viu foi uma Câmara consumindo energia em um conflito estéril, amplificado por falas inadequadas e por uma condução que, no mínimo, falhou em impedir que o plenário cruzasse a linha do aceitável.
A expectativa agora é que a Câmara se pronuncie oficialmente. Mas, mais do que uma nota, o episódio cobra uma resposta prática: como evitar que o espaço democrático volte a ser usado dessa forma e quem, de fato, será responsabilizado pelo que aconteceu.
Um homem foi preso na tarde desta sexta (15) ao tentar se passar por um executivo da Amazon e abrir uma conta na Caixa Econômica Federal. Ele insistiu em abrir a conta dentro da agência e não em um correspondente bancário. Ele apresentou documentação falsa na quinta-feira para abrir a conta. A cédula de identidade […]
Um homem foi preso na tarde desta sexta (15) ao tentar se passar por um executivo da Amazon e abrir uma conta na Caixa Econômica Federal.
Ele insistiu em abrir a conta dentro da agência e não em um correspondente bancário. Ele apresentou documentação falsa na quinta-feira para abrir a conta. A cédula de identidade estava em nome da vítima com a foto do criminoso. A equipe da Caixa fez consulta e percebeu problemas na autenticidade.
A conta chegou a ser aberta, mas a equipe da Caixa conseguiu confirmar tratar-se de uma falsificação. A conta foi bloqueada e ele voltou à Caixa sob argumento de querer instalar o aplicativo eletrônico. “Possivelmente porque já estava com a contra bloqueada”, informou uma fonte policial.
A polícia foi acionada pelos delegados Lucas Sampaio e Alisson Elan. Ele foi preso em flagrante. Detalhe: a vítima que teve o número de documento usado era um executivo da Amazon que teve os dados vazados.
Ele confessou ter apresentado o documento falso e que veio da cidade de Timon, no Estado do Maranhão, a mando de um indivíduo para abrir a referida conta bancária, o qual iria realizar as eventuais transações.
Ele foi detido imediatamente e conduzido juntamente com o RG falso a delegacia de Afogados da Ingazeira onde foi autuado por uso de identidade falsa, falsidade ideológica e falsificação de documento particular.
Você precisa fazer login para comentar.