Outras Notícias
Raquel Lyra comanda primeira reunião com os secretários de Estado após a reeleição

A governadora Raquel Lyra comandou, nesta segunda-feira (5), no Palácio do Campo das Princesas, a primeira reunião com os secretários que compõem o Governo do Estado. Na ocasião, a chefe do Executivo alinhou o trabalho de planejamento e execução das metas de fechamento da atual gestão e as prioridades de início do próximo mandato. “Na […]
A governadora Raquel Lyra comandou, nesta segunda-feira (5), no Palácio do Campo das Princesas, a primeira reunião com os secretários que compõem o Governo do Estado. Na ocasião, a chefe do Executivo alinhou o trabalho de planejamento e execução das metas de fechamento da atual gestão e as prioridades de início do próximo mandato.
“Na reunião com nosso secretariado, atualizamos as pautas para fechamento do ciclo deste ano, as entregas que a gente irá realizar e a organização do Governo para fechar todos os indicadores. Tudo isso, para que a gente possa começar o próximo mandato com a garantia que os investimentos que a gente se comprometeu com a população de Pernambuco vão acontecer”, declarou a governadora Raquel Lyra.
Acompanhando a reunião, a vice-governadora Priscila Krause enfatizou a gratidão ao time de secretários: “Os titulares das nossas secretarias garantiram que pudéssemos cuidar de Pernambuco e dar prosseguimento às nossas ações com entregas todos os dias”, agradeceu a vice-governadora Priscila Krause.
Já o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, destacou a união da gestão estadual. “Temos um time fantástico e que sempre esteve unido. Estamos aqui com propósito de fazer política e transformar a vida das pessoas. O povo pernambucano reconheceu esse trabalho e posso afirmar que teremos os melhores próximos quatro anos da nossa história”, disse o titular da pasta.
Participaram da reunião com a governadora os secretários Ana Maraíza (Administração); Paulo Paes (Administração Penitenciária e Ressocialização); João Salles (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais); Andreza Pacheco (Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas); Hercílio Mamede (Casa Militar); Mauricélia Montenegro (Ciência, Tecnologia e Inovação); Rodolfo Costa Pinto (Comunicação); Renato Cirne (Controladoria-Geral do Estado); Yanne Teles (Criança e Juventude); Cacau de Paula (Cultura); Alessandro Carvalho (Defesa Social); Cícero Moraes (Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca); Danielle Jar Souto (Desenvolvimento Econômico); Diogo Alexandre (Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo); Rodrigo Ribeiro (Desenvolvimento Urbano e Habitação); Gilson Monteiro (Educação); Robson Fellype (Esportes); Flávio Mota (Fazenda); Joana Figueirêdo (Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência); Nathalie Mendonça (Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha); Pedro Neves (Mobilidade e Infraestrutura); Fabrício Marques (Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional); Almir Cirilo (Recursos Hídricos e Saneamento); Zilda Cavalcanti (Saúde); Roberto Asfora Filho (Turismo e Lazer); Bianca Teixeira (Procuradora-Geral do Estado) e Eduardo Vieira (chefe do Gabinete da Governadora).
Levantamento exclusivo: o Raio X da eleição de Raquel Lyra e o que faltou para João Campos

O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog. A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%). A vantagem final de […]
O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog.
A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%).
A vantagem final de Raquel Lyra foi de 444.969 votos (8,45 pontos percentuais), garantindo uma folga de 172.011 votos acima do limite necessário para liquidar a fatura sem a necessidade de um segundo turno. Entre as demais candidaturas, Ivan Moraes (PSOL) ficou na terceira colocação com 77.699 votos (1,48%).
Ao todo, 5.905.236 eleitores compareceram às urnas (81,82%), registrando-se uma abstenção de 18,18% (1.311.753 eleitores). Os votos nulos somaram 481.903 (8,16% do comparecimento), enquanto os brancos totalizaram 156.481 (2,65%).
O mapa do voto: Lyra dominou mesorregiões; Campos reage em redutos
A liderança de Raquel Lyra consolidou-se no interior, com vitórias expressivas em todas as quatro mesorregiões do estado e em 133 dos 185 municípios pernambucanos.
O grande motor da vitória da governadora foi o Agreste, que lhe garantiu uma vantagem de 254.589 votos sobre Campos. Só no Agreste Central (impulsionado por Caruaru), Lyra abriu a sua maior vantagem regional: +178.073 votos (+28,01%). Ela também venceu com folga na Zona da Mata (+112.018 votos).
João Campos concentrou suas forças na Capital (Recife), onde venceu com uma frente de 36.693 votos (49,94% x 46,07%). No entanto, a força do candidato do PSB na capital foi neutralizada pela Região Metropolitana expandida, já que Lyra venceu na Região Metropolitana sem a capital por uma diferença de 85.808 votos, terminando a mesorregião Metropolitana no azul por mais de 49 mil votos de margem.
Campos também conseguiu superar a candidata do PSD em outras três Regiões de Desenvolvimento: Sertão do Araripe (+11.005), Sertão de Itaparica (+6.484) e Agreste Meridional (+2.204).
Desempenho por porte de município e extremos urbanos
A análise dos dados técnicos mostra que o eleitorado se comportou de forma bastante distinta a depender do tamanho das cidades:
Interior e pequenas cidades: Raquel Lyra venceu em cinco das seis faixas de porte populacional. Teve 115.789 votos de frente nos municípios de até 30 mil habitantes e registrou o seu maior saldo absoluto na faixa de cidades entre 200 mil e 500 mil habitantes, acumulando 123.818 votos de vantagem.
Grandes centros: Campos só conseguiu vencer na faixa de municípios com mais de 500 mil habitantes (composta por Recife e Jaboatão juntos), onde acumulou uma frente total de 18.849 votos (+1,45%).
Os extremos das 30 maiores: Caruaru deu a Lyra a sua vitória mais avassaladora, com uma diferença de 101.552 votos (75,22% contra 23,10% de Campos). Proporcionalmente, a maior goleada ocorreu em Santa Cruz do Capibaribe, onde Lyra cravou 83,25% dos votos válidos. Por outro lado, o melhor terreno proporcional de Campos foi Araripina, onde ele bateu a governadora por 64,82% a 34,29%.
Raio-X do Recife: Divisão por Regiões Político-Administrativas (RPAs)
Dentro da capital, o voto revelou uma divisão geográfica muito clara entre as seis Regiões Político-Administrativas (RPAs):
João Campos venceu em cinco das seis RPAs da capital. Seus melhores desempenhos ocorreram na RPA 2 – Norte (bairros como Arruda, Água Fria e Campo Grande), onde acumulou sua maior vantagem em votos (+15.588), e na RPA 1 – Centro (Boa Vista, Santo Amaro), onde abriu a maior vantagem em pontos percentuais (+14,54%).
Raquel Lyra venceu apenas na RPA 6 – Sul (bairros como Boa Viagem, Pina, Imbiribeira e Ibura). Trata-se da maior zona eleitoral do Recife, concentrando 26% de todo o eleitorado da cidade, o que rendeu à governadora uma vantagem local de 6.673 votos.
Avaliação de governo, força dos prefeitos e voto bolsonarista na RMR determinaram maior vantagem de Raquel, avalia Diretor do Múltipla

O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla. Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog. Dos três, o Múltipla foi […]
O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla.
Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog.
Dos três, o Múltipla foi o que fez o levantamento mais cedo, de 1 a 2 de outubro. Quaest e Datafolha, dias 2 e 3. Ainda assim, aferiu com mais proximidade o resultado que o Datafolha, que fez seu levantamento dias 2 e 3 de outubro, dando uma vantagem de apenas 1% com margem de 2% para mais ou para menos.
O resultado final pró Raquel foi 53,27% a 44,82%. Como a margem de erro do Múltipla foi de 2,7%, ela poderia ir a 52,7%. Teve 53,27%. A variação além da margem foi de apenas 0,57%. Quanto a João, o piso era 45,3%. A variação além da margem foi de apenas 0,5%.
Importante reforçar, o instituto se aproximou mais do resultado que o Datafolha, bem mais distante da margem de erro. E mesmo a Quaest não conseguiu aferir o percentual menor que teve o socialista. João teve 44,8%. E pelo Quaest, o piso era 45%, também erro em casas decimais.
Outro parâmetro importante é que mesmo métodos com agregadores tiveram a mesma dificuldade. O Método Qualitativo SEP, do Cenário Inteligência, do professor Adriano Oliveira, agregando Simplex, Datafolha e Quaest deu uma projeção de 50% a 47% pró Raquel, com vantagem de 3%. A vantagem final da governadora foi de quase 8,5%.
Para Ronald Falabella, três fatores determinaram esse crescimento. “A pesquisa Múltipla foi feita até a sexta e não captou o crescimento no sábado, que é fundamental. Mesmo assim, ficamos por décimos da margem de erro”.
Ronald elencou os fatores determinantes. “Primeiro, a avaliação da governadora Raquel Lyra. Depois, a força dos prefeitos. Mas principalmente o voto bolsonarista, que determinou o equilíbrio da eleição na Região Metropolitana e em Recife, onde o socialista só ganhou por 3,87% dos votos. Flávio Bolsonaro teve mais de 40% dos votos na Metropolitana”. Esse voto foi casado com o voto da governadora. João por sua vez esperava uma vantagem na casa dos 20 pontos.
Ronald dá outros exemplos da dificuldade da captação desse movimento bolsonarista pelos institutos: na eleição nacional, nenhum dos grandes previu a votação majoritária de Flávio Bolsonaro. E no Rio, Douglas Ruas deve ser o vencedor em 1º turno com a anulação dos votos de Garotinho. Antes, todos cravavam vitória de Eduardo Paes, inclusive com possibilidade de vitória no primeiro turno.
O Múltipla acertou a ganhadora próximo da margem e foi o primeiro instituto a aferir a virada da governadora Raquel Lyra, em julho. Uma parceria exitosa que vai continuar.
Pesquisa x Urna em Pernambuco: Instituto Múltipla acerta mais de 75% dos deputados federais e estaduais eleitos em 2026

Levantamento comparativo apontou que a pesquisa do Instituto Múltipla (registro PE-02990/2026), realizada nos dias 1º e 2 de outubro, demonstrou alto índice de precisão ao antecipar o cenário das urnas no primeiro turno das eleições de 2026 em Pernambuco. O estudo apontou um acerto de 76% para o cargo de Deputado Federal (19 de 25 […]
Levantamento comparativo apontou que a pesquisa do Instituto Múltipla (registro PE-02990/2026), realizada nos dias 1º e 2 de outubro, demonstrou alto índice de precisão ao antecipar o cenário das urnas no primeiro turno das eleições de 2026 em Pernambuco.
O estudo apontou um acerto de 76% para o cargo de Deputado Federal (19 de 25 eleitos previstos) e de 78% para Deputado Estadual (38 de 49 eleitos previstos).
Contratado pelo blog, o levantamento ouviu 1.300 eleitores presencialmente e apresentou uma margem máxima de erro de 2,7 pontos percentuais. De forma geral, a diferença média observada entre os dados captados na pesquisa e os votos válidos oficiais apurados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi de apenas 0,65 ponto para o cargo federal e 0,63 ponto para o estadual.
Cenário para Deputado Federal
Na disputa pelas 25 cadeiras da Câmara dos Deputados, 22 nomes que figuravam no topo da pesquisa terminaram entre os mais votados nas urnas. O parlamentar Pedro Campos (PSB) consolidou-se na primeira colocação tanto no levantamento quanto no resultado oficializado pelo TSE.
Destaques individuais e movimentos entre pesquisa e votação
Jones Manoel (PSOL): Foi a principal surpresa do pleito. Registrando 2,1% das intenções na pesquisa (16º lugar), ele saltou para 4,73% dos votos válidos na urna, tornando-se o 2º deputado federal mais votado do estado.
Votos por legenda: A federação PT/PCdoB/PV foi superestimada no levantamento (17,7% medidos contra 13,62% reais), impulsionada por uma intenção declarada de voto na legenda de 4,7% que acabou não se confirmando na mesma magnitude nas urnas (0,95%).
Suplência inesperada: Miguel Coelho (UNIÃO) figurava em 8º na pesquisa, mas acabou como suplente. Apesar de somar 102.595 votos, votação superior à de 8 candidatos eleitos, o quociente partidário limitou o seu partido a 4 vagas, deixando-o de fora.
Cenário para Deputado Estadual
Para a Assembleia Legislativa (Alepe), a estabilidade também ditou o ritmo, com 17 dos 25 primeiros nomes da pesquisa mantendo o topo na apuração final.
Destaques individuais e movimento entre pesquisa e votação
Dani Portela (PT): Registrava 1,6% das intenções (16º lugar) e escalou até a liderança geral do estado nas urnas, cravando 2,78% dos votos válidos (1ª colocação).
Abimael Santos (PL): Protagonizou o inverso. Ele aparecia em 2º lugar na pesquisa com 2,7%, mas registrou 0,96% na apuração real (37º lugar), garantindo sua vaga pelo quociente partidário.
Distorções partidárias: O Partido Liberal (PL) sofreu a maior variação negativa de cotas na simulação estadual, caindo de uma projeção de 12,2% para 7,26% na apuração, o que reduziu sua bancada de 6 para 3 vagas. Já o Podemos fez o caminho inverso, crescendo de 8,9% para 11,12% e expandindo suas cadeiras de 4 para 6.
Análise Técnica do Instituto
Conforme o relatório do Instituto Múltipla, as variações residuais mapeadas ocorrem porque a pesquisa reflete uma intenção de voto momentânea e não deve ser confundida com projeção final.
Fatores como decisões de última hora na cabine eleitoral e as dinâmicas de votos concentrados em redutos específicos, difíceis de serem totalmente capturados em uma amostragem geral de 1.300 entrevistas, justificam as alterações nas vagas finais de cada lista.
À época do levantamento de campo, o índice de indecisão de voto na cabine ainda atingia 37,2% para a disputa federal e 35,1% para a estadual.
Zeca Cavalcanti celebra eleição dos irmãos Gouveia e de Raquel Lyra

O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), comemorou a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), sua candidata ao Governo de Pernambuco, e a eleição de Gustavo Gouveia para deputado estadual e Marcelo Gouveia para deputado federal, seus aliados políticos. Em Arcoverde, Raquel Lyra obteve 19.494 votos (51,32%), superando João Campos (PSB), que recebeu 17.889 votos […]
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), comemorou a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), sua candidata ao Governo de Pernambuco, e a eleição de Gustavo Gouveia para deputado estadual e Marcelo Gouveia para deputado federal, seus aliados políticos.
Em Arcoverde, Raquel Lyra obteve 19.494 votos (51,32%), superando João Campos (PSB), que recebeu 17.889 votos (47,10%). No resultado estadual, a governadora foi reeleita com 53,27% dos votos válidos. Opositores como Luciano Pacheco, Madalena Britto, Já Morreu se uniram em torno de João Campos.
Na disputa proporcional, Gustavo Gouveia conquistou 67.605 votos em Pernambuco, enquanto Marcelo Gouveia obteve 182.812 votos, garantindo representação na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal.
Para Zeca, a eleição dos dois parlamentares amplia a capacidade de articulação do município na busca por recursos e investimentos.
“Arcoverde agora tem dois deputados de verdade, eleitos pelo povo e comprometidos com a nossa cidade. Gustavo Gouveia e Marcelo Gouveia vão trabalhar ainda mais por Arcoverde, buscando recursos, obras e ações que melhorem a vida da nossa população”, destacou o prefeito.
Na eleição presidencial, o resultado foi diferente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o mais votado em Arcoverde, com 28.012 votos (69,71%), contra 10.180 votos (25,33%) de Flávio Bolsonaro (PL). Zeca foi um dos nomes a apoiar Lula. Nesse voto, a oposição e outros grupos também apoiaram o presidente.
Assim como no Estado, Mendonça Filho, que foi apoiado por Cavalcanti, não conseguiu ser um dos dois mais votados. Teve pouco mais de 12 mil votos, mas foi superado por Marília Arraes e Humberto Costa com pouco mais de 19.400 e 18.800 votos, respectivamente.
















