No embate com vereadores Marcilio Pires respeita Nely e desafia Edmundo
Por Nill Júnior
O ex-vereador Marcílio Pires esteve no Programa Show da Tarde, da Rádio Cultura FM rebatendo questionamentos após suas declarações em outra emissora.
Disse que não iria responder o que foi dito pela vereadora Nelly – ao afirmar que ele não representaria o grupo – pelo fato dela estar gestante e não querer causar qualquer constrangimento. “Em outro momento poderei falar porque não me falta pano pras mangas”, disse.
O ex-vereador afirmou que não retira uma vírgula do que disse na entrevista concedida à Rádio Cidade FM e ressaltou que Edmundo Barros, em sua entrevista confirmou que não vota com o prefeito em nada.
“Querendo ou não, o palanque de Paulo Câmara em Tabira é de Dinca Brandino. Quem estiver com Paulo Câmara estará automaticamente com Dinca”, disse Marcílio.
Sobre ter sido taxado de doido por Edmundo Barros, Marcílio lembrou ao vereador que foi convidado pelo próprio para ser seu vice na eleição passada.
“Como você convida um doido que não tem votos para ser seu vice?” questionou Marcílio, que ainda fez um desafio. “Vamos colocar nossa candidatura a prefeito, eu de um lado e você do outro, sem o apoio dos grandes grupos, para ver quem tem mais votos”.
O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) participou, na noite deste sábado (22), da 93ª Festa de Santa Rosa, em Ingazeira, no Sertão do Pajeú. O parlamentar acompanhou a programação ao lado do prefeito Luciano Torres e do deputado federal Lucas Ramos. A celebração religiosa integra o calendário tradicional do município e reúne moradores em torno […]
O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) participou, na noite deste sábado (22), da 93ª Festa de Santa Rosa, em Ingazeira, no Sertão do Pajeú. O parlamentar acompanhou a programação ao lado do prefeito Luciano Torres e do deputado federal Lucas Ramos.
A celebração religiosa integra o calendário tradicional do município e reúne moradores em torno das atividades dedicadas a Santa Rosa.
Durante a passagem por Ingazeira, Diogo acompanhou parte da programação e cumprimentou moradores. O deputado afirmou que participa da festa em diferentes edições e destacou a importância da celebração para a tradição religiosa e cultural do município.
Foto: Antônio Albuquerque
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O candidato a deputado estadual Breno Araújo participou, neste sábado (22), de uma carreata em Belo Jardim ao lado de Vicente Cintra Galvão e de integrantes da família Cintra Galvão. A atividade percorreu ruas do município e integrou a agenda de campanha do candidato no Agreste pernambucano. Durante a passagem pela cidade, Breno esteve acompanhado […]
O candidato a deputado estadual Breno Araújo participou, neste sábado (22), de uma carreata em Belo Jardim ao lado de Vicente Cintra Galvão e de integrantes da família Cintra Galvão. A atividade percorreu ruas do município e integrou a agenda de campanha do candidato no Agreste pernambucano.
Durante a passagem pela cidade, Breno esteve acompanhado de apoiadores e lideranças locais. Vicente Cintra Galvão também participou do ato e declarou apoio à candidatura de Breno à Assembleia Legislativa de Pernambuco.
A programação do candidato havia começado pela manhã em Serra Talhada, onde Breno visitou a Feira Agroecológica ao lado do deputado federal e candidato à reeleição Fernando Monteiro (PSD).
A agenda reuniu, no mesmo dia, compromissos no Sertão e no Agreste do Estado, com atividades voltadas à mobilização eleitoral e ao encontro com apoiadores.
Foto: Eduardo Teles
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas. A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação […]
O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas.
A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação apresentada pelo PT que questionava parte do cálculo da distribuição. A desistência do partido permitiu a liberação de aproximadamente R$ 2,3 bilhões que estavam retidos enquanto o processo permanecia pendente.
O PT terá a segunda maior parcela do fundo, com R$ 615,4 milhões. Na sequência aparecem União Brasil, com R$ 526,2 milhões; PSD, com R$ 421 milhões; e PP, com R$ 417 milhões.
Somados, PL e PT concentram aproximadamente R$ 1,5 bilhão, o equivalente a 30,2% dos R$ 4,961 bilhões disponíveis no Fundo Eleitoral deste ano.
Por que parte do dinheiro estava retida?
O PT havia recorrido ao TSE para questionar o número de deputados considerado no cálculo de uma das parcelas do fundo. A legenda defendia que fossem contabilizados 69 deputados federais eleitos em 2022, e não 68.
Se a tese fosse aceita, a parcela total destinada ao partido poderia subir dos atuais R$ 615,4 milhões para cerca de R$ 620 milhões.
Como 48% do Fundo Eleitoral são distribuídos proporcionalmente ao número de representantes eleitos para a Câmara dos Deputados, uma eventual alteração no cálculo do PT afetaria também os valores destinados às demais legendas.
Durante o julgamento, a ministra Estela Aranha pediu vista, interrompendo a análise. Posteriormente, o PT desistiu da ação, e o processo foi extinto sem julgamento do mérito. Com isso, foi mantida a divisão divulgada pelo TSE em junho.
Como funciona a divisão
O Fundo Eleitoral é formado por recursos públicos e será de R$ 4.961.519.777 nas eleições deste ano.
Pela legislação, 2% são divididos igualmente entre os partidos registrados no TSE; 35% levam em conta os votos obtidos pelas legendas na última eleição para a Câmara; 48% são distribuídos conforme o número de deputados federais eleitos; e 15% consideram a representação partidária no Senado.
Fonte: CNN Brasil
Imqgem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
A agenda de campanha de Raquel Lyra (PSD), neste domingo (23), em Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, teve como principal marca a tentativa de associar a candidatura da governadora ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O sinal mais visível disso apareceu nas camisas usadas por militantes durante o ato político. As […]
A agenda de campanha de Raquel Lyra (PSD), neste domingo (23), em Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, teve como principal marca a tentativa de associar a candidatura da governadora ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O sinal mais visível disso apareceu nas camisas usadas por militantes durante o ato político. As peças traziam a marca “Raquel Lyra F.C.”, com as cores lilás e vermelha, além dos números 55, de Raquel, e 13, de Lula.
A combinação foi usada por apoiadores para defender o voto casado entre a candidata ao Governo de Pernambuco e o presidente, apesar de o PT estar oficialmente na Frente Popular de Pernambuco, coligação encabeçada por João Campos (PSB), adversário de Raquel na disputa estadual.
O ato aconteceu durante a inauguração do comitê do deputado estadual Wanderson Florêncio. Em discurso, Raquel também reforçou a vinculação com o governo federal ao citar ações realizadas em parceria com Lula. Segundo a governadora, essa articulação resultou na entrega de 26 mil casas e em R$ 500 milhões investidos em obras de contenção de encostas.
Durante a agenda, a candidata ainda criticou a oposição e afirmou que há uso de notícias falsas na campanha.
Fonte/Foto: Blog do Dantas Barreto
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), passaram a alimentar uma nova frente de confronto entre oposição e governo durante a campanha eleitoral. De um lado, parlamentares da oposição […]
As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), passaram a alimentar uma nova frente de confronto entre oposição e governo durante a campanha eleitoral.
De um lado, parlamentares da oposição articulam a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar suspeitas relacionadas a Lulinha. Do outro, integrantes da base governista cobram esclarecimentos sobre recursos destinados à produção da cinebiografia de Bolsonaro e a possível participação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nas tratativas.
Lulinha é investigado pela Polícia Federal em três inquéritos que apuram suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo interesses de empresas junto ao governo federal. As apurações estão em andamento e não representam condenação.
Entre as frentes investigadas está a suspeita de atuação de Lulinha e da lobista Roberta Luchsinger em favor de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em possíveis negócios relacionados ao Ministério da Saúde e a medicamentos à base de canabidiol.
O presidente Lula tem afirmado publicamente que o filho deve permanecer à disposição das autoridades e responder por seus atos caso alguma irregularidade seja comprovada.
Oposição busca CPMI
No Congresso, o senador Carlos Viana (PSD-MG) iniciou a coleta de assinaturas para uma CPMI destinada a investigar as suspeitas envolvendo Lulinha.
Para que o requerimento possa ser apresentado, são necessárias as assinaturas de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais. Flávio Bolsonaro está entre os parlamentares que apoiaram a iniciativa.
Viana também pediu à Polícia Federal informações sobre a localização de Lulinha, que vive em Madri, na Espanha, e solicitou ao Supremo Tribunal Federal a preservação de provas relacionadas às investigações.
O senador anunciou ainda que pretende apresentar pedido para convocar o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para prestar esclarecimentos sobre possíveis tratativas envolvendo interesses privados dentro da pasta.
Mesmo com a obtenção das assinaturas necessárias, a instalação de uma CPMI depende de procedimentos no Congresso e pode encontrar dificuldades durante o período eleitoral, quando as atividades legislativas costumam ser reduzidas.
Governo volta atenção para “Dark Horse”
Enquanto a oposição concentra esforços sobre Lulinha, integrantes da base governista retomaram questionamentos sobre o financiamento de “Dark Horse”.
A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), encaminhou ofícios à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República solicitando informações sobre investigações relacionadas ao financiamento do filme.
As tratativas para a produção envolveriam até R$ 134 milhões. Desse montante, aproximadamente R$ 61 milhões teriam sido efetivamente destinados ao projeto pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Em julho, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito para apurar os repasses. A investigação busca esclarecer a origem e o destino dos recursos e se houve eventual irregularidade ou contrapartida relacionada a Flávio Bolsonaro.
A existência de uma investigação não significa que os envolvidos tenham cometido crime.
Flávio afirmou anteriormente que os valores recebidos foram destinados integralmente à produção do filme e declarou disposição para tornar público o contrato relacionado ao financiamento. A prestação de contas mencionada pelo senador, porém, ainda não havia sido divulgada publicamente até a publicação das informações.
Disputa chega à campanha presidencial
Os dois casos passaram também a integrar a estratégia eleitoral dos principais grupos políticos.
O Datafolha divulgado na sexta-feira (21) mostrou Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 33%. As campanhas acompanham a repercussão das investigações e seus possíveis efeitos sobre o eleitorado.
As apurações envolvendo Lulinha e o financiamento de “Dark Horse” permanecem em andamento e, até o momento, não há conclusão definitiva sobre eventual responsabilidade criminal nos casos.
Fonte: CNN Brasil
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Você precisa fazer login para comentar.