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Paulo Câmara terá reunião com Aécio para selar acordo

Por Nill Júnior

paulo camara em petrolina

A visita do pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, ao Recife, na próxima segunda-feira, já tem uma agenda certa: a consolidação do apoio à pré-candidatura do ex-secretário Paulo Câmara (PSB) ao governo do estado.

Essa pelo menos é expectativa dos socialistas que se fortalece, segundo informações de bastidores, com um encontro previsto entre o tucano e Paulo Câmara. Os acertos para a conversa estão sendo costurados com os aliados de Aécio no estado.

O acordo entre PSB e PSDB estava praticamente fechado, mas começou a azedar depois das declarações do ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB), pré-candidato ao Senado, de que, no caso da eleição presidencial ir para o segundo turno, a tendência era do seu partido apoiar Dilma Rousseff (PT).

Além disso, em Minas Gerais, o PSB começou a indicar que romperia o acordo de apoiar o candidato tucano ao governo. Chateados, alguns integrantes do PSDB, a exemplo do deputado estadual Daniel Coelho, chegaram a cogitar o rompimento da aliança. A palavra final, está nas mãos de Aécio. Com informações do Afogados Online.

Outras Notícias

Ao lado da família Cintra Galvão, Breno Araújo participa de carreata em Belo Jardim

O candidato a deputado estadual Breno Araújo participou, neste sábado (22), de uma carreata em Belo Jardim ao lado de Vicente Cintra Galvão e de integrantes da família Cintra Galvão. A atividade percorreu ruas do município e integrou a agenda de campanha do candidato no Agreste pernambucano. Durante a passagem pela cidade, Breno esteve acompanhado […]

O candidato a deputado estadual Breno Araújo participou, neste sábado (22), de uma carreata em Belo Jardim ao lado de Vicente Cintra Galvão e de integrantes da família Cintra Galvão. A atividade percorreu ruas do município e integrou a agenda de campanha do candidato no Agreste pernambucano.

Durante a passagem pela cidade, Breno esteve acompanhado de apoiadores e lideranças locais. Vicente Cintra Galvão também participou do ato e declarou apoio à candidatura de Breno à Assembleia Legislativa de Pernambuco.

A programação do candidato havia começado pela manhã em Serra Talhada, onde Breno visitou a Feira Agroecológica ao lado do deputado federal e candidato à reeleição Fernando Monteiro (PSD).

A agenda reuniu, no mesmo dia, compromissos no Sertão e no Agreste do Estado, com atividades voltadas à mobilização eleitoral e ao encontro com apoiadores.

Foto: Eduardo Teles

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Fundo Eleitoral de 2026: PL receberá R$ 881,7 milhões e terá a maior parcela entre os partidos

O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas. A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação […]

O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas.

A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação apresentada pelo PT que questionava parte do cálculo da distribuição. A desistência do partido permitiu a liberação de aproximadamente R$ 2,3 bilhões que estavam retidos enquanto o processo permanecia pendente.

O PT terá a segunda maior parcela do fundo, com R$ 615,4 milhões. Na sequência aparecem União Brasil, com R$ 526,2 milhões; PSD, com R$ 421 milhões; e PP, com R$ 417 milhões.

Os cinco maiores valores são:

PL: R$ 881,7 milhões;
PT: R$ 615,4 milhões;
União Brasil: R$ 526,2 milhões;
PSD: R$ 421 milhões;
PP: R$ 417 milhões.

Somados, PL e PT concentram aproximadamente R$ 1,5 bilhão, o equivalente a 30,2% dos R$ 4,961 bilhões disponíveis no Fundo Eleitoral deste ano.

Por que parte do dinheiro estava retida?

O PT havia recorrido ao TSE para questionar o número de deputados considerado no cálculo de uma das parcelas do fundo. A legenda defendia que fossem contabilizados 69 deputados federais eleitos em 2022, e não 68.

Se a tese fosse aceita, a parcela total destinada ao partido poderia subir dos atuais R$ 615,4 milhões para cerca de R$ 620 milhões.

Como 48% do Fundo Eleitoral são distribuídos proporcionalmente ao número de representantes eleitos para a Câmara dos Deputados, uma eventual alteração no cálculo do PT afetaria também os valores destinados às demais legendas.

Durante o julgamento, a ministra Estela Aranha pediu vista, interrompendo a análise. Posteriormente, o PT desistiu da ação, e o processo foi extinto sem julgamento do mérito. Com isso, foi mantida a divisão divulgada pelo TSE em junho.

Como funciona a divisão

O Fundo Eleitoral é formado por recursos públicos e será de R$ 4.961.519.777 nas eleições deste ano.

Pela legislação, 2% são divididos igualmente entre os partidos registrados no TSE; 35% levam em conta os votos obtidos pelas legendas na última eleição para a Câmara; 48% são distribuídos conforme o número de deputados federais eleitos; e 15% consideram a representação partidária no Senado.

Fonte: CNN Brasil

Imqgem: Reprodução

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Camisas da militância marcam associação de Raquel Lyra a Lula em ato no Recife

A agenda de campanha de Raquel Lyra (PSD), neste domingo (23), em Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, teve como principal marca a tentativa de associar a candidatura da governadora ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O sinal mais visível disso apareceu nas camisas usadas por militantes durante o ato político. As […]

A agenda de campanha de Raquel Lyra (PSD), neste domingo (23), em Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, teve como principal marca a tentativa de associar a candidatura da governadora ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O sinal mais visível disso apareceu nas camisas usadas por militantes durante o ato político. As peças traziam a marca “Raquel Lyra F.C.”, com as cores lilás e vermelha, além dos números 55, de Raquel, e 13, de Lula.

A combinação foi usada por apoiadores para defender o voto casado entre a candidata ao Governo de Pernambuco e o presidente, apesar de o PT estar oficialmente na Frente Popular de Pernambuco, coligação encabeçada por João Campos (PSB), adversário de Raquel na disputa estadual.

O ato aconteceu durante a inauguração do comitê do deputado estadual Wanderson Florêncio. Em discurso, Raquel também reforçou a vinculação com o governo federal ao citar ações realizadas em parceria com Lula. Segundo a governadora, essa articulação resultou na entrega de 26 mil casas e em R$ 500 milhões investidos em obras de contenção de encostas.

Durante a agenda, a candidata ainda criticou a oposição e afirmou que há uso de notícias falsas na campanha.

Fonte/Foto: Blog do Dantas Barreto

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Investigações sobre Lulinha e “Dark Horse” acirram disputa entre governo e oposição

As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), passaram a alimentar uma nova frente de confronto entre oposição e governo durante a campanha eleitoral. De um lado, parlamentares da oposição […]

As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), passaram a alimentar uma nova frente de confronto entre oposição e governo durante a campanha eleitoral.

De um lado, parlamentares da oposição articulam a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar suspeitas relacionadas a Lulinha. Do outro, integrantes da base governista cobram esclarecimentos sobre recursos destinados à produção da cinebiografia de Bolsonaro e a possível participação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nas tratativas.

Lulinha é investigado pela Polícia Federal em três inquéritos que apuram suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo interesses de empresas junto ao governo federal. As apurações estão em andamento e não representam condenação.

Entre as frentes investigadas está a suspeita de atuação de Lulinha e da lobista Roberta Luchsinger em favor de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em possíveis negócios relacionados ao Ministério da Saúde e a medicamentos à base de canabidiol.

O presidente Lula tem afirmado publicamente que o filho deve permanecer à disposição das autoridades e responder por seus atos caso alguma irregularidade seja comprovada.

Oposição busca CPMI

No Congresso, o senador Carlos Viana (PSD-MG) iniciou a coleta de assinaturas para uma CPMI destinada a investigar as suspeitas envolvendo Lulinha.

Para que o requerimento possa ser apresentado, são necessárias as assinaturas de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais. Flávio Bolsonaro está entre os parlamentares que apoiaram a iniciativa.

Viana também pediu à Polícia Federal informações sobre a localização de Lulinha, que vive em Madri, na Espanha, e solicitou ao Supremo Tribunal Federal a preservação de provas relacionadas às investigações.

O senador anunciou ainda que pretende apresentar pedido para convocar o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para prestar esclarecimentos sobre possíveis tratativas envolvendo interesses privados dentro da pasta.

Mesmo com a obtenção das assinaturas necessárias, a instalação de uma CPMI depende de procedimentos no Congresso e pode encontrar dificuldades durante o período eleitoral, quando as atividades legislativas costumam ser reduzidas.

Governo volta atenção para “Dark Horse”

Enquanto a oposição concentra esforços sobre Lulinha, integrantes da base governista retomaram questionamentos sobre o financiamento de “Dark Horse”.

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), encaminhou ofícios à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República solicitando informações sobre investigações relacionadas ao financiamento do filme.

As tratativas para a produção envolveriam até R$ 134 milhões. Desse montante, aproximadamente R$ 61 milhões teriam sido efetivamente destinados ao projeto pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Em julho, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito para apurar os repasses. A investigação busca esclarecer a origem e o destino dos recursos e se houve eventual irregularidade ou contrapartida relacionada a Flávio Bolsonaro.

A existência de uma investigação não significa que os envolvidos tenham cometido crime.

Flávio afirmou anteriormente que os valores recebidos foram destinados integralmente à produção do filme e declarou disposição para tornar público o contrato relacionado ao financiamento. A prestação de contas mencionada pelo senador, porém, ainda não havia sido divulgada publicamente até a publicação das informações.

Disputa chega à campanha presidencial

Os dois casos passaram também a integrar a estratégia eleitoral dos principais grupos políticos.

O Datafolha divulgado na sexta-feira (21) mostrou Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 33%. As campanhas acompanham a repercussão das investigações e seus possíveis efeitos sobre o eleitorado.

As apurações envolvendo Lulinha e o financiamento de “Dark Horse” permanecem em andamento e, até o momento, não há conclusão definitiva sobre eventual responsabilidade criminal nos casos.

Fonte: CNN Brasil
Imagem: Reprodução

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INSS facilita contratação de consignado para aposentados e pensionistas sem biometria facial

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que não possuem biometria facial disponível nas bases do governo federal voltaram a poder autorizar a contratação de empréstimos consignados. A mudança já está em vigor e foi estabelecida pela Instrução Normativa nº 213, publicada no Diário Oficial da União no último dia 19. Para […]

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que não possuem biometria facial disponível nas bases do governo federal voltaram a poder autorizar a contratação de empréstimos consignados.

A mudança já está em vigor e foi estabelecida pela Instrução Normativa nº 213, publicada no Diário Oficial da União no último dia 19.

Para esse grupo, a autorização poderá ser feita pelo aplicativo Meu INSS, mediante acesso à conta Gov.br e utilização de dados da conta bancária do próprio beneficiário.

A regra cria uma alternativa para quem não consegue realizar o reconhecimento facial por não ter biometria disponível nas bases utilizadas pelo governo. Para os beneficiários que possuem o registro, a validação biométrica continua disponível.

A exigência de biometria facial para novos empréstimos consignados havia sido implantada em maio deste ano como uma das medidas destinadas a aumentar a segurança das operações e reduzir o risco de fraudes.

Novas regras para portabilidade

A norma também altera procedimentos para quem deseja transferir um empréstimo consignado de uma instituição financeira para outra.

Na portabilidade, o beneficiário deverá assinar um termo específico de autorização pelo Meu INSS. Após esse procedimento, a instituição que receberá o contrato terá até 20 dias para confirmar a transferência. Caso isso não ocorra dentro do prazo, a operação será cancelada.

O desconto das parcelas no benefício somente poderá começar depois que a documentação exigida for enviada ao INSS.

Entre as informações necessárias estão o contrato, a autorização expressa para o desconto, o valor contratado, o número de parcelas, a taxa de juros e a instituição responsável pela operação.

Bancos terão que informar depósito

As instituições financeiras também passarão a ter até sete dias úteis para informar ao INSS os dados referentes ao depósito do valor emprestado na conta do beneficiário.

A medida permite comparar as informações registradas no contrato com o efetivo recebimento do dinheiro e aumenta a possibilidade de identificação de operações irregulares.

As novas regras mantêm a proibição de autorização de descontos de empréstimos consignados por telefone. Gravações de voz também não poderão ser utilizadas como comprovação da anuência do aposentado ou pensionista.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Reprodução

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