Fernando Bezerra Coelho defende criação da Universidade Federal do Sertão
Por Nill Júnior
O pré-candidato ao Senado pela Frente Popular, Fernando Bezerra Coelho (PSB), defende a criação da Universidade Federal do Sertão, uma escola de ensino superior e pós graduação com capacidade de abranger o território que está fora do alcance da Universidade do São Francisco (Univasf).
Fernando explica que o novo campus iria beneficiar milhares de jovens dos sertões do Moxotó, Pajeú, Araripe e Central, regiões que ainda enfrentam problemas com a formação profissional. A grade de cursos para esta nova fronteira do ensino, diz, seria definida após estudos de viabilidade técnica e debates com a sociedade organizada, envolvendo gestores públicos, organizações não governamentais, educadores e estudantes.
“Precisamos investir em educação, qualificando melhor os nossos jovens para as oportunidades que estão surgindo no Sertão do Nordeste. Vamos levar esta proposta ao futuro presidente da República, Eduardo Campos”, disse Fernando.
Ele lembrou ainda que a infraestrutura é outro desafio para os sertanejos. “Precisamos investir em estradas, por um lado, e por outro acelerar a obra do Ramal do Entremontes, que irá resolver o problema da água no Sertão Central e no Sertão do Araripe, abrindo outra perspectiva para a agricultura irrigada”.
No comentário desta segunda-feira (21/09) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior repercute a comoção, luto e revolta que atingem Arcoverde após a morte do músico, maestro e professor de música Abner Costa. Trabalhando também como entregador para complementar renda, Abner foi atingido enquanto guiava sua moto no sentido contrário por um veículo Jetta, […]
No comentário desta segunda-feira (21/09) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior repercute a comoção, luto e revolta que atingem Arcoverde após a morte do músico, maestro e professor de música Abner Costa.
Trabalhando também como entregador para complementar renda, Abner foi atingido enquanto guiava sua moto no sentido contrário por um veículo Jetta, conduzido por Genivaldo Soares de Araújo Júnior, de 28 anos. Segundo relatos de testemunhas, o condutor estaria praticando racha com uma Hilux.
O comentário levanta questionamentos sobre a responsabilidade social e o uso de veículos corporativos, já que o automóvel envolvido pertence à empresa Sigma Materiais Médicos e Hospitalares Ltda., fornecedora de equipamentos hospitalares para prefeituras e outras empresas.
Nill Júnior alerta também sobre a fragilidade da legislação de trânsito brasileira e defende a importância do fortalecimento dos órgãos de fiscalização, destacando que a sociedade de Arcoverde exige uma investigação rigorosa por parte da Polícia Civil para que o caso seja tratado com a devida gravidade, sob a tese de dolo eventual, e não como um mero acidente.
Portaria assinada por Wellington Lima e Silva foi publicada nesta segunda-feira (21) no Diário Oficial da União. Ex-deputado ocupava o cargo de escrivão da corporação. O ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, assinou nesta segunda-feira (21) a demissão de Eduardo Bolsonaro dos quadros da Polícia Federal. A medida foi tomada por abandono de cargo […]
Portaria assinada por Wellington Lima e Silva foi publicada nesta segunda-feira (21) no Diário Oficial da União. Ex-deputado ocupava o cargo de escrivão da corporação.
O ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, assinou nesta segunda-feira (21) a demissão de Eduardo Bolsonaro dos quadros da Polícia Federal. A medida foi tomada por abandono de cargo e formalizada por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União.
Eduardo era escrivão da PF e estava afastado das funções desde que viajou para os Estados Unidos, em 2025. Em julho deste ano, a Polícia Federal concluiu um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e recomendou sua demissão. A decisão final dependia da assinatura do ministro da Justiça.
Segundo a portaria, a penalidade foi aplicada pela ausência injustificada ao serviço por período superior a 30 dias consecutivos, situação caracterizada administrativamente como abandono de cargo. Com a assinatura do ministro, o desligamento se tornou definitivo.
Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. Após perder o mandato de deputado federal no fim daquele ano, ele deveria retornar às funções de escrivão da PF no Rio de Janeiro, o que não ocorreu. O procedimento disciplinar foi aberto posteriormente para analisar as faltas.
O ex-parlamentar afirma que permanece nos Estados Unidos por considerar que sofre perseguição política no Brasil. Em julho, recebeu autorização de residência permanente no país, por meio de um green card.
Fonte: Correio Braziliense
Foto: Alan Santos/PR
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Da Coluna do Domingão A disputa entre João Campos e Raquel Lyra chega à reta final com pesquisas apresentando fotografias diferentes, mas todas revelando uma coisa em comum: não há espaço para acomodação, margem de erro ou passo em falso. Essa semana, novas pesquisas Quaest e Datafolha trarão a imagem da disputa na reta final. […]
A disputa entre João Campos e Raquel Lyra chega à reta final com pesquisas apresentando fotografias diferentes, mas todas revelando uma coisa em comum: não há espaço para acomodação, margem de erro ou passo em falso.
Essa semana, novas pesquisas Quaest e Datafolha trarão a imagem da disputa na reta final.
No Datafolha divulgado em 11 de setembro, Raquel apareceu com 47% contra 42% de João Campos. Na Quaest, divulgada três dias antes, Raquel tinha 43% e João, 37%.
Na mesma linha, o Múltipla apresentou Raquel com 44% e João Campos com 39%.
Todos os institutos trouxeram um fato em comum: a tênue redução da vantagem de Raquel Lyra, dentro da margem de erro. No Datafolha foi de 7% para 5%. Na Quaest, de 8% para 6%. E na Múltipla, de 6% para 5%. Só a próxima rodada dos dois institutos nacionais essa semana vão apontar se essa movimentação está dentro da margem de erro ou se é uma curva de redução da vantagem da governadora, o que geraria uma hecatombe para as duas semanas restantes até a eleição. Em resumo, estabilidade ou aumento da vantagem serão celebrados por Raquel. Redução real da vantagem dará gás à campanha de João.
Das cartas na manga até a eleição, João Campos tem a associação com o presidente Lula e a perspectiva real de sua vinda a Pernambuco na próxima sexta. Aliados de Campos confiam que, por baixo, essa vinda agregará pelo menos mais um ponto percentual imediato pra João. Já os raquelistas apontam zero possibilidade de que haja movimentação dos números dado o discurso de Raquel atestando sua proximidade com Luiz Inácio.
Outra questão é o número de indecisos. Pra onde penderem, decidem a eleição. As pesquisas aferem intenção, que pode mudar até a hora de teclar os números. Na pesquisa espontânea da Quaest, por exemplo, 40% não sabem ou não respondem em quem votar. No Datafolha, 19% não definiram o voto.
Esse eleitor que ainda não cristalizou completamente sua escolha será o principal objeto de desejo das campanhas nas próximas semanas.
Não basta olhar para a liderança numérica das pesquisa. É preciso observar rejeição, conhecimento, espontânea, avaliação de governo, transferência de votos, comportamento regional e, sobretudo, a capacidade de cada candidato de crescer entre os eleitores que ainda estão fora da disputa. Quem arrisca um prognóstico?
Segundo a ação, 12 perfis que somam mais de 10 milhões de seguidores direcionavam usuários para uma mesma loja na Shopee que comercializava um boné associado à campanha de Flávio Bolsonaro. A coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pediu a abertura de uma investigação judicial […]
Segundo a ação, 12 perfis que somam mais de 10 milhões de seguidores direcionavam usuários para uma mesma loja na Shopee que comercializava um boné associado à campanha de Flávio Bolsonaro.
A coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pediu a abertura de uma investigação judicial eleitoral sobre o suposto uso de publicações colaborativas no Instagram pela candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
A campanha petista sustenta que a estratégia teria sido utilizada para ampliar o alcance de conteúdos eleitorais e monetizar publicações.
De acordo com a petição, a equipe de monitoramento da campanha de Lula identificou 1.826 publicações no Instagram feitas em coautoria por 492 perfis. A maior parte teria sido publicada em um intervalo de dez dias, com repetição dos mesmos conjuntos de páginas como coautores.
Um dos pontos apresentados no processo envolve a comercialização de produtos ligados à campanha. Segundo a ação, 12 desses perfis, que juntos somariam mais de 10 milhões de seguidores, direcionavam o público para uma mesma loja na Shopee onde era vendido um boné associado à candidatura de Flávio.
Na avaliação da coligação de Lula, o funcionamento dessa rede pode configurar uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder econômico e político. A petição também inclui Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio. As acusações apresentadas pela campanha ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral.
Entre as medidas solicitadas ao TSE está uma liminar para determinar que Meta e Shopee preservem os registros relacionados às publicações e às vendas mencionadas no processo. A coligação também pede a identificação dos responsáveis pelos perfis e a suspensão dos links utilizados para comercialização dos produtos.
No mérito, a campanha de Lula solicita a cassação do registro da chapa e a declaração de inelegibilidade dos investigados por oito anos. Esses são pedidos apresentados pela coligação e não representam, até aqui, uma decisão da Justiça Eleitoral sobre o caso.
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Shopee/ Reprodução
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Candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que pretende criar nova estrutura no laboratório estadual para produzir o medicamento e viabilizar sua oferta pelo SUS. A proposta de ampliar o acesso ao tratamento já vinha sendo defendida por Marília Arraes. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) anunciou, nesse domingo (20), que pretende incorporar […]
Candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que pretende criar nova estrutura no laboratório estadual para produzir o medicamento e viabilizar sua oferta pelo SUS. A proposta de ampliar o acesso ao tratamento já vinha sendo defendida por Marília Arraes.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) anunciou, nesse domingo (20), que pretende incorporar ao seu programa a proposta defendida pela candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) de ampliar o acesso às chamadas canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde.
Ao lado de Marília, João acrescentou à proposta a produção do medicamento em Pernambuco. Caso seja eleito, afirmou que pretende investir R$ 100 milhões na construção de uma nova estrutura no Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco Governador Miguel Arraes (Lafepe).
“Marília já vinha trazendo essa ideia e o presidente Lula apresentou. Qual é a novidade? Nós vamos produzir a substância no Lafepe, aqui em Pernambuco, para garantir essa ação ao povo de Pernambuco que tem essas comorbidades”, afirmou João.
Segundo o candidato, pessoas com obesidade, diabetes e outras comorbidades poderiam receber o medicamento mediante indicação médica. João disse ainda que, caso haja capacidade de produção, o Lafepe poderia fornecer o tratamento para outros estados.
Marília destacou que a obesidade é uma doença crônica e afirmou que pretende, caso seja eleita senadora, destinar recursos para apoiar a iniciativa.
“Nosso mandato vai disponibilizar os recursos para isso e Pernambuco vai voltar a ser protagonista na produção desses medicamentos de ponta com o Lafepe”, declarou.
No âmbito federal, o Ministério da Saúde ainda trabalha na definição dos critérios para disponibilização desses medicamentos pelo SUS. A pasta conduz um estudo com 250 pacientes com obesidade grave ou associada a outras doenças e prepara um protocolo clínico para orientar o uso na rede pública.
A proposta apresentada por João e Marília, portanto, depende da eleição dos candidatos, da implantação da estrutura anunciada no Lafepe e das definições clínicas e regulatórias necessárias para a oferta dos medicamentos.
Foto: Edson Holanda
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