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Polícia prende suspeitos de homicídio em Itapetim

Por Nill Júnior
itapetimpresos
Andre Felipe da Costa, de 21 anos, Cleiton Rafael de Sousa Costa, de 20, e Darllan Carlos Brito Viana, também de 21 : presos preventivamente

Na tarde de hoje (16), Policiais civis da delegacia de Itapetim com apoio de PMs do 23º BPM prenderam em cumprimento a mandados de prisão preventiva Andre Felipe da Costa, de 21 anos, Cleiton Rafael de Sousa Costa, de 20, e Darllan Carlos Brito Viana, também de 21, suspeitos de assassinarem Pablo de Sousa Lima que tinha 25 anos, no último sábado (14), em Itapetim, Sertão do Pajeú.

De acordo com as investigações a vitima se encontrava em sua residência quando foi surpreendido pelos autores e após uma discussão com os envolvidos, eles entraram em vias de fato, sendo a vitima atingida por sucessivos golpes, socos e facadas, vindo a óbito logo em seguida. Os suspeitos se evadiram do local, contudo foram identificados pela companheira da vítima.

De acordo com o delegado Edson Augusto Lins, a identificação dos suspeitos viabilizou a investigação e a rápida prisão dos envolvidos. Os presos foram recolhidos a cadeia publica do município onde ficam a disposição da Comarca do município.

Outras Notícias

Levantamento exclusivo: o Raio X da eleição de Raquel Lyra e o que faltou para João Campos

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog. A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%). A vantagem final de […]

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog.

A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%).

A vantagem final de Raquel Lyra foi de 444.969 votos (8,45 pontos percentuais), garantindo uma folga de 172.011 votos acima do limite necessário para liquidar a fatura sem a necessidade de um segundo turno. Entre as demais candidaturas, Ivan Moraes (PSOL) ficou na terceira colocação com 77.699 votos (1,48%).

Ao todo, 5.905.236 eleitores compareceram às urnas (81,82%), registrando-se uma abstenção de 18,18% (1.311.753 eleitores). Os votos nulos somaram 481.903 (8,16% do comparecimento), enquanto os brancos totalizaram 156.481 (2,65%).

O mapa do voto: Lyra dominou mesorregiões; Campos reage em redutos

A liderança de Raquel Lyra consolidou-se no interior, com vitórias expressivas em todas as quatro mesorregiões do estado e em 133 dos 185 municípios pernambucanos.

O grande motor da vitória da governadora foi o Agreste, que lhe garantiu uma vantagem de 254.589 votos sobre Campos. Só no Agreste Central (impulsionado por Caruaru), Lyra abriu a sua maior vantagem regional: +178.073 votos (+28,01%). Ela também venceu com folga na Zona da Mata (+112.018 votos).

João Campos concentrou suas forças na Capital (Recife), onde venceu com uma frente de 36.693 votos (49,94% x 46,07%). No entanto, a força do candidato do PSB na capital foi neutralizada pela Região Metropolitana expandida, já que Lyra venceu na Região Metropolitana sem a capital por uma diferença de 85.808 votos, terminando a mesorregião Metropolitana no azul por mais de 49 mil votos de margem.

Campos também conseguiu superar a candidata do PSD em outras três Regiões de Desenvolvimento: Sertão do Araripe (+11.005), Sertão de Itaparica (+6.484) e Agreste Meridional (+2.204).

Desempenho por porte de município e extremos urbanos

A análise dos dados técnicos mostra que o eleitorado se comportou de forma bastante distinta a depender do tamanho das cidades:

Interior e pequenas cidades: Raquel Lyra venceu em cinco das seis faixas de porte populacional. Teve 115.789 votos de frente nos municípios de até 30 mil habitantes e registrou o seu maior saldo absoluto na faixa de cidades entre 200 mil e 500 mil habitantes, acumulando 123.818 votos de vantagem.

Grandes centros: Campos só conseguiu vencer na faixa de municípios com mais de 500 mil habitantes (composta por Recife e Jaboatão juntos), onde acumulou uma frente total de 18.849 votos (+1,45%).

Os extremos das 30 maiores: Caruaru deu a Lyra a sua vitória mais avassaladora, com uma diferença de 101.552 votos (75,22% contra 23,10% de Campos). Proporcionalmente, a maior goleada ocorreu em Santa Cruz do Capibaribe, onde Lyra cravou 83,25% dos votos válidos. Por outro lado, o melhor terreno proporcional de Campos foi Araripina, onde ele bateu a governadora por 64,82% a 34,29%.

Raio-X do Recife: Divisão por Regiões Político-Administrativas (RPAs)

Dentro da capital, o voto revelou uma divisão geográfica muito clara entre as seis Regiões Político-Administrativas (RPAs):

João Campos venceu em cinco das seis RPAs da capital. Seus melhores desempenhos ocorreram na RPA 2 – Norte (bairros como Arruda, Água Fria e Campo Grande), onde acumulou sua maior vantagem em votos (+15.588), e na RPA 1 – Centro (Boa Vista, Santo Amaro), onde abriu a maior vantagem em pontos percentuais (+14,54%).

Raquel Lyra venceu apenas na RPA 6 – Sul (bairros como Boa Viagem, Pina, Imbiribeira e Ibura). Trata-se da maior zona eleitoral do Recife, concentrando 26% de todo o eleitorado da cidade, o que rendeu à governadora uma vantagem local de 6.673 votos.

Eleições 2026 – Governador (a)

Avaliação de governo, força dos prefeitos e voto bolsonarista na RMR determinaram maior vantagem de Raquel, avalia Diretor do Múltipla

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla. Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog. Dos três,  o Múltipla foi […]

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla.

Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog.

Dos três,  o Múltipla foi o que fez o levantamento mais cedo, de 1 a 2 de outubro.  Quaest e Datafolha, dias 2 e 3. Ainda assim, aferiu com mais proximidade o resultado que o Datafolha,  feito dias 2 e 3 de outubro,  dando uma vantagem de apenas 1% com margem de 2% para mais ou para menos.

O resultado final de Raquel foi 53,27% a 44,82%. Como a margem de erro foi de 2,7%, ela poderia ir a 52,7%. Teve 53,27%. A variação além da margem foi de apenas 0,57%. Quanto a João,  o piso era 45,3%. A variação além da margem foi de apenas 0,5%.

Importante destacar, o instituto se aproximou mais do resultado que o Datafolha, bem mais distante da margem de erro. E mesmo a Quaest não conseguiu aferir o percentual menor que teve o socialista. João teve 44,8%. E pelo Quaest,  o piso era 45%, também erro em casas decimais.

Para Ronald Falabella,  três fatores determinaram esse crescimento. “A pesquisa Múltipla foi feita até a sexta e não captou o crescimento no sábado,  que é fundamental. Mesmo assim,  ficamos por décimos da margem de erro. Para ele, três fatores determinaram a maior vantagem.

“Primeiro, a avaliação da governadora. Depois, a força dos prefeitos. Mas principalmente o voto bolsonarista,  que determinou o equilíbrio da eleição na Região Metropolitana e em Recife,  onde o socialista só ganhou por 3,87% dos votos. Flávio Bolsonaro teve mais de 40% dos votos na Metropolitana”. Esse voto foi casado com o voto da governadora. João por sua vez esperava uma vantagem na casa dos 20 pontos.

Ronald dá outros exemplos da dificuldade da captação desses votos pelos institutos: na eleição nacional,  nenhum dos grandes previu a votação majoritária de Flávio Bolsonaro. E no Rio, Douglas Ruas deve ser o vencedor em 1º turno com a anulação dos votos de Garotinho. Antes, todos cravavam vitória de Eduardo Paes, inclusive com possibilidade de vitória no segundo turno.

O Múltipla acertou a ganhadora próximo da margem e foi o primeiro instituto a aferir a virada da governadora Raquel Lyra,  em julho. Uma parceria exitosa que vai continuar.

Zeca Cavalcanti celebra eleição dos irmãos Gouveia e de Raquel Lyra

O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), comemorou a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), sua candidata ao Governo de Pernambuco, e a eleição de Gustavo Gouveia para deputado estadual e Marcelo Gouveia para deputado federal, seus aliados políticos. Em Arcoverde, Raquel Lyra obteve 19.494 votos (51,32%), superando João Campos (PSB), que recebeu 17.889 votos […]

O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), comemorou a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), sua candidata ao Governo de Pernambuco, e a eleição de Gustavo Gouveia para deputado estadual e Marcelo Gouveia para deputado federal, seus aliados políticos.

Em Arcoverde, Raquel Lyra obteve 19.494 votos (51,32%), superando João Campos (PSB), que recebeu 17.889 votos (47,10%). No resultado estadual, a governadora foi reeleita com 53,27% dos votos válidos. Opositores como Luciano Pacheco,  Madalena Britto,  Já Morreu se uniram em torno de João Campos.

Na disputa proporcional, Gustavo Gouveia conquistou 67.605 votos em Pernambuco, enquanto Marcelo Gouveia obteve 182.812 votos, garantindo representação na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal.

Para Zeca, a eleição dos dois parlamentares amplia a capacidade de articulação do município na busca por recursos e investimentos.

“Arcoverde agora tem dois deputados de verdade, eleitos pelo povo e comprometidos com a nossa cidade. Gustavo Gouveia e Marcelo Gouveia vão trabalhar ainda mais por Arcoverde, buscando recursos, obras e ações que melhorem a vida da nossa população”, destacou o prefeito.

Na eleição presidencial, o resultado foi diferente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o mais votado em Arcoverde, com 28.012 votos (69,71%), contra 10.180 votos (25,33%) de Flávio Bolsonaro (PL). Zeca foi um dos nomes a apoiar Lula. Nesse voto, a oposição e outros grupos também apoiaram o presidente.

Assim como no Estado,  Mendonça Filho,  que foi apoiado por Cavalcanti,  não conseguiu ser um dos dois mais votados. Teve pouco mais de 12 mil votos, mas foi superado por Marília Arraes e Humberto Costa com pouco mais de 19.400 e 18.800 votos, respectivamente.

 

Cobertura do blog da eleição em Pernambuco e no Brasil rende quase 30 milhões de acessos em 30 dias no Instagram

A preocupação em fazer uma cobertura séria e compromissada exclusivamente com a informação das Eleições 2026 fez o blog chegar a quase 30 milhões de acessos em 30 dias no Instagram, de acordo com a última atualização. Com base em pesquisa qualitativa, o principal ativo que faz o leitor buscar o blog no Estado é […]

A preocupação em fazer uma cobertura séria e compromissada exclusivamente com a informação das Eleições 2026 fez o blog chegar a quase 30 milhões de acessos em 30 dias no Instagram, de acordo com a última atualização.

Com base em pesquisa qualitativa, o principal ativo que faz o leitor buscar o blog no Estado é a credibilidade e independência editorial, trazendo a movimentação com responsabilidade e equilíbrio.

Do sábado para o domingo, a cobertura apurou o passo a passo das campanhas de Raquel Lyra e João Campos até o final da apuração. Um trabalho que só terminou depois da primeira hora de hoje, com a divulgação de todos os eleitos na bancada federal, ALEPE e a conclusão da apuração que elegeu Raquel Lyra, Marília Arraes e Humberto Costa.

A cobertura nacional e dos principais estados também rendeu acessos de todo o país à plataforma.

O resultado, a maior audiência histórica para um veículo desse segmento, além dos tantos que se somaram ao blog nilljunior.com.br, que chegou a sofrer instabilidades tamanho o volume de acessos.

Garotinho desiste de recurso no TSE, e Ruas pode ser declarado eleito

Do G1 Anthony Garotinho (Republicanos) desistiu nesta segunda-feira (5) do recurso apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o indeferimento de sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro. A decisão pode mudar o resultado da eleição no estado e dar a vitória a Douglas Ruas (PL) ainda no primeiro turno (entenda). Após acusações contra […]

Do G1

Anthony Garotinho (Republicanos) desistiu nesta segunda-feira (5) do recurso apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o indeferimento de sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro.

A decisão pode mudar o resultado da eleição no estado e dar a vitória a Douglas Ruas (PL) ainda no primeiro turno (entenda).

Após acusações contra Ruas e o seu concorrente, Eduardo Paes (PSD), Garotinho criticou a votação e afirmou:

“Em função do resultado manifestado pela população nas urnas, não me resta outra opção jurídica a não ser desistir, de forma livre, expressa, consciente e irretratável. Que agora o povo arque com as consequências do que eles fizeram”, disse.

Em entrevista coletiva, o ex-governador disse que faria a desistência do recurso mesmo se Paes estivesse na frente e fosse o beneficiado. “Teria até mais prazer se fosse com ele.”

A defesa de Garotinho protocolou no TSE um termo de desistência do recurso ordinário eleitoral que discutia o registro da candidatura. O processo está sob relatoria do ministro Floriano de Azevedo Marques.

No documento, protocolado às 14h09, os advogados afirmam que a decisão de Garotinho é “livre, expressa, consciente e irretratável”. Os advogados citam o artigo 998 do Código de Processo Civil e sustentam que Garotinho pode desistir do recurso a qualquer momento, sem necessidade de concordância das demais partes.

O resultado, no entanto, ainda depende da formalização da desistência e de uma eventual retotalização pela Justiça Eleitoral. O tribunal ainda não se posicionou.

Com 100% das urnas apuradas, Ruas teve 4.271.199 votos e apareceu com 49,27% dos votos válidos. Eduardo Paes (PSD), segundo colocado, recebeu 3.706.984 votos, ou 42,76%. Garotinho teve 274.411 votos, equivalentes a 3,17%.

Sem os votos de Garotinho na base de cálculo, o percentual dos candidatos sobe, e Ruas ultrapassa os 50% necessários para vencer a eleição no primeiro turno. Se os votos forem considerados nulos, porém, nada muda.

O TSE não se posionou sobre o que será feito caso o pedido de Garotinho seja aceito.