Afogados: curso forma profissionais em corte e lapidação de vidros
Por Nill Júnior
O segmento de vidraçarias é significativo para a economia de Afogados da Ingazeira. Um segmento que, como tantos outros, necessita de uma mão de obra cada vez mais qualificada.
Para atender a essa demanda, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira firmou uma parceria com o SENAI e a Secretaria Estadual do trabalho, qualificação e empreendedorismo, e ofertou o curso de corte e lapidação de vidros.
Com duração de duas semanas, e gratuito, o curso foi ministrado pelo engenheiro civil e monitor do SENAI, Paulo César Santos. Duas turmas foram formadas: a “Novos Talentos”, voltada para aqueles que não estão no mercado de trabalho; e a de Vidraceiros que já trabalham no mercado ou que possuem algum empreendimento no setor. As aulas aconteceram no polo moveleiro. A parte prática contou com o apoio do empresário Alexandre Brito, que cedeu o maquinário.
Segundo a Secretária de Administração, Flaviana Rosa, realizar este curso não foi fácil. “Mas depois de tanto trabalho, e com todo apoio e incentivo que recebemos do Prefeito José Patriota, é gratificante ver as turmas empolgadas e dispostas para entrar no mercado de trabalho,” finalizou.
“No mercado de trabalho de hoje, quem não é qualificado perde as oportunidades oferecidas. Todos os alunos estão de parabéns, com seus certificados em mãos, e qualificados para atuar nesse importante segmento de nossa economia,” declarou Alessandro Palmeira, Vice-Prefeito de Afogados da Ingazeira.
A 2ª Feira Literária do Sertão – Felis, que vai ser realizada em Arcoverde, de 29 de novembro a 02 de dezembro, na Praça Winston Siqueira, contará com uma programação extensa para todos e todas. Além da Feira de Livros, estão previstas uma Arena Cultural, Declamações, Rodas de Diálogos, Lançamentos de Livros, Palestras, o espaço […]
A 2ª Feira Literária do Sertão – Felis, que vai ser realizada em Arcoverde, de 29 de novembro a 02 de dezembro, na Praça Winston Siqueira, contará com uma programação extensa para todos e todas. Além da Feira de Livros, estão previstas uma Arena Cultural, Declamações, Rodas de Diálogos, Lançamentos de Livros, Palestras, o espaço infantil Felisinho e de culinária e literatura chamado de Felis Gastrô. Além disso haverá um festival de violeiros e um espaço de Contação de Histórias.
A segunda edição da Felis é uma iniciativa do Grupo Coletivo Cultural de Arcoverde – Cocar e da Companhia Editora de Pernambuco – Cepe, com o apoio da Prefeitura Municipal de Arcoverde, Fundarpe, Sesc, Associação Comercial – ACA, Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – Aesa, Grupo LW, Retífica Arcoverde e Casa Rodrigues.
O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), confirmou em segunda instância, na última quinta-feira (30), a aprovação das contas de 2017 do prefeito, Vaninho de Danda. Em agosto de 2019, o TCE já havia aprovado as contas sem ressalvas e a Câmara de Vereadores seguiu recomendação do Tribunal. Segundo o procurador do município, Émerson Dário, […]
O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), confirmou em segunda instância, na última quinta-feira (30), a aprovação das contas de 2017 do prefeito, Vaninho de Danda.
Em agosto de 2019, o TCE já havia aprovado as contas sem ressalvas e a Câmara de Vereadores seguiu recomendação do Tribunal.
Segundo o procurador do município, Émerson Dário, o Tribunal refutou todas as denúncias feitas pela oposição e manteve a aprovação.
Águas chegam do Rio Pajeú em Ingazeira com direção à Barragem de Brotas, com as piabas fazendo a festa O multiartista Chico Sá descreveu em sua coluna ao El Paiso sentimento de um sertanejo com a chuva caindo. Nestes dias de fevereiro e março, estamos sendo abençoados com a chuva que não pára de cair, […]
Águas chegam do Rio Pajeú em Ingazeira com direção à Barragem de Brotas, com as piabas fazendo a festa
O multiartista Chico Sá descreveu em sua coluna ao El Paiso sentimento de um sertanejo com a chuva caindo. Nestes dias de fevereiro e março, estamos sendo abençoados com a chuva que não pára de cair, as belas imagens que não param de emoldurar o Sertão. Dessa vez, vamos dar mais vida a seu texto, com as imagens que tem chegado à nossa redação e à NJTV.
Desculpem , amigos, mas quando chove bem no Sertão não conseguimos falar de outro assunto. Coisa de sertanejo, coisa do interior nordestino. Quase uma hora ao telefone com minha mãe esta semana e só tratamos do bom inverno —como chamamos a estação das chuvas.
Os sinais indicavam fartura. João e Joana-de-barro construíram seu ninho com a porta da casa virada para o poente, na direção contrária da chuvarada. Depois de sete anos de vidas secas, o aguaceiro, com direito a imagem mais bonita da existência: alguns açudes sangrando.
Nada mais lindo que um açude sangrando, comentou o camarada Carlão de Souza esta semana. Não cabe na vista. A mesma sangria, sem nada combinado, foi assunto de outro irmão rochedo, Paulo Mota, das bandas de Sucesso, área cearense de Tamboril, pense na geografia, pense!
Bela imagem do Pajeú de “canto a canto”, em Floresta
Não há como não se arrupiar diante de tal fenômeno. Levo essa ideia da chuva para onde for, só a chuva nos importa, mesmo quando estamos nos sítios mais chuvosos do universo. A chuva é meu gol, minha Copa do Mundo, Deus gozando a glória, meu amor.
Mesmo depois de quatro décadas morando longe da nação semiárida, o tema chuvoso encobre qualquer outra história. Nunca perdemos a mania. Mesmo antes de qualquer preâmbulo carinhoso do telefonema, sai inevitavelmente a naturalíssima pergunta: “Tá chovendo?” E como ficamos revoltados quando os moços e moças da meteorologia da tevê dizem “tempo bom” no Nordeste para indicar que será mais um dia de estiagem.
Tempo bom uma ova. Sorte que pelo menos a Maju, no JN, tem o cuidado de não cometer essa indelicadeza, ela mudou essa história, juro. Sempre lembro do meu avô Manuel Novais, pernambucaníssimo em modos e blasfêmias, brigando com os locutores do rádio e da televisão: “Tempo bom para quem, filho de uma égua!” Daí saía um rosário de palavrões: febre-do-rato, istampô-calango, besta fubana, peste bubônica etc.
E tem um livro bonito, rapaz, que mostra esse nosso alumbramento com a chuva, um livro de fotos de Fred Jordão, chama Sertão Verde-paisagens. Fuçando nos sebos, você ainda encontra, quem sabe, é do ano de 2012, se o espírito cascudo não me engana. Desculpem, leitores, o país sob nuvens de chumbo, um resquício autoritário da moléstia dos cachorros, e este cronista, qual o cantor Demetrius, no ritmo da chuva.
Pajeú pegando água em Flores
É mais forte, colegas, os olhos do matuto faíscam, a memória rebobina relâmpagos e promessas de promissores horizontes que, na maioria das vezes, deram em nada. Quantas retinas gastas com estes clarões. Sabe lá o que é isso?
Um composto produzido pelo organismo após o consumo de alimentos como romã, nozes e frutas vermelhas apresentou resultados promissores em estudos experimentais sobre o funcionamento do coração. A substância, chamada urolitina A, foi analisada por pesquisadores do King’s College London. O estudo foi publicado na revista científica Science Advances e avaliou os efeitos do composto […]
Um composto produzido pelo organismo após o consumo de alimentos como romã, nozes e frutas vermelhas apresentou resultados promissores em estudos experimentais sobre o funcionamento do coração.
A substância, chamada urolitina A, foi analisada por pesquisadores do King’s College London. O estudo foi publicado na revista científica Science Advances e avaliou os efeitos do composto em modelos animais e em tecido cardíaco humano cultivado em laboratório.
Os pesquisadores observaram melhora na capacidade de relaxamento do músculo cardíaco, além de redução de alterações associadas à insuficiência cardíaca.
O foco do estudo foi um tipo de insuficiência cardíaca em que o coração mantém a capacidade de contração, mas apresenta maior rigidez e dificuldade para se encher de sangue entre os batimentos.
Esse quadro pode provocar sintomas como falta de ar e cansaço e ainda dispõe de opções limitadas de tratamento.
Como a substância atua
A urolitina A é produzida no organismo a partir da digestão de compostos presentes em alguns alimentos.
Nos testes, os pesquisadores identificaram que a substância atua sobre mecanismos relacionados ao funcionamento dos vasos sanguíneos e do músculo cardíaco, favorecendo o relaxamento do coração entre uma contração e outra.
O estudo também registrou redução de cicatrizes no tecido cardíaco e de alterações no tamanho das células musculares.
Nos modelos animais avaliados, os pesquisadores observaram melhora significativa da função cardíaca em comparação com os grupos que não receberam o composto. Efeitos semelhantes também foram identificados em tecido cardíaco humano produzido em laboratório a partir de células-tronco.
Resultados ainda não podem ser aplicados a pacientes
Apesar dos resultados, os próprios autores destacam que o estudo ainda está em fase experimental.
Os efeitos foram observados principalmente em animais e em tecidos cultivados em laboratório, o que significa que ainda não é possível afirmar que a urolitina A produza o mesmo benefício em pacientes com insuficiência cardíaca.
Ensaios clínicos com seres humanos serão necessários para avaliar eficácia, dosagem e eventual aplicação terapêutica.
Também não há evidência de que o simples consumo de romã possa tratar ou prevenir insuficiência cardíaca. A fruta pode integrar uma alimentação equilibrada, mas não substitui medicamentos nem acompanhamento médico.
Prezado Nill Júnior, Com relação a notícia veiculada neste Blog sobre o julgamento pelo TCE da Prestação de Contas da Prefeitura de Itapetim relativas ao exercício de 2016, de minha responsabilidade, esclareço: a) como é sabido, o exercício do ano de 2016 foi o último da minha Gestão como Prefeito de Itapetim, relativo ao mandato […]
Com relação a notícia veiculada neste Blog sobre o julgamento pelo TCE da Prestação de Contas da Prefeitura de Itapetim relativas ao exercício de 2016, de minha responsabilidade, esclareço:
a) como é sabido, o exercício do ano de 2016 foi o último da minha Gestão como Prefeito de Itapetim, relativo ao mandato de 2013/2016;
b) assim, em razão desta circunstância objetiva eu estive submetido a regra de final de mandato prevista no artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal, a qual impede o gestor de assumir despesas novas no último quadrimestre do ano e deixa-la para a gestão seguinte;
c) jamais isso aconteceu;
d) como certamente será reconhecido pelo Plenário do TCE quando do julgamento do recurso que apresentaremos, o que de fato aconteceu foi que contratamos e ordenamos despesas no valor aproximado de R$ 230 mil para financiamento das tradicionais Festas de São Vicente e Piedade, ocorridas, exatamente em datas inseridas nos últimos oito meses de meu mandato. Jamais poderíamos ter deixado de realizar tais eventos tradicionais;
e) entretanto, como o Município de Itapetim possui uma histórica dívida com o INSS e com a PREVITA (débitos previdenciários), originados de exercícios anteriores a 2005 mas contabilmente registrados, a qual vem sendo pago de modo parcelado, a Segunda Câmara do TCE entendeu que ao invés de se efetuar despesas com tais festividades deveria ter ocorrido o abatimento desta dívida;
f) vale ressaltar, como lealmente fez expresso o Conselheiro Dirceu Rodolfo, esta é a única irregularidade que fundamenta a deliberação do TCE, inexistindo danos ou prejuízo a ser suportado pelos cofres do Município. Vejamos que sequer multa foi aplicada;
g) infelizmente a Segunda Câmara do TCE não levou em consideração o caráter tradicional das duas festas mencionadas, nem que as mesmas possuíam programação orçamentária específica, como nos orçamentos elaborados e executados desde o exercício de 2009;
h) por estas razões, tenho a firme convicção de que o Plenário do TCE irá aprovar as minhas Contas de 2016, quando do julgamento do recurso que será apresentado, certificando a retidão legal e moral da nossa Gestão a frente da Prefeitura de Itapetim.
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