Adelmo dá nota 3 a Raquel e sobre 2026, diz ser soldado do PSB
Por Nill Júnior
O ex-prefeito de Itapetim Adelmo Moura falou em entrevista a Erbi Andrade, na Gazeta FM, sobre seu futuro político .
Na pauta o Congresso do PSB no Pajeú, neste fim de semana, uma possível candidatura de João Campos ao Governo do Estado e também o seu nome para disputar uma caga na ALEPE.
Adelmo Moura foi enfático em dizer que o melhor nome do partido é o de João Campos, para disputar a cadeira de governador.
Deu nota 3 para o atual governo de Raquel Lyra, e disse que nem o fardamento escolar ela tá conseguindo entregar a todos os estudantes.
Perguntado se será candidato mesmo em 2026 a estadual, não confirmou e nem negou. Disse que está à disposição do partido, que é um soldado, e não será empecilho, caso outro nome desponte melhor.
Terminou o bate papo elogiando Aline Karina, atual prefeita de Itapetim, dizendo que ela tem liberdade para conduzir a gestão e que “está fazendo mais do que ele”.
A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 48% das intenções de voto, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de […]
A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 48% das intenções de voto, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
No cenário de votos totais, que inclui brancos, nulos e indecisos, 3% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Outros 2% disseram não saber em quem votar.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22), os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima. Naquela rodada, Flávio tinha 47% das intenções de voto, enquanto Lula registrava 46%.
A principal mudança ocorreu entre os eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto. Esse grupo passou de 5% para 3%, uma redução de dois pontos percentuais. Já o percentual de indecisos permaneceu em 2%.
As oscilações estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve crescimento estatisticamente significativo de nenhum dos candidatos.
Considerando apenas os votos válidos, quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro aparece com 51%, contra 49% de Lula. Na pesquisa anterior, os dois candidatos estavam numericamente empatados, com 50% cada.
A diferença nos votos válidos passou, portanto, de zero para dois pontos percentuais, também dentro da margem de erro do levantamento.
O Datafolha iniciou a série de pesquisas do segundo turno em 8 de outubro, quando Flávio registrava 49% dos votos totais e Lula, 45%. No levantamento de 15 de outubro, o senador apareceu com 47%, enquanto o presidente permaneceu com 45%.
Na rodada de 22 de outubro, Lula chegou a 46%, contra 47% de Flávio. Agora, na última pesquisa antes da votação, os dois candidatos registram 48% e 47%, respectivamente.
A proximidade entre os percentuais ocorre em um cenário no qual a participação dos eleitores pode ter importância para o resultado. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, a abstenção chegou a 21,08% do eleitorado.
A pesquisa foi realizada entre sexta-feira (23) e este sábado (24), após o último debate presidencial promovido pela TV Globo. Foram entrevistados 4.050 eleitores em 124 municípios brasileiros.
O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09540/2026.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois […]
A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.
O levantamento foi realizado na sexta-feira (23) e neste sábado (24), na véspera da votação que definirá o próximo presidente da República. Foram entrevistados 4.050 eleitores em 124 municípios brasileiros.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22), Flávio oscilou um ponto percentual para cima, enquanto Lula oscilou um ponto para baixo. Naquela rodada, os dois candidatos apareciam com 50% dos votos válidos, considerados os números arredondados.
A diferença numérica voltou a dois pontos percentuais, mesmo patamar registrado no levantamento de 15 de outubro. Na primeira pesquisa do segundo turno, divulgada em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula.
As oscilações entre os levantamentos estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve crescimento ou queda estatisticamente significativa de nenhum dos candidatos.
Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro registra 48%, enquanto Lula aparece com 47%. Outros 3% dos entrevistados afirmam que votarão em branco ou anularão o voto, e 2% permanecem indecisos.
Na pesquisa anterior, Flávio tinha 47% dos votos totais e Lula, 46%. Os votos brancos e nulos somavam 5%, enquanto os indecisos representavam 2%.
Assim, os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima nessa modalidade. O percentual de eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto caiu dois pontos, enquanto o grupo de indecisos permaneceu estável.
Um dos fatores considerados relevantes na reta final é a abstenção. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, 21,08% dos eleitores deixaram de comparecer às urnas.
O tema ganhou importância diante da proximidade entre os candidatos. Durante a campanha do segundo turno, as duas candidaturas realizaram mobilizações de rua e ações nas redes sociais para ampliar a participação dos eleitores na votação.
A pesquisa também foi realizada após o último debate presidencial, promovido pela TV Globo nessa sexta-feira (23), quando Lula e Flávio voltaram a confrontar propostas e trocar críticas sobre segurança pública, economia e outros temas da campanha.
O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09540/2026.
Os resultados representam as intenções de voto no período das entrevistas e não constituem uma previsão do resultado das urnas neste domingo (25).
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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Pesquisa Nexus/BTG divulgada neste sábado (24) aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 50,5% dos votos válidos para presidente da República, contra 49,5% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, configurando empate técnico na […]
Pesquisa Nexus/BTG divulgada neste sábado (24) aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 50,5% dos votos válidos para presidente da República, contra 49,5% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, configurando empate técnico na véspera do segundo turno.
O levantamento apresenta uma pequena oscilação em relação à pesquisa anterior do instituto, divulgada em 19 de outubro. Na ocasião, Flávio registrava 50,3% dos votos válidos, enquanto Lula aparecia com 49,7%.
Na comparação, o candidato do PL oscilou 0,2 ponto percentual para cima, enquanto o presidente oscilou 0,2 ponto para baixo. A diferença numérica entre os dois passou de 0,6 para um ponto percentual. As variações estão dentro das margens de erro e não indicam mudança estatisticamente significativa no cenário eleitoral.
Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro aparece com 47% das intenções de voto, ante 46% de Lula. Outros 5,2% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou anular o voto, enquanto 1,8% não souberam ou não responderam.
Na rodada anterior, Flávio tinha 46,5% dos votos totais e Lula, 45,9%. Os votos brancos e nulos somavam 4,7%, enquanto os indecisos representavam 2,9%.
Assim, o senador oscilou 0,5 ponto percentual para cima nos votos totais, enquanto Lula apresentou variação positiva de 0,1 ponto. O percentual de brancos e nulos aumentou 0,5 ponto, e o de indecisos caiu 1,1 ponto percentual.
A pesquisa também apresenta o cenário espontâneo, no qual os entrevistados não recebem previamente os nomes dos candidatos. Nessa modalidade, Flávio Bolsonaro registra 45,7%, contra 44,9% de Lula.
Na pesquisa anterior, os dois candidatos apareciam com 44,5% cada na intenção de voto espontânea. Flávio oscilou 1,2 ponto percentual para cima, enquanto Lula avançou numericamente 0,4 ponto.
O levantamento foi contratado pelo banco BTG Pactual e realizado pelo instituto Nexus, que entrevistou por telefone 2 mil eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro, em todas as regiões do Brasil.
A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08234/2026.
A rodada anterior, divulgada em 19 de outubro, ouviu 2.002 eleitores entre os dias 16 e 18, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro BR-04499/2026.
Os números mantêm o cenário de empate técnico entre os candidatos na última pesquisa Nexus/BTG antes do segundo turno, marcado para este domingo (25).
Foto: Reprodução
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Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) realizaram mobilizações políticas no Recife neste sábado (24), véspera do segundo turno da eleição presidencial. A programação incluiu atos culturais, manifestações de rua e uma carreata que atravessou diferentes regiões da capital pernambucana. Entre os apoiadores de Lula, a agenda […]
Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) realizaram mobilizações políticas no Recife neste sábado (24), véspera do segundo turno da eleição presidencial. A programação incluiu atos culturais, manifestações de rua e uma carreata que atravessou diferentes regiões da capital pernambucana.
Entre os apoiadores de Lula, a agenda contou com atividades organizadas por movimentos estudantis, trabalhadores, artistas e representantes de organizações sociais. Um dos principais encontros foi convocado para a Praça do Derby, na área central do Recife, a partir das 14h, reunindo participantes em defesa da reeleição do presidente.
Outra mobilização foi organizada no Bairro do Recife, com participação de artistas, integrantes do movimento Manguebeat e grupos ligados à cultura popular pernambucana. O ato, chamado “Cultura com Lula”, teve concentração prevista para as 16h13, na estátua de Chico Science, na Rua da Moeda, com caminhada em direção ao Marco Zero.
A programação de apoio ao petista também incluiu uma mobilização pelo Rio Capibaribe, com embarcações saindo da região do Jardim do Baobá em direção ao centro histórico da cidade.
Já os apoiadores de Flávio Bolsonaro organizaram uma carreata com saída do Parque da Macaxeira, na Zona Norte, e percurso até o bairro do Pina, na Zona Sul do Recife.
O ato contou com a participação do deputado federal Mendonça Filho (PL), coordenador da campanha de Flávio em Pernambuco, além dos deputados estaduais Coronel Alberto Feitosa e Coronel Meira e do aliado político Carlos Sant’Anna.
A mobilização ocorreu dois dias depois de apoiadores do senador participarem de uma manifestação na Avenida Boa Viagem, que contou com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e de outras lideranças da direita.
As atividades deste sábado encerraram a programação de rua das duas candidaturas no Recife antes da votação de domingo (25). Lula e Flávio Bolsonaro disputam o segundo turno da eleição presidencial após uma campanha marcada por mobilizações de apoiadores em diferentes cidades pernambucanas.
Fonte: g1
Foto: Reprodução
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta e a rede social X apresentem relatórios a cada seis horas sobre o alcance e a distribuição das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do influenciador Pablo Marçal. A medida foi tomada pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, nessa sexta-feira (23), e […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta e a rede social X apresentem relatórios a cada seis horas sobre o alcance e a distribuição das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do influenciador Pablo Marçal. A medida foi tomada pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, nessa sexta-feira (23), e vale para a reta final da eleição presidencial, cujo segundo turno será realizado neste domingo (25).
A decisão atende parcialmente a pedidos da coligação Brasil Pronto Pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A determinação faz parte de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) apresentada contra Nikolas, Marçal, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e seu vice, Alfredo Gaspar.
Na ação, a coligação acusa o deputado e o influenciador de utilizar as redes sociais para beneficiar a candidatura de Flávio Bolsonaro, por meio da divulgação de desinformação e de um suposto tratamento privilegiado dos conteúdos pelos algoritmos das plataformas digitais.
Pela decisão, Meta e X deverão informar periodicamente o número de visualizações das publicações, a origem da audiência e os mecanismos utilizados para recomendar os conteúdos aos usuários. Os relatórios finais deverão ser encaminhados à Justiça Eleitoral em até seis horas após o encerramento da votação.
O ministro também determinou que as empresas mantenham canais prioritários de comunicação com o TSE durante o sábado (24) e o domingo (25). As plataformas estão proibidas de realizar intervenções destinadas a ampliar artificialmente o alcance dos perfis investigados.
Além do monitoramento, a Meta deverá impedir que publicações de Nikolas e Marçal relacionadas a candidatos, partidos ou à eleição sejam recomendadas automaticamente a usuários que não seguem os dois perfis. A restrição vale para Instagram, Facebook e Threads, mas não impede que os seguidores continuem acessando os conteúdos.
O descumprimento das determinações poderá resultar em multa de R$ 500 mil por empresa e por infração comprovada.
Nikolas Ferreira e Pablo Marçal também ficam proibidos de divulgar conteúdos eleitorais que contrariem as regras sobre desinformação, manipulação de imagens e utilização irregular de inteligência artificial. Nesse caso, a multa prevista é de R$ 100 mil por publicação irregular, mediante verificação judicial.
O corregedor, entretanto, rejeitou o pedido para retirar integralmente os perfis dos mecanismos de recomendação das plataformas. Também negou a proibição antecipada de um vídeo que Marçal havia anunciado para este sábado, por entender que as restrições poderiam atingir manifestações políticas legítimas.
Na decisão, Cueva destacou que a Justiça Eleitoral já havia determinado, em menos de três semanas, a retirada de pelo menos seis conteúdos relacionados aos investigados.
O ministro ressaltou, porém, que as informações disponíveis até o momento não comprovam favorecimento irregular por parte dos algoritmos das plataformas. Segundo ele, os dados apresentados ainda são insuficientes para esclarecer de que maneira as publicações foram distribuídas.
A decisão será submetida ao referendo do plenário do TSE. A investigação permanece em andamento, sem conclusão definitiva sobre as irregularidades apontadas pela coligação.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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