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Adutora volta a estourar e deixa população intrigada: porque quebra tanto?

Por Nill Júnior

O Internauta Repórter e radialista Genilson Dias flagrou um nova estouramento da Autora do Pajeú. Mais uma vez o problema foi identificado nas imediações da estação elevatória 02 E 03 – Ramal Floresta, entre o município e Serra Talhada,  próximo a o Distrito de Nazaré. O problema foi verificado por volta das 19h de ontem.

Assim,  o abastecimento está novamente suspenso nas cidades de Flores, Carnaíba, Quixaba, São José do Egito, Tuparetama, Iguaracy, Ingazeira e o distrito de Jabitacá com redução de vazão em Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e Tabira.

Segundo a COMPESA, o fato de parte da tubulação estar sobre a terra e não dentro dela acaba favorecendo os vazamentos. As chuvas que caem na região acabam causando instabilidade no terreno pelo qual passa a tubulação.  A pressa em entregar a Adutora, essencial para que a região não sofresse mais com o drama hídrico, acabou favorecendo essa realidade de uma Adutora com instabilidade em alguns trechos.

Outras Notícias

Policial deu o tiro que matou criança em Porto de Galinhas, revela vizinha

Marco Zero Abalados com o assassinato e com medo da repressão da policial, os parentes da menina Heloysa mantiveram a decisão de não dar entrevistas. A revolta, que foi silenciada por uma ação policial truculenta na noite do dia 31 de março, se transformou em temor e quietude, consequência da presença constante da polícia na […]

Marco Zero

Abalados com o assassinato e com medo da repressão da policial, os parentes da menina Heloysa mantiveram a decisão de não dar entrevistas. A revolta, que foi silenciada por uma ação policial truculenta na noite do dia 31 de março, se transformou em temor e quietude, consequência da presença constante da polícia na rua onde vivem as principais testemunhas oculares do crime.

A vizinha da criança e amiga de longa data da família, que prefere não se identificar, fez questão de contar como tudo aconteceu no dia 30 de março. Emocionada, ela conta que nunca imaginou ver uma “cena de terror daquelas” e lembra do momento em que tentou salvar Heloysa. “Eu não esqueço nunca mais, isso fica na nossa mente. Eu fecho os olhos e vejo ela [Heloysa] no chão. Minha maior revolta é que eu ainda gritei ‘para! baleou Lôlô, para!’ e eles [policiais] não pararam e depois ainda passaram pela gente com cara de deboche e saíram procurando os cartuchos das balas. Foi tudo muito rápido, parecia uma cena de novela, não deu tempo nem da gente correr”, relatou. O recolhimento dos cartuchos vazios prejudica ou mesmo impede o trabalho da perícia.

A vizinha que concedeu esta entrevista estava próxima a Heloysa e também do irmão dela, um menino de apenas quatro anos. Ela correu com as crianças junto com outras mulheres que estavam na rua, todas vizinhas da avó da menina. Ela conta com detalhes tudo que lembra sobre o crime que custou a vida de Lôlô, apelido pelo qual Heloysa era conhecida carinhosamente na comunidade. O próximo parágrafo é a transcrição literal do trecho da gravação em que ela conta os momentos de terror que viveu:

“Eles [policiais] já chegaram atirando. O rapaz [que a polícia estava perseguindo] caiu da moto. O policial que estava perseguindo o rapaz, tropeçou e caiu, quando levantou ele estava com muita raiva e começou a atirar na direção que eu estava junto com a minha comadre e uma vizinha. Lôlô estava na bicicleta junto com o irmão dela na rua. Eu vi o rapaz caindo da moto e o carro da polícia atrás. Nesse momento eu gritei para minha comadre: ‘entra, é polícia’. Aí ela olhou pra mim e respondeu: ‘as crianças’. Daí eu só escutei os tiros. Mesmo que o rapaz tivesse armado não teria dado tempo de ter atirado porque foi muito rápido, só a polícia atirou. Aquele tiro ia me pegar, mas pegou em Lôlô. Quando eu olhei pra ela (Heloysa), ela estava gritando “eu tô com medo, titia’, aí eu peguei na mão dela e coloquei ela dentro do terraço da casa da avó e ela ficou lá parada. Até então eu não tinha visto que ela estava baleada. Depois disso, eu peguei ela e coloquei atrás das minhas pernas, quando eu segurei as mãos dela eu senti que ela apertou com força e logo em seguida soltou a minha mão e depois já foi arriando no chão. A partir daí eu comecei a gritar desesperada: ‘para, para, vocês mataram Lôlô’ e eles [policiais] não pararam de atirar. Na hora do desespero eu nem consegui tirar ela do chão, quem pegou ela foi a minha comadre e colocou ela nos braços do pai dela. Com a filha nos braços ele olhou para os policiais e falou: ‘olha o que vocês fizeram com a minha filha’ e um deles respondeu: ‘Ela estava na rua’”.

Mesmo amedrontada pelas ameaças da polícia, a vizinha fez questão de contar o que sabe e afirmou que não vai ficar calada porque quer que a justiça seja feita o mais rápido possível. “Eles querem que a gente fale que foi troca de tiro, mas não foi troca de tiro. Eu estava no momento e vi o que foi a pior cena da minha vida. Eu sou nativa de Porto de Galinhas e nunca vi uma situação daquela”, disse.

A entrevistada fez questão de nos levar até a cena do crime e mostrar as marcas de bala nas paredes das casas. Na casa da avó da criança, foi possível ver as marcas das balas e a bicicleta com que a criança estava brincando na hora do ocorrido. No momento, havia crianças e mulheres sentadas nas portas das casas e imaginar que os disparos foram feitos em uma rua tão estreita e movimentada dá a perspectiva de que a tragédia poderia ter sido ainda maior.

Afogados da Ingazeira e Serra Talhada registram novos óbitos por Covid-19

Afogados chega a 18 óbitos e Serra a 66. A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira informa que nesta quinta (19), 3 casos foram registrados para covid – 19 no município.  São  dois pacientes do sexo masculino, com 47 e 66 anos; e uma paciente do sexo feminino, com idade de 76 anos. Entre […]

Afogados chega a 18 óbitos e Serra a 66.

A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira informa que nesta quinta (19), 3 casos foram registrados para covid – 19 no município. 

São  dois pacientes do sexo masculino, com 47 e 66 anos; e uma paciente do sexo feminino, com idade de 76 anos. Entre os homens: um aposentado e um de profissão não informada. A mulher é agricultora.

Hoje, 16 pacientes apresentaram resultados negativos para covid – 19 no município.

Entram em investigação os casos de 13 mulheres, com idades entre 19 e 65 anos; e  os de 5 homens, com idades entre 5 e 68 anos. 

Óbito – Paciente do sexo feminino, 85 anos, aposentada, apresentava comorbidades: Hipertensão, Diabetes e Obesidade. A mesma estava internada no Hospital Geral Eduardo Campos, em Serra Talhada.

Nesta quinta-feira, 11 pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e epidemiológica. O município atingiu a marca de 1.310 pessoas (95,27%) recuperadas para covid-19. Atualmente, 47 casos estão ativos em Afogados.

O município atingiu a marca de 6.858 pessoas testadas, o que representa 18,40% da nossa população testada. 

Casos leves x SRAG/covid- 19: Leves (1.319 casos), 95,92% SRAG (56 casos), 4,08 %.

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados 21 casos positivos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 4.785 casos confirmados.

Os novos casos foram confirmados através de 12 testes rápidos, 4 resultados de Swab e 5 exames particulares. São 11 pacientes do sexo masculino e 10 do sexo feminino, com idades entre 1 e 68 anos. 

O município tem 148 pacientes aguardando resultado de exames e 20.793 casos descartados. Quanto à evolução dos casos confirmados, são 4.682 pacientes recuperados, 27 em isolamento domiciliar, 10 em internamento hospitalar, 37 em recuperação e 66 óbitos. Em relação aos profissionais  de saúde são 158 recuperados, 2 em isolamento e 1 óbito.

Óbito – O óbito de número 66 aconteceu no dia 17 de novembro, no Hospital Eduardo Campos. O paciente era do sexo masculino, 64 anos, hipertenso e diabético. Na investigação a Secretaria de Saúde concluiu que o paciente era morador de Sítio dos Nunes, município de Flores-PE, porém, no momento do internamento a família informou um endereço do Bairro Tancredo Neves, em Serra Talhada, motivo pelo qual o Estado registrou o óbito na relação de Serra Talhada.

TRE avança no combate às notícias falsas

Desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral se reuniram nesta quarta-feira com advogados que representam o WhatsApp Em mais uma demonstração de parceria para tentar combater as chamadas fake news durante o processo eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) se reuniu nesta quarta-feira (18/07) com advogados do escritório Mattos Filho, que representa o WhatsApp. O encontro aconteceu […]

TRE-PE/Divulgação

Desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral se reuniram nesta quarta-feira com advogados que representam o WhatsApp

Em mais uma demonstração de parceria para tentar combater as chamadas fake news durante o processo eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) se reuniu nesta quarta-feira (18/07) com advogados do escritório Mattos Filho, que representa o WhatsApp. O encontro aconteceu na sede do Tribunal e teve o objetivo de alinhar algumas ações para agilizar procedimentos jurídicos e técnicos para quando as denúncias e representações contra crimes virtuais começarem a se intensificar.

O desembargador Stênio Neiva, coordenador da Central de Denúncias do TRE-PE, e a desembargadora Karina Aragão, integrante da Comissão de Desembargadores Auxiliares (CDAUX), receberam os advogados Rafael Vieira e Ricardo Delsole.

A Central de Denúncias (CD) é fruto de uma inovação da atual gestão do TRE-PE. Consiste num grupo formado por 11 servidores da Justiça Eleitoral e mais representantes da Polícia Federal, Ministério Público Eleitoral e Secretaria de Defesa Social do governo do Estado. Seu objetivo é apreciar, julgar e dar agilidade às ações que envolvam possíveis notícias falsas durante a pré-campanha e campanha eleitoral.

Já a CDAUX é responsável pelos julgamentos das representações relativas à propaganda eleitoral e pedidos de direito de resposta. Na reunião desta quarta-feira, além dos desembargadores, servidores, tanto da CD quanto da CDAUX, participaram das discussões.

Com cerca de 1,5 bilhão de usuários no mundo e 140 milhões no Brasil, o WhatsApp pertence ao Facebook, mas no Brasil opera como uma empresa independente. Há cerca de um mês, exatamente por causa das demandas envolvendo as eleições de outubro, a empresa contratou o escritório Mattos Filho, que conta com mais de 200 advogados, tem sede em São Paulo e filiais em Nova Iorque e Londres.

“Trata-se de algo muito positivo esta aproximação do WhatsApp com a a Justiça Eleitoral. Nosso interesse é agir com muito equilíbrio e agilidade”, disse o desembargador Stênio Neiva. A desembargadora Karina Aragão opinou no mesmo sentido. “A ideia é que nossas decisões tenham a maior eficácia possível”, afirmou.

O TRE-PE vem agindo intensamente para evitar que as notícias falsas interfiram no processo eleitoral. Desde o início do ano, além da criação da CD, o Tribunal já promoveu cursos de checagem de fatos com a Agência Lupa e oficinas de treinamento com o Facebook e com o próprio WhatsApp.

Nacionalmente

O WhatsApp criou, na terça-feira passada (17/07), um canal de comunicação direto com a Justiça Eleitoral para facilitar o cumprimento de decisões judiciais sobre conteúdo divulgado por meio do seu serviço. A iniciativa segue o que já foi feito pela rede social Facebook.

As duas plataformas digitais agora contam com endereços de e-mail para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) encaminhem intimações, notificações, citações ou pedidos para a tomada de providências que atendam ordens da Justiça Eleitoral. O serviço funcionará até a diplomação dos candidatos eleitos em 2018, que ocorrerá até o dia 19 de dezembro.

Com a iniciativa, as empresas cumprem o disposto na Resolução TSE nº 23.547/2017, que dispõe sobre representações, reclamações e pedidos de resposta previstos na Lei n° 9.504/1997 (Lei das Eleições). O artigo 9º da Resolução determina que os veículos de comunicação, inclusive via internet, informem os respectivos endereços, incluindo o eletrônico, para receber comunicações judiciais da Justiça Eleitoral. Alternativamente, poderão também informar um número de telefone móvel para receber mensagens instantâneas. Além disso, devem informar o nome de um representante ou procurador com poderes para receber citações.

Morador se revolta com falta d’água e é detido após quebrar vidros da Compesa em Afogados da Ingazeira

Nesta terça-feira (15), um homem de 52 anos, residente no bairro Sobreira, foi detido após se revoltar com a falta de abastecimento de água em sua casa. Segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar (BOPM), o indivíduo tentou forçar a entrada no prédio da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e chegou a ameaçar os […]

Nesta terça-feira (15), um homem de 52 anos, residente no bairro Sobreira, foi detido após se revoltar com a falta de abastecimento de água em sua casa. Segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar (BOPM), o indivíduo tentou forçar a entrada no prédio da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e chegou a ameaçar os funcionários do local.

De acordo com as informações repassadas pela polícia, o homem foi encontrado dentro das dependências da Compesa, forçando uma porta na tentativa de invadir o estabelecimento. Ao ser abordado pelo policiamento, o acusado não acatou as ordens e, durante a contenção, foi encontrada uma faca peixeira em sua cintura. Testemunhas afirmaram que ele chegou ao local de forma agressiva, reclamando da falta de água em sua rua, onde, segundo ele, o abastecimento estava interrompido há 20 dias.

Ainda conforme o relato das vítimas, o homem ameaçou os funcionários da companhia, afirmando que estava armado. Após sair do atendimento, ele sacou a faca, pegou pedras e arremessou contra a porta da unidade, quebrando os vidros. O acusado foi detido e levado à delegacia local para que as medidas cabíveis fossem adotadas. O relatório policial ainda destaca que o homem parecia desorientado e portava diversos medicamentos de uso controlado, o que ele próprio confirmou à polícia tomá-los.

A Compesa, por sua vez, informou que um novo problema mecânico foi identificado em um dos conjuntos motobombas da elevatória da Ponte, responsável pelo sistema de bombeamento de água. Desde a semana passada, a companhia tem sido alvo de diversas reclamações por parte dos moradores de Afogados da Ingazeira, que relatam problemas frequentes no abastecimento. Segundo a empresa, o problema já está sendo resolvido, mas a situação ainda tem gerado transtornos na cidade.

O caso reforça o clima de insatisfação da população com a falta de água, que tem atingido níveis recordes de queixas nos últimos dias.

Marília Arraes rebate críticas de Geraldo Julio

A vereadora do Recife Marília Arraes (PSB) rebateu, na manhã desta terça-feira (23), acusações feitas na véspera pelo prefeito da capital, Geraldo Julio (PSB), contra o candidato do PTB ao governo do Estado, Armando Monteiro. Para Marília, que se disse “abismada” com o tom das declarações, o fato de o prefeito ir à Rádio Globo […]

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A vereadora do Recife Marília Arraes (PSB) rebateu, na manhã desta terça-feira (23), acusações feitas na véspera pelo prefeito da capital, Geraldo Julio (PSB), contra o candidato do PTB ao governo do Estado, Armando Monteiro. Para Marília, que se disse “abismada” com o tom das declarações, o fato de o prefeito ir à Rádio Globo desferir ataques contra Armando denota a “falta de liderança política em Pernambuco”.

Na visão de Marília, a informação distorcida de que Armando seria contra o Pacto pela Vida, repassada por Geraldo Julio em entrevista, é o reflexo da “falta de orientação política e liderança” que acomete a Frente Popular de Pernambuco. “A gente não pode dizer que um prefeito como Geraldo Julio conhece efetivamente o Recife.  Para a pessoa ser prefeito do Recife ou governador do Estado, precisa já conhecer a cidade ou o Estado”, disse a vereadora.

Marília aproveitou para reconhecer os avanços do Pacto pela Vida, assim como Armando.   “A questão não é ser contra o Pacto pela Vida e sim ver que o Pacto precisa melhorar. A população sente que, de um ou dois anos para cá, a insegurança está aumentando”, afirmou a vereadora, lembrando que a ideia de  Armando é justamente repactuar o Pacto: “O Pacto mede os crimes contra a vida, que são os piores, mas a violência doméstica, os crimes sexuais, os crimes contra o patrimônio, tudo isso tem aumentado. Isso é indiscutível. Precisamos sim rever as metas do Pacto e repactuar qual vai ser o nosso foco. Os avanços aconteceram, mas agora estagnou. Precisa ir além. Não quer dizer que achamos ruim e que Armando está combatendo o Pacto. De forma alguma. É preciso entender que estamos numa democracia e que as críticas não são apenas pejorativas, mas sim no sentido de construir”.

A vereadora ainda criticou a forma como o candidato ao governo pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), anunciou que vai dobrar o salário dos professores. “ O candidato do meu partido diz que vai dobrar o salário. A gente viu a crise que Eduardo suportou – e olhe que ele tinha liderança. Claro que houve avanços, mas não podemos tomar como parâmetro o zero.” Observando o orçamento, Armando Monteiro garante proporcionar um aumento real, acima da inflação, de 20% já em 2015.

Por fim, a vereadora pediu à população que vote com consciência. “Esta é uma eleição inusitada. Um Estado revolucionário e politizado como Pernambuco não está discutindo política. É preciso refletir”, afirmou.