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Em nota, Joel Gomes mantém tom crítico ao Cimpajeú e destaca que Comissão Parlamentar foi decisiva para destravar entraves da saúde

Por Nill Júnior

Joel GomesCaro Nill Júnior,

Na reunião do último sábado, em Itapetim, teci comentários sobre as ações realizadas pela COPAP e pelo CIMPAJEÚ (sendo que neste último não somos membros e dificilmente receberemos qualquer convite para participar de reuniões), colocando de que “achávamos coerente que o Consórcio de Prefeitos agissem como estávamos atuando, colocando o titular da Secretaria Estadual de Saúde e sua equipe para sanar as pendências sobre a semi-regionalização da saúde”.

Pronunciaram-se alguns prefeitos – e nós não sabíamos – que já tinham tratado também do assunto e estavam aguardando o pronunciamento da Secretaria Estadual de Saúde.

Nós (COPAP), legais representantes do povo não esperamos que a Secretaria nos desse respostas, até por que também é nosso dever atuar pela melhoria da nossa gente e convidamos oficialmente o gestor da saúde estadual que nos atendeu e, diga-se, praticamente solucionou os entraves existentes.

No entanto, somos parceiros dos prefeitos que desejam a melhoria da região e da nossa gente. Porém, os louros e a competência que recaiam a quem de direito.

Em primeiro lugar o povo, esse é o lema da COPAP.

Joel Gomes Pessôa – Presidente

Outras Notícias

Novos cursos de Medicina no Sertão estão ameaçados?

No comentário de 12hrs desta quarta-feira para as rádios Itapuama FM, Cultura FM e Pajeú, trago a informação de decisão do Ministério da Educação (MEC) para suspender a criação de novas graduações de Medicina, visando uma reavaliação dos critérios de qualidade no país. Cerca de 30% dos cursos de Medicina existentes no país receberam avaliações […]

No comentário de 12hrs desta quarta-feira para as rádios Itapuama FM, Cultura FM e Pajeú, trago a informação de decisão do Ministério da Educação (MEC) para suspender a criação de novas graduações de Medicina, visando uma reavaliação dos critérios de qualidade no país.

Cerca de 30% dos cursos de Medicina existentes no país receberam avaliações insuficientes. Por se tratar de uma área que lida diretamente com vidas humanas, cresceu a pressão social e da classe médica por maior rigor na formação.

Projetos de cursos vinculados a autarquias educacionais e parcerias privadas no interior de Pernambuco como em Arcoverde, Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e Belo Jardim estão suspensos temporariamente até que novos critérios sejam validados pelo MEC.

Em Arcoverde, com as vias diretas da autarquia travadas, a discussão avança para uma parceria com a UPE. Já em Belo Jardim, estuda-se a viabilidade de um modelo híbrido para tentar viabilizar a graduação.

O curso de Medicina deAfogados, gerenciado pela UNIFIP, ainda não teve autorização definitiva e está em stand by. Não há garantia nem do curso de Serra Talhada, que tem realização da AESET/FACISST (Faculdade de Ciências da Saúde de Serra Talhada).

É mais uma informação ligada à decisão de fevereiro, que revogou o edital de 2023 que permitia a criação de novos cursos de Medicina.

O documento que permitia a ampliação da oferta do curso por universidades privadas já havia sido adiado quatro vezes desde a publicação. A previsão era de que até 5.900 novas vagas fossem criadas.

O edital fazia parte da retomada doPrograma Mais Médicos, que havia sido congelado em 2018, na gestão de Michel Temer. As instituições participantes seguiriam a definição do governo sobre os locais e condições da abertura dos novos cursos.

A decisão de não permitir a criação de novas graduações vem após a divulgação dos resultados da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).

Em janeiro, o Ministério da Educação (MEC) tornou pública a lista de cursos avaliados e as notas obtidas. Mais de 100 cursos de Medicina do país foram mal avaliados no cursos tiveram notas 1 e 2, consideradas insatisfatórias pelo Inep, e vão ser punidos com restrição no Fies e suspensão de vagas.

Essa é do fundo do baú

Do Blog Cauê Rodrigues, com foto melhorada por IA Quem viveu os anos 90 e acompanhava a programação da antiga Rádio Pajeú de Educação Popular Ltda. AM, de Afogados da Ingazeira, certamente se lembra de uma geração de jovens apaixonados pelo rádio que começava a escrever sua história ao lado de profissionais já consagrados da comunicação […]

Do Blog Cauê Rodrigues, com foto melhorada por IA

Quem viveu os anos 90 e acompanhava a programação da antiga Rádio Pajeú de Educação Popular Ltda. AM, de Afogados da Ingazeira, certamente se lembra de uma geração de jovens apaixonados pelo rádio que começava a escrever sua história ao lado de profissionais já consagrados da comunicação pajeuzeira.

Na foto, um verdadeiro registro histórico reúne nomes que marcaram e continuam marcando o jornalismo e o rádio regional: Tony Medeiros, Nill Júnior, Cauê Rodrigues e Alysson Thiago.

Naquela época, ainda adolescentes, Nill Júnior, Cauê Rodrigues e Alysson Thiago davam os primeiros passos na comunicação, dividindo espaço com comunicadores experientes que serviam de inspiração para quem sonhava em viver dos microfones como Celso Brandão e Anchieta Santos.

Tony Medeiros, vindo da região do Silvestre, já era uma peça fundamental da emissora. Responsável pela operação da mesa de som de praticamente toda a programação, tornou-se uma das figuras mais respeitadas dos bastidores do rádio, função que exerce até hoje, somando mais de cinco décadas de dedicação à comunicação.

Nascido em Brasília, Nill Júnior também passou a integrar o elenco da Rádio Pajeú, iniciando uma trajetória de muito sucesso. Com talento e dedicação, conquistou novos espaços, apresentou diversos programas, assumiu por muitos anos a direção da emissora e participou do processo de modernização que levou a rádio da frequência AM para a FM. Atualmente, continua na emissora, participa de outras rádios da região e administra o portal de notícias que leva seu nome, consolidado como uma das principais referências do jornalismo no Sertão do Pajeú.

Já Cauê Rodrigues havia conquistado sua oportunidade após ser aprovado em dois testes para comandar os programas esportivos Bola na Rede e Esportes no Ar. Posteriormente, passou a dividir a apresentação das atrações esportivas com Nill Júnior e, em diversas ocasiões, também ao lado de Aldo Vidal. A rotina exigia esforço: todos os dias saía de Carnaíba rumo a Afogados da Ingazeira para cumprir sua jornada na emissora.

Pouco tempo depois, a morte de seu pai, Josa Rodrigues, mudou os rumos da sua vida. Aos 16 anos, mudou-se para São Paulo, onde trabalhou na Rádio Digital FM, do comunicador Osmar Mazieiro. Também integrou equipes de produção de importantes programas da televisão brasileira, como o extinto Casos de Família, apresentado por Regina Volpato no SBT, e posteriormente o programa Márcia, da TV Bandeirantes, comandado por Márcia Goldschmidt.

Após cerca de duas décadas em São Paulo, Cauê retornou a Carnaíba. Atuou na Secretaria Municipal de Cultura e Esportes durante a gestão do ex-prefeito Anchieta Patriota e seguiu investindo na comunicação. Atualmente é editor do Blog do Cauê Rodrigues, repórter do programa A Hora das Broncas, da Rádio Afogados FM, além de exercer a função de diretor de programação da Rádio Quixaba FM.

Outra grande revelação daquela geração foi Alysson Thiago. Chegou discretamente à Rádio Pajeú para substituir Celso Brandão durante um período de férias no tradicional programa Tarde Total. O desempenho chamou a atenção do então diretor Rogério Menezes, que rapidamente lhe confiou a apresentação de um programa nas manhãs da emissora.

Com o passar dos anos, Alysson seguiu outro caminho profissional ao assumir a função de Agente Comunitário de Saúde, mas nunca abandonou a paixão pelo rádio e pelo jornalismo. Hoje também mantém um blog de notícias que leva seu nome, permanecendo ativo na comunicação regional.

O tempo passou, mas a paixão continua

Décadas depois, muita coisa mudou. Os cabelos dos meninos ficaram brancos, algumas rugas surgiram e novas tecnologias transformaram a forma de fazer rádio e jornalismo. No entanto, o compromisso com a comunicação permaneceu intacto.

A fotografia representa muito mais do que um simples registro do passado. Ela eterniza o início da trajetória de profissionais que ajudaram a contar a história do Pajeú e que continuam contribuindo diariamente para informar a população.

É a prova de que grandes carreiras começam com sonhos, dedicação e oportunidades — e que o rádio, mesmo diante das transformações da comunicação, continua formando talentos e construindo histórias que atravessam gerações.

Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro empatam em SP

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (8) mostra que Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão empatados com 35% no primeiro turno entre eleitores do estado de São Paulo. No 2º turno, eles estão tecnicamente empatados: Flávio tem 46% e Lula, 43%. O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo” e ouviu 1.608 eleitores de […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (8) mostra que Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão empatados com 35% no primeiro turno entre eleitores do estado de São Paulo. No 2º turno, eles estão tecnicamente empatados: Flávio tem 46% e Lula, 43%.

O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo” e ouviu 1.608 eleitores de São Paulo entre 1º e 3 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE sob os números SP-01703/2026 e BR-06481/2026.

Contra Caiado, há empate técnico com o ex-governador com 43% e Lula com 42%. Quando o candidato é Zema, 44% a 41% para o ex-governador de Minas.

Lula lidera rejeição (51%) seguido de Flávio Bolsonaro (43%), Aécio Neves (23%), Romeu Zema (13%), Ronaldo Caiado (13%), Cabo Daciolo (12%), Rui Costa Pimenta e Renan Santos (10% cada).

Fim da escala 6×1 e a liberdade de dizer sim senhor, patrão

Por Heitor Scalambrini Costa* Uma das discussões mais importantes para o mundo do trabalho na atualidade é o fim da escala de seis dias trabalhados e um de descanso (6×1). Foi a Constituição de 1988 que determinou uma jornada máxima de 8 horas diárias e 44 horas semanais. A atual escala tornou-se legal dentro desse […]

Por Heitor Scalambrini Costa*

Uma das discussões mais importantes para o mundo do trabalho na atualidade é o fim da escala de seis dias trabalhados e um de descanso (6×1). Foi a Constituição de 1988 que determinou uma jornada máxima de 8 horas diárias e 44 horas semanais. A atual escala tornou-se legal dentro desse limite, mas debates atuais na sociedade buscam no Congresso, alterar o texto constitucional para reduzir a carga horária.

O mês de abril será lembrado com mais uma data histórica para o povo trabalhador. Foi no dia 13 que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou mensagem presidencial, encaminhada em regime de urgência a Câmara dos Deputados, para na prática acabar com a escala 6×1, reduzindo o limite máximo da jornada de 44 para 40 horas semanais, mantendo as 8 horas diárias, e garantindo dois dias de descanso remunerado, proibindo qualquer redução salarial.

Depois de árdua luta, com grande pressão popular, os deputados e deputadas por ampla margem de votos, votaram favoráveis ao fim desta abusiva e desumana escala, que condena o trabalhador a ter somente um dia de descanso para usufruir com sua família, ou mesmo resolver seus problemas particulares.

O clamor da sociedade é claro. Pesquisas de opinião apontam que mais de 70% da população aprova esta mudança. A Câmara dos Deputados, se mostrou sensível (com olhos nas eleições de outubro), e por larga margem de votos aprovou no dia 27 de maio, em dois turnos, acabar com a escala 6×1. No dia seguinte foi encaminhada para o senado federal.

Desde que chegou no Senado o presidente, David Alcolumbre, deixou claro que era contrário à PEC aprovada na Câmara, justificando que o tema exigiria discussões mais “aprofundadas”, já que haveria necessidade dos senadores de avaliarem os impactos econômicos antes de aprovarem o texto que veio da Câmara. Interrompeu assim a tramitação do projeto que está parado desde o dia 28 de maio.

Paralelamente a PEC da Câmara, foi protocolada no Senado por senadores da extrema direita e do Centrão, os costumazes que sempre votam contra os trabalhadores, a PEC 12/2026 que defende o trabalho flexível.

Foi o senador bolsonarista, Rogerio Marinho que encabeçou esta PEC, que propõe negociações individuais entre patrão e empregado prevalecendo sobre acordos coletivos, o que promete acirrar ainda mais o debate. Tal proposta é claramente contrária aos interesses do trabalhador.

É importante lembrar que o senador Marinho é o coordenador da campanha presidencial do pré-candidato Flavio Bolsonaro, e que no (des)governo Temer, como deputado federal, foi o relator da Reforma Trabalhista (aprovada em 2017) que alterou mais de 100 pontos da CLT, no sentido da flexibilização, da precarização das relações trabalhistas, e da perda de poder de negociação dos sindicatos.

Nos (des)governos Temer e Bolsonaro ocorreram uma drástica fragilização na organização e no financiamento dos sindicatos. Foi adotado neste período de 2016 a 2022, várias ações que levaram a este enfraquecimento.

Inicialmente no (des)governo do golpista Temer (2016-2018), foi aprovada a reforma trabalhista (Lei no 13.467/2017) com o fim do imposto sindical obrigatório, levando a receita das entidades dos trabalhadores despencarem 90%, afetando a capacidade de custeio e mobilização. A legislação passou a permitir que acordos coletivos pudessem sobrepor a lei, descentralizando as negociações e enfraquecendo os sindicatos de base.

Já no (des)governo Bolsonaro (2019-2022) ocorreram ataques administrativos e financeiros contra os sindicatos. Por exemplo, com a edição da Medida Provisória 873/2019 (não se tornou lei pois não foi votada) que proibia o desconto da mensalidade em folha de pagamento. Foi extinto o Ministério do Trabalho, provocando o afastamento do diálogo com os trabalhadores, e o esvaziamento dos conselhos tripartite (governo-trabalhador-patrão).

As políticas implementadas neste período reduziram drasticamente o número de trabalhadores sindicalizados. Dados oficiais indicam que a taxa de sindicalização no país despencou para cerca de 9,2% (menos de 10 milhões de trabalhadores), o menor índice desde o início da série histórica do IBGE.

Existem semelhanças entre a PEC 12/2026 e a reforma trabalhista de 2017 relatada pelo bolsonarista Marinho. Em ambos casos a ênfase na flexibilização da jornada de trabalho, pode levar a existir uma escala 7×0 (sete dias trabalhados, sem nenhum descanso), prevalecendo os contratos individuais entre empregado e empregador, que definiriam regras e horários que se adequem as necessidades operacionais da empresa.

Neste caso os salários e benefícios como FGTS, férias, 13º salário e licença maternidade, serão calculados de forma proporcional à carga horária cumprida. A definição do horário e da quantidade de horas trabalhadas ocorrerão preferencialmente por acordos individuais. O que sem dúvida vai privilegiar a desigualdade na negociação, do mais forte (patrão) para impor condições ao mais fraco (trabalhador). Nesta proposta dos “inimigos do povo” a ampliação da jornada de trabalho pode chegar a 52 horas semanais.

Diante das PEC’s apresentadas pelo governo e pelos bolsonaristas do senado, tirem suas próprias conclusões, de quem são os reais inimigos do povo.

A pressão agora é sobre o principal inimigo do povo, David Alcolumbre, que deve ser intensificada, pois sua posição, apoiada por mais de 36 senadores que assinaram a PEC 12/2026, é claramente contra os interesses da classe trabalhadora.

A situação só mudará quando o povo se levantar e dizer basta. Também o poder do voto nas eleições próximas é a força da sociedade que exige a mudança. Depende de nós, os eleitores, votar em parlamentares comprometidos com o povo. Asim teremos um Congresso Nacional “amigo do povo”.

* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix – Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de   Energia Atômica (CEA)-França.

Sepultamento de Pedro Henrique, o Peu, aconteceu esta tarde sob forte comoção

O corpo de Pedro Henrique de Siqueira Sá Maranhão, o Peu, filho do blogueiro Júnior Finfa, chegou a Afogados da Ingazeira por volta das 15 horas. O velório ocorreu na residência dos avós maternos, localizada na Av. Artur Padilha. O sepultamento foi realizado às 17 horas de hoje, no Cemitério São Judas Tadeu,  sob forte […]

O corpo de Pedro Henrique de Siqueira Sá Maranhão, o Peu, filho do blogueiro Júnior Finfa, chegou a Afogados da Ingazeira por volta das 15 horas.

O velório ocorreu na residência dos avós maternos, localizada na Av. Artur Padilha. O sepultamento foi realizado às 17 horas de hoje, no Cemitério São Judas Tadeu,  sob forte comoção de familiares e amigos.

“Reintero meus agradecimentos a todos que neste momento de dor, estiveram com nossa família”, disse Finfa em nome da família.