“Caguei para a CPI, não vou responder nada”, diz Bolsonaro sobre carta de senadores
Por André Luis
Em carta, cúpula se manifesta sobre o depoimento do deputado Luis Miranda
Por Daniel Medeiros/Folha de Pernambuco
Usando palavra de baixo calão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na noite desta quinta-feira (8) que não vai responder a uma carta do presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-MA), do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e do relator Renan Calheiros (MDB-AL) provocando o mandatário a se manifestar sobre o depoimento do deputado Luis Miranda (DEM-DF) a respeito do caso Covaxin.
“Sabe qual a minha resposta? Caguei! Caguei para a CPI, não vou responder nada!”, afirmou Bolsonaro em sua live semanal. O presidente voltou a atacar senadores independentes e de oposição e referiu-se aos três da cúpula da CPI como “imbecil”, “hipócrita” e “analfabeto”.
“Não vou responder nada para estes caras, não vou responder nada para este tipo de gente”, disse Bolsonaro.
“Tomamos essa iniciativa de maneira formal, tendo em vista que no dia de hoje, após 13 dias, Vossa Excelência não emitiu qualquer manifestação afastando, de forma categórica, pontual e esclarecedora, as graves afirmações atribuídas à Vossa Excelência, que recaem sobre o líder de seu governo”, afirmam os senadores na carta protocolada no fim da tarde na Presidência da República.
O Governo Municipal de Sertânia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania, realiza desde a última segunda-feira (4) a capacitação de Excelência no Atendimento e Boas Práticas no Serviço Público. O treinamento é voltado para os funcionários do município que atendem diretamente à população. As aulas seguem até sexta-feira (8), das 19h às […]
O Governo Municipal de Sertânia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania, realiza desde a última segunda-feira (4) a capacitação de Excelência no Atendimento e Boas Práticas no Serviço Público.
O treinamento é voltado para os funcionários do município que atendem diretamente à população.
As aulas seguem até sexta-feira (8), das 19h às 22h. Elas são no modo presencial e acontecem para uma turma de 30 pessoas no auditório Central de Oportunidades de Pernambuco (COPE).
A capacitação está sendo realizada pela consultoria Braga Perception, através do seu diretor Antônio Fernando Braga e Silva, que é mestre em Planejamento e Gestão Organizacional pela Universidad Autonoma de Madrid e Mestre em Gestão Pública pela UFPE. A Braga Perception já prestou consultoria para empresas como Moura Dubeux e Bompreço.
Estão sendo abordados temas como: importância da comunicação eficiente e da escuta atenta para a promoção de um atendimento ao cidadão com eficiência e eficácia; capacidade de atendimento humanizado à população; capacidade de resolver demandas e conflitos; importância da comunicação como diferencial para a prestação dos serviços visando um feedback positivo; entre outros.
“Aqui na Prefeitura de Sertânia nós temos uma política de qualificação profissional a fim de aumentar cada vez mais a qualidade dos serviços prestados à população. São esses servidores que diariamente atendem as pessoas e fazem a máquina funcionar. Por isso, devem saber procurar meios e ferramentas que facilitem o acesso a serviços e a informações. Esse é um momento importante para que possam estar sensibilizados em receber e atender bem nosso usuário”, disse o prefeito Ângelo Ferreira.
Estão participando servidores da Secretaria Serviços Públicos, Saúde, Desenvolvimento Social e Cidadania e Infraestrutura e Projetos Especiais.
Participaram da solenidade de abertura da capacitação o Secretário de Desenvolvimento Social e Cidadania, Paulo Henrique Ferreira; presidente da Câmara de Vereadores de Sertânia, Antonio Henrique Ferreira (Fiapo); Vereador Mundico; e os funcionários da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania, Ricardo Pinheiro e Autamires Freire.
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, inaugurou nesta sexta-feira (12), ao lado do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, o novo terminal de contêineres da APM Terminals no Complexo Industrial Portuário de Suape. O empreendimento, que recebeu mais de R$ 2 bilhões em investimentos privados, é considerado um marco para a logística nacional e consolida Pernambuco […]
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, inaugurou nesta sexta-feira (12), ao lado do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, o novo terminal de contêineres da APM Terminals no Complexo Industrial Portuário de Suape. O empreendimento, que recebeu mais de R$ 2 bilhões em investimentos privados, é considerado um marco para a logística nacional e consolida Pernambuco como um dos principais hubs portuários do país.
A nova estrutura é a primeira operação portuária 100% eletrificada da América Latina e amplia em 55% a capacidade operacional de movimentação de contêineres de Suape. O projeto fortalece a inserção do Estado nas principais rotas internacionais de comércio, além de impulsionar a geração de emprego, renda e desenvolvimento econômico. A vice-governadora Priscila Krause também participou da cerimônia.
Durante o evento, Raquel Lyra destacou os investimentos realizados pelo Governo de Pernambuco para garantir as condições necessárias à ampliação do porto.
“Pernambuco hoje tem o porto mais pronto para crescimento do Norte e Nordeste brasileiro. Fizemos o dever de casa, garantimos a dragagem do porto interno, do porto externo, a requalificação do molhe, e tudo isso permitiu, em parceria com o governo federal, que a gente pudesse ser a alternativa real de investimento como está acontecendo aqui hoje com o novo terminal de contêineres. Estamos prontos para os próximos 25 anos”, afirmou a governadora.
O vice-presidente Geraldo Alckmin ressaltou a importância estratégica do empreendimento para o desenvolvimento do país e destacou o caráter sustentável da operação.
“É uma alegria voltar a Pernambuco num dia importantíssimo. O primeiro terminal portuário da América Latina 100% eletrificado mostra a preocupação com a questão ambiental. Esses investimentos vão possibilitar aumentar em 55% a capacidade portuária. Os portos são uma grande ferramenta para o nosso desenvolvimento”, declarou.
Estrutura moderna e tecnologia de ponta
O novo terminal ocupa uma área de aproximadamente 495 mil metros quadrados e conta com um cais de 430 metros de extensão, além de profundidade de até 15,5 metros, permitindo a operação de navios de grande porte que atuam nas principais rotas globais de transporte marítimo.
O presidente de Suape, Armando Monteiro Bisneto, destacou que o investimento fortalece a infraestrutura portuária do Estado e amplia sua competitividade.
“Esse investimento amplia nossa capacidade operacional, fortalece a conexão com os principais mercados globais e envia uma mensagem clara ao mundo: Pernambuco está preparado para receber grandes empreendimentos e liderar um novo ciclo de crescimento sustentável, inovação e competitividade”, afirmou.
A modernização do terminal inclui cerca de R$ 235 milhões em equipamentos eletrificados e sistemas de operação remota para guindastes e equipamentos de movimentação de cargas, colocando Suape entre os terminais mais avançados da América Latina.
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé França, destacou a união entre os setores público e privado para viabilizar o projeto.
“Isso é o exemplo de uma entrega para o povo, que se dá através de investimentos públicos e privados. Tudo isso para que a gente possa gerar mais oportunidades para o povo brasileiro e fazer a economia crescer”, declarou.
Geração de empregos e impacto regional
Durante a fase de implantação, o projeto gerou mais de 2 mil empregos diretos e indiretos. O prefeito de Ipojuca, Carlos Santana, classificou a inauguração como um momento histórico para o município e para Pernambuco.
“Suape voltou a crescer, se desenvolver e gerar emprego para Ipojuca”, afirmou.
Segundo o diretor-superintendente da APM Terminals Suape e Pecém, Daniel Rose, o terminal foi projetado para ampliar a competitividade logística da região e fortalecer a conexão do Nordeste com os mercados internacionais.
Também presente na solenidade, o deputado federal Silvio Costa Filho destacou a parceria entre os governos estadual e federal para a concretização do empreendimento.
A cerimônia contou ainda com a presença dos secretários estaduais Danielle Jar Souto e João Salles, dos deputados federais Túlio Gadêlha e Mendonça Filho, do deputado estadual Romero Sales Filho, do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e do prefeito do Recife, Victor Marques.
Ao vivo na Pajeú, motoristas que circulam pela PE criticaram na Rádio Pajeú a promessa não cumprida até agora pela Secretaria de Transportes. Houve quem chamasse autoridades de “sem vergonha” e “safadas” Ouvintes da Rádio Pajeú que circulam pelas PEs sertanejas desabafaram contra o Governo do Estado e Secretaria de Transportes pela demora na retomada […]
Ao vivo na Pajeú, motoristas que circulam pela PE criticaram na Rádio Pajeú a promessa não cumprida até agora pela Secretaria de Transportes. Houve quem chamasse autoridades de “sem vergonha” e “safadas”
Ouvintes da Rádio Pajeú que circulam pelas PEs sertanejas desabafaram contra o Governo do Estado e Secretaria de Transportes pela demora na retomada das obras de restauro da PE 292, que liga Afogados da Ingazeira a ligação com a PE 275, até Albuquerque-Né, em Sertânia.
As críticas foram pesadas. O primeiro a ligar, Neco Ramos, de Afogados da Ingazeira, chegou a afirmar que as autoridades do Estado como o Govenador Paulo Câmara e o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira eram “safadas” por não cumprir o compromisso de retomar a obra com a força que ela exige.
“Isso é uma vergonha! O povo pagando tanto imposto e as estradas desse jeito! Devia pegar esse governador e por numa ambulância para circular nessa estrada a 120 quilômetros por hora”, desabafou. Sobre Sebastião Oliveira, disse ter sido um erro que ele novamente tenha sido escolhido como titular da pasta de Transportes. “O povo de Serra Talhada vota nesse homem pra Deputado e ele não assume. É um péssimo Secretário”.
Outros ouvintes reforçaram a cobrança. Dentre os relatos, chamou a atenção a comparação feita por ouvintes entre cidades sertanejas da Paraíba e de Pernambuco. “Se você vier da Paraíba de olhos fechados, vai saber que chegou em Pernambuco por conta dos buracos”, relatou o ouvinte Wellington Silva. “O Governador veio aqui, assinou ordem de serviço e depois ficou como vimos aí”, questionou Pedro Araújo. “Ando por vários estados e posso assegurar que aqui estão as piores estradas”, denuncia Jadson Liberato.
Não faltaram questionamentos a autoridades ligadas ao Governo do Estado e que são da região como José Patriota, Anchieta Patriota, Ângelo Ferreira, Adelmo Moura e o próprio Sebastião Oliveira. Também houve críticas a outras PEs, como a 320, cujo recapeamento em alguns trechos é mal feito, e da PE entre Cruzeiro do Nordeste e serrania, um retão cheio de imperfeições e buracos.
O governador Paulo Câmara autorizou o recapeamento da pista no dia 4 de janeiro, três dias após a posse. Decorridos quase dois meses, não há um só sinal de que a estrada vire uma realidade. A última promessa foi de que logo após o carnaval haveria retomada do recapeamento.
Ouça o desabafo forte de ouvintes esta manhã, no quadro Repórter Popular. O quadro diário, é uma tribuna aberta para ouvintes da Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total:
Na outra ponta, o pior resultado foi registrado em Flores. O Blog Juliana Lima fez o levantamento das vagas de empregos formais geradas no último mês de junho no Sertão do Pajeú. Conforme dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), os melhores resultados do mês foram registrados nas cidades de Carnaíba, Tabira […]
Na outra ponta, o pior resultado foi registrado em Flores.
O Blog Juliana Lima fez o levantamento das vagas de empregos formais geradas no último mês de junho no Sertão do Pajeú.
Conforme dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), os melhores resultados do mês foram registrados nas cidades de Carnaíba, Tabira e São José do Egito.
Confira o saldo de vagas gerado nas dezessete cidades do Pajeú: Carnaíba (35), Tabira (24), São José do Egito (18), Afogados da Ingazeira (14), Brejinho (8), Santa Cruz da Baixa Verde (6), Itapetim (2), Quixaba (2) e Triunfo (2).
Três cidades tiveram o saldo zerado no mês: Calumbi (0), Ingazeira (0) e Serra Talhada (0). Fecharam no vermelho com saldo negativo: Solidão (-1), Iguaracy (-4), Tuparetama (-5), Santa Terezinha (-25) e Flores (-57).
Na contramão, aumento chegou apenas para quem trabalha na agricultura e no setor público Estadão Conteúdo Os anos de crise, além de terem destruído empregos e levado ao aumento da informalidade, também corroeram o rendimento dos trabalhadores da maioria dos segmentos. A depender da área de atuação, a perda real (já considerada a inflação) superou […]
Na contramão, aumento chegou apenas para quem trabalha na agricultura e no setor público
Estadão Conteúdo
Os anos de crise, além de terem destruído empregos e levado ao aumento da informalidade, também corroeram o rendimento dos trabalhadores da maioria dos segmentos. A depender da área de atuação, a perda real (já considerada a inflação) superou os 16% nos últimos cinco anos. De nove setores da iniciativa privada analisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cinco tiveram quedas significativas na renda que o trabalhador recebe habitualmente por mês.
Entre o primeiro trimestre de 2014, antes da recessão, e os três primeiros meses deste ano, os trabalhadores de alojamento e alimentação (de hotéis, pousadas, restaurantes ou vendedores de alimentos), da construção e do transporte foram os que tiveram as maiores perdas reais de rendimento, de 7,2% a 16,3%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) – Contínua, do IBGE, selecionados para o jornal O Estado de S. Paulo pela consultoria LCA.
Entre os trabalhadores da iniciativa privada, apenas os da agricultura tiveram aumento real expressivo do rendimento habitual, de 5,2% durante esse mesmo período. No grupo que inclui quem trabalha no setor público, houve um aumento real ainda maior, de 7,5%.
A queda na renda das famílias e o aumento da informalidade – sobretudo em atividades ligadas aos serviços, como o transporte com aplicativos e a venda de alimentos – e o afundamento do setor de construção civil ajudam a explicar o menor rendimento que esses trabalhadores têm recebido, avalia o economista Cosmo Donato, da LCA.
Por um lado, as famílias têm menos condição de gastar com alimentação fora de casa, transporte e lazer hoje do que gastavam em 2014, diz Donato. “Por outro lado, desempregados da indústria e do comércio recorreram ao transporte e à alimentação para sobreviver, vendendo comida na rua ou se tornando motoristas de aplicativos, por exemplo. A informalidade puxou o rendimento para baixo.”
O motorista particular e taxista Wallinson de Melo, de 34 anos, é um dos trabalhadores que sentiram o impacto do aumento da informalidade em seu segmento. “Até 2014, a gente conseguia tirar facilmente até R$ 12 mil por mês. Foi quando realizei o sonho de comprar uma casa para a minha mãe, na Paraíba. Hoje, com sorte, ganho R$ 6 mil. Com o desemprego, as pessoas trocaram o táxi pelo ônibus e a concorrência aumentou, muito engenheiro virou Uber. Aquele tempo não volta.”
Desequilíbrio
Muitos que perderam o emprego caíram na informalidade ou conseguiram novas vagas com remuneração mais baixa; quem se manteve empregado, não conseguiu ser promovido, avalia o economista da Universidade de Brasília (UnB) José Luís Oreiro. “O garçom de um restaurante com menos dinheiro no bolso gasta menos no mercadinho. O dono do mercadinho deixa de ir no restaurante. A queda no rendimento habitual gera um efeito negativo, em cascata, na economia.”
“A crise ainda se reflete na renda dos trabalhadores. O empresário que tinha planos de expandir, desistiu. Muitos hotéis passaram a desativar momentaneamente alguns andares, em períodos de movimento mais fraco”, acrescenta Darly Abreu, diretor do Sinthoresp (sindicato que reúne, entre outros, trabalhadores de hotéis, restaurantes, lanchonetes e bares).
Ele lembra que, além da renda habitual, quem trabalha em restaurantes ganha menos gorjetas do que antes da crise. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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