Fernando Bezerra Coelho defende criação da Universidade Federal do Sertão
Por Nill Júnior
O pré-candidato ao Senado pela Frente Popular, Fernando Bezerra Coelho (PSB), defende a criação da Universidade Federal do Sertão, uma escola de ensino superior e pós graduação com capacidade de abranger o território que está fora do alcance da Universidade do São Francisco (Univasf).
Fernando explica que o novo campus iria beneficiar milhares de jovens dos sertões do Moxotó, Pajeú, Araripe e Central, regiões que ainda enfrentam problemas com a formação profissional. A grade de cursos para esta nova fronteira do ensino, diz, seria definida após estudos de viabilidade técnica e debates com a sociedade organizada, envolvendo gestores públicos, organizações não governamentais, educadores e estudantes.
“Precisamos investir em educação, qualificando melhor os nossos jovens para as oportunidades que estão surgindo no Sertão do Nordeste. Vamos levar esta proposta ao futuro presidente da República, Eduardo Campos”, disse Fernando.
Ele lembrou ainda que a infraestrutura é outro desafio para os sertanejos. “Precisamos investir em estradas, por um lado, e por outro acelerar a obra do Ramal do Entremontes, que irá resolver o problema da água no Sertão Central e no Sertão do Araripe, abrindo outra perspectiva para a agricultura irrigada”.
Duas novas pesquisas nacionais vão atualizar nesta semana o cenário do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A Quaest divulga seu levantamento na quarta-feira (14), enquanto o Datafolha apresenta novos números na quinta-feira (15). Os dois levantamentos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e serão divulgados a […]
Duas novas pesquisas nacionais vão atualizar nesta semana o cenário do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A Quaest divulga seu levantamento na quarta-feira (14), enquanto o Datafolha apresenta novos números na quinta-feira (15).
Os dois levantamentos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e serão divulgados a menos de duas semanas do segundo turno, marcado para 25 de outubro.
A Quaest fará sua primeira pesquisa nacional após o primeiro turno. O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e prevê 2.154 entrevistas presenciais e domiciliares com eleitores de 16 anos ou mais.
O trabalho de campo ocorre entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-08729/2026.
Além da intenção de voto, a pesquisa deverá medir aspectos relacionados à definição da escolha dos eleitores e outros temas do cenário político.
Na quinta-feira (15), será a vez do Datafolha divulgar sua nova rodada sobre o segundo turno. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e prevê ouvir presencialmente 2.520 eleitores de 16 anos ou mais em todo o país.
As entrevistas serão realizadas entre terça-feira (13) e quinta-feira (15). A margem de erro também é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00466/2026.
Esta será a segunda pesquisa Datafolha realizada no segundo turno. Os novos números permitirão comparar o cenário com o levantamento anterior e acompanhar eventuais movimentações nas intenções de voto entre Lula e Flávio Bolsonaro.
Fonte: UOL
Foto: Reprodução
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida, o respeito à liberdade religiosa e repudiou ofensas motivadas pela fé. A declaração foi feita após uma missa no Palácio da Alvorada, em Brasília. A celebração em homenagem à padroeira do Brasil foi restrita a autoridades e convidados […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida, o respeito à liberdade religiosa e repudiou ofensas motivadas pela fé. A declaração foi feita após uma missa no Palácio da Alvorada, em Brasília.
A celebração em homenagem à padroeira do Brasil foi restrita a autoridades e convidados e também marcou o Dia das Crianças.
Ao falar com jornalistas depois da missa, Lula afirmou que diferentes crenças precisam conviver com respeito em uma sociedade democrática.
“Ninguém é obrigado a ser da mesma religião”, declarou o presidente, ao defender o respeito à fé e à espiritualidade de cada pessoa.
Além da questão religiosa, Lula voltou a tratar de políticas habitacionais. Ao lado de crianças que vestiam camisetas do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), destacou o programa Minha Casa, Minha Vida e afirmou que é possível reduzir o déficit habitacional por meio de investimentos voltados principalmente à população de menor renda.
Segundo o presidente, 85% das chaves das unidades habitacionais do programa são entregues prioritariamente a mulheres.
Lula também relacionou o tema à Campanha da Fraternidade de 2026, da Igreja Católica, que tem como tema “Fraternidade e Moradia” e como lema “Ele veio morar entre nós”.
O presidente mencionou ainda a inclusão de bibliotecas em novos conjuntos habitacionais entregues pelo governo federal.
De acordo com Lula, R$ 30 bilhões já foram destinados a um fundo administrado pela Caixa Econômica Federal para financiar reformas habitacionais.
Ele também projetou que o governo encerrará 2026 com 3 milhões de moradias contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida.
Fonte: Jornal do Commercio
Foto: Sergio Lima/AFP
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A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta segunda-feira (12) que gostaria de se tornar a primeira mulher a presidir o Senado e avaliou que haverá, a partir de 2027, ambiente político para a discussão de pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações foram dadas em entrevista à GloboNews. Tereza Cristina […]
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta segunda-feira (12) que gostaria de se tornar a primeira mulher a presidir o Senado e avaliou que haverá, a partir de 2027, ambiente político para a discussão de pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações foram dadas em entrevista à GloboNews.
Tereza Cristina disse que já conversou sobre a sucessão no comando do Senado com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e com outros parlamentares, mas ressaltou que as articulações ainda estão em estágio inicial.
“Eu sempre disse que gostaria de ser a primeira mulher presidente do Senado”, afirmou. A senadora, que está na metade de seu mandato de oito anos, disse ainda que não sabe se buscará uma nova eleição e que gostaria de deixar um legado especialmente para as mulheres.
Segundo Tereza Cristina, ela já manifestou a Alcolumbre o desejo de sucedê-lo. A parlamentar ponderou, entretanto, que isso poderia ocorrer agora ou em outro momento e que a definição dependerá das articulações políticas e da composição do Senado a partir de 2027.
Outro nome citado nas negociações para a presidência da Casa é o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Tereza Cristina afirmou que, por se considerar uma parlamentar de centro-direita, possui maior alinhamento político com Marinho.
A senadora também afirmou enxergar espaço, na próxima legislatura, para que o Senado discuta pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.
“Eu vejo ambiente, sim”, declarou. Segundo ela, a atuação do STF esteve entre os temas apresentados aos eleitores durante a campanha para o Senado e deverá gerar cobranças sobre os parlamentares eleitos.
Tereza Cristina afirmou que o assunto não deve ser a única prioridade da Casa, mas defendeu que o Senado examine os fatos relacionados à atuação dos ministros da Corte dentro de suas atribuições constitucionais.
“Infelizmente, esse foi um tema que foi central nessas eleições e nós seremos cobrados, sim, por abrir para investigar o que está acontecendo, os fatos que estão aí postos sobre o Supremo Tribunal Federal”, disse.
A presidência do Senado tem papel central nesse debate porque cabe ao comando da Casa dar encaminhamento aos pedidos apresentados contra ministros do STF. Davi Alcolumbre tem resistido ao avanço dessas iniciativas durante sua gestão.
A disputa pelo comando da Casa ganhou novo peso após as eleições legislativas. O PL terá a maior bancada do Senado a partir de 2027, e nomes como Rogério Marinho e Tereza Cristina passaram a aparecer nas articulações para a sucessão de Alcolumbre.
Escala 6×1
Na mesma entrevista, Tereza Cristina comentou a proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal. A senadora criticou a velocidade da tramitação durante o período eleitoral e afirmou que pretende discutir mudanças no texto.
Na avaliação dela, seria necessário mais tempo para analisar os efeitos da proposta. A votação em primeiro turno está prevista para quarta-feira (14) no Senado.
Tereza Cristina disse que a oposição ainda discutirá sua posição e que poderá apresentar emendas com o objetivo de modificar pontos da PEC.
A senadora também integra a direção do PP e participou, na semana passada, do anúncio de apoio da federação formada por PP e União Brasil à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial.
Fonte: O Globo
Foto: Cristiano Mariz
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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), candidato à reeleição na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu nesta segunda-feira (12) uma atuação isenta da Justiça Eleitoral e anunciou a implantação de um percurso para pedestres e ciclistas entre Arujá e Aparecida. As declarações foram dadas após missa no Santuário Nacional, no interior de São […]
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), candidato à reeleição na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu nesta segunda-feira (12) uma atuação isenta da Justiça Eleitoral e anunciou a implantação de um percurso para pedestres e ciclistas entre Arujá e Aparecida. As declarações foram dadas após missa no Santuário Nacional, no interior de São Paulo.
Alckmin foi questionado por jornalistas sobre a atuação da Justiça Eleitoral após uma sequência de decisões envolvendo conteúdos da campanha presidencial e o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp.
“O que a gente ouve é muita reclamação, de plataformas que estariam derrubando os sites, derrubando manifestações. Vamos aguardar, eu acho que é importante a Justiça ser isenta, ser guardiã da liberdade, da liberdade de expressão, da liberdade política”, afirmou.
A declaração ocorre após decisões divergentes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo o canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para divulgação de conteúdos de apoio a Lula.
No domingo (11), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão do canal após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que alegou disseminação de informações falsas. Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou a decisão e autorizou sua reativação.
Nesta segunda-feira, relatório produzido pela equipe técnica do TSE informou que não encontrou, entre as publicações analisadas no canal entre 2 e 11 de outubro, reproduções das afirmações apontadas como falsas no processo.
“Caminho da Fé”
Durante a passagem por Aparecida, Alckmin também anunciou a inclusão de um projeto denominado “Caminho da Fé” na revisão da concessão da Rodovia Presidente Dutra.
Segundo o vice-presidente, a proposta prevê a implantação de 134 quilômetros de calçada e ciclovia entre Arujá e Aparecida, permitindo que peregrinos e ciclistas façam o percurso sem utilizar o acostamento da rodovia.
“Este ano é ano de revisão da concessão da Dutra, e incluímos na concessão, o que não estava, o Caminho da Fé, uma calçada saindo de Arujá e vindo até Aparecida. São 134 quilômetros de uma pista ao lado da Dutra e também uma ciclovia”, explicou.
Alckmin afirmou que o objetivo é reduzir os riscos enfrentados por quem atualmente percorre trechos da Dutra ou da Ayrton Senna pelo acostamento. A Rodovia Presidente Dutra é administrada pela concessionária RioSP.
Liberdade religiosa
O vice-presidente também foi questionado sobre a controvérsia envolvendo Nossa Senhora Aparecida e a circulação de informações durante a campanha eleitoral sobre uma suposta retirada do título de padroeira do Brasil.
Flávio Bolsonaro negou que pretenda retirar o título de Nossa Senhora Aparecida caso seja eleito.
Alckmin defendeu o respeito às diferentes crenças e afirmou que medidas contrárias às tradições religiosas são prejudiciais ao país.
“O Brasil é um país de paz. Toda medida de violência, medida que vai contra as tradições, à nossa cultura religiosa, as tradições religiosas, são muito ruins. Isso vale para todos, católicos, evangélicos, cristãos, os que não são cristãos”, afirmou.
O vice-presidente também defendeu que cada pessoa tenha liberdade para seguir sua religião e que sejam respeitadas tanto as diferentes crenças quanto aqueles que não professam uma religião.
Alckmin participou das celebrações do Dia de Nossa Senhora Aparecida no Santuário Nacional nesta segunda-feira.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução/Instagram
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O PL deve liberar seus senadores para votarem individualmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. A tendência ocorre depois de integrantes da oposição atuarem para tentar adiar a análise da medida para depois do segundo turno da eleição presidencial. Segundo O Globo, a expectativa é que […]
O PL deve liberar seus senadores para votarem individualmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. A tendência ocorre depois de integrantes da oposição atuarem para tentar adiar a análise da medida para depois do segundo turno da eleição presidencial.
Segundo O Globo, a expectativa é que o partido não feche questão nem estabeleça uma orientação única para seus parlamentares durante a votação no Senado. Na prática, cada integrante da bancada poderá decidir como votar.
A mudança de cenário ocorre às vésperas da análise da PEC em primeiro turno, prevista para quarta-feira (14). Nos últimos dias, integrantes do PL e da oposição defenderam o cumprimento integral dos prazos regimentais, movimento que poderia empurrar parte da tramitação para depois do segundo turno das eleições.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, vinha afirmando que a bancada ainda não havia consolidado uma posição sobre o mérito da proposta. Ele também criticou a votação durante o período eleitoral e classificou a iniciativa do governo de acelerar a tramitação como eleitoreira.
A provável liberação da bancada indica que existem posições diferentes dentro do próprio PL sobre a proposta. O partido já havia adotado estratégia semelhante durante a tramitação na Câmara, onde parte dos deputados votou favoravelmente ao texto e outra parte se posicionou contra.
A PEC 221/2019 prevê o fim da escala 6×1 ao estabelecer dois dias de descanso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos. O texto também reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial.
A mudança seria feita de forma gradual. A jornada passaria inicialmente para 42 horas, 60 dias após a promulgação da emenda. Depois de 12 meses, cairia para 40 horas semanais.
A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Para ser aprovada no plenário, uma PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos de votação.
O Palácio do Planalto tenta concluir os dois turnos ainda antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. Para isso, governistas articulam um acordo que permita reduzir o intervalo regimental entre as votações.
A discussão também entrou diretamente na campanha presidencial. Lula passou a cobrar publicamente uma posição de Flávio Bolsonaro sobre a PEC. O candidato do PL, por sua vez, tem criticado a forma como o governo colocou o assunto em pauta durante a eleição e defende mudanças trabalhistas baseadas em maior flexibilidade de contratação e remuneração por hora.
Nesta segunda-feira (12), questionado por jornalistas sobre como pretende votar a proposta no Senado, Flávio não respondeu e encerrou a entrevista sem apresentar uma posição sobre o texto.
Caso o PL confirme a liberação da bancada, os votos de seus senadores dependerão da posição individual de cada parlamentar, sem orientação partidária obrigatória.
Fonte: O Globo
Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado
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