Afogados: confirmada para 12 de agosto inauguração do Magazine Luiza
Por Nill Júnior
Marta Araújo, Gerente do Magazine Luíza Afogados
Marta Araújo, Gerente do Magazine Luíza Afogados
Está confirmada a inauguração do Magazine Luíza loja Afogados da Ingazeira para a próxima segunda, dia 12 de agosto. A informação é de Marta Araújo Clemente, a gerente responsável pela loja. O spot confirmando a informação e chamando a população para a inauguração já está indo ao ar na Rádio Pajeú.
São 950 unidades em todo o Brasil, 30 mil funcionários, com valor estimado de mercado em R$ 30,8 bilhões. Sua chegada a Afogados da Ingazeira tem movimentado o setor empreendedor da cidade. Uma loja como essa não chega por acaso e depende de um amplo estudo de mercado.
A história de Magazine Luíza teve início em 1957, com o casal Luiza Trajano e Pelegrino José Donato, tios da atual gestora, Luiza Helena Trajano. Tudo começou quando Dona Luíza, que sempre trabalhou com vendas e era uma das melhores vendedoras em seu emprego, comprou a loja de presentes “Cristaleira”, em Franca.
Inicialmente o intuito era criar uma rede de lojas, a fim de empregar os familiares do casal. O modelo deu tão certo que, em 20 anos, a loja já possuía cerca de 30 filiais. O nome Magazine Luiza veio anos depois por meio de um concurso cultural na rádio da cidade para escolher o nome da loja.
Luiza Helena, que há mais de 25 anos é presidente da rede, começou a trabalhar na loja aos 12 anos como balconista e descobriu ali sua paixão por vendas. “Comecei a trabalhar porque adorava dar presentes e minha mãe disse que eu precisava ganhar dinheiro para poder presentear as pessoas”, relembra. Filha e sobrinha única de uma família vendedores, Luíza acredita que o gosto por vender está em seu DNA.
Ano após ano expandindo. Inicialmente pelo interior de São Paulo, depois partiu para a cidade de Belo Horizonte e, pouco a pouco, foi conquistando todo o Brasil.
O prefeito Joelson, de Calumbi, disse não ter receio de ter sua candidatura barrada pela justiça. Joelson participou da sabatina promovida pela Cultura FM, com condução de Tony Alencar. O ex-prefeito e candidato Dr. Cícero Simões (PT), entrou com pedido de impugnação de sua candidatura. A solicitação foi apresentada com base em condenações judiciais que, […]
O prefeito Joelson, de Calumbi, disse não ter receio de ter sua candidatura barrada pela justiça. Joelson participou da sabatina promovida pela Cultura FM, com condução de Tony Alencar.
O ex-prefeito e candidato Dr. Cícero Simões (PT), entrou com pedido de impugnação de sua candidatura. A solicitação foi apresentada com base em condenações judiciais que, segundo Simões, tornam Joelson inelegível.
O principal argumento da oposição se apoia na decisão do desembargador Eduardo Sertório, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), que recentemente negou um pedido de agravo e efeito suspensivo feito por Joelson. O desembargador manteve a condenação do prefeito em segunda instância por ato de improbidade administrativa, reforçando os argumentos para a impugnação de sua candidatura.
Joelson respondeu a este jornalista sobre o tema. “Em primeiro lugar, não vou enganar a população. Nosso jurídioco garantiu que seremos candidato. Em três eleições, o povo dizia que eu não era candidato, quando ganhava o pessoal dizia que eu não assumia, e tô terminando o terceiro mandato”.
Seguiu: “Se acontecesse seria uma injustiça. Isso foi por um atraso da previdência na secretaria de saúde. Nossas contas foram aprovadas. Eu fui no Tribunal que disse que eu não tinha atraso, o ordenador de despesa era individual. Não houve dolo, enriquecimento ilícito, nem má fé ou prejuízo ao erário, porque a previdência foi paga”.
Disse que os advogados estão trabalhando com isso. “Se for negado, vamos apresentar nossa defesa. Aí vamos discutir se vou disputar sub judice. Vamos apresentar nossa defesa em cima do que eles tão alegando pendente. Não se trata de querer iludir ninguém. Meu jurídico diz que sou candidato”.
E ironizou: “eles vão disputar comigo mesmo, sei que tão com medo. Mas se tiver com medo desistam da campanha. Não cometi nenhum crime e vamos trabalhar pra ganhar as eleições”.
O Eduardo Campos que eu conheci A semana está sendo marcada por homenagens a Eduardo Campos. Ontem, se vivo, completaria 59 anos. E terça, dia 13, serão dez anos do trágico acidente que tirou sua vida em Santos, em plena disputa à presidência da República, quando o jato Lergacy que o levava se chocou contra […]
A semana está sendo marcada por homenagens a Eduardo Campos. Ontem, se vivo, completaria 59 anos.
E terça, dia 13, serão dez anos do trágico acidente que tirou sua vida em Santos, em plena disputa à presidência da República, quando o jato Lergacy que o levava se chocou contra um imóvel, vitimando ele, o fotógrafo Alexandre Severo Gomes e Silva, o jornalista Carlos Augusto Ramos Leal Filho, o Percol, os pilotos Geraldo Magela Barbosa da Cunha e Marcos Martins, mais o cinegrafista Marcelo de Oliveira Lyra e o assessor Pedro Almeida Valadares Neto, o Pedrinho.
Muitos serão os relatos a partir das memórias, do legado e das projeções sobre o que teria ocorrido com o ex-governador de Pernambuco se aquela campanha presidencial tivesse seguido seu curso, com Campos estando a dois meses do pleito com cerca de 10% das intenções de voto.
Particularmente, tenho também minhas memórias com Eduardo, fruto da atuação precoce no jornalismo, que me deu a condição de entrevistar seu avô, Miguel Arraes, e posteriormente ter alguns encontros com ele, principalmente depois de sua segunda eleição como Deputado Federal, em 1998, quando teve 173.657 votos, a maior votação no estado àquela época. Eduardo tinha uma característica rara na política: era completo. Fosse no discurso, na atividade parlamentar, como Ministro, Secretário, governador, entregava-se como poucos. Tal intensidade também fez dele um excelente orador e um dos mais inteligentes entrevistados que alguém poderia ter ao lado. Daí porque entrevistar Eduardo exigia preparo e jogo de cintura, principalmente quando a ideia era confrontá-lo.
Como Eduardo sabia da força do rádio, era comum para ele solicitar a seus assessores que articulassem entrevistas nos veículos de maior penetração. Também buscava acompanhar detalhadamente qual era a percepção da população em cada lugar que chegava, principalmente a partir das demandas que chegavam ao veículo, na época em que nem se falava em redes sociais. Em toda a sua trajetória, por conta dessa característica, o principal interlocutor era Evaldo Costa, seu Secretário de Comunicação no tempo em que esteve governador, depois de também desempenhar a função com Miguel Arraes.
Tenho uma história que costumo contar para definir a personalidade de Eduardo, principalmente quando contrariado. Quando lançou o programa Governo nos Municípios, de escuta popular, buscou anunciar a novidade primeiro no rádio. Recebi de Evaldo a cantada para entrevistá-lo logo cedo na Rádio Pajeú. Claro, aceitei de pronto. Ocorre que na data, havia alguns calos estaduais que não podiam fugir da pauta. Eram pelo menos três. Feitas as perguntas iniciais sobre o ineditismo do programa, comecei a levar as demandas críticas da população. Não teria sentido se não o fizesse, dado meu papel de ponte para as demandas da sociedade.
A cada pergunta, percebia o tom de voz de Eduardo mudando. Lembro que a última pergunta foi sobre a ausência de um Delegado em Carnaíba, em semana de um crime de repercussão. As portas estavam fechadas e o Delegado, fora do ofício. Outra memória daquela história é de que a exposição deve ter custado tamanho aborrecimento ao Delegado que ele me ligou dizendo que instauraria um procedimento contra mim por calúnia. Até hoje espero. Voltando a Eduardo, ele respondeu à questão notoriamente contrariado. Agradeci sua participação e ouvi um sonoro e forte “obrigado”, com o som do telefone desligando em seguida.
Depois fui saber com Evaldo, a irritação de Eduardo não era pelo fato de que eu o questionei sobre os temas, mas sim, por não ter ciência daqueles problemas por sua equipe, sendo surpreendido por um jornalista ao vivo. Alguns dias depois, encontrei Evaldo Costa na sede da Secretaria, onde também funcionou a vice-governadoria, no famoso Edifício Frei Caneca, na Cruz Cabugá. Disse a Evaldo que percebi o tom de Eduardo na entrevista, mas que era impossível não abordar aquelas questões espinhosas. “Evaldo, desculpe aí, mas não dava pra não tratar desses assuntos. Percebi Eduardo contrariado no final”. Com a franqueza de quem levara por conta disso um baita esporro do chefe por não municiá-lo de informações que antevessem as cobranças, Costa respondeu: “se preocupe não amigo, só tenha certeza que doeu mais em mim do que em você…”
Esse era o Eduardo gestor, intransigente com o erro que lhe custasse exposição pública, mas ao mesmo tempo, insatisfeito quando a máquina pública não respondia ao desejo da sociedade. Na mesma conversa, aliás, soube do próprio Evaldo que Eduardo tinha um respeito e percepção do meu papel na região. Porque em muitos momentos, era ele que sugeria a Evaldo a quem queria falar pela repercussão que aquele diálogo geraria na opinião pública. “Marque com Nill” – disse ter ouvido Evaldo, em transcrição literal da época. Ter Eduardo no estúdio da Rádio Pajeú, como na primeira foto desse post, de 10 de março de 2009, era garantia de um debate de alto nível, de audiência imcomparável, mas principalmente de apontamento das questões que eram demandadas na região, além do personagem que sempre esteve no centro do debate da política nacional.
De história que mostra o que prevaleceu na nossa relação, os últimos dois encontros, no Carnaval do Recife de 2014. Na abertura do carnaval, Eduardo estava cercado de um batalhão de jornalistas. Quando me viu, único sertanejo cobrindo para um veículo sertanejo, gritou: “Nill, até você aqui rapaz?!” Quando se aproximou para gravar uma mensagem, foi puxado por Elba Ramalho, fez uma curva e foi falar com ela. Rapidamente se virou, voltou pra mim e disse: “Desculpe amigo, vamos falar para a Pajeú…” Sempre percebia como os outros jornalistas da capital olhavam, como se perguntassem: “quem é esse pra quem Eduardo dá tanta atenção?”.
Neste dia curiosamente perdi a sonora por descuido no meu aparelho celular. Parece coisa de jornalista adolescente, mas aconteceu. Achei Eduardo na abertura do Galo da Madrugada, dia 1 de março daquele ano. É daquela data a foto de Eduardo cercado de aliados, tirada do meu celular.
“Governador, cometi um crime jornalístico. Perdí aquela sonora”, disse. “Não acredito! E o que foi que eu disse?” – perguntou. Eu disse que ele tinha me dado um furo, anunciando que iria entregar obras em Afogados e quais obras seriam. “Então vamo lá de novo…” – brincou com a costumeira atenção, para em seguida dizer pacientemente tudo de novo enquanto políticos e uma tiua de jornalistas de todo o Brasil o esperavam.
Esse foi o Eduardo que ficou em mim e guardo na memória. No dia seguinte à sua morte, Saulo Gomes o homenageou na Rádio Pajeú e trouxe um trecho de uma bela mensagem que diz que os bons são aqueles que, quando conhecemos, nos fazem pessoas melhores, que deixam algo em nós. Eduardo com seu exemplo de atenção, família, respeito e amor ao Pajeú me fez melhor também.
Fiéis
Da turma dos arraesistas históricos mo Pajeú, que seguiram acompanhando Eduardo, estão nomes como Anchieta Patriota (Carnaíba), Adelmo Moura (Itapetim) e Gilberto Rodrigues (São José do Egito).
O mais próximo
Indiscutivelmente, o aliado que mais ocupou espaços ao lado de Eduardo foi José Patriota. Da participação nas gestões do socialista à ideia de levar as reuniões de monitoramento para Afogados, Patriota transmitiu a relação com Eduardo a Pedro e João Campos. Isso explica o gesto dos dois em prestigiar a convenção de Sandrinho Palmeira ao lado dele. A foto é do histórico comício de 2012, que para muitos foi o pontapé da virada de Patriota sobre a ex-prefeita Giza Simões.
Arraesistas sim, sem seguir Eduardo
Arraesistas históricos, Giza e Orisvaldo Inácio, pais de Danilo Simões, não seguiram Eduardo por conta do racha com Totonho Valadares e a Frente Popular em 2000. Ali, Giza já era individualmente a liderança mais forte. Se aliou a Jarbas Vasconcelos, que já era governador depois da vitória histórica sobre Arraes, em 1998. Orisvaldo, entretanto, nunca escondeu a devoção a Miguel Arraes, cujas imagens decoravam sua casa.
As metas
Em Arcoverde, a campanha vai começar pra valer com duas metas: a de Zeca Cavalcanti, de manter a maior distância matemática possível de Madalena Britto, evitando que o revés de 2020 se repita. E Madalena luta para criar o ambiente de polarização que prove, o raio pode cair duas vezes no mesmo lugar.
Velório e sepultamento
A família de José Carlos da Silva Santos, o Zé Carlos da FETAPE, avisa que o corpo será velado na residência dos pais na rua Cazuzinha Lopes, em Afogados da Ingazeira. O sepultamento será neste domingo, no Cemitério São Judas Tadeu, às 16h.
Repercussão
O anúncio da agenda da série de debates da Rádio Pajeú já gera grande expectativa. O primeiro será dia 12 de setembro, às 10 horas, nos estúdios da Pajeú, com candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira. O último, dia 3 de outubro, também às 10 horas no mesmo local. Haverá também o debate com os candidatos a vice, dia 16 de setembro. Na região, estão programados os debates com os candidatos de Carnaíba (17 de setembro),Iguaracy (18 de setembro), Ingazeira (24 de setembro), Tabira (25 de setembro), Tuparetama (1 de outubro) e São José do Egito (dia 2 de outubro).
Haja debates
Este blogueiro deverá participar da condução de série de sabatinas e debate com candidatos a prefeito de São José do Egito na Rádio Gazeta FM. E em Serra Talhada, a Cultura FM articula o debate com candidatos à Prefeitura da Capital do Xaxado.
Respostas
A ANAC, vinculada ao Ministério dos Portos e Aeroportos, está sendo cobrada por aparentemente não responder às várias denúncias (mais de 4 mil) de irregularidades da empresa aérea VoePress, responsável pelo avião que caiu em Vinhedo, matando 62 pessoas. A agência é vinculada ao Ministério dos Portos e Aeroportos, do pernambucano Silvio Costa Filho.
Apertadas
No “DataFuxico”, serão apertadas as eleições de São José do Egito (Fredson x George), Tabira (Flávio x Nicinha), Santa Cruz da Baixa Verde (Irlando x Zé Bezerra) e Sertânia (Pollyanna x Rita). Será?
Frase da semana:
“Que medo desse voo, juro, avião velho. Tem uma poltrona quebrada, caos”.
De Rosana Santos Xavier, 23 anos, a familiares, minutos antes de embarcar no avião da VoePress que caiu em Vinhedo, causando 62 mortos. Ela foi uma das vítimas.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, negou que seja candidato a Deputado Estadual. Falando ao LW Cast, ele descartou a possibilidade de disputar um mandato estadual em substituição a José Patriota. Confrontado com a informação de que o nome dele está cotado juntamente com Adelmo Moura, de Itapetim, Anchieta Patriota, de […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, negou que seja candidato a Deputado Estadual.
Falando ao LW Cast, ele descartou a possibilidade de disputar um mandato estadual em substituição a José Patriota.
Confrontado com a informação de que o nome dele está cotado juntamente com Adelmo Moura, de Itapetim, Anchieta Patriota, de Carnaíba e Marconi Santana, de Flores, Sandrinho se retirou da discussão.
“Vou terminar o meu mandato. A gente tem dito isso e quer trabalhar com muito afinco pra esse nome”.
Disse que não elegeu um estadual para substituir José Patriota porque ninguém sinaliza apoiar sabendo que não será apoiado em 2026.
“A gente está discutindo, torcendo que seja do Pajeú o candidato, pra fortalecer essa região. A gente não acredita no desenvolvimento em separado. Tem que ser do nosso território. Um Deputado Estadual será muito importante e vamos trabalhar em cima desses nomes”.
Sandrinho destacou que seis prefeitos da região estão alinhados com a proposta, para resgatar o mandato da região.
Para ele, nome das oposições ainda não deverá ser definido no encontro de Ipojuca “A superlotação e o desaparelhamento de segurança pública do estado resultaram na rebelião da cadeia pública de Serra Talhada. O que aconteceu em nossa cidade pode se repetir em outros municípios, tudo por culpa do governo do estado”. A afirmação foi […]
Para ele, nome das oposições ainda não deverá ser definido no encontro de Ipojuca
“A superlotação e o desaparelhamento de segurança pública do estado resultaram na rebelião da cadeia pública de Serra Talhada. O que aconteceu em nossa cidade pode se repetir em outros municípios, tudo por culpa do governo do estado”. A afirmação foi feita ao comunicador Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta da Cidade FM pelo Deputado Estadual Augusto César (PTB).
Sobre apoios à sua reeleição o parlamentar se mostrou confiante. Ele afirmou que no último pleito municipal apoiou 25 candidatos a prefeito no estado de Pernambuco, com 12 eleitos.
Augusto citou como oficiais os apoios de Luciano Duque em Serra Talhada, Romonilson Mariano em Belmonte, além dos gestores de Paranatama, Betânia, Santa Maria da Boa Vista, Cedro, Santa Cruz da Baixa Verde, Floresta e apoios importantes em Parnamirim, Terra Nova, Flores, Serrita e outros municípios.
Em Tabira o deputado serra-talhadense disse contar com o apoio do ex-vice-prefeito Joselito Rodrigues, do vereador Marcos Crente, além do suplente Tote Marques e o Conselheiro Tutelar Hominho.
Augusto disse não acreditar que o nome das oposições para disputar o governo do estado, já seja definido no encontro do Movimento Pernambuco Quer Mudar no dia 7 em Ipojuca .
O deputado não soube dizer ainda quem será o candidato a presidente do bloco de oposição.
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Administração e Procuradoria Geral, encaminhará à Câmara Municipal de Vereadores (CMST), o Projeto de Lei que reajusta o salário mínimo municipal de R$ 998 para R$1.060, em 2020. O anúncio foi feito pelo Governo Municipal nesta quinta-feira (02.01). O valor é acima do reajuste […]
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Administração e Procuradoria Geral, encaminhará à Câmara Municipal de Vereadores (CMST), o Projeto de Lei que reajusta o salário mínimo municipal de R$ 998 para R$1.060, em 2020. O anúncio foi feito pelo Governo Municipal nesta quinta-feira (02.01).
O valor é acima do reajuste nacional definido na última terça-feira (31), que elevou o mínimo de R$ 998 para R$ 1.039 em todo o país, conforme estabelecido em medida provisória assinada pelo Presidente da República. O reajuste será de 62 reais no município.
“Estamos concedendo um reajuste acima do valor nacional para os nossos servidores municipais, que trabalham e contribuem para o crescimento de nossa cidade. Enquanto o governo federal anunciou um aumento de quarenta e um reais, nós estamos concedendo sessenta e dois reais, e isso é fruto de muito esforço do governo, e principalmente resultado da valorização do nosso servidor”, comentou o Prefeito Luciano Duque.
Você precisa fazer login para comentar.