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Campos diz que trabalha por candidatura própria em São Paulo

Por Nill Júnior

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do Diário de Pernambuco

O presidenciável Eduardo Campos (PSB) disse no início da trade desta quinta-feira (5), que segue trabalhando pela costura de candidatura própria em São Paulo da coligação de seu partido e da Rede, da vice Marina Silva. “Nós, dede o primeiro momento, chegamos à decisão política para candidatura própria. Eu tenho trabalhado pra isso”, disse Campos em coletiva de imprensa realizada em São Paulo. O pré-candidato, que é também presidente nacional do PSB, ressaltou porém que não irá passar por cima das lideranças estaduais.

Os integrantes do PSB em São Paulo são amplamente favoráveis a uma aliança com o PSDB do governador Geraldo Alckmin, ideia rechaçada por Marina e pelos integrantes da Rede. Questionada se apoiaria uma chapa do PSB com Alckmin em São Paulo, caso essa seja a decisão do diretório estadual do partido na convenção do próximo dia 21, Marina não respondeu diretamente e disse apenas ser “persistente”. “Tanto eu quanto Eduardo temos persistido, eu e principalmente ele”, disse ao lado de seu companheiro de chapa. Marina defendeu que seria mais coerente a candidatura própria em relação ao projeto nacional que a coligação está construindo.

A ex-senadora reconheceu repetidamente o esforço de Campos pela candidatura em São Paulo, mas ressalvou que ele não pode se impor sobre a estrutura da legenda. “Ele não é impositor, que não respeita instâncias partidárias, portanto tem o sacrifício de fazer o convencimento como já fez em vários Estados. Neste momento, estamos trabalhando ombro a ombro de forma solidária”, afirmou. Marina disse ainda que todos na coligação “estão acreditando” e esperando a “contribuição do PSB paulista.

Outras Notícias

Miguel Coelho não cita Dudu, diz ter evitado ameaças a Raquel e pede apoio à governadora

O anúncio de desistência da candidatura ao Senado por Miguel Coelho publicado essa manhã teve algumas mensagens subliminares. Miguel diz que retirou a candidatura para evitar colocar o projeto de reeleição de Raquel Lyra em risco “sob nenhum tipo de ameaça, ou de qualquer forma de pressão”. A declaração é referência à suposta pressão de […]

O anúncio de desistência da candidatura ao Senado por Miguel Coelho publicado essa manhã teve algumas mensagens subliminares.

Miguel diz que retirou a candidatura para evitar colocar o projeto de reeleição de Raquel Lyra em risco “sob nenhum tipo de ameaça, ou de qualquer forma de pressão”. A declaração é referência à suposta pressão de Eduardo da Fonte para ser o candidato, sob ameaça de romper ou não dar legenda a um segundo nome.

Raquel tentou até que a Federação tivesse duas candidaturas, mas o grupo de Eduardo não abria mão da definição da Federação.

Miguel não esconde o aborrecimento quando sequer cita Dudu da Fonte. Fosse uma decisão tranquila, já estaria defendendo o voto no Deputado.

De toda forma, essa era a única aparente saída menos traumática. O contrário, Miguel candidato e Dudu rifado, poderia gerar nova debandada do grupo do PP. E Raquel não tem mais margem de erro depois de perder a Federação que tem o Solidariedade, por exemplo.

Agora, o desafio de Miguel é não esfarelar parte da base de apoio de Raquel, nem desanimar a militância no Sertão onde tem força. Algumas lideranças condicionaram apoio a Raquel com a ida de Miguel ao Senado, como Cléber Chaparral em Surubim.

Fim da novela: chapa de Raquel Lyra ao Senado terá Túlio Gadêlha e Eduardo da Fonte

Sem ter como peitar a definição da Federação Progressista, com força majoritária de Eduardo da Fonte, a governadora Raquel Lyra evitou um racha. No cenário menos complexo, aceitou a indicação de Eduardo da Fonte e recebeu de Miguel Coelho a sinalização de que permanece no bloco. Miguel percebeu o óbvio: Raquel queria seu nome, mas […]

Sem ter como peitar a definição da Federação Progressista, com força majoritária de Eduardo da Fonte, a governadora Raquel Lyra evitou um racha.

No cenário menos complexo, aceitou a indicação de Eduardo da Fonte e recebeu de Miguel Coelho a sinalização de que permanece no bloco. Miguel percebeu o óbvio: Raquel queria seu nome, mas não teve o que fazer diante da deliberação majoritária por Eduardo na Federação.

Assim, chapa formada por Túlio Gadêlha, o primeiro atraído para o bloco com o discurso do palanque amplo, e Eduardo da Fonte, do Progressistas.

Miguel não disputará nenhum mandato proporcioncional, dado o território loteado e dois irmãos disputando para Estadual (Antônio Coelho) e Federal (Fernando Filho).

#tuliogadelha

Múltipla acerta média dos institutos na semana das pesquisas 

O Instituto Múltipla mostrou mais uma vez porque é um dos melhores do estado. Em uma semana povoada de pesquisas, o resultado apontado pelo instituto no início da semana cravou a média dos resultados dos demais institutos. Na média de primeiro turno entre Múltipla, Quaest, Ipespe, Real Time Big Data e Datafolha, Raquel tem 45% […]

O Instituto Múltipla mostrou mais uma vez porque é um dos melhores do estado.

Em uma semana povoada de pesquisas, o resultado apontado pelo instituto no início da semana cravou a média dos resultados dos demais institutos.

Na média de primeiro turno entre Múltipla, Quaest, Ipespe, Real Time Big Data e Datafolha, Raquel tem 45% e de João Campos, 41%. Na pesquisa Múltipla, o resultado foi 44% a 40%.

O método do Agregador de Pesquisas é muito usado para a média entre os institutos, favorecendo mais probabilidade de acertividade matemática e estatística.

Resumindo, era só ter divulgado o resultado Múltipla e poupado todo o trabalho…

Datafolha: Raquel Lyra tem 48% e João Campos, 42%

Pesquisa Datafolha contratada e divulgada pela TV Tribuna mostra estabilidade em relação aos números da pesquisa anterior. De acordo com o atual levantamento, Raquel Lyra, do PSD, tem 48%, contra 42% do socialista João Campos. Ivan Moraes (PSOL) tem 1%, mesmo percentual de Camila Falcão (UP). Renan Hallais (Missão) não alcançou 1% de intenção de […]

Pesquisa Datafolha contratada e divulgada pela TV Tribuna mostra estabilidade em relação aos números da pesquisa anterior.

De acordo com o atual levantamento, Raquel Lyra, do PSD, tem 48%, contra 42% do socialista João Campos.

Ivan Moraes (PSOL) tem 1%, mesmo percentual de Camila Falcão (UP). Renan Hallais (Missão) não alcançou 1% de intenção de voto. Brancos e nulos somam 5%. Não sabem, 2%.

Em maio, Raquel tinha os mesmos 48%. João tinha 43%. Agora tem 42%. Como a margem de erro é de 3%, o quadro é de empate técnico no limite da margem de erro.

Na simulação de segundo turno, 51% a 45% pró Raquel.

O que disse a diretora do Datafolha

A diretora do Datafolha, Luciana Chong destacou que Raquel aparece com o mesmo percentual. “Isso mostra que o cenário está aberto e a campanha pode definir o rumo do processo”. Ela lembrou que 25% do eleitorado ainda não sabem responder espontaneamente em quem votar.

Aprovação da governadora

A aprovação de Raquel Lyra é de 66%, contra 30% que desaprovam o governo. Em maio, 67% dos pernambucanos aprovavam o governo Raquel Lyra e 28%, desaprovavam. Ou seja, relativa estabilidade.

O Datafolha ouviu 1022 pessoas entte 28 e 30 de julho. O registro é o PE 04519/2026.

Imagens das câmeras de segurança mostram dinâmica de acidente que matou menor em Arcoverde

O blog em parceria com a Itapuama FM tiveram acesso às imagens das câmeras de vigilância que mostram a dinâmica do acidente que vitimou o jovem Carlos Eduardo, de 13 anos, aluno da Escola de Referência em Ensino Fundamental (EREF) Jornalista Edson Regis. O acidente aconteceu quando o jovem, que vinha de bicicleta com trajes […]

O blog em parceria com a Itapuama FM tiveram acesso às imagens das câmeras de vigilância que mostram a dinâmica do acidente que vitimou o jovem Carlos Eduardo, de 13 anos, aluno da Escola de Referência em Ensino Fundamental (EREF) Jornalista Edson Regis.

O acidente aconteceu quando o jovem, que vinha de bicicleta com trajes escolares, bateu no ônibus no momento que fazia uma conversão na rotatória da Rodoviária.

Ele ficou preso embaixo do ônibus e acabou vindo a óbito no local. Informações indicam que, ao passar uma moto, o motorista foi buscar o giradouro. Carlos vinha no sentido contrário. Há uma versão de que a bicicleta não conseguiu frear e ele tentou a curva, batendo na lateral e caindo abaixo do ônibus. Outra possibilidade é a de que o motorista poderia aguardar mais para atravessar à rotatória. Só a perícia vai definir detalhadamente o que ocorreu.