Abertas as inscrições para o vestibular 2018 da Aesa
Por Nill Júnior
Aesa Cesa (Arcoverde)
Aesa Cesa (Arcoverde)
Estão abertas as inscrições para o vestibular da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – Aesa, referente ao primeiro semestre de 2018. As inscrições podem ser feitas até o dia 07 de dezembro somente através do site www.aesa-cesa.br. Desta vez, a Autarquia vai oferecer bolsas com 50% de descontos nos cursos Licenciatura em Educação Física, Geografia, História e Letras.
O vestibular vai ser realizado no prédio central da instituição, de acordo com o agendamento feito durante a inscrição nos dias 14, 15 e 16 de dezembro, nos horários pré-determinados pela AESA das 9h às 12h ou de 14h até às 17h. A Aesa oferece cinco cursos diurnos Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Psicologia e Licenciatura em Educação Física. E mais dez cursos que serão ministrados à noite Biologia, Geografia, Gestão Comercial, História, Letras, Matemática, Pedagogia, Enfermagem, Psicologia e Licenciatura em Educação Física.
Serão oferecidas 700 vagas no total, destas 5% estão destinadas para pessoas com deficiência. O resultado do Vestibular será divulgado pela Comissão, após 72h do encerramento de todas as provas. A divulgação será feita pelo site http://www.aesa-cesa.br.
O Hospital Regional Emília Câmara, de Afogados da Ingazeira, recebeu esse fim de semana uma avalanche de ocorrências ligadas a acidentes com moto na região. Só no domingo, pasmem, as ocorrências chegaram a quase vinte, a maioria pela relação entre álcool e duas rodas. Funcionários da unidade, médicos, Direção, destacaram a grande movimentação. Este blogueiro […]
O Hospital Regional Emília Câmara, de Afogados da Ingazeira, recebeu esse fim de semana uma avalanche de ocorrências ligadas a acidentes com moto na região. Só no domingo, pasmem, as ocorrências chegaram a quase vinte, a maioria pela relação entre álcool e duas rodas. Funcionários da unidade, médicos, Direção, destacaram a grande movimentação.
Este blogueiro esteve duas horas acompanhando a rotina da unidade ao verificar o caso dos seminaristas envolvidos em um outro acidente. Só neste período, dois acidentados, um com maior gravidade, deram entrada. Registre-se, concorde você com as OS ou não – é outro debate que também deve ser travado – todos tiveram atendimento na unidade, diante da quantidade de plantonistas, inclusive com ortopedista, cirurgião, anestesista e outros profissionais de plantão. Há um esquema que prioriza os casos mais graves e leva para segundo momento cirurgias que podem ser eletivas. Mudou muito.
Uma sugestão para legisladores na região que criticam operações como a Lei Seca, seria acompanhar os plantões na unidade aos fins de semana. Quantos teriam as vidas poupadas caso a operação tivesse presença constante, regular, ou mesmo se o processo de municipalização do trânsito avançasse em nossas cidades.
Já foi provado, a operação não é fábrica de multas. Onde está, as multas caem porque as pessoas não conciliam álcool com direção.
Nenhum governador ontem, hoje ou amanhã, teria condições de barrá-la após avançar a política via Contran. Não aceita carteirada e até secretários já foram flagrados. Assim, menos populismo e mais seriedade ao criticar esse trabalho, em nomes das vidas que se perdem no trânsito…
Em Tabira, um homicídio foi registrado neste sábado . Segundo a PM, o motorista JDPS, 27 anos, foi morto a tiros próximo à rodoviária. Ele, que mora na zona rural de Tabira, estava com sua moto Honda CG de cor vermelha, ano 1998, placa KIL 0060, tombada a uma distância de, aproximadamente, 05 (cinco) metros. […]
Em Tabira, um homicídio foi registrado neste sábado . Segundo a PM, o motorista JDPS, 27 anos, foi morto a tiros próximo à rodoviária.
Ele, que mora na zona rural de Tabira, estava com sua moto Honda CG de cor vermelha, ano 1998, placa KIL 0060, tombada a uma distância de, aproximadamente, 05 (cinco) metros.
Segundo as testemunhas, foram ouvidos dois tiros e ainda disparos visualizado um indivíduo não identificado, saindo à pé do local em direção à Praça Gonçalo Gomes. As características sugerem execução e não latrocínio, já que nada foi levado.
Segundo o irmão da vítima, a família desconhecia qualquer desavença. O corpo foi levado para o hospital local, onde foram constatadas duas perfurações, sendo uma no lado direito do tórax e outra no ombro direito. A ocorrência foi repassada à Delegacia de Polícia local.
Levantamento publicado pela revista Exame, nesta sexta (26), apresenta as cidades brasileiras com menor mortalidade por coronavírus. No topo do estudo está Petrolina como município que mais salva vidas da covid-19. A pesquisa da consultoria Macroplan analisou centenas de cidades com mais de 100 mil habitantes no Brasil. Petrolina aparece com um índice de 65,3 […]
Levantamento publicado pela revista Exame, nesta sexta (26), apresenta as cidades brasileiras com menor mortalidade por coronavírus. No topo do estudo está Petrolina como município que mais salva vidas da covid-19. A pesquisa da consultoria Macroplan analisou centenas de cidades com mais de 100 mil habitantes no Brasil.
Petrolina aparece com um índice de 65,3 mortes por 100 mil moradores. Em seguida, com menor mortalidade estão Taubaté (SP), Ribeirão das Neves (MG), Belford Roxo (RJ) e Ananindeua (PA). A cidade com maior mortalidade por covid-19, de acordo com o estudo, é Manaus (AM).
Desde o começo da pandemia, Petrolina tem se destacado como a cidade que mais salva vidas do coronavírus no Nordeste. O estudo da Macroplan é o primeiro a catalogar e tornar público os dados comparativos em todo o território nacional. “Estamos orgulhosos do resultado, em especial, a nossa equipe de saúde, que se dedicou a salvar vidas nesses meses dolorosos. Gostaríamos de ter tido nenhuma morte, mas saber que moramos na cidade que mais salvou vidas, traz esperança para seguir trabalhando”, relata o prefeito Miguel Coelho. Confira o estudo publicado na revista Exame clicando aqui.
O secretário estadual de Saúde, Iran Costa, apresentou, na manhã desta quarta-feira (24.08), durante reunião do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), em Brasília, o cenário dos acidentes de moto em Pernambuco e as ações bem sucedidas do Governo do Estado, que possibilitaram uma redução de 12,3% nos óbitos em 2015. Apesar da queda […]
O secretário estadual de Saúde, Iran Costa, apresentou, na manhã desta quarta-feira (24.08), durante reunião do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), em Brasília, o cenário dos acidentes de moto em Pernambuco e as ações bem sucedidas do Governo do Estado, que possibilitaram uma redução de 12,3% nos óbitos em 2015.
Apesar da queda nos números, os acidentes ainda têm um impacto financeiro e social alarmente em todo o País – que exigem ações efetivas e coordenadas, reunindo municípios, Estados e Governo Federal.
De acordo com o secretário, em 2015, 32.881 condutores de motos se envolveram em acidentes de trânsito (5,5% a menos que 2014, quando foram registrados 34.794) e 719 vieram a óbito (uma redução de 12,3% em relação a 2014, que apresentou 820 registros). Já a taxa de óbitos de acidentes de moto por 100 mil habitantes também apresentou queda, saindo de 8,8, em 2014, para 7,7 em 2015, um recuo de 12,9%.
Já no primeiro quadrimestre de 2016, o Estado também registrou uma diminuição no número de motociclistas atendidos em grandes emergências. No Hospital da Restauração (HR), no Recife, de janeiro a abril de 2016, foram 1.043 atendimento contra 1.329 atendimentos no mesmo período de 2015, uma redução de 22%. No Hospital Regional do Agreste (HRA), em Caruaru, foram 798 em 2016 e 1.046 em 2015, uma queda de 22,6%.
Só em 2015, Pernambuco gastou R$ 917 milhões com os acidentados, valor que envolve a rede de saúde, previdência e outras áreas. O quantitativo foi 23% menor que 2014, quando foram utilizados R$ 1,19 bilhão. Mesmo assim, o secretário avalia que o montante ainda é muito alto.
Foto: Louis Reed / Unsplash Por Mercedes Bustamante* Em 2 de setembro de 2018, o Museu Nacional do Rio de Janeiro foi devastado por um grande incêndio que consumiu, de forma irrecuperável, a maior parte de um acervo inestimável. O museu, fundado em 1818, é a instituição científica mais antiga do país e uma das […]
Em 2 de setembro de 2018, o Museu Nacional do Rio de Janeiro foi devastado por um grande incêndio que consumiu, de forma irrecuperável, a maior parte de um acervo inestimável.
O museu, fundado em 1818, é a instituição científica mais antiga do país e uma das mais importantes do mundo. Além da perda da memória e de conhecimentos únicos, especialmente sobre a América Latina, a devastação no Museu Nacional comprometeu a geração de novos conhecimentos por meio da ciência.
A ciência é a prática que nos fornece as explicações mais confiáveis sobre a natureza, nós mesmos, nossas sociedades, nossas construções físicas e de pensamento por meio das variadas áreas do conhecimento.
As ações e inações que ao longo de anos deterioraram as condições do Museu Nacional até o trágico 2 de setembro de 2018 se repetem em instituições científicas país afora e se acentuaram nos últimos três anos.
O desprezo pela educação e pela ciência nas esferas do poder federal, ancorado por discursos falaciosos e má gestão, foi demonstrado de forma cabal na solicitação do Ministério da Economia ao Senado Federal que resultou em novo corte de recursos para a ciência brasileira.
O setor já estava debilitado por manobras anteriores que impediram acesso aos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Os recursos do FNDCT, cuja destinação é claríssima pelo próprio nome do Fundo, garantiriam a sobrevida de projetos e programas de pesquisa e inovação, em particular o Edital Universal do CNPq que sustenta todos os níveis do Sistema de Ciência e Tecnologia.
Se o incêndio do Museu Nacional consumiu nossa memória, a manobra do Ministério da Economia, encampada pelo Senado, consome as nossas possibilidades de construir um país com base numa economia do conhecimento.
Impossível avaliar a degradação do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia sem também mencionar o desmonte da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), fundação vinculada ao Ministério da Educação e responsável pela avaliação e fomento aos Programas de Pós-graduação no Brasil.
A maior parte da pesquisa científica no país é conduzida em universidades públicas e no âmbito de programas de pós-graduação por pesquisadores e alunos de mestrado e doutorado.
A CAPES tem sido instrumental para a expansão e consolidação da formação em nível de pós-graduação. No entanto, seus programas de bolsas de estudo e pesquisa, que permitem a dedicação desses jovens pesquisadores, padecem de restrições crescentes de recursos e os valores das bolsas encontram-se defasados pela ausência de reajustes recentes.
As inúmeras mudanças na gestão, com dirigentes cada vez menos capacitados para suas funções, têm gerado instabilidades e controvérsias que lançam incertezas sobre a sustentação dos programas de pós-graduação.
O estudo histórico do sucesso moderno da pesquisa tem mostrado repetidamente que o conhecimento básico, a tecnologia e a inovação estão intensamente conectados formando um único e coeso tecido. Ademais, avanços científicos e tecnológicos emergem do conhecimento resultante de investimentos e contribuições de muitos grupos de pesquisa ao longo de anos.
Por seu caráter sistêmico, os grandes desafios do Brasil no plano nacional e internacional só poderão ser enfrentados a partir de um investimento consistente e previsível em ciência e na formação de recursos humanos com conhecimentos, habilidades e ferramentas necessários para lidar com questões complexas que envolvem dimensões sociais, econômicas e ambientais.
Não se trata somente de compartilhar os produtos da ciência, mas também os seus valores como o raciocínio crítico, a resiliência diante da incerteza e o apreço pelo conhecimento.
A atuação míope do Ministério da Economia ao propor o corte das verbas suplementares para a ciência brasileira, e a falta de interesse ou avaliação profunda por parte do Senado Federal das consequências nefastas desse corte, tornam o país refém de um presente medíocre e de um futuro sem perspectivas.
*Mercedes Bustamante é pesquisadora da UnB e membro da Coalizão Ciência e Sociedade. O artigo é endossado pela Coalizão Ciência e Sociedade
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