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Prefeitos vão no embalo das manifestações para cobrar mais verba da União

Por Nill Júnior

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do  Diário de Pernambuco

Acostumados a participar de marchas a Brasília para pressionar o governo federal por mais recursos, os prefeitos querem andar com outras pernas. O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Antonio Andrada, afirmou nessa terça-feira que a estratégia agora é tentar colar a tradicional reivindicação por maior participação na receita de tributos da União às manifestações de rua do ano passado. “Estamos interpretando e mostrando para as autoridades federais que a insatisfação popular, na verdade, inconscientemente, quer dizer municipalismo já”, avaliou Andrada.

Segundo o presidente da AMM, todas as reivindicações feitas nas ruas e praças do país em 2013 foram em relação a problemas que cabem aos municípios resolverem. “O transporte coletivo, o posto de saúde que não funciona bem, quem cuida de tudo isso é o prefeito. Nada disso será resolvido no âmbito estadual ou federal”, argumenta o dirigente, que ontem abriu o 31º Congresso Mineiro de Municípios sob o lema “Federação e o Pacto das Ruas”.

O governador Alberto Pinto Coelho (PP), que participou do encontro, realizado no Expominas, afirmou ser necessário resgatar a federação no país. Para o chefe do Poder Executivo, há uma inversão de lógica, com municípios e estados financiando a União. “Minas Gerais, este ano, para exemplificar, terá, para cumprir o dispositivo de pagar 13% da receita corrente líquida para a União, que desembolsar em torno de R$ 5 bilhões, e a nossa dívida, lá atrás, em 1997, era da ordem de R$ 14 bilhões”, afirmou Coelho.

O representante do governo federal na abertura do congresso, o secretário de Assuntos Federativos do Ministério das Relações Institucionais, Gilmar Dominici, reconheceu que os municípios têm hoje mais gastos, mas afirmou que a participação das prefeituras no bolo tributário da União passou de 13% em 2003 para 19% em 2014. Em meio a críticas do governador, do presidente da AMM e do presidente da Assembleia Legislativa, Dinis Pinheiro (PP), para quem o governo federal “passa responsabilidades, mas não recursos”, Dominici relembrou programas e compensações financeiras já feitas pelo governo federal para aliviar o caixa dos municípios.

“Reforçamos o diálogo com os prefeitos desde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Aumentamos em um ponto percentual o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Também criamos o Mais Médicos e o kit máquinas”, disse o secretário, se referindo ao programa do governo federal que prevê a distribuição de retroescavadeiras e caminhões para as prefeituras.

Outras Notícias

Joelson anuncia aporte de R$ 4,5 milhões para Calumbi

O prefeito de Calumbi, Joelson, anunciou a destinação de mais de R$ 4,5 milhões para o município durante participação no 9º Congresso da AMUPE, realizado no Recife. Segundo o gestor, os recursos são provenientes da concessão da Compesa e serão destinados a obras de infraestrutura e saneamento básico. A primeira parcela foi prevista para liberação […]

O prefeito de Calumbi, Joelson, anunciou a destinação de mais de R$ 4,5 milhões para o município durante participação no 9º Congresso da AMUPE, realizado no Recife.

Segundo o gestor, os recursos são provenientes da concessão da Compesa e serão destinados a obras de infraestrutura e saneamento básico. A primeira parcela foi prevista para liberação até 30 de abril, com repasses posteriores de forma gradual.

De acordo com Joelson, a expectativa é que o município receba valores adicionais até 2028, correspondentes a cerca de 40% do montante acordado.

Durante o evento, o prefeito mencionou o apoio da governadora Raquel Lyra às demandas do município e afirmou que a participação no congresso teve como objetivo a busca por parcerias e investimentos.

Zé Negão e Edson Henrique fecham apoio a Marconi Santana

Marconi Santana acaba de confirmar o apoio de Zé Negão e Edson Henrique à sua pré-candidatura. O pré-candidato do PSD anunciou o apoio agora em suas redes sociais. Segundo assessores de Marconi ao blog, a ideia do ex-prefeito de Flores é dobrar com Danilo Simões candidato a Federal. “Hoje é um daqueles dias que marcam […]

Marconi Santana acaba de confirmar o apoio de Zé Negão e Edson Henrique à sua pré-candidatura.

O pré-candidato do PSD anunciou o apoio agora em suas redes sociais.

Segundo assessores de Marconi ao blog, a ideia do ex-prefeito de Flores é dobrar com Danilo Simões candidato a Federal.

“Hoje é um daqueles dias que marcam a história da nossa caminhada rumo à Alepe e nos dão a certeza absoluta de que o Pajeú escolheu o caminho do trabalho. A chegada dessas duas gigantes lideranças de Afogados da Ingazeira é um movimento que potencializa o nosso sonho de ser a representação do nosso Sertão”, disse.

Marconi destacou que Zé foi candidato a prefeito em 2020 e, nas eleições de 2024, “fez história ao se tornar o vereador mais votado de todos os tempos em Afogados da Ingazeira”.

“Somando a esse time imbatível, Edson Henrique chega com toda a sua força e competência. Ex-vereador e candidato a vice-prefeito nas últimas eleições de 2024, Edson é uma voz respeitada que traz ainda mais musculatura e representatividade para o nosso grupo”, disse Marconi.

Até então, Zé e Edson eram do bloco de apoio a Romero Sales Filho, do qual faz parte Danilo Simões, pré-candidato a Deputado Federal.

O acerto teve a participação do próprio Danilo em uma reunião ontem, segundo aliados e visa fortalecer seu projeto com dois nomes estaduais,  Marconi e Romero Sales Filho.

Gestão Sandrinho tem contas de 2024 aprovadas pelo TCE

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE) aprovou por unanimidade, na manhã desta quinta (30), as contas da Prefeitura de Afogados referentes ao ano de 2024. Dentre diversos itens, o TCE avaliou questões como os percentuais de aplicação dos recursos na saúde e na educação, cumprimento das obrigações previdenciárias, transparência dos gastos, obediência à lei […]

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE) aprovou por unanimidade, na manhã desta quinta (30), as contas da Prefeitura de Afogados referentes ao ano de 2024.

Dentre diversos itens, o TCE avaliou questões como os percentuais de aplicação dos recursos na saúde e na educação, cumprimento das obrigações previdenciárias, transparência dos gastos, obediência à lei de responsabilidade fiscal, percentual adequado de gastos com pessoal e execução Orçamentária, segundo nota.

“Feliz em poder ver confirmado por esse importante órgão de controle externo, que é o TCE, a validação do trabalho sério que estamos realizando em Afogados. Sinal de que estamos fazendo as coisas do modo correto, e continuaremos assim,” avaliou o Prefeito de Afogados da Ingazeira.

Iguaracy: prefeitura paga servidores

A Prefeitura de Iguaracy efetuou, na data de hoje, o pagamento de todos os servidores municipais, mantendo uma prática que tem sido marca da atual gestão: a quitação dos salários dentro do mês trabalhado. O prefeito Dr. Pedro Alves aproveitou a ocasião para agradecer aos colaboradores pelo empenho no dia a dia da administração pública. […]

A Prefeitura de Iguaracy efetuou, na data de hoje, o pagamento de todos os servidores municipais, mantendo uma prática que tem sido marca da atual gestão: a quitação dos salários dentro do mês trabalhado.

O prefeito Dr. Pedro Alves aproveitou a ocasião para agradecer aos colaboradores pelo empenho no dia a dia da administração pública.

“Agradeço a todos os servidores que, com dedicação e boa vontade, têm contribuído para o desenvolvimento de Iguaracy e também para com o sucesso da nossa gestão. Muito obrigado!”

“O cumprimento rigoroso da folha salarial fortalece a economia local e transmite segurança aos servidores, evidenciando uma administração comprometida tanto com o desenvolvimento do município quanto com o respeito a quem faz o serviço público acontecer”, diz a prefeitura em nota.

Redução das penas para Bolsonaro e cia: veja como votaram deputados e senadores de Pernambuco

O Congresso Nacional votou nesta quinta-feira (30/4) e derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei nº 2.162/2023, o PL da Dosimetria. No entanto, a proposta tem brechas que podem alcançar condenados por crimes hediondos, como homicídio, feminicídio, estupro e latrocínio, sem qualquer relação com a tentativa de […]

O Congresso Nacional votou nesta quinta-feira (30/4) e derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei nº 2.162/2023, o PL da Dosimetria.

No entanto, a proposta tem brechas que podem alcançar condenados por crimes hediondos, como homicídio, feminicídio, estupro e latrocínio, sem qualquer relação com a tentativa de golpe de Estado. Alcolumbre tentou e tirou esse trecho do texto na derrubada do veto, mas há interpretação de que isso pode gerar embate jurídico.

Em Pernambuco,  votaram para derrubar o veto presidencial e reduzir as penas:

André Ferreira (PL)

Clarissa Tercio (PP)

Coronel Meira (PL)

Eduardo da Fonte (PP)

Lula da Fonte (PP)

Fernando Rodolfo (PRD)

Fernando Filho (UB)

Mendonça Filho (PL)

Pastor Eurico (PSDB)

Waldemar Oliveira (AVANTE)

Mais o Senador Fernando Dueire (MDB).

Votaram para manter as penas do jeito que estavam antes da alteração do Congresso,  respeitando o veto presidencial:

Carlos Veras (PT)

Clodoaldo Magalhães (PV)

Felipe Carreras (PSB)

Fernando Monteiro (PSD)

Iza Arruda (MDB)

Luciano Bivar (MDB)

Lucas Ramos (PSB)

Maria Arraes (PSB)

Pedro Campos (PSB)

Renildo Calheiros (PCdoB)

Túlio Gadelha (PSD)

Mais os senadores Humberto Costa e Teresa Leitão.