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Veja como foi: Bolsonaro em Sertânia

Por Nill Júnior

O Presidente Jair Bolsonaro acompanhou o início de testes e pré-operação do 1º trecho do Ramal do Agreste, direto de Sertânia (PE).   A ação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) liberou, nesta sexta-feira (19), a passagem de água do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para o rio Paraíba, em Monteiro (PB). A medida atende solicitação feita em 12 de fevereiro pela Secretaria da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente (Seirhma) do estado.

O governo paraibano solicitou a liberação emergencial da água por duas razões principais: pela necessidade de perenizar o Rio Paraíba entre Monteiro e a Barragem Boqueirão, viabilizando a captação de água para consumo humano nesse trecho; e para dar continuidade aos testes de comissionamento no lote 1 do Canal Acauã/Araçagi. No momento, a Barragem Acauã encontra-se com 13,78% de sua capacidade, o que é insuficiente para a realização dos testes, de acordo com o Governo do Estado.

Em decorrência das chuvas abundantes no estado da Paraíba em 2020, o bombeamento do Projeto São Francisco na região havia sido interrompido no segundo trimestre, já que os reservatórios apresentavam segurança hídrica.

Na fase atual, em que a operação comercial não está formalizada, o Projeto São Francisco prioriza situações emergenciais.

Eixo Leste: com 97,13% de execução, o Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco está em pré-operação desde março de 2017, beneficiando 57 municípios, sendo 21 em Pernambuco e 36 na Paraíba. As seis estações de bombeamento estão operacionais (EBV-1, 2, 3, 4, 5 e 6).

O funcionamento do Eixo Leste evitou que a cidade de Campina Grande entrasse em colapso hídrico à época, em função da maior seca já registrada em mais de 100 anos. Também por meio do Eixo Leste, a Adutora do Pajeú (inaugurada em 2020) capta água e atende os distritos e sede dos municípios de Carnaubeira da Penha, São José do Egito, Tuparetama e Itapetim, em Pernambuco, e Princesa Isabel, na Paraíba.

Quando totalmente concluído, o Eixo Leste vai beneficiar cerca de 5,5 milhões de pessoas na Paraíba e em Pernambuco. Já o Eixo Norte, que também inclui os estados do Ceará e Rio Grande do Norte, vai atender, assim que finalizado, cerca de 6,5 milhões de pessoas. No total, serão 12 milhões de moradores beneficiados com as águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

Saiba quais municípios podem ser beneficiados com a liberação de água a partir de Monteiro (PB): Alagoa Nova, Alcantil, Amparo, Barra de Santana, Boa Vista, Boqueirão, Cabaceiras, Camalaú, Campina Grande, Caturité, Congo, Coxixola, Cubati, Gurjão, Juazeirinho, Lagoa Seca, Livramento, Matinhas, Olivedos, Ouro Velho, Parari, Pedra Lavrada, Pocinhos, Prata, Queimadas, Riacho de Santo Antônio, Santo André, São João do Cariri, São José dos Cordeiros, São Sebastião de Lagoa de Roça, Seridó, Serra Branca, Soledade, Sossêgo e Sumé.

Outras Notícias

Sertão do Pajeú gera apenas 41 empregos formais em março

Melhor resultado do Sertão é de Inajá, com 114 postos formais. Pior resultado é de Lagoa Grande, que registrou saldo negativo (-164). No Pajeú, o melhor saldo é de Afogados da Ingazeira, com 14 vagas de trabalho.  Por Juliana Lima  O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 425 postos de trabalho formais no último […]

Melhor resultado do Sertão é de Inajá, com 114 postos formais. Pior resultado é de Lagoa Grande, que registrou saldo negativo (-164). No Pajeú, o melhor saldo é de Afogados da Ingazeira, com 14 vagas de trabalho. 

Por Juliana Lima 

O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 425 postos de trabalho formais no último mês de março, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged). 

No levantamento por região, os melhores saldos são do Sertão do Araripe, com 182 empregos, e Sertão do Moxotó, com 120. A região do Pajeú teve saldo de apenas 41 postos, o Sertão Central apenas 40, o Sertão do São Francisco apenas 22 e o Sertão de Itaparica apenas 19. 

Entre as maiores cidades sertanejas, apenas Araripina (87) e Salgueiro (37) tiveram saldo positivo. Serra Talhada (-11), Arcoverde (-27) e   Petrolina (-84) apresentaram saldo negativo no período. 

No Pajeú, tiveram saldo positivo apenas Afogados da Ingazeira (14),  Iguaracy (7),  Itapetim (6), Carnaíba (5), Tuparetama (5) e Flores (4). Os resultados mais negativos são de Tabira (-10), Brejinho (-11) e Serra Talhada (-11). 

Confira o ranking por região do Sertão:

Sertão do Moxotó 

  1.   Inajá (114)
  2.   Ibimirim (3)
  3.   Sertânia (3)
  4.   Betânia (-2)
  5.   Manari (-3)
  6.   Arcoverde (-27)
  7.   Custódia (-44)

Sertão do Pajeú

  1.   Afogados da Ingazeira (14)
  2.   Iguaracy (7)
  3.   Itapetim (6)
  4.   Carnaíba (5)
  5.   Tuparetama (5)
  6.   Flores (4)
  7.   Ingazeira (0)
  8.   Quixaba (0)
  9.   São José do Egito (0)
  10.                 Solidão (0)
  11.                 Calumbi (-2)
  12.                 Santa Cruz da Baixa Verde (-2)
  13.                 Triunfo (-2)
  14.                 Santa Terezinha (-4)
  15.                 Tabira (-10)
  16.                 Brejinho (-11)
  17.                 Serra Talhada (-11)

Sertão Central

  1.   Salgueiro (37)
  2.   Cedro (1)
  3.   Parnamirim (1)
  4.   São José do Belmonte (1)
  5.   Mirandiba (0)
  6.   Serrita (-1)
  7.   Verdejante (-1)

Sertão de Itaparica

  1.   Belém do São Francisco (8)
  2.   Floresta (6)
  3.   Tacaratu (5)
  4.   Carnaubeira da Penha (0)
  5.   Itacuruba (0)
  6.   Petrolândia (-15)
  7.   Jatobá (-38)

Sertão do Araripe

  1.   Araripina (87)
  2.   Trindade (39)
  3.   Santa Filomena (25)
  4.   Ipubi (17)
  5.   Exu (10)
  6.   Moreilândia (2)
  7.   Santa Cruz (2)
  8.   Granito (0)
  9.   Bodocó (-5)
  10.                 Ouricuri (-9)

Sertão do São Francisco

  1.   Afrânio (16)
  2.   Santa Maria da Boa Vista (5)
  3.   Cabrobó (1)
  4.   Terra Nova (0)
  5.   Orocó (-6)
  6.   Dormentes (-24)
  7.   Petrolina (-84)
  8.   Lagoa Grande (-164)

 

Confira o ranking geral de empregos no Sertão:

  1. Inajá (114)
  2. Araripina (87)
  3. Trindade (39)
  4. Salgueiro (37)
  5. Santa Filomena (25)
  6. Ipubi (17)
  7. Afrânio (16)
  8. Afogados da Ingazeira (14)
  9. Exu (10)
  10. Belém do São Francisco (8)
  11. Iguaracy (7)
  12. Floresta (6)
  13. Itapetim (6)
  14. Carnaíba (5)
  15. Santa Maria da Boa Vista (5)
  16. Tacaratu (5)
  17. Tuparetama (5)
  18. Flores (4)
  19. Ibimirim (3)
  20. Sertânia (3)
  21. Moreilândia (2)
  22. Santa Cruz (2)
  23. Cabrobó (1)
  24. Cedro (1)
  25. Parnamirim (1)
  26. São José do Belmonte (1)
  27. Carnaubeira da Penha (0)
  28. Granito (0)
  29. Ingazeira (0)
  30. Itacuruba (0)
  31. Mirandiba (0)
  32. São José do Egito (0)
  33. Solidão (0)
  34. Terra Nova (0)
  35. Quixaba (0)
  36. Serrita (-1)
  37. Verdejante (-1)
  38. Betânia (-2)
  39. Calumbi (-2)
  40. Santa Cruz da Baixa Verde (-2)
  41. Triunfo (-2)
  42. Manari (-3)
  43. Santa Terezinha (-4)
  44. Bodocó (-5)
  45. Orocó (-6)
  46. Ouricuri (-9)
  47. Tabira (-10)
  48. Brejinho (-11)
  49. Serra Talhada (-11)
  50. Petrolândia (-15)
  51. Dormentes (-24)
  52. Arcoverde (-27)
  53. Jatobá (-38)
  54. Custódia (-44)
  55. Petrolina (-84)
  56. Lagoa Grande (-164)

 

 

 

 

 

Documentário critica aumento aprovado pela Câmara de Afogados

Um documentário de pouco mais de três minutos produzido por Willian Tenório é a mais nova crítica à decisão da Câmara de Vereadores de aumentar o teto dos vencimentos dos vereadores para R$ 7.535,00. O documento tem ainda a participação de  Bruna Tavares, Fátima Silva, Richard Soares e Thiago Caldas. “Em 2016, dias antes da […]

Um documentário de pouco mais de três minutos produzido por Willian Tenório é a mais nova crítica à decisão da Câmara de Vereadores de aumentar o teto dos vencimentos dos vereadores para R$ 7.535,00. O documento tem ainda a participação de  Bruna Tavares, Fátima Silva, Richard Soares e Thiago Caldas.

“Em 2016, dias antes da eleição os vereadores de Afogados da Ingazeira aprovaram em sessão secreta o aumento de seus vencimentos para a próxima legislatura para R$ 7.535,00 e mantiveram segredo até o dia 1º de outubro, véspera da eleição”, diz texto do vídeo.

Em um megafone, Fátima Silva da Casa da Mulher do Nordeste, propaga o aumento para transeuntes, pessoas normais, que circulam pela Manoel Borba. O vídeo mostra que, enquanto cidadãos comuns trabalham e executam tarefas comuns ao seu cotidiano, às 8h30 da manhã, horário de pico, a Câmara está parada,  sem atividade alguma.

camaraO vídeo traz ainda dados de quanto ganha a maioria da população, 78,67%, entre meio e um salário mínimo por mês.

A  decisão de aumento do teto teria sido tomada por Resolução da Mesa Diretora, pelo que foi informado, que conta com Frankilin Nazário, Augusto Martins e José Carlos. Comunicado, o plenário também não deu publicidade à decisão. Até a a vereadora Antonieta Guimarães disse não ter tido acesso nem quando interpelou um vereador.

Estariam na sessão,  Cícero Miguel, Igor Mariano,  Zé Negão, Pedro Raimundo,  Raimundo Lima, Luiz Bizorão,  Renaldo Lima e Renon de Ninô. Isso porque até agora Vicentinho e Antonieta já informaram não ter participado da sessão.

 

Último repasse do FPM de julho cresce, mas mês fecha em queda de 11,43%

As prefeituras receberão o último repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de julho na sexta-feira, 28 de julho. A quantia a ser partilhada soma R$ 3.614.100.453,76, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em comparação à mesma transferência de […]

As prefeituras receberão o último repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de julho na sexta-feira, 28 de julho. A quantia a ser partilhada soma R$ 3.614.100.453,76, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Em comparação à mesma transferência de 2022, o repasse teve crescimento de 15,96%, descontado os efeitos da inflação. No entanto, o mês encerra com queda de 11,43%. Como a Confederação Nacional de Municípios (CNM) já explicou, o impacto é resultado do alto número de restituições de Imposto de Renda (IR), que é receita do Fundo, e da acentuada redução do IRPJ, de R$ 7,8 bilhões.

No acumulado do ano, o FPM acumula, até o momento, crescimento deflacionado de 1,41% em relação ao  mesmo  período de 2022. Foram R$ 108,6 bilhões repassados de janeiro a julho passado e R$ 110,1 bilhões nos mesmos meses de 2023 – os valores incluem o repasse adicional de 1% de julho.

Novos coeficientes

Os repasses do FPM, conforme divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), devem considerar os novos coeficientes de distribuição do Fundo a partir de julho. Os novos índices foram divulgados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na Decisão Normativa 205/2023, conforme determina o art. 2º da Lei Complementar 198/2023. 

Além disso, no mês, teve de ser depositado valores de compensação financeira prevista na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1043, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Para esses ajustes, a CNM divulgou orientações aos gestores sobre a contabilização.

Acesse aqui os valores do 3º decêndio de julho do FPM por coeficiente. As informações são da Agência CNM de Notícias.

Compesa identifica desvio de água que abasteceria cinco mil pessoas dia em ST

Uma operação de combate a desvios de água ao longo da Adutora do Pajeú, no município de Serra Talhada, coordenada pela Compesa com apoio da Polícia Militar, resultou na retirada de sete ligações clandestinas, entre terça (14) e quarta-feira (15) da última semana. Três das ligações removidas eram reincidentes e ocorreram, principalmente, em dispositivos da […]

Uma operação de combate a desvios de água ao longo da Adutora do Pajeú, no município de Serra Talhada, coordenada pela Compesa com apoio da Polícia Militar, resultou na retirada de sete ligações clandestinas, entre terça (14) e quarta-feira (15) da última semana.

Três das ligações removidas eram reincidentes e ocorreram, principalmente, em dispositivos da rede, como ventosas e derivações, utilizados de forma indevida para retirada de água. Não houve flagrante, porém esses casos serão tratados pelas autoridades policiais e pode haver agravante de pena.

Com a ação, foram recuperados 10 litros por segundo da vazão do sistema, que saiu de 172 litros por segundo para 182 litros por segundo, o que representa cerca de 5,8% de ganho operacional.

O volume recuperado equivale a 864 mil litros de água por dia, o suficiente para abastecer 864 caixas d’água de 1.000 litros diariamente, beneficiando diretamente até cinco mil pessoas. A operação também se destacou pelo alcance, com cerca de 46 km de adutora inspecionados, mais que o dobro do trecho inicialmente previsto.

A Adutora do Pajeú é fundamental para o abastecimento da região e vinha sendo impactada por perdas decorrentes devido à intervenções irregulares ao longo de sua extensão, comprometendo a chegada de água às localidades atendidas. As fiscalizações serão intensificadas em parceria com os órgãos de segurança pública.

TSE determina eleição direta para governador do Tocantins

Foi publicado no Diário da Justiça eletrônico da última terça-feira (27) o acórdão que determinou a cassação do governador de Tocantins, Marcelo Miranda, e de sua vice, Cláudia Lélis. A decisão estabelece também a realização de eleições diretas para a escolha do novo titular, que governará o estado até o dia 31de dezembro de 2018, […]

Foi publicado no Diário da Justiça eletrônico da última terça-feira (27) o acórdão que determinou a cassação do governador de Tocantins, Marcelo Miranda, e de sua vice, Cláudia Lélis. A decisão estabelece também a realização de eleições diretas para a escolha do novo titular, que governará o estado até o dia 31de dezembro de 2018, data em que os governadores eleitos em 2014 encerram seus mandatos.

De acordo com o artigo 224 (parágrafos 3º e 4º) do Código Eleitoral, o pleito deve ser convocado no prazo de 40 dias. A norma determina a realizado de eleição direta sempre que a cassação ocorrer antes de seis meses para o final do mandato.

A decisão pela cassação de Marcelo Miranda e Cláudia Lélis ocorreu na última quinta-feira (22), quando a maioria dos ministros entendeu que houve arrecadação ilícita de recursos para a campanha de governador em 2014.

De acordo com a acusação do Ministério Público Eleitoral, uma das provas das irregularidades cometidas foi a prisão de uma aeronave, durante a campanha, com R$ 500 mil e quase quatro quilos de material de campanha dos então candidatos. Além disso, o MPE sustentou que R$ 1,5 milhão teriam sido destinados à campanha de ambos na forma de contratos e operações simuladas de um conjunto de apoiadores do candidato. Tais recursos teriam sido movimentados por contas de laranjas, uma delas de um estagiário, com diversas quantias sacadas em espécie na boca do caixa.