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Por Nill Júnior

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Renan Santos faz apelo ao público feminino e pede campanha de “gatinhas com Renan Santos”

Candidato já foi alvo de críticas por comentários sobre mulheres e, durante a campanha, se manifestou contra o PL da misoginia. Renan Santos (Missão), candidato à Presidência, direcionou parte de seu discurso ao público feminino durante um comício realizado na noite da sexta-feira (25), em Uberlândia, Minas Gerais. Ao mencionar vídeos publicados por mulheres que […]

Candidato já foi alvo de críticas por comentários sobre mulheres e, durante a campanha, se manifestou contra o PL da misoginia.

Renan Santos (Missão), candidato à Presidência, direcionou parte de seu discurso ao público feminino durante um comício realizado na noite da sexta-feira (25), em Uberlândia, Minas Gerais.

Ao mencionar vídeos publicados por mulheres que apoiam sua candidatura, Renan sugeriu a criação de uma campanha chamada “gatinhas com Renan Santos”. A expressão faz referência à onça utilizada como símbolo do partido.

“A quantidade de ‘Renanzete’ que está viralizando com vídeo de apoio está estourando”, afirmou o candidato, que pediu às apoiadoras que produzam conteúdos nas redes sociais em defesa de sua candidatura.

Durante o comício, Renan também negou ser machista. O candidato já foi alvo de críticas por declarações anteriores envolvendo mulheres e, ao longo da campanha, posicionou-se contra o projeto em discussão no Congresso que busca criminalizar a misoginia.

Ele também já foi questionado sobre declarações antigas relacionadas à procura por mulheres estrangeiras durante viagens. Renan negou que se tratasse de turismo sexual e afirmou que as falas foram feitas quando tinha 23 anos.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Flávio critica proibição das bets e atribui a Lula expansão do setor

Candidato do PL classificou a medida anunciada pelo governo como “eleitoreira” e argumentou que a regulamentação feita durante a atual gestão contribuiu para o crescimento das apostas on-line no país. Flávio Bolsonaro (PL) reagiu à medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que proíbe as apostas de quota fixa no Brasil. […]

Candidato do PL classificou a medida anunciada pelo governo como “eleitoreira” e argumentou que a regulamentação feita durante a atual gestão contribuiu para o crescimento das apostas on-line no país.

Flávio Bolsonaro (PL) reagiu à medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que proíbe as apostas de quota fixa no Brasil. Durante agenda no Rio de Janeiro, o candidato à Presidência criticou a decisão e responsabilizou o atual governo pela expansão das plataformas.

Flávio classificou a medida como “populista, hipócrita e eleitoreira” e sustentou que Lula tenta mudar sua posição sobre o setor às vésperas do primeiro turno.

A trajetória das bets no Brasil, no entanto, passa por diferentes governos. As apostas de quota fixa foram legalizadas em 2018, durante a gestão de Michel Temer (MDB). No governo de Jair Bolsonaro, a regulamentação prevista na legislação não foi concluída. As regras para o funcionamento das empresas foram estabelecidas já no atual governo Lula.

O candidato do PL também defendeu uma distinção entre apostas esportivas e cassinos virtuais. Embora tenha afirmado ser contrário aos jogos, Flávio sinalizou que considera diferentes as apostas vinculadas a eventos esportivos reais e os jogos on-line, como o chamado Tigrinho.

A posição já havia sido questionada por Ronaldo Caiado (PSD), que argumentou que manter as apostas esportivas e proibir apenas os cassinos virtuais não resolveria os impactos financeiros associados ao setor. O programa de Caiado prevê endurecimento das regras e restrições à publicidade, mas não propõe o banimento total das plataformas.

Entre os demais candidatos, Augusto Cury (Avante) defendeu o fim das bets ou uma tributação mais elevada sobre as empresas, citando os riscos de dependência relacionados às apostas.

Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), que também vêm fazendo críticas às plataformas durante a campanha, não haviam se manifestado diretamente sobre a medida anunciada pelo governo no momento da publicação da reportagem.

A decisão de Lula, anunciada a poucos dias do primeiro turno, levou o tema das apostas on-line novamente ao centro da disputa presidencial e abriu um embate entre as campanhas sobre a responsabilidade pela expansão e regulamentação do setor.

Fonte: O Globo
Foto: Frame/Instagram

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Lula diz a empresários que eleição coloca “democracia ou barbárie” em jogo e defende equilíbrio fiscal e social

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nessa sexta-feira (25), durante encontro com empresários em São Paulo, que a eleição presidencial envolve uma escolha entre o fortalecimento da democracia e o que classificou como “barbárie”. No discurso, ele também defendeu a conciliação entre responsabilidade fiscal e políticas sociais. O evento […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nessa sexta-feira (25), durante encontro com empresários em São Paulo, que a eleição presidencial envolve uma escolha entre o fortalecimento da democracia e o que classificou como “barbárie”. No discurso, ele também defendeu a conciliação entre responsabilidade fiscal e políticas sociais.

O evento reuniu empresários, executivos, advogados e representantes de diferentes setores da economia. Diante de uma plateia interessada principalmente em questões fiscais, juros e gastos públicos, Lula apresentou um balanço econômico de seus governos e falou sobre as prioridades de um eventual quarto mandato.

Ao tratar das contas públicas, o presidente afirmou que considera necessário manter responsabilidade com os gastos, mas associou essa política à ampliação da renda e das condições de consumo da população.

“Se a gente não tem responsabilidade social junto com a responsabilidade fiscal, a gente não resolve o problema do país”, afirmou.

Lula defendeu que o crescimento da renda dos trabalhadores também beneficia o setor empresarial e disse ter como objetivo ampliar a participação da classe média na economia. Ele citou ainda o desempenho do Produto Interno Bruto em seus governos e medidas adotadas diante de crises econômicas internacionais.

O presidente não apresentou, durante o discurso, compromissos específicos para uma redução imediata da taxa de juros ou dos gastos públicos, temas que estão entre as preocupações manifestadas por representantes do setor privado.

Em outro eixo do discurso, Lula relacionou a eleição à defesa da soberania nacional e criticou a atuação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo o petista, o próximo governo terá de preservar a autonomia brasileira diante das disputas internacionais.

“Eu quero dizer para vocês o que está em jogo: é se a gente vai querer fortalecer o regime democrático ou fazer a barbárie no nosso país”, declarou.

Lula também afirmou que, caso seja reeleito, pretende discutir reformas política e do Judiciário. Entre as críticas apresentadas, mencionou a participação do Congresso na definição do Orçamento da União e defendeu maior articulação entre Executivo, Legislativo e Judiciário.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) também discursou e tratou de temas como reforma tributária, política fiscal, infraestrutura e desenvolvimento econômico. Ele defendeu a implementação da reforma tributária a partir de 2027 e criticou benefícios e remunerações que considera excessivos no poder público.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo pretende avançar na revisão periódica de benefícios fiscais e reconheceu que a taxa de juros permanece elevada. Segundo ele, uma eventual redução deve ocorrer de maneira estruturada, combinada à melhora das contas públicas e à revisão da eficiência dos gastos.

Também participaram do encontro integrantes do governo, dirigentes de bancos públicos e empresários de setores como indústria, mineração, tecnologia, varejo e sistema financeiro.

Fonte: O Globo
Foto: Divulgação/Esfera Brasil

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Fim das bets: sites saem do ar em 6 de outubro; veja cronograma da proibição

Medida provisória assinada pelo presidente Lula estabelece uma transição para encerramento das apostas de quota fixa e devolução dos valores que ainda estejam nas contas dos usuários. A Medida Provisória nº 1.394, publicada nesta sexta-feira (25), proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional. A determinação […]

Medida provisória assinada pelo presidente Lula estabelece uma transição para encerramento das apostas de quota fixa e devolução dos valores que ainda estejam nas contas dos usuários.

A Medida Provisória nº 1.394, publicada nesta sexta-feira (25), proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional. A determinação abrange apostas esportivas e jogos on-line, inclusive operações autorizadas por estados e pelo Distrito Federal.

Desde a publicação da MP, as plataformas não podem mais receber novos aportes de dinheiro. Os apostadores terão até as 23h59 de 5 de outubro para acessar suas contas e retirar voluntariamente os saldos disponíveis.

A partir de 6 de outubro, os sites e aplicativos das bets deverão sair do ar no Brasil. As plataformas terão os dias 7 e 8 de outubro para informar às instituições financeiras os valores ainda mantidos nas contas dos apostadores, discriminados por CPF.

Entre 9 e 14 de outubro, os bancos deverão devolver os saldos remanescentes diretamente aos usuários. Caso algum impedimento impossibilite a restituição, os recursos serão encaminhados à Caixa Econômica Federal, que ficará responsável pela devolução a partir do dia 14.

A publicidade também entra no processo de encerramento. Desde a edição da medida, não podem ser feitos novos contratos de propaganda. Materiais e patrocínios já existentes deverão ser retirados até 5 de outubro.

A MP determina ainda a extinção das autorizações concedidas às empresas do setor. Segundo o texto, o encerramento por interesse público não gera direito a indenização por lucros cessantes, investimentos realizados ou expectativa de continuidade da atividade, nem à devolução do valor pago pelas outorgas.

A proibição não atinge as demais modalidades de loteria previstas em lei.

Como se trata de uma medida provisória, as regras produzem efeitos imediatamente, mas o texto precisa passar pelo Congresso Nacional. O prazo inicial para análise é de 60 dias e pode ser prorrogado uma vez por igual período.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Em Arcoverde, João Campos volta a defender IPVA zero para motos de até 180 cilindradas

Proposta foi um dos principais temas da passagem do candidato pelo município, que abriu uma sequência de compromissos de campanha no Sertão. João Campos (PSB) participou de uma carreata pelas ruas de Arcoverde na noite da sexta-feira (25). Durante a atividade, o candidato ao Governo de Pernambuco retomou a proposta de zerar o IPVA para […]

Proposta foi um dos principais temas da passagem do candidato pelo município, que abriu uma sequência de compromissos de campanha no Sertão.

João Campos (PSB) participou de uma carreata pelas ruas de Arcoverde na noite da sexta-feira (25). Durante a atividade, o candidato ao Governo de Pernambuco retomou a proposta de zerar o IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas caso seja eleito.

Segundo estimativa divulgada pela campanha, a medida poderia alcançar cerca de 1,4 milhão de proprietários em Pernambuco.

João relacionou a proposta principalmente às pessoas que utilizam a motocicleta como instrumento de trabalho e para os deslocamentos cotidianos.

“Mais de um milhão de pernambucanos vão ter o IPVA zerado para motos de até 180 cilindradas. A maioria das pessoas utiliza a moto para trabalhar. Então, quando a gente tira imposto, sobra mais dinheiro, e quando sobra mais dinheiro, as famílias podem ter uma renda maior”, afirmou.

A agenda em Arcoverde aconteceu depois da participação de João no ato com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado mais cedo no Recife, e marcou o início dos compromissos do candidato pelo Sertão durante o fim de semana.

Participaram da carreata o candidato a deputado federal Luciano Pacheco (MDB), o deputado estadual e candidato à reeleição Diogo Moraes (PSB) e o candidato a deputado estadual Rosinaldo Manoel Veras, conhecido como “Já Morreu” (PSB), além de outras lideranças e apoiadores.

Fotos: Marlon Diego

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