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O joelho, e não necessariamente a palavra é que vai definir se Inocêncio será candidato ou não

Por Nill Júnior
Já cansou: puxa encolhe de Inocêncio já causa insatisfação de prefeitos de sua base. Palavra e honra do Deputado em xeque
Já cansou: puxa encolhe de Inocêncio já causa insatisfação de prefeitos de sua base. Palavra empenhada pelo Deputado em xeque

O deputado federal Inocêncio Oliveira (PR) disse que vai passar por uma avaliação médica no joelho e, caso o resultado final seja satisfatório, deve sair candidato à reeleição indo de encontro a promessa de ter abandonado a política.

‘Estou atendendo a uma convocação dos prefeitos, mas só quero tornar minha posição oficial depois que for liberado pelo médico’, disse o republicano.

A posição de Inocêncio levanta questionamentos do tipo: “se pode quebrar a própria palavra empenhada a políticos, tem como mantê-la junto a quem o eleger?”

Se serve de alento, pela primeira vez, a possível volta atrás do Deputado gera insatisfações e discordâncias dentro de sua própria base. Nem parte dos prefeitos que muitas vezes o trataram bajulatoriamente aguentam mais.

Inocêncio comandou ato político para dar seu Adeus, garantiu sair de cena na disputa, passou o cajado a Sebastião Oliveira. Voltar atrás pode manchar o que para qualquer sertanejo é patrimônio inatingível : a própria honra.

Caso quisesse refletir a repercussão da escolha do sucessor, deveria dar prova de organização política e fazer a tal consulta a prefeitos antes e não após bater o martelo. Mas para um político cuja decisão virá do joelho, o que mais esperar ?

Outras Notícias

62%: aprovação de Raquel Lyra permanece estável e desaprovação recua, aponta pesquisa Múltipla

A pesquisa Múltipla divulgada nesta quarta-feira (17) mostra que a avaliação do governo da governadora Raquel Lyra manteve estabilidade entre maio e junho, com leve redução dos índices negativos e crescimento do percentual de entrevistados sem opinião formada. Segundo o levantamento, 62% dos pernambucanos aprovam a gestão da governadora, enquanto 26% desaprovam. Outros 12% não […]

A pesquisa Múltipla divulgada nesta quarta-feira (17) mostra que a avaliação do governo da governadora Raquel Lyra manteve estabilidade entre maio e junho, com leve redução dos índices negativos e crescimento do percentual de entrevistados sem opinião formada.

Segundo o levantamento, 62% dos pernambucanos aprovam a gestão da governadora, enquanto 26% desaprovam. Outros 12% não opinaram.

Na comparação com a pesquisa realizada em maio, os números apontam estabilidade dentro da margem de erro. A aprovação passou de 63% para 62%, enquanto a desaprovação caiu de 30% para 26%. Já o percentual dos que não opinaram cresceu de 7% para 12%.

Quando os entrevistados foram questionados sobre a classificação da gestão estadual, 13% consideraram o governo ótimo, 31% bom, 35% regular, 5% ruim e 11% péssimo. Outros 5% não responderam.

Agrupando os conceitos positivos, a soma de ótimo e bom alcança 44%, enquanto os conceitos negativos, formados por ruim e péssimo, chegam a 16%. O grupo que considera a administração regular representa 35% dos entrevistados.

Em relação ao levantamento de maio, houve crescimento de três pontos percentuais na avaliação positiva, que passou de 41% para 44%. A avaliação regular permaneceu praticamente estável, variando de 36% para 35%. Já a avaliação negativa caiu de 19% para 16%. O percentual de entrevistados sem opinião passou de 4% para 5%.

Os números sugerem que, entre maio e junho, a gestão Raquel Lyra apresentou melhora nos indicadores de avaliação qualitativa, com aumento da percepção positiva e redução das avaliações negativas. Na aprovação administrativa, o cenário permaneceu estável, mantendo um índice superior a 60% e registrando queda na desaprovação.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem o número de identificação PE – 02553/2026. Tem trabalho de campo entre 13 e 16 de junho, com 1.070 entrevistas. A margem de erro de 3% para mais ou para menos.

TRE nega liminar do MDB e mantêm pesquisa Múltipla

Triste fim do partido que já teve como expoente no auge o ex-governador Jarbas Vasconcelos. O MDB virou uma sub legenda do PSB no Estado. Sem ter agenda ou ocupação prática,  o partido se presta a esse papel ridículo, tal qual ventríloco de quem manda ou papagaio de pirata. Para poupar o PSB do desgaste […]

Triste fim do partido que já teve como expoente no auge o ex-governador Jarbas Vasconcelos. O MDB virou uma sub legenda do PSB no Estado.

Sem ter agenda ou ocupação prática,  o partido se presta a esse papel ridículo, tal qual ventríloco de quem manda ou papagaio de pirata.

Para poupar o PSB do desgaste de tentar vetar o acesso à informação da sociedade pernambucana previsto na Constituição,  tentou barrar a divulgação da pesquisa Múltipla. Mais uma vez,  deu com os burros n’água.

O desembargador eleitoral Fernando Braga Damasceno negou a liminar com os mesmos argumentos pelos quais o TRE restabeleceu a divulgação da pesquisa anterior: concluiu que os documentos apresentados pelo Múltipla demonstraram sua espertize e capacidade para realizar a pesquisa, assim como a parceria histórica com o blog.

Na ação, o MDB alegava que “a pesquisa apresentava irregularidades que comprometeriam sua credibilidade”.

Mas, ao analisar o caso, o magistrado entendeu que não ficou demonstrada a probabilidade do direito alegado pelo partido. A decisão destaca que o Instituto Múltipla apresentou documentos que provam sua capacidade e competência técnica para realizar pesquisas.

Diante disso, o TRE-PE indeferiu o pedido liminar para retirada da pesquisa dos meios de divulgação.

Triste fim, MDB…

Nova pesquisa Múltipla mostra João com 43% contra 38% de Raquel e 1% de Ivan Moraes

Quadro é de empate técnico no limite da margem de erro (3%),  com inversão dos nomes em relação à pesquisa anterior Na simulação de segundo turno, 44% a 41% pró João,  também configurando novamente empate técnico,  com socialista numericamente a frente Levantamento do Instituto Múltipla realizado entre os dias 13 e 16 de junho, com […]

Quadro é de empate técnico no limite da margem de erro (3%),  com inversão dos nomes em relação à pesquisa anterior

Na simulação de segundo turno, 44% a 41% pró João,  também configurando novamente empate técnico,  com socialista numericamente a frente

Levantamento do Instituto Múltipla realizado entre os dias 13 e 16 de junho, com 1.070 entrevistas em Pernambuco, mantém o cenário de equilíbrio na corrida pelo Governo do Estado em 2026, mas invertendo o cenário em relação à pesquisa anterior.

Já no cenário estimulado, quando os nomes são apresentados aos eleitores, João Campos (PSB) lidera com 43%, seguido por Raquel Lyra (PSD), com 38%. Ivan Moraes aparece com 1%. Os indecisos somam 9% e os votos brancos e nulos chegam a 8%.

No cenário estimulado, João Campos foi de 39% para 43%, crescimento de quatro pontos. Raquel Lyra recuou de 43% para 38%.

Em uma eventual disputa de segundo turno, João Campos tem 44%, contra 41% de Raquel Lyra. Brancos e nulos representam 7%, enquanto outros 7% permanecem indecisos.

Em maio, Raquel Lyra aparecia numericamente à frente, com 44%, contra 41% de João Campos. Agora, João Campos passou para 44%, enquanto Raquel Lyra ficou com 41%, configurando novamente empate técnico considerando a margem de erro.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, João Campos oscilou de 18% para 24%, crescimento de seis pontos. Raquel Lyra recuou de 27% para 25%, uma queda de dois pontos. O percentual de eleitores que não citaram nenhum nome ou estavam indecisos caiu de 54% para 50%, indicando maior definição do eleitorado.

Corrida pelo Senado

Na disputa pelas duas vagas ao Senado, a ex-deputada Marília Arraes lidera com 32%. Em seguida aparecem Humberto Costa, com 17%, Miguel Coelho, com 14%, e Eduardo da Fonte, com 13%. Túlio Gadelha registra 7%, Jô Cavalcanti 2%, Fernando Dueire 1% e Paulo Rubem Santiago 1%.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem o número de identificação PE – 02553/2026. Tem trabalho de campo entre 13 e 16 de junho, com 1.070 entrevistas. A margem de erro de 3% para mais ou para menos.

MDB tentou evitar divulgação

O MDB de Pernambuco ingressou com novo pedido liminar tentado suspender a divulgação de mais esse levantamento, como tentou em vão na pesquisa anterior.

Segundo o Diretor do Instituto, Ronald Falabella, em linhas geras as alegações para tentar impedir a divulgação foram praticamente as mesmas. “São as mesmas questões de ordem meramente formal alegadas na pesquisa anterior. O Instituto já fez a defesa e assim como nos outro caso, não teremos problemas”, diz Falabella.

Entretanto, para garantir o direito à informação, o instituto decidiu em conjunto com o blog antecipar a divulgação para a meia noite desta quarta-feira.

Diretor do Múltipla: quadro segue indefinido

Socialista mantém vantagem na Região Metropolitana e reduziu em redutos dominados por Raquel  O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella, analisou preliminarmente os números da pesquisa que coloca João Campos matematicamente a frente de Raquel,  quase que invertendo os números do levantamento anterior, e com cenário de empate técnico. Segundo ele, João manteve a vantagem […]

Socialista mantém vantagem na Região Metropolitana e reduziu em redutos dominados por Raquel 

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella, analisou preliminarmente os números da pesquisa que coloca João Campos matematicamente a frente de Raquel,  quase que invertendo os números do levantamento anterior, e com cenário de empate técnico.

Segundo ele, João manteve a vantagem na Região Metropolitana,  incluindo Recife, e reduziu um pouco a vantagem nas outras três regiões, onde Raquel têm vantagem.

Para ele, é preciso uma análise mais aprofundada para definir as causas dessa movimentação. Da mesma forma, só um levantamento mais a frente pode indicar se esse movimento é linear, com Raquel tendo estabelecido um teto, ou se ela retoma a curva ascendente dos levantamentos anteriores.

Fato é que o levantamento confirma o momento de extremo acirramento entre os dois principais postulantes. Prova disso é que na média das pesquisas de maio e junho, João tem 41% e Raquel,  40,5%. Se considerada a média das pesquisas de segundo turno,  ambos estão empatados em 42,5%.

Fala de Lula não influenciou

Segundo Ronald, a fala de Lula declarando apoio a João Campos não pôde ser aferida no levantamento,  pois a ampla maioria dos questionários foi aplicada antes da declaração. Ronald diz que, se houver impacto,  ele só será aferido em levantamentos posteriores do Múltipla e de outros institutos.

Marília lidera para o Senado, seguida por Humberto Costa e Miguel Coelho

Eduardo da Fonte está colado em quarto Na disputa pelas duas vagas ao Senado, a ex-deputada Marília Arraes lidera com 32%. É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla. Em seguida aparecem Humberto Costa, com 17%, Miguel Coelho, com 14%, e Eduardo da Fonte, com 13%. Túlio Gadelha registra 7%, Jô Cavalcanti 2%, Fernando Dueire […]

Eduardo da Fonte está colado em quarto

Na disputa pelas duas vagas ao Senado, a ex-deputada Marília Arraes lidera com 32%. É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla.

Em seguida aparecem Humberto Costa, com 17%, Miguel Coelho, com 14%, e Eduardo da Fonte, com 13%. Túlio Gadelha registra 7%, Jô Cavalcanti 2%, Fernando Dueire 1% e Paulo Rubem Santiago 1%.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem o número de identificação PE – 02553/2026. Tem trabalho de campo entre 13 e 16 de junho, com 1.070 entrevistas. A margem de erro de 3% para mais ou para menos.