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Armando não esconde descontentamento com Madalena Brito. "Foi seduzida pelo VEM governista"

Por Nill Júnior

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Apesar de não ser a única que anunciou mudança de rumo no pleito deste ano, a prefeita de Arcoverde foi o maior alvo de questionamentos do Senador e pré-candidato Armando Monteiro. Isso porque não havia o menor rumor da guinada da prefeita e sua ligação com Zeca e Júlio Cavalcanti não levantavam suspeitas sobre tal possibilidade.

Falando ao jornalista Magno Martins no programa Frente a Frente, Armando foi sempre mais crítico quando falou da prefeita de Arcoverde, a quem chamou de “infiel”.

“A prefeita diz em nota que faltaram investimentos federais. Como se justamente a mais importante obra de Arcoverde, a Adutora do Jatobá, teve investimentos de R$ 40 milhões do Governo Dilma?”

Armando ironizou quando criticou o governo e a base eduardista por coptar nomes de seu bloco ao afirmar que depois do FEM estava sendo posto em prática o VEM, numa alusão indireta a aporte para os projetos dos prefeitos.

Aí, mais uma vez citou Madalena. “Só isso para desfazer uma aliança que era sólida e bem fundamentada”. A indignação de Armando também se explica pelo fato de que Arcoverde era um dos principais núcleos de sua campanha no Sertão.

O Senador deixou claro que nomes como Julio, Zeca e o vereador Luciano Pacheco continuam fiéis.

Outras Notícias

Carlos Britto lamenta ausência de representante do Sertão na suplência de Dudu da Fonte e cita Maria Elena

A recente definição da chapa do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para o Senado, na disputa eleitoral de 2026, gerou uma lamentação. Em entrevista concedida ao Programa Edenevaldo Alves na manhã desta quinta-feira (13), o jornalista e candidato a deputado federal, Carlos Britto (PL), criticou a ausência de um representante do Sertão nas suplências […]

A recente definição da chapa do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para o Senado, na disputa eleitoral de 2026, gerou uma lamentação.

Em entrevista concedida ao Programa Edenevaldo Alves na manhã desta quinta-feira (13), o jornalista e candidato a deputado federal, Carlos Britto (PL), criticou a ausência de um representante do Sertão nas suplências da candidatura de Eduardo da Fonte, que terá Carlos Andrade Lima (União Brasil) como primeiro suplente e Irmã Jane como segunda.

Para Britto, a composição ignora o peso político e a relevância histórica da região. “Quando [Miguel Coelho] não foi escolhido [para a vaga ao Senado], eu senti, porque o Sertão precisava dessa representação. Agora que ele teve a oportunidade de indicar, infelizmente, trouxe alguém do Recife. O que essa pessoa tem de ligação com a gente? Quantos anos lutou ao lado do grupo político? Que história e que legado construiu conosco?”, questionou.

O jornalista defendeu que nomes com trajetória consolidada na região seriam escolhas naturais para fortalecer a chapa. Ele citou nominalmente a vereadora de Petrolina, Maria Elena, como uma figura de inegável representatividade.

“Ela é uma representante histórica do grupo, tem tamanho político e merecia essa oportunidade”, afirmou Britto. Além de Maria Elena, ele estendeu a reflexão a outras lideranças sertanejas de peso, como os vereadores Zénilto e Osório Siqueira, este último presidente da Câmara Municipal, e o ex-prefeito de Belém do São Francisco, Gustavo Caribé.

A fala de Carlos Britto expõe um debate persistente na política pernambucana sobre o espaço destinado às lideranças do interior nas chapas majoritárias. Embora a indicação de Carlos Andrade Lima tenha sido articulada pelo grupo de Miguel Coelho para consolidar o apoio à candidatura de Eduardo da Fonte na federação União Progressista, o desabafo de Britto ressalta a percepção de um “distanciamento e falta de valorização” das capitais em relação às demandas e ao capital político construído no Sertão.

Dino fala em ‘agressões e injustiças’ após operação contra fonte de jornalista

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (13) que sua função como juiz o impede de participar com frequência de debates públicos e o obriga a “suportar calado agressões e injustiças”. A declaração ocorre dois dias após uma operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes contra Raimundo Cutrim, apontado pela […]

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (13) que sua função como juiz o impede de participar com frequência de debates públicos e o obriga a “suportar calado agressões e injustiças”.

A declaração ocorre dois dias após uma operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes contra Raimundo Cutrim, apontado pela Polícia Federal como fonte do jornalista Luís Pablo.

Em publicação nas redes sociais, Dino afirmou que também precisa assistir ao que classificou como “distorções monumentais quanto a fatos” e “interpretações absurdas”. Segundo o ministro, sua biografia e sua atuação profissional são sua principal defesa.

A operação contra Cutrim foi realizada na terça-feira (11). Moraes também autorizou buscas contra Diogo Diniz Lima, ex-secretário de Urbanismo e Habitação de São Luís. Segundo a investigação, Lima teria realizado um pagamento de R$ 100 mil ao jornalista para a quitação de um imóvel. Luís Pablo nega que o valor tenha relação com reportagens.

Luís Pablo já havia sido alvo de busca e apreensão em março, em investigação relacionada a reportagens sobre o uso irregular de veículos oficiais por Dino. A nova operação provocou críticas de entidades ligadas à imprensa, que apontaram violação do sigilo da fonte.

Previsto no artigo 5º, inciso XIV, da Constituição Federal, o sigilo da fonte assegura a jornalistas o direito de preservar a identidade de quem fornece informações. A garantia, contudo, não impede investigações sobre obtenção ou divulgação de informações.

Auditoria em hospital ligado a marido de Priscila Krause aponta irregularidades

Auditoria do Ministério da Saúde que encontrou irregularidades nas informações apresentadas ao SUS pela Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns gerou assunto noite passada. Isso porque o assunto foi abordado no Jornal da Record. O hospital, pertencente a Jorge Branco, marido da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, teria recebido […]

Auditoria do Ministério da Saúde que encontrou irregularidades nas informações apresentadas ao SUS pela Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns gerou assunto noite passada.

Isso porque o assunto foi abordado no Jornal da Record.

O hospital, pertencente a Jorge Branco, marido da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, teria recebido recursos federais por sessões de hemodiálise, cirurgias e tratamentos contra o câncer cuja realização não foram comprovados nos prontuários.

Os valores chegam a cerca de R$ 905 mil. O DenaSUS cobrou a devolução do dinheiro ao Fundo Nacional de Saúde, com correção monetária. A fiscalização foi aberta depois de uma demanda da Assembleia Legislativa de Pernambuco.

O que diz a Saúde

A Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES) declarou que vai recorrer à Justiça para solicitar a revisão do resultado da auditoria.

Túlio Gadêlha apresenta seus suplentes

O candidato ao Senado Túlio Gadêlha apresentou seus candidatos à suplência na chapa. A Primeira Suplente é a professora e ex-deputada estadual Dulci Amorim (PSD), ligada à região de Petrolina e ao Sertão. Já o segundo Suplente é o cacique Marcelo Pankararu (Avante), representante dos povos indígenas de Tacaratu. “Dulci traz a força da mulher […]

O candidato ao Senado Túlio Gadêlha apresentou seus candidatos à suplência na chapa.

A Primeira Suplente é a professora e ex-deputada estadual Dulci Amorim (PSD), ligada à região de Petrolina e ao Sertão. Já o segundo Suplente é o cacique Marcelo Pankararu (Avante), representante dos povos indígenas de Tacaratu.

“Dulci traz a força da mulher sertaneja, da educadora e a experiência de quem conhece de perto a realidade dos municípios. Marcelo traz a representação histórica, a luta dos povos originários e a coragem de quem sempre esteve na linha de frente por justiça social”, disse.

“Chapa de gente como a gente. É esse Pernambuco que eu quero levar pra mesa em Brasília: sertão, agreste, mata e Recife, todo mundo sentado junto” concluiu.

Em Afogados, vereador sugere criação de nova secretaria com desmembramento de Cultura e Esportes

Tema gerou polêmica  No Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta quinta-feira (13), na Rádio Pajeú, as comunicadoras Micheli Martins e Juliana Lima receberam o vereador governista César Tenório. Em pauta, o requerimento apresentado pelo parlamentar na última sessão ordinária da Câmara Municipal, que solicita à gestão municipal a realização de estudos […]

Tema gerou polêmica 

No Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta quinta-feira (13), na Rádio Pajeú, as comunicadoras Micheli Martins e Juliana Lima receberam o vereador governista César Tenório.

Em pauta, o requerimento apresentado pelo parlamentar na última sessão ordinária da Câmara Municipal, que solicita à gestão municipal a realização de estudos visando ao desmembramento da Diretoria de Esportes da Secretaria de Cultura, com a criação de uma estrutura administrativa própria para a área esportiva.

Segundo César, o requerimento foi apresentado originalmente em 2025, aprovado naquela ocasião e reapresentado nesta semana após uma revisão dos requerimentos de sua autoria.

O vereador esclareceu que a proposta não significa que a gestão municipal esteja discutindo a criação de uma nova secretaria, mas representa uma sugestão ao Poder Executivo para avaliar a possibilidade de fortalecer a estrutura do esporte no município.

Durante a discussão na Câmara, também foram levantados pontos relacionados à viabilidade financeira da criação de uma nova pasta. César destacou que o requerimento não estabelece prazo para implantação e que a decisão cabe à gestão municipal.

A matéria foi aprovada novamente pela maioria dos vereadores, com 11 votos favoráveis e uma abstenção.

PREFEITURA DIZ NÃO HAVER ESTUDO

Daniel Valadares (Sandrinho está em viagem) disse não haver nenhuma discussão a respeito do tema.

O QUE EU DISSE

Eu fui contra. Gosto de César, mas discordo. A atual estrutura comporta as duas pastas. Nova Secretaria é abrir leque pra mais despesas e mais espaços de acomodação política. Melhor fortalecer a atual. Com Sandrinho escapando da cassação no TRE, o que tem que imperativamente acontecer é inaugurar um novo tempo no governo. É a receita para mudar a percepção dos que acusam o ciclo de “fadiga de material”. Depois dos desembargadores, a bola estará com ele. Sem criar Secretarias novas.