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4ª Mostra Pajeú de Cinema abre inscrições para oficina de crítica com Heitor Augusto

Por Nill Júnior

Crítico paulista coordenará núcleo de criação de textos durante a MPC; candidatos devem preencher ficha de inscrição online; selecionados terão a chance de participar de júri especial

A Mostra Pajeú de Cinema abre, nesta quinta-feira (12/4), inscrições gratuitas para a oficina de crítica cinematográfica com Heitor Augusto. Viabilizado pelo Funcultura / Governo do Estado e organizado pela Pajeú Filmes, a 4ª MPC será realizada nos próximos dias 15 a 26 de maio, em Afogados da Ingazeira, Iguaracy e Ingazeira, no Sertão de Pernambuco.

Os interessados devem preencher uma ficha de inscrição online através do site da mostra (www.mostrapajeudecinema.com.br), com um texto de até 2500 caracteres sobre um filme da sua escolha (curta ou longa, ficção ou documentário). A oficina será realizada de 18 a 26 de maio, em Afogados da Ingazeira. Após os primeiros encontros teóricos, os participantes partem para o exercício prático e, sob orientação do coordenador, escrevem sobre os filmes da 4ª MPC. Os textos serão publicados no site do evento, no decorrer da programação. Além disso será formado um júri especial, que elegerá o melhor filme da mostra.

De acordo com Heitor Augusto, a oficina pretende construir uma atmosfera propícia ao encontro, à discussão e à reflexão para os cinéfilos e demais interessados pelo texto crítico. “A escrita crítica é uma forma desnudamento que implica paixão e lucidez, sensibilidade e reflexão racional. É uma maneira de intervir no mundo e de nele viver a partir/por meio dos filmes. A escrita crítica mobiliza afeto, embate, intensidade, emoções, argumentos. Um texto crítico diz muito não apenas sobre um filme, mas também de um momento histórico e de quem escreve. É a arte de olhar, de contribuir para a permanência de uma obra no tempo, de jogar luzes sobre capítulos invisibilizados, de reposicionar o passado no presente, forjando um futuro”.

Coordenação – Heitor Augusto é crítico de cinema, pesquisador, professor e curador. Tem textos publicados em revistas eletrônicas de crítica, veículos da mídia impressa, além de catálogos de mostras de cinema e coletâneas. Como professor ministrou os cursos Spike Lee: Raça, Cinema e Identidade, Um Olhar Sobre o Cinema Autoral Brasileiro, Blaxploitation e o Cinema Negro dos EUA, Cinema Americano – Anos 70, Historiografia do Cinema Brasileiro, Multiplicidades do Cinema Africano, O Som ao Redor e o Cinema Pernambucano, entre outros. Coordenou o Janela Crítica (2015-16), oficina do Janela Internacional de Cinema do Recife, além de ter ministrado workshops no mesmo formato no Festival Internacional de Curtas de São Paulo (2013-15), Panorama Coisa de Cinema/BA (2016) e Perro Loco/GO (2015).

Foi também um dos curadores do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2017), da 14ª Mostra ABD Cine Goiás – FICA (2016) e da MIMO – Festival de Cinema e Música (2013-2015). Como jurado de programas de fomento participou do 9º Funcultura (PE) na categoria Curtas-metragens (2016) e do Mapa Cultural Paulista (2015), além de atuar como parecerista para o Ministério da Cultura. Também integrou o júri oficial da 20ª Mostra de Tiradentes (2017) e do 19º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (2017). Seus trabalhos mais recentes estão na intersecção entre estética, história e raça. Seus textos podem ser encontrados no site pessoal Urso de Lata (www.ursodelata.com).

Sobre a MPC – A 4ª edição da Mostra Pajeú de Cinema é organizada pela Pajeú Filmes, com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e conta com apoio da Rádio Pajeú, Gerência Regional de Educação – Sertão do Alto Pajeú, Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Educação de Iguaracy, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo de Iguaracy, Secretaria de Educação de Ingazeira e Secretaria de Cultura de Ingazeira.

Outras Notícias

Tuparetama inicia pavimentação asfáltica em Santa Rita e Vila do Cajueiro

A Prefeitura de Tuparetama iniciou serviços de pavimentação asfáltica no distrito de Santa Rita e na Vila do Cajueiro, localizados na zona rural do município. As intervenções contemplam as principais vias das duas comunidades. O prefeito Diógenes Patriota acompanhou a execução dos trabalhos. Segundo a administração municipal, o objetivo é melhorar as condições de tráfego […]

A Prefeitura de Tuparetama iniciou serviços de pavimentação asfáltica no distrito de Santa Rita e na Vila do Cajueiro, localizados na zona rural do município. As intervenções contemplam as principais vias das duas comunidades.

O prefeito Diógenes Patriota acompanhou a execução dos trabalhos. Segundo a administração municipal, o objetivo é melhorar as condições de tráfego e facilitar o deslocamento dos moradores.

De acordo com Diógenes, as obras fazem parte da proposta da gestão de ampliar os investimentos em infraestrutura para além da área urbana, contemplando também as comunidades rurais.

Fotos: Divulgacão

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Pedro Campos critica adiamento da concessão da Compesa e alerta para prejuízo bilionário

O deputado federal Pedro Campos (PSB) criticou o adiamento do início das operações das empresas privadas responsáveis pela distribuição de água e pelo esgotamento sanitário em Pernambuco. Em vídeo publicado no Instagram, o parlamentar questionou possíveis aumentos nas tarifas, a situação dos trabalhadores da Compesa e o risco de prejuízo bilionário para a estatal. A […]

O deputado federal Pedro Campos (PSB) criticou o adiamento do início das operações das empresas privadas responsáveis pela distribuição de água e pelo esgotamento sanitário em Pernambuco. Em vídeo publicado no Instagram, o parlamentar questionou possíveis aumentos nas tarifas, a situação dos trabalhadores da Compesa e o risco de prejuízo bilionário para a estatal.

A manifestação do deputado também foi mencionada na Coluna do Domingão aqui do Blog, publicada neste domingo (1º), que abordou os questionamentos envolvendo a concessão dos serviços da companhia.

A operação das concessionárias Aqua Pernambuco e Vita Sertão estava prevista para 26 de outubro, mas foi transferida para 23 de novembro. Segundo a Compesa, a mudança foi definida em conjunto com as empresas para concluir a integração dos sistemas comerciais, de atendimento e dos processos operacionais.

Pedro Campos questionou a possibilidade de as concessionárias assumirem a cobrança pelos serviços enquanto empregados públicos da Compesa continuariam executando atividades de distribuição de água, que passarão a ser responsabilidade das empresas privadas.

Segundo o deputado, essa possibilidade chegou a ser apresentada em reunião do Conselho de Administração da estatal. Ele também afirmou que centenas de trabalhadores ainda não sabem como serão realocados após a transição.

Outro ponto levantado foi a situação financeira da companhia. Pedro afirmou que foram apresentados dados indicando um possível prejuízo superior a R$ 3 bilhões para a parte da Compesa que permanecerá pública. O valor citado pelo parlamentar representa uma projeção, não um prejuízo já registrado.

O deputado também criticou a previsão de reajuste superior a 10% na tarifa de água e os aumentos que, segundo ele, ultrapassariam 600% em determinados serviços, como corte e ligação.

A nova tabela de serviços havia sido homologada pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe), mas a Compesa informou anteriormente que sua aplicação estava suspensa para reavaliação técnica. Já o reajuste da tarifa de água depende dos procedimentos regulatórios previstos no contrato.

Em relação aos trabalhadores, a direção da Compesa informou anteriormente que os empregados efetivos serão realocados internamente durante a reestruturação da companhia.

Pedro Campos afirmou ainda que encaminhou um ofício à Compesa há mais de um mês solicitando esclarecimentos sobre a concessão, mas que não recebeu resposta.

O parlamentar disse que continuará cobrando explicações para evitar que a população arque com custos adicionais sem a correspondente prestação dos serviços.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com as declarações de Pedro Campos sobre a concessão da Compesa.

 

Foto: Reprodução

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Corretor de Gramado diz a nordestinos que “fizeram o L” não comprem ou apareçam por lá . Ele é de Fortaleza

O corretor @oabraaofigueiredo , da @imobiliariatorela , gravou um vídeo para que nordestinos não invistam em Gramado. Detalhe: ele é nordestino de Fortaleza e ainda assim afirma que a cidade não necessita de investimentos do Nordeste. Dados indicam que o investimento de compradores e investidores da região Nordeste no mercado imobiliário de Gramado e Canela […]

O corretor @oabraaofigueiredo , da @imobiliariatorela , gravou um vídeo para que nordestinos não invistam em Gramado.

Detalhe: ele é nordestino de Fortaleza e ainda assim afirma que a cidade não necessita de investimentos do Nordeste.

Dados indicam que o investimento de compradores e investidores da região Nordeste no mercado imobiliário de Gramado e Canela tem apresentado um crescimento expressivo nos últimos anos. Tradicionalmente atrativa para investidores do Sul e do Sudeste, a Serra Gaúcha passou a figurar fortemente no radar do público nordestino.

Na cidade, há um movimento tentando estancar esse tipo de posicionamento, já que nordestinos estão entre os que mais investem no mercado imobiliário e turismo.

O post tem mais de 30 mil comentários. A @imobiliariatorela ainda não se manifestou, procurada pelo blog.

Veja a declaração dele clicando no link abaixo.

Rico dos Importados: a história do homem que perdeu R$ 2 milhões em apostas políticas e quebrou

Vivendo de reciclagem  Em São José do Egito, no Pajeú, o empresário José Ricardo, conhecido por Rico dos Importados, é notícia depois de uma entrevista exclusiva ao @portalrobertomurilo . Ele revelou que acumulou ao longo de alguns anos R$ 2 milhões em apostas políticas, sempre apostando em candidatos sem padrão estatístico. Além de apostas em […]

Vivendo de reciclagem 

Em São José do Egito, no Pajeú, o empresário José Ricardo, conhecido por Rico dos Importados, é notícia depois de uma entrevista exclusiva ao @portalrobertomurilo .

Ele revelou que acumulou ao longo de alguns anos R$ 2 milhões em apostas políticas, sempre apostando em candidatos sem padrão estatístico. Além de apostas em candidatos egipcienses que perderam, passou a apostar em nomes alinhados ao bolsonarismo, incentivado por pessoas e de forma compulsiva. Somando a crise do coronavírus e a concorrência que chegou, acabou quebrando.

A história é real. Ele por exemplo vendeu a loja hoje do Magazine dos Importados. O prédio do Casa Grande e outros imóveis eram dele. As apostas compulsivas acabaram tudo.

Agora, está vivendo de reciclagem e diz que vai tentar a vida de novo em São Paulo. Rico, que perdeu a riqueza financeira, alerta: “não apostem em política”.

Durante o desabafo, ele também afirmou que pretende viajar para São Paulo, onde deseja recomeçar a vida e reconstruir sua trajetória do zero.

Clique no link abaixo e veja o vídeo da entrevista.

Marqueteiro de Lula defende comunicação permanente do governo e regulação das redes sociais

O publicitário Raul Rabelo, responsável pela campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu que o governo mantenha uma comunicação mais próxima e constante com a população durante o quarto mandato. Em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo (1º), ele afirmou que a estratégia de diálogo com os eleitores […]

O publicitário Raul Rabelo, responsável pela campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu que o governo mantenha uma comunicação mais próxima e constante com a população durante o quarto mandato. Em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo (1º), ele afirmou que a estratégia de diálogo com os eleitores não pode ficar restrita aos períodos eleitorais.

“Não dá para chegar de quatro em quatro anos e recomeçar todo o processo. A experiência da campanha serve para que o campo progressista possa ter uma comunicação mais perene e constante”, declarou.

Segundo Rabelo, a oposição mantém uma atuação política contínua, principalmente nas plataformas digitais, o que exige do governo maior capacidade de apresentar suas políticas públicas e participar dos debates que mobilizam a sociedade. Ele também defendeu a regulação das redes sociais como uma medida importante para enfrentar a desinformação.

Ao avaliar a campanha presidencial de 2026, o publicitário rejeitou as críticas de que a comunicação de Lula teria cometido um erro ao concentrar o primeiro turno na apresentação dos resultados do governo. Para ele, a prestação de contas era necessária, mas a crise envolvendo o Banco Master contribuiu para desmobilizar parte do eleitorado petista.

Rabelo afirmou que o desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno levou a campanha a intensificar a mobilização e ampliar a comparação entre os projetos políticos dos dois candidatos.

A estratégia do segundo turno contou com maior participação de lideranças políticas, movimentos estudantis e representantes da juventude. O publicitário também destacou a utilização de vídeos mais informais, gravados pelo próprio presidente, para ampliar sua presença nas redes sociais.

Outro ponto abordado foi a participação do deputado federal André Janones (Rede-MG), responsável pela criação do canal “Exército do Lula” no WhatsApp. Segundo Rabelo, a equipe de comunicação da campanha passou a atuar em conjunto com o parlamentar, embora ele mantivesse autonomia sobre as publicações.

Questionado sobre conteúdos compartilhados no canal que foram retirados do ar pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por conterem informações falsas, Rabelo negou que a campanha tivesse adotado deliberadamente a desinformação como estratégia. Ele admitiu a possibilidade de erros, mas afirmou que não havia intenção de divulgar notícias falsas.

O publicitário também comentou as mudanças na coordenação da campanha, que recebeu reforços como Camilo Santana, Rafael Fonteles e Rui Costa durante o segundo turno. Segundo ele, as decisões estratégicas eram submetidas a Lula, enquanto Edinho Silva exercia a coordenação política.

Sobre a vitória eleitoral, Rabelo avaliou que o resultado não pode ser atribuído exclusivamente à rejeição a Flávio Bolsonaro. Na interpretação do marqueteiro, a comparação entre propostas, governos e trajetórias políticas também influenciou a decisão dos eleitores.

Para o novo mandato, ele considera necessário manter a comunicação institucional ativa, mas sem reproduzir permanentemente o clima de confronto da campanha eleitoral.

Por fim, Rabelo afirmou não saber se o ministro Sidônio Palmeira permanecerá à frente da Secretaria de Comunicação Social da Presidência. Questionado sobre a possibilidade de assumir um cargo no governo, descartou a hipótese.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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