Tereza Leitão diz que Carlos Veras assinou acordo do PT que confirmou vitória de Tote Marques
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
“Surpresa pra não dizer indignada” – Com estas palavras a Deputada Presidenta do PT Estadual Tereza Leitão iniciou sua resposta a pergunta do comunicador Anchieta Santos sobre a declaração do Presidente da CUT Carlos Veras de não reconhecer a vitória de Tote Marques como Presidente do partido em Tabira.
Disse ter o maior respeito e alto nível de confiança por Veras como companheiro de partido e como liderança da CUT a quem ajudou a se eleger Presidente com apoio do SINTEP e SINDP. Continuou Tereza falando a Rádio Cidade FM: Carlos Veras esteve no lançamento da candidatura de Tote ao meu lado. O que faltou foi o credenciamento do grupo dele.
Na estadual houve acordo politico para não acontecer 2º turno. Acordo não apenas entre Tereza e Bruno Ribeiro, mais contemplando processos de municípios do interior, a exemplo de Tabira. E completou: Salvo engano, vi a assinatura de Carlos Veras homologando o mesmo acordo. Sobre a vinda do Presidente Nacional Rui Falcão ao Recife, Tereza Leitão disse que não será um encontro definitivo sobre a sucessão estadual. A roridade do PT hoje é a reeleição da Presidente Dilma. A questão estadual ainda não será definida desta vez.
Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada às novas revelações do caso envolvendo Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após o surgimento […]
Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada às novas revelações do caso envolvendo Daniel Vorcaro.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após o surgimento de novas informações relacionadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e às investigações envolvendo o Banco Master.
Mendonça já solicitou esclarecimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e aguarda a manifestação do órgão antes de decidir sobre os próximos passos. O ministro também pretende conversar com o presidente do STF, Edson Fachin, caso a iniciativa avance.
Entre os elementos analisados estão mensagens e relatos segundo os quais Vorcaro teria buscado a atuação de Moraes junto ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em meio às investigações sobre o Banco Master. Esses fatos ainda estão sob apuração.
Outro ponto mencionado é um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes. Investigadores identificaram registros que indicariam participação do ministro na edição do documento. A informação também integra o conjunto de elementos em análise e não representa, por si só, conclusão sobre eventual irregularidade.
Nesta terça-feira (1º), Mendonça também retirou o sigilo de parte da apuração relacionada às mensagens encontradas no celular de Vorcaro e defendeu que os novos elementos sejam submetidos ao plenário do Supremo.
Por envolver um integrante do STF, uma eventual investigação no âmbito da própria Corte deverá passar por deliberação colegiada. A manifestação da PGR também será considerada antes de qualquer avanço formal.
Alexandre de Moraes negou ter recebido as mensagens atribuídas a ele. Até o momento, não há conclusão de que o ministro tenha cometido crime ou qualquer outra irregularidade.
Fonte: Diario de Pernambuco / Correio Braziliense
Foto: Luiz Silveira/STF
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Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas. A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em […]
Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas.
A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em Pernambuco. Ao mesmo tempo, o advogado Luiz Rocha afirmou que seu cliente contesta a autenticidade de alguns trechos atribuídos a ele.
Durante entrevista coletiva, Rocha afirmou que Amisadai teria utilizado uma linguagem inadequada ao tentar demonstrar uma influência dentro do Governo de Pernambuco que, segundo a defesa, ele não possuía.
“Amisadai reconhece que se excedeu com uma linguagem própria, com falas impróprias, ao tentar demonstrar um trânsito, uma influência no governo que nunca teve”, declarou o advogado.
A defesa classificou parte das declarações como “excesso de linguagem” e afirmou que Amisadai reconhece a impropriedade de algumas falas. O advogado, porém, sustentou que isso não pode servir para responsabilizá-lo por crimes que afirma não ter cometido.
“Ele reconhece a impropriedade, ele reconhece o excesso que cometeu, mas algumas das falas que ali estão ele não reconhece”, disse Rocha.
Segundo o advogado, a defesa pretende apurar se determinados trechos passaram por algum tipo de alteração. Entre as hipóteses levantadas estão descontextualização, manipulação eletrônica e eventual utilização de ferramentas de inteligência artificial.
Até o momento, a defesa não apresentou, na manifestação divulgada, laudo técnico que comprove alteração das gravações. A alegação de manipulação, portanto, é uma hipótese sustentada pelos advogados e ainda depende de apuração.
A defesa informou ainda ter apresentado uma notícia-crime para que sejam investigadas as circunstâncias em que as gravações foram realizadas e divulgadas.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a declaração do advogado Luiz Rocha.
Amisadai ganhou projeção no caso depois de aparecer em reportagem que apontou a existência de uma suposta rede de perfis utilizada para atacar adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele foi posteriormente exonerado do cargo que ocupava no Governo de Pernambuco. As acusações relacionadas ao suposto esquema permanecem sob investigação.
Fonte: Diário de Pernambuco/Blog do Mário Flávio
Vídeo: Nicolle Gomes/DP
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Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral. Durante […]
Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral.
Durante sabatina da Rádio Folha 96,7 FM, João afirmou que sua equipe jurídica procurou os materiais apresentados nas publicações, mas não conseguiu localizar fisicamente os mesmos panfletos que apareceram nas redes.
“Eles não encontraram nenhum panfleto desse que foi postado. Encontraram um panfleto que fazia um ataque à honra. Do que foi postado, nenhum”, afirmou, ao responder à colunista Betânia Santana.
João disse que sua candidatura repudiou o episódio e acionou a Justiça para pedir investigação. Segundo o candidato, também haverá medidas na esfera criminal contra eventuais responsáveis.
“Quem fez isso, seja de forma virtual ou quem fez isso fisicamente, cometeu crime. Quem cometeu crime tem que pagar por ele”, declarou.
Durante a entrevista, João também rejeitou qualquer tentativa de associar sua campanha à produção do material e afirmou que já recorreu à Justiça contra adversários que, segundo ele, fizeram insinuações nesse sentido.
Ao tratar do conteúdo dos cartazes, o candidato lembrou a morte do pai, Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e a perda do marido de Raquel Lyra durante a campanha eleitoral de 2022.
“Ninguém no mundo tem o direito de atacar a minha dor ou atacar a dor dela, ou a dor de qualquer pessoa, para tirar um proveito eleitoral. Ninguém tem esse direito”, afirmou.
João ainda questionou a existência física dos materiais que circularam nas redes. Betânia Santana respondeu que também não havia visto os panfletos nas ruas e relatou ter procurado pelo material no Bairro do Recife após as primeiras informações sobre o caso.
Agropecuária puxou o resultado, enquanto consumo das famílias recuou na comparação com os três primeiros meses do ano. A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação com os três primeiros meses do ano. Os dados divulgados nesta terça-feira (1º), pelo IBGE, mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) alcançou R$ 3,4 […]
Agropecuária puxou o resultado, enquanto consumo das famílias recuou na comparação com os três primeiros meses do ano.
A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação com os três primeiros meses do ano. Os dados divulgados nesta terça-feira (1º), pelo IBGE, mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) alcançou R$ 3,4 trilhões no período.
O principal impulso veio da Agropecuária, que avançou 2,8%. Os Serviços, responsáveis pela maior parcela da economia brasileira, cresceram 0,2%, enquanto a Indústria teve alta de 0,1%.
Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o desempenho foi mais forte: o PIB aumentou 2%. Nesse recorte, a Agropecuária avançou 6,8%, enquanto Indústria e Serviços cresceram 1,5% cada. No acumulado do primeiro semestre, a economia brasileira registra expansão de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nem todos os indicadores, porém, foram positivos. O consumo das famílias caiu 0,4% em relação ao primeiro trimestre, enquanto o consumo do governo aumentou 0,4%. Os investimentos, medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo, avançaram 1,2%.
A taxa de investimento ficou em 16,1% do PIB, abaixo dos 16,6% registrados no segundo trimestre de 2025. No comércio exterior, as exportações recuaram 0,8% em relação ao primeiro trimestre e as importações cresceram 1,8%.
Entre os segmentos industriais, a extração de petróleo, gás e outros minerais cresceu 3,4%. Em sentido contrário, houve queda na construção, de 0,4%, e na indústria de transformação, também de 0,4%.
Nos Serviços, Informação e Comunicação apresentou a maior expansão no trimestre, de 2,1%, seguida por Transporte, Armazenagem e Correio, com 1,1%.
O dado também entra diretamente no debate político em plena campanha presidencial. Para o governo Lula, o crescimento do PIB oferece um indicador positivo para sustentar o discurso sobre a atividade econômica. Ao mesmo tempo, a queda do consumo das famílias no trimestre e a redução da taxa de investimento em relação ao ano passado são números que relativizam o desempenho e devem permanecer no centro da discussão sobre renda, emprego e crescimento.
Fonte: Diario de Pernambuco Foto: Reprodução
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Programas eleitorais no rádio desta terça-feira (1º) concentraram críticas entre os dois principais adversários na disputa presidencial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) trocaram críticas durante o horário eleitoral gratuito no rádio, nesta terça-feira (1º). A campanha petista explorou declarações do adversário sobre o fim da escala […]
Programas eleitorais no rádio desta terça-feira (1º) concentraram críticas entre os dois principais adversários na disputa presidencial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) trocaram críticas durante o horário eleitoral gratuito no rádio, nesta terça-feira (1º). A campanha petista explorou declarações do adversário sobre o fim da escala de trabalho 6×1, enquanto o programa do PL utilizou uma fala de Lula sobre os profissionais da limpeza urbana.
A investida de Lula ocorre após a Justiça Eleitoral suspender propagandas de sua campanha que associavam o “currículo” de Flávio Bolsonaro a casos de corrupção. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi mencionada de forma irônica no programa do candidato do PL.
Na propaganda de Flávio, a campanha recuperou uma declaração feita por Lula durante ato eleitoral em Belo Horizonte, no último sábado (29). Na ocasião, o presidente chamou a atividade de gari de uma “profissão muito pobre” ao argumentar sobre a falta de reconhecimento social desses trabalhadores.
“Quando eu passo na rua e vejo aquelas pessoas que trabalham colhendo lixo, é uma profissão muito pobre, porque não é uma profissão que dá orgulho”, disse Lula. Na mesma fala, porém, o presidente destacou a importância do serviço realizado pelos profissionais da limpeza urbana.
Além dos ataques ao adversário, a propaganda de Lula destacou programas sociais implementados durante governos do PT e abordou o tema da soberania nacional.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, utilizou o endividamento das famílias como argumento para criticar a atual gestão federal.
Outros candidatos também apresentaram suas mensagens no horário eleitoral. Ronaldo Caiado (PSD) destacou ações realizadas durante sua gestão em Goiás. Augusto Cury (Avante) voltou a defender a redução da polarização política, utilizando no rádio uma peça semelhante à exibida na televisão.
A troca de críticas entre Lula e Flávio ocorre em um momento de acirramento da campanha presidencial, com os dois concentrando parte de suas propagandas em ataques diretos às posições e declarações do adversário.
Fonte: Diario de Pernambuco / Estadão Conteúdo Foto: Sergio Lima/AFP
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