João Lyra anuncia novas duplicações para as BRs 423 e 104
Por Nill Júnior
O governador João Lyra e o ministro dos Transportes, César Borges, firmaram, durante reunião nesta quinta-feira (08/05), novos investimentos que beneficiarão a população pernambucana. No próximo mês, será lançado o edital para a duplicação da BR-423, no trecho entre São Caetano e Garanhuns. Já a BR-104 terá sua duplicação estendida entre Toritama e o distrito de Pão de Açúcar, em Taquaritinga do Norte. Os investimentos serão de R$ 690 milhões.
A duplicação da BR-423, que receberá o nome de Rodovia Mestre Dominguinhos, compreende uma extensão de 80 quilômetros, passando também pelos municípios de Jupi, Lajedo e Cachoeirinha, cruzando a BR-232. A obra está orçada em R$ 500 milhões. O lançamento do edital está previsto também para o mês de junho.
O Ministério dos Transportes lançará em breve o edital para a BR-104. A duplicação, que já está sendo executada entre Caruaru e Toritama, será estendida até o distrito de Pão de Açúcar, em Taquaritinga do Norte. A nova etapa terá 14 quilômetros de extensão e receberá investimentos de R$ 190 milhões.
Durante a reunião em Brasília, o governador João Lyra Neto solicitou a ampliação do trecho até a divisa com a Paraíba. A proposta está sendo analisada pelo Ministério. Da reunião, também participaram os secretários Luciano Vasquez (Casa Civil), João Bosco (Infraestrutura) e Márcio Stefanni (Desenvolvimento Econômico).
Presidente nacional do PSB e candidato ao governo de Pernambuco, João Campos esteve em São Paulo acompanhando o lançamento da campanha à reeleição do presidente Lula. “Com o Lula da Silva, a estrela que brilha! O maior líder brasileiro de todos os tempos que a gente vai ajudar a eleger pela quarta vez nosso presidente […]
Presidente nacional do PSB e candidato ao governo de Pernambuco, João Campos esteve em São Paulo acompanhando o lançamento da campanha à reeleição do presidente Lula.
“Com o Lula da Silva, a estrela que brilha! O maior líder brasileiro de todos os tempos que a gente vai ajudar a eleger pela quarta vez nosso presidente da república!” – escreveu em sua rede social. Campos aposta na força do lulismo em Pernambuco para impulsionar sua candidatura.
O Partido dos Trabalhadores oficializou a candidatura de Lula convenção partidária realizada em São Paulo. Lula busca seu quarto mandato e terá novamente Geraldo Alckmin (PSB) como vice, repetindo a chapa eleita em 2022.
Foi no Expo Center Norte, na Zona Norte de São Paulo. Havia representantes de PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede, aliados do PT na eleição presidencial.
No discurso de mais de uma hora, Lula anunciou cinco compromissos em um eventual quarto mandato:
“Resolver definitivamente o papel da educação”; criar um programa para idosos; fortalecer a indústria militar; manter a riqueza das terras raras “para os brasileiros” e programas para a transição energética.
O Deputado Estadual e candidato à reeleição, Luciano Duque, do Podemos, avaliou a ausência de Miguel Coelho e a predileção por Eduardo da Fonte na chapa ao Senado de Raquel Lyra. Em entrevista ao Conexão Sertão, Duque avaliou o cenário. “Uma ausência sentida e a gente repeita com razão. Em compreendo. O sentimento da maioria […]
O Deputado Estadual e candidato à reeleição, Luciano Duque, do Podemos, avaliou a ausência de Miguel Coelho e a predileção por Eduardo da Fonte na chapa ao Senado de Raquel Lyra.
Em entrevista ao Conexão Sertão, Duque avaliou o cenário. “Uma ausência sentida e a gente repeita com razão. Em compreendo. O sentimento da maioria do grupo era pela candidatura de Miguel, mas a construção política às vezes nos traz surpresas que não vão de encontro à vontade da maioria do grupo político”.
Duque destacou Miguel comanda o partido União Brasil e, por opção, pra manter a Federação ao lado de Raquel, se construiu a candidatura de Dudu da Fonte.
O Deputado disse que agora a hora é de muito diálogo para não perder o apoio do Deputado.
“Eu acho que precisa ter muito diálogo e principalmente com Miguel Coelho, porque ele é fundamental na construção dessa unidade. Não havendo isso, eu acho que a gente tem uma perda significativa e vamos ter que nos reinventar”, alertou.
Como sinalizado, Miguel Coelho não apareceu na convenção da governadora Raquel Lyra. O União Brasil decidiu não coligar com a chapa para governador e senador. Também há nos bastidores rumores de uma movimentação no sentido do palanque socialista, diante da insatisfação por ter sido preterido por Eduardo da Fonte, graças à Federação União Progressista. A […]
Como sinalizado, Miguel Coelho não apareceu na convenção da governadora Raquel Lyra.
O União Brasil decidiu não coligar com a chapa para governador e senador. Também há nos bastidores rumores de uma movimentação no sentido do palanque socialista, diante da insatisfação por ter sido preterido por Eduardo da Fonte, graças à Federação União Progressista.
A governadora fez um gesto elogiando Miguel e dizendo ter percorrido o estado com ele. “Miguel, você tem o meu respeito”.
Depois de não ter sido anunciado como candidato a senador da chapa de Raquel Lyra, o grupo político liderado por Miguel Coelho não se fez presente na convenção da governadora deste domingo (2).
Nenhum dos principais integrantes da família participou do evento que oficializou a candidatura de Raquel à reeleição.
A ausência ocorre um dia após Miguel Coelho retirar sua candidatura ao Senado.
Por Adriano Oliveira, para o Jornal do Commercio Pesquisas de intenção de voto para o Senado não dizem quase nada; apenas criam falso entusiasmo nos candidatos. Geralmente, os competidores que lideram a corrida para o Senado possuem nível de conhecimento maior do que os demais postulantes. Porém, pesquisas qualitativas da Cenário Inteligência, por meio do […]
Pesquisas de intenção de voto para o Senado não dizem quase nada; apenas criam falso entusiasmo nos candidatos. Geralmente, os competidores que lideram a corrida para o Senado possuem nível de conhecimento maior do que os demais postulantes. Porém, pesquisas qualitativas da Cenário Inteligência, por meio do Método SEP (Estratégia – Sentimento – Previsão), têm mostrado, em diversos estados, que o candidato a governador tem força para eleger pelo menos um senador, uma vez que o eleitor orienta seu voto para o Senado considerando a escolha para governador.
Descobrimos também que o eleitor sabe muito pouco sobre o cargo de senador. Em outras palavras, ele não sabe para que serve o Senado e, quando incentivado a falar sobre um senador que admira, que já exerceu ou exerce o mandato, a larga maioria não consegue citar um nome. Nesse contexto, o Senado é uma instituição que desperta pouco interesse no eleitor, que possui reduzida informação sobre ela. É por isso que o eleitor escolhe seu senador considerando, em primeiro lugar, seu voto para governador. Sendo assim, senadores aliados a candidatos competitivos ao governo tendem, repito, a ser eleitos. E mais: governadores bem avaliados e candidatos à reeleição tendem a eleger seus senadores.
Não se deve desprezar um dado fundamental: a estrutura de governadores bem avaliados — apoios de prefeitos, candidatos ao Legislativo estadual e federal e obras do governo — incentiva e condiciona o sucesso eleitoral dos candidatos ao Senado. Portanto, estrutura importa. As pesquisas qualitativas da Cenário Inteligência revelam ainda que, no Nordeste, candidatos aliados ao lulismo possuem fortes chances de alcançar a vitória para o Senado. Já candidatos aliados ao bolsonarismo têm menores chances. Todavia, o lulismo também transfere rejeição aos postulantes ao Senado, possibilitando que candidatos neutros, ou seja, nem lulistas nem bolsonaristas, vençam a eleição.
Identificar o segundo voto para o Senado é um aparente grande desafio. Todavia, a Cenário Inteligência, por meio do Método SEP, identifica o afeto dos eleitores em relação aos candidatos ao Senado e, em seguida, constrói correlações. Ou seja, o eleitor que tem afeto positivo por X também tende a ter por Y. Assim, o eleitor que vota em X para senador tende a destinar seu segundo voto a Y.
O voto do eleitor para o Senado é guiado, portanto, por quatro variáveis: 1) desempenho do candidato a governador; 2) estrutura; 3) lulismo versus bolsonarismo; e 4) afeto do eleitor pelos competidores. As duas primeiras são os incentivos mais fortes para o eleitor, pois funcionam como atalhos para sua escolha. Portanto, mais uma vez friso: governadores bem avaliados e candidatos à reeleição tendem a eleger seus senadores.
Adriano Oliveira, cientista político. Professor da UFPE. Fundador da Cenário Inteligência: Pesquisa Qualitativa & Estratégia.
Leonardo Sakamoto – UOL Antes de emprestar rosto, voz e credibilidade a uma casa de apostas, artistas, atletas, jornalistas e influenciadores deveriam calcular não apenas o cachê, mas quanto da própria reputação será queimado. Pesquisa More in Common/Ipsos-Ipec mostra que 40% dos brasileiros não confiam ou passam a confiar menos em quem anuncia bets. Outros […]
Antes de emprestar rosto, voz e credibilidade a uma casa de apostas, artistas, atletas, jornalistas e influenciadores deveriam calcular não apenas o cachê, mas quanto da própria reputação será queimado. Pesquisa More in Common/Ipsos-Ipec mostra que 40% dos brasileiros não confiam ou passam a confiar menos em quem anuncia bets.
Outros 51% avaliam negativamente essas personalidades, contra míseros 10% que as veem de forma positiva. O cachê pode ser gordo, mas vem acompanhado de uma injeção de Mounjaro na credibilidade.
O prejuízo cresce entre os públicos mais valorizados pelo mercado publicitário. Entre pessoas com ensino superior, 48% perdem confiança; entre famílias com renda acima de cinco salários mínimos, o índice chega a 46%.
Nesse grupo, 59% têm visão negativa dos garotos-propaganda. É o grande trade-off das bets: recebe-se dinheiro agora, mas desvaloriza-se o ativo que garante contratos amanhã. É como vender as telhas para pagar a balada e se espantar quando começa a chover dentro de casa.
Para jornalistas, o dano é ainda maior, pois confiança é matéria-prima. Transformá-la em cupom promocional não vira aceitável por ordem do patrão nem com o rodapé “jogue com responsabilidade”.
As bets podem comprar espaço, audiência e sorrisos. Não podem garantir que a reputação sobreviva. E descobrir que a imagem foi vendida barato costuma acontecer quando ninguém mais quer comprá-la.
Você precisa fazer login para comentar.