O governador João Lyra Neto se reúne com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no final da tarde desta quinta-feira (15/05). Às 18h30, o governador e o ministro, receberão a imprensa, no Palácio do Campo das Princesas.
Também estarão presentes na coletiva o general Benardi, que será o responsável pelo comando das tropas federais em Pernambuco, e a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Mikii.
Em entrevistas concedidas durante o dia de hoje, o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, disse que o Governo mantém a tranquilidade e o diálogo porque é isso o que a sociedade pernambucana espera.
“Ontem, o governador João Lyra Neto solicitou a ilegalidade da greve, que foi reconhecida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, e convocou a Força Nacional e o Exército Brasileiro para estar nas ruas de todas as regiões do Estado para garantir a lei e a ordem”.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, assinou, na segunda-feira (24), a ordem de serviço para a pavimentação de sete ruas no bairro do Ipsep. Segundo a Prefeitura, o investimento previsto para as intervenções é superior a R$ 1 milhão. Com a nova etapa, a gestão municipal informa que o bairro chegará a 40 ruas […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, assinou, na segunda-feira (24), a ordem de serviço para a pavimentação de sete ruas no bairro do Ipsep. Segundo a Prefeitura, o investimento previsto para as intervenções é superior a R$ 1 milhão.
Com a nova etapa, a gestão municipal informa que o bairro chegará a 40 ruas contempladas com pavimentação. As obras têm como objetivo melhorar as condições de circulação e infraestrutura da localidade.
De acordo com os dados apresentados pela Prefeitura, 239 ruas foram pavimentadas em Serra Talhada desde o início da atual gestão, com investimentos superiores a R$ 26 milhões. O município também afirma manter atualmente mais de R$ 16 milhões em obras de pavimentação em execução.
Durante a assinatura da ordem de serviço, Márcia destacou os efeitos das intervenções para os moradores. “Cada rua que deixa de ser lama e poeira e passa a ser calçada representa uma família que ganha qualidade de vida”, afirmou.
Foto: Eduardo Teles
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realiza, nesta quarta-feira (26), às 9h, uma audiência pública para discutir o financiamento da política de saúde mental e a atualização da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Estado. O encontro será realizado no auditório Sérgio Guerra e terá participação do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco […]
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realiza, nesta quarta-feira (26), às 9h, uma audiência pública para discutir o financiamento da política de saúde mental e a atualização da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Estado.
O encontro será realizado no auditório Sérgio Guerra e terá participação do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE).
Promovida pela Comissão de Saúde da Alepe, a audiência deverá reunir representantes dos governos federal, estadual e municipais, além de órgãos de controle, Judiciário, entidades profissionais e representantes da sociedade civil.
Entre os temas previstos estão a regionalização da assistência, os parâmetros utilizados para organização da RAPS, a implantação e habilitação de novos serviços, a disponibilidade de profissionais especializados e o aumento da demanda por atendimento em saúde mental.
Outro ponto central será o financiamento. Representantes municipais devem discutir a divisão de responsabilidades entre União, Estado e municípios e a necessidade de recursos para manutenção dos serviços existentes e eventual expansão da rede.
O COSEMS-PE defende que novas estruturas e responsabilidades sejam acompanhadas de previsão de financiamento e planejamento regional.
“Os municípios estão na ponta, acolhendo a população e enfrentando uma demanda cada vez maior por atendimento em saúde mental. Precisamos avançar na organização da rede, mas esse avanço deve acontecer com planejamento, regionalização e, principalmente, com financiamento adequado e responsabilidades compartilhadas entre União, Estado e municípios”, afirmou o presidente do Conselho, Elídio Moura.
A expectativa é que a audiência ajude a identificar demandas dos municípios e alternativas para a organização da assistência em saúde mental nas diferentes regiões de Pernambuco.
Foto: Divulgação
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL) participou, na segunda-feira (24), da primeira sabatina do Diario de Pernambuco com os postulantes ao Palácio do Campo das Princesas. Durante a entrevista, ele fez críticas aos dois principais adversários na disputa, João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD), e apresentou propostas para áreas como saúde, […]
O candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL) participou, na segunda-feira (24), da primeira sabatina do Diario de Pernambuco com os postulantes ao Palácio do Campo das Princesas. Durante a entrevista, ele fez críticas aos dois principais adversários na disputa, João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD), e apresentou propostas para áreas como saúde, economia solidária e produção de medicamentos.
Um dos momentos de maior repercussão ocorreu quando Ivan afirmou que João teria atuado para tentar inviabilizar sua candidatura antes do início oficial da campanha. “Ele tentou tirar minha candidatura, ele ameaçou nosso partido”, declarou. A afirmação é uma acusação feita pelo candidato do PSOL durante a entrevista.
Ivan também classificou João e Raquel como políticos de centro e disse considerar os dois integrantes do chamado campo democrático, apesar das diferenças políticas. Segundo ele, essa avaliação não impediria uma eventual aproximação após as eleições.
O candidato afirmou que o PSOL tem como prioridades nacionais a reeleição do presidente Lula (PT) e o isolamento da extrema-direita. Questionado sobre a possibilidade de diálogo com João ou Raquel, disse que estaria disposto a construir alianças dentro do que considera o campo democrático, inclusive em um eventual segundo turno.
Saúde e atenção básica
Na área da saúde, Ivan defendeu ampliar a participação do Governo do Estado no fortalecimento da atenção básica, apesar de esse atendimento ser executado principalmente pelos municípios.
A proposta é estabelecer parcerias com as prefeituras para ampliar a cobertura da atenção primária e reduzir a pressão sobre hospitais. O candidato também defendeu que o Estado utilize sua participação no financiamento das residências médicas para priorizar especialidades de acordo com as necessidades de cada região.
Ivan criticou ainda as condições estruturais de unidades da rede estadual e afirmou que pretende direcionar a política de saúde para prevenção e atendimento básico, além da média e alta complexidade.
Medicamentos à base de cannabis pelo Lafepe
Outra proposta apresentada foi a utilização do Laboratório Farmacêutico de Pernambuco (Lafepe) para produzir medicamentos à base de cannabis.
Ivan afirmou que não propõe mudança na legislação sobre a planta, mas a produção de medicamentos já autorizados no país. Segundo ele, seria necessário adequar a estrutura do laboratório para ampliar a fabricação desse tipo de produto.
A proposta, caso implementada, dependeria das autorizações sanitárias, da estrutura técnica necessária e das regras federais aplicáveis à produção desses medicamentos.
Economia solidária
Ivan também defendeu a criação de uma política estadual voltada à economia circular e solidária, com apoio a cooperativas e pequenos empreendimentos.
Entre os exemplos apresentados estão cooperativas de catadores, iniciativas de reciclagem e unidades de compostagem. O candidato afirmou que pretende adotar mecanismos de transparência para permitir o acompanhamento dos recursos públicos destinados aos programas.
Ao longo da sabatina, Ivan procurou diferenciar sua candidatura das de João Campos e Raquel Lyra, ao mesmo tempo em que sinalizou disposição para diálogo político após a eleição.
Fonte: Diario de Pernambuco Foto: Karol Rodrigues/DP Foto
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as articulações para avançar com pautas consideradas prioritárias antes das eleições de outubro. Entre os principais temas estão o fim da escala de trabalho 6×1 e a manutenção da isenção do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, […]
O governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as articulações para avançar com pautas consideradas prioritárias antes das eleições de outubro. Entre os principais temas estão o fim da escala de trabalho 6×1 e a manutenção da isenção do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”.
A movimentação ocorre às vésperas de uma nova semana de esforço concentrado no Congresso, prevista para começar em 31 de agosto. No Senado, as atividades presenciais estão programadas até 4 de setembro, período em que propostas consideradas prioritárias pelo governo poderão avançar.
Nesta quarta-feira (26), Lula pretende se reunir com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Um dos assuntos será a Medida Provisória 1.357/2026, que zerou temporariamente o Imposto de Importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.
A MP está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso para que a mudança se torne permanente. O prazo termina em 8 de setembro. Caso a medida perca a validade sem votação, a cobrança poderá voltar.
Outro ponto da agenda é a PEC que prevê o fim da escala 6×1 e estabelece jornada máxima de 40 horas semanais, com dois dias de descanso para cada cinco trabalhados, sem redução salarial. A proposta está no Senado e deverá passar pelas comissões antes de chegar ao plenário.
O presidente do Senado encaminhou a matéria para análise e o senador Omar Aziz (PSD-AM) foi indicado para a relatoria. Alcolumbre também deu andamento à PEC da Segurança Pública, outra proposta de interesse do governo, que está na Comissão de Constituição e Justiça sob relatoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE).
Oposição articula CPMI sobre Lulinha
Enquanto o governo tenta colocar essas pautas em evidência, parlamentares da oposição articulam uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.
A iniciativa é liderada pelo senador Carlos Viana (PSD-MG) e ainda está na fase de coleta de assinaturas. Para que o requerimento seja apresentado, são necessários os apoios de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais.
Lulinha é investigado em três inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência para favorecer interesses privados junto a órgãos do governo federal. As investigações estão em andamento, e sua defesa nega irregularidades.
Mesmo que alcance o número necessário de assinaturas, a eventual instalação da CPMI ainda dependerá dos procedimentos do Congresso e poderá enfrentar dificuldades diante do esvaziamento das atividades parlamentares durante o período eleitoral.
O cenário coloca governo e oposição em estratégias distintas nesta fase da campanha: o Planalto busca dar visibilidade a propostas com apelo popular, enquanto adversários tentam ampliar a repercussão política das investigações envolvendo o filho do presidente.
Fonte: CNN Brasil
Foto: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Na noite desta segunda-feira (24), em participação no Racast, podcast de sua campanha, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de ataques pessoais durante a disputa eleitoral. Ela citou a representação apresentada à Justiça Eleitoral contra o vereador de Angelim Maurílio Cavalcanti (PSB) e o […]
Na noite desta segunda-feira (24), em participação no Racast, podcast de sua campanha, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de ataques pessoais durante a disputa eleitoral. Ela citou a representação apresentada à Justiça Eleitoral contra o vereador de Angelim Maurílio Cavalcanti (PSB) e o processo por danos morais movido contra o vereador de Caruaru Erick Lessa (Republicanos).
No caso de Maurílio Cavalcanti, Raquel acionou a Justiça Eleitoral após o vereador chamá-la de “louca” durante pronunciamento na Câmara Municipal de Angelim. A defesa da candidata sustenta que a fala configura violência política de gênero. O caso ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.
Durante o podcast, Raquel afirmou que decidiu reagir por considerar que a declaração ultrapassou a crítica à sua atuação política.
“Eu não quero ser julgada ou adjetivada pelo gênero, mas pelas minhas atitudes ou pelo que não fizer”, declarou.
A governadora também mencionou o processo movido contra Erick Lessa. O caso remonta ao período em que Raquel era prefeita de Caruaru e participou de uma capacitação em gestão pública nos Estados Unidos promovida pela organização Comunitas.
Na época, Lessa afirmou que a então prefeita teria utilizado o curso como justificativa para uma viagem com a família. A Justiça considerou que as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e fixou indenização de R$ 25 mil por danos morais.
Mais recentemente, o Tribunal de Justiça de Pernambuco negou seguimento a um recurso apresentado por Lessa, mantendo a condenação nesta etapa do processo. A defesa do vereador sustenta que as manifestações ocorreram no contexto do debate político e ainda pode buscar novas medidas recursais.
Raquel também relacionou os episódios ao tratamento dado às mulheres na política e afirmou que ataques e cobranças podem ganhar contornos diferentes quando dirigidos a mulheres que ocupam cargos de poder.
“O jogo é bruto, pesado, querem que as mulheres se escondam”, afirmou.
Durante a entrevista, a candidata ainda citou pedidos de CPI e de impeachment apresentados contra sua gestão. Essas iniciativas, por si só, fazem parte dos instrumentos políticos e institucionais de fiscalização e controle, mas Raquel questionou se o tratamento recebido seria o mesmo caso o Governo do Estado fosse comandado por um homem.
Fonte: Blog do Dantas Barreto, com informações complementares do Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr