Operação da Polícia Civil apreende mais de 500 caixas de cigarro falsificado em Arcoverde
Por Nill Júnior
A Polícia Civil informa em nota que realizou em Arcoverde uma operação para apreensão de cigarros falsificados e outras mercadorias com indícios de irregularidades. A ação policial que contou com apoio de policiais militares do 3º BPM, conseguiu tirar de circulação 521 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai, além de 30 fogões novos da marca Esmaltec e mercadorias de gêneros alimentícios, com notas fiscais com indícios de irregularidades.
Todo o material foi localizado no bairro JK, na cidade de Arcoverde-PE. Duas pessoas foram presas em flagrante, sendo respectivamente, João Paulo Rezende Figueredo, 26 anos de idade e José Ivanildo De Souza, 24 anos de idade, pelo crime de contrabando.
Os policiais apreenderam ainda dois veículos, sendo um caminhão Mercedes Benz Baú e um Fiat Ducato. Todo o material foi recolhido a delegacia de Arcoverde que continua com investigações para verificação do destino da carga. Os dois homens presos ao final do procedimento policial foram postos em liberados mediante pagamento de fiança, para responder em liberdade a justiça.
Janailson Valeriano Nunes, conhecido como Janailson Valimil, é escrivão de Polícia, administrador, advogado e empreendedor. É mais um sertanejo que colocou seu nome a disposição para buscar uma vaga na ALEPE. Natural de Custódia, no distrito de Quitimbu, localizado na divisa entre as regiões do Pajeú e do Moxotó, construiu sua trajetória profissional unindo a […]
Janailson Valeriano Nunes, conhecido como Janailson Valimil, é escrivão de Polícia, administrador, advogado e empreendedor. É mais um sertanejo que colocou seu nome a disposição para buscar uma vaga na ALEPE.
Natural de Custódia, no distrito de Quitimbu, localizado na divisa entre as regiões do Pajeú e do Moxotó, construiu sua trajetória profissional unindo a experiência no serviço público, a formação acadêmica e a atividade empresarial.
Atualmente, exerce a função de Escrivão de Polícia, estando lotado na 13ª Delegacia da Mulher de Afogados da Ingazeira, onde atua diretamente no atendimento e no registro de ocorrências relacionadas à violência contra a mulher.
É formado em Administração de Empresas e em Direito, formações que contribuíram para sua visão sobre gestão pública, segurança, desenvolvimento econômico e geração de oportunidades.
Empreendedor por convicção
O nome Valimil surgiu inicialmente como uma marca criada por Janailson para uma indústria alimentícia em Custódia. Com o crescimento de seus empreendimentos, a marca passou a identificar outras empresas do grupo, atuantes em segmentos como posto de combustíveis, construção civil, fábrica de gelo e indústria de sorvetes.
“A experiência como empreendedor consolidou uma de suas principais convicções: o desenvolvimento social passa pela geração de renda, pela criação de empregos e pelo fortalecimento de quem produz”, diz em nota.
Vida pessoal e valores
Cristão evangélico, Janailson é casado com a médica Dra. Monique Liberal Fidelis Valeriano, filha de Múcio Fidelis e Ana. Morando em Afogados da Ingazeira, mantém vínculos com o Sertão e conhece de perto os desafios e as potencialidades do interior de Pernambuco.
“Sua trajetória reúne serviço público, segurança, empreendedorismo, formação acadêmica e compromisso com o desenvolvimento regional, bases que levam Janailson Valimil a colocar seu nome à disposição para uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco”, conclui a nota.
Da Itapuama FM No comentário para o Jornal Itapuama desta segunda (11/08), o jornalista Nill Júnior analisa o debate gerado após a declaração da vereadora Célia Galindo, que afirmou que “da terra só conhece minhoca”, provocando a reação do pré-candidato a deputado estadual Olavo Bandeira. Olavo desaprovou a fala da parlamentar, classificando-a como uma brincadeira […]
No comentário para o Jornal Itapuama desta segunda (11/08), o jornalista Nill Júnior analisa o debate gerado após a declaração da vereadora Célia Galindo, que afirmou que “da terra só conhece minhoca”, provocando a reação do pré-candidato a deputado estadual Olavo Bandeira.
Olavo desaprovou a fala da parlamentar, classificando-a como uma brincadeira de mau gosto e um desrespeito ao campo político, abordando o assunto tanto na rádio Itapuama quanto em vídeo divulgado nas redes sociais.
Nill Júnior destaca ser contrário a qualquer tipo de rótulo na política seja chamando pré-candidatos de “minhoca” por serem da terra ou de “forasteiros” por virem de fora. O jornalista ressalta que a legislação eleitoral garante a todos a legitimidade para pleitear o voto, sem conceder vantagens ou penalidades com base na origem.
O debate ganha relevância no cenário local de Arcoverde, onde o prefeito Zeca apoia nomes de fora como Marcelo Gouveia e Gustavo Gouveia, enquanto outros grupos defendem pré-candidatos locais como Luciano Pacheco, Olavo Bandeira e Israel Guerra. Para Nill Júnior, a política exige um debate republicano e sem ataques, lembrando que, no final, a decisão soberana pertence ao eleitor.
O farmacêutico e candidato a Deputado Estadual Olavo Bandeira, disse em suas redes sociais que achou “de muito mal gosto” a fala da vereadora Célia Galindo, ao dizer que “da terra pra ela é minhoca”, em uma crítica aos nomes radicados em Arcoverde que disputam mandatos. Para Olavo, a fala foi desrespeitosa e deselegante. Ele […]
O farmacêutico e candidato a Deputado Estadual Olavo Bandeira, disse em suas redes sociais que achou “de muito mal gosto” a fala da vereadora Célia Galindo, ao dizer que “da terra pra ela é minhoca”, em uma crítica aos nomes radicados em Arcoverde que disputam mandatos.
Para Olavo, a fala foi desrespeitosa e deselegante. Ele deu uma entrevista ao Jornal da Itapuama criticando a postura da vereadora e depois, publicou o vídeo em sua rede social.
“Não venham tentar desconstruir os candidatos da terra com piadinhas baratas. Arcoverde merece respeito!” – escreveu Olavo.
O senador Fernando Dueire (PSD) disse no ato de apoio a Humberto Costa que os motivos de ter sido alijado da disputa ao Senado devem ser questionados à governadora. Ele contestou o critério de desempenho em pesquisas à essa altura do campeonato. “A história mostra que, nesse período, a senadora Teresa Leitão tinha a pontuação […]
O senador Fernando Dueire (PSD) disse no ato de apoio a Humberto Costa que os motivos de ter sido alijado da disputa ao Senado devem ser questionados à governadora.
Ele contestou o critério de desempenho em pesquisas à essa altura do campeonato.
“A história mostra que, nesse período, a senadora Teresa Leitão tinha a pontuação que eu tenho e ela teve dois milhões de votos. Não acredito”, afirmou Dueire.
A resposta sobre a escolha de Raquel: ““Essa é uma boa pergunta para ser feita à governadora, porque, no fundo, eu não participei, não fui ouvido com relação a isso”, disse.
Já Miguel Coelho, em entrevista a Edenevaldo Alves, de Petrolina, afirmou que passou quatro meses caminhando com a governadora e tendo a garantia de que seria o nome para a disputa.
Miguel disse manter o apoio a Raquel, mas também fez um questionamento:
“Eu não tenho mágoa de Raquel Lyra. Só acho que poderia ter deixado menos fissura”, afirmou.
A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta segunda-feira (10) o cumprimento da sentença que condenou o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) a suspensão dos direitos políticos por oito anos. A principal consequência é sua inelegibilidade, o que ainda deve ser analisado pela Justiça Eleitoral. A decisão é do juiz Ricardo Cyfer, da 4ª Vara da […]
A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta segunda-feira (10) o cumprimento da sentença que condenou o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) a suspensão dos direitos políticos por oito anos. A principal consequência é sua inelegibilidade, o que ainda deve ser analisado pela Justiça Eleitoral.
A decisão é do juiz Ricardo Cyfer, da 4ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele afirma que o caso transitou em julgado depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) negou recurso a Garotinho.
O ex-governador foi condenado por improbidade administrativa no esquema de desvio de verbas na Saúde, na época em que era secretário de governo na gestão de sua mulher, a ex-governadora Rosinha Garotinho.
A defesa de Anthony Garotinho contestou a decisão da Justiça do Rio e disse que “persistir na execução de uma pena já exaurida viola a Lei de Improbidade e a segurança jurídica”.
Você precisa fazer login para comentar.