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Afogados da Ingazeira, Gravatá e Carpina serão próximas cidades a ter Procon, diz coordenador estadual

Por Nill Júnior

Jose Rangel/Constragimento do Consumidor/Procon/Economia

O Coordenador Estadual do Procon, José Rangel, disse em entrevista ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú) que não tem mais como esperar para dar o start no processo de escolha de Afogados da Ingazeira como uma das próximas cidades a ter sede do Procon.

Afogados é uma das cidades mais importantes do ponto de vista econômico da  região, tem um comércio pujante que atrai pessoas de todas as áreas do Médio Pajeú, com lojas que integram redes importantes do Estado. Mas não tem o órgão de defesa do consumidor.

“Vamos buscar um convênio com a Prefeitura. Não desisti dele”, brincou Rangel, fazendo referencia de que a vários anos, a entidade tenta convencer o executivo a um convênio que facilite a vinda do órgão.

Mas garante ele, agora existe um plano B. “Estamos firmando um convênio que vai nos possibilitar recursos nos  próximos trinta ou sessenta dias para instalar o programa em dez cidades do Estado. Dessas, três já foram pré definidas: Afogados da Ingazeira, Gravatá e Carpina”, garante. Serão cinco unidades instaladas este ano e cinco em 2015.

Outras Notícias

Maciel Melo justifica voto declarado em Lula: “artista tem direito de se manifestar”

Cantor e compositor pernambucano reagiu às críticas recebidas depois de tornar pública sua escolha eleitoral e defendeu que artistas possam se posicionar politicamente sem que divergências se transformem em ataques pessoais. Maciel Melo se manifestou nas redes sociais após receber críticas por declarar voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo publicado […]

Cantor e compositor pernambucano reagiu às críticas recebidas depois de tornar pública sua escolha eleitoral e defendeu que artistas possam se posicionar politicamente sem que divergências se transformem em ataques pessoais.

Maciel Melo se manifestou nas redes sociais após receber críticas por declarar voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo publicado nesta semana, o artista afirmou que sua posição política parte, antes de tudo, de sua condição de cidadão e defendeu o direito de artistas se manifestarem sobre os rumos do país.

“Antes do artista existe o homem, o cidadão, e todo cidadão tem o direito de ir, de vir, de escolher o seu candidato, de escolher quem vai governar o país em que a gente vive”, afirmou.

Maciel disse ter ficado surpreso com a reação provocada pela postagem anterior. Segundo ele, além de comentários críticos, houve seguidores que deixaram de acompanhar suas redes depois da declaração de voto.

“Eu fiquei estarrecido com os comentários. Muita gente me detonando, esculhambando comigo, outros deixando de me seguir”, relatou.

O compositor argumentou que a atividade artística não deve ficar restrita ao entretenimento e pode também dialogar com temas ligados à cidadania, liberdade de expressão e questões sociais.

“Eu acho que todo artista, seja ele na música, na dança, nas artes plásticas, na poesia, na literatura, não deve fazer da sua arte uma ferramenta que trabalhe apenas em prol da admiração, do divertimento, mas também que trabalhe em prol da cidadania de seu povo”, disse.

Apesar das críticas, Maciel afirmou que manterá sua posição e defendeu que diferenças políticas não sejam motivo para rompimento de relações pessoais.

“É nas divergências que a gente cresce, que a gente aprende”, afirmou. Em outro trecho, acrescentou: “Quem quiser me seguir, me segue. Ninguém é obrigado a me seguir”.

Relação com Lula vem de outros anos

A manifestação ocorre dentro de uma relação de admiração política e artística que não começou nesta eleição. Maciel Melo já havia demonstrado apoio a Lula em outras ocasiões e, em 2022, compôs uma música para a campanha presidencial do petista.

A aproximação entre os dois também ganhou um capítulo durante o período em que Lula esteve preso em Curitiba, em 2018. Naquele ano, o então ex-presidente leu “A Poeira e a Estrada”, livro autobiográfico de Maciel, e posteriormente enviou uma mensagem ao compositor elogiando sua trajetória como escritor e músico.

Segundo registros publicados à época, Lula contou ainda que já conhecia a obra musical do pernambucano e mencionou ter recebido anteriormente um disco do artista. Na carta enviada a Maciel, escreveu que havia ficado “orgulhoso” ao ver outro nordestino alcançando reconhecimento na literatura e na música.

Maciel também participou, ao longo dos anos, de eventos políticos e culturais relacionados a Lula e ao grupo político de Eduardo Campos em Pernambuco. Há registro, por exemplo, de sua participação em programação organizada durante o período em que Campos governava o estado e de sua presença em atos políticos e culturais ligados ao ex-presidente.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo em que Maciel Melo comenta a repercussão de sua declaração de voto.

Vídeo: Reprodução/Instagram

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Augusto Cury propõe mandato de oito anos no STF e semipresidencialismo

Programa de governo do candidato do Avante reúne 18 projetos e 20 teses e apresenta propostas para educação, economia, segurança, saúde e política externa. O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) propõe a adoção do semipresidencialismo e a criação de mandatos de oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As medidas […]

Programa de governo do candidato do Avante reúne 18 projetos e 20 teses e apresenta propostas para educação, economia, segurança, saúde e política externa.

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) propõe a adoção do semipresidencialismo e a criação de mandatos de oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As medidas estão entre as principais propostas do programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral.

Com cerca de 200 páginas, o documento reúne 18 projetos e 20 teses. Além das mudanças institucionais, Cury propõe reformular a diplomacia brasileira, com maior foco em interesses econômicos e comerciais e ampliação da atuação em mercados da Ásia e do Oriente Médio.

Na educação, o candidato defende o ensino em tempo integral e apresenta o projeto Brasil Neuroinclusivo, voltado a pessoas com autismo, TDAH, dislexia e altas habilidades. O plano também prevê políticas de combate ao feminicídio e proteção a mulheres vítimas de violência.

Na área econômica, o programa propõe a criação do Ministério do Empreendedorismo e da Economia Distribuída e de um banco para oferecer crédito de até R$ 20 mil a pequenos empreendedores.

Para o semiárido, o projeto Brasil Oásis prevê investimentos em segurança hídrica e irrigação de precisão, com metas de ampliação da produção agrícola e das exportações de frutas. O plano também propõe estimular a criação de 10 mil agroindústrias e 100 usinas de etanol de milho.

Na saúde, Cury apresenta uma plataforma pública de telemedicina. Na segurança pública, defende maior integração entre as polícias estaduais e federais, compartilhamento de dados e ações de monitoramento de fronteiras.

O programa também estabelece como objetivo alcançar 90% de matriz energética limpa até 2040 e ampliar o mapeamento, processamento e refino de minerais críticos e terras raras no país.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Divulgação

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Governo Lula rejeitou exigência dos EUA sobre participação de “dissidentes políticos” nas eleições

Condição fazia parte de uma lista de 21 pontos apresentada pelo governo Trump durante negociações sobre o tarifaço imposto ao Brasil em 2025. O governo brasileiro rejeitou uma proposta dos Estados Unidos que incluía entre as condições para a negociação do tarifaço uma garantia relacionada à participação de pessoas classificadas por Washington como “dissidentes políticos” […]

Condição fazia parte de uma lista de 21 pontos apresentada pelo governo Trump durante negociações sobre o tarifaço imposto ao Brasil em 2025.

O governo brasileiro rejeitou uma proposta dos Estados Unidos que incluía entre as condições para a negociação do tarifaço uma garantia relacionada à participação de pessoas classificadas por Washington como “dissidentes políticos” nas eleições presidenciais de 2026. A exigência foi apresentada pelo governo de Donald Trump em outubro do ano passado.

O texto entregue à delegação brasileira previa que o país se comprometesse com eleições consideradas livres e justas e não detivesse, prendesse ou limitasse de forma arbitrária a participação desses chamados “dissidentes políticos” no processo eleitoral.

A proposta não mencionava nominalmente Jair Bolsonaro. Integrantes do governo brasileiro, porém, interpretaram a formulação como uma referência à situação do ex-presidente, condenado pelo STF por tentativa de golpe e fora da disputa eleitoral. Essa relação foi uma interpretação dos interlocutores brasileiros, e não estava expressa no documento norte-americano.

A exigência fazia parte de uma lista com 21 pontos encaminhada durante uma missão brasileira a Washington, em 16 de outubro de 2025. Na ocasião, a delegação, liderada pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, buscava negociar as tarifas adicionais de 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Segundo a apuração, Vieira considerou os termos inaceitáveis e determinou que a minuta não fosse utilizada como base para as reuniões oficiais. O chanceler posteriormente se reuniu com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, e participou de outro encontro que contou com o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer.

Além do ponto relacionado às eleições, a proposta dos Estados Unidos incluía exigências sobre liberdade de expressão, plataformas digitais, cumprimento de sanções financeiras americanas, minerais críticos, investimentos, aviação, meio ambiente, soja e aço.

Entre as condições político-institucionais, Washington também buscava garantias para empresas americanas de tecnologia diante de decisões envolvendo conteúdo publicado nas redes sociais e pretendia evitar que instituições financeiras brasileiras fossem penalizadas no país pelo cumprimento de sanções determinadas pelos Estados Unidos.

A lista apresentada em 2025 era uma proposta de negociação e não chegou a se tornar um acordo firmado entre os dois países.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Dois anos sem José Patriota: missas serão celebradas sábado, dia 19

Há dois anos, no curso da campanha de 2024, Pernambuco perdia o ex-prefeito, Deputado e ex-presidente da AMUPE, José Patriota, aos 63 anos, ao perder a luta para um câncer. Sua morte foi sentida em todo o estado. As missas que marcam os dois anos de sua morte serão celebradas dia 19. A primeira, às […]

Há dois anos, no curso da campanha de 2024, Pernambuco perdia o ex-prefeito, Deputado e ex-presidente da AMUPE, José Patriota, aos 63 anos, ao perder a luta para um câncer. Sua morte foi sentida em todo o estado.

As missas que marcam os dois anos de sua morte serão celebradas dia 19. A primeira, às 8h30 da manhã na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios e às 19 horas, na Capela de São João Batista, Bairro Borges.

AtlasIntel: Lula tem 57,5% contra Flávio em Pernambuco; no cenário nacional, os dois empatam tecnicamente

Levantamento estadual mostra vantagem do presidente entre os eleitores pernambucanos, enquanto pesquisa nacional AtlasIntel/Bloomberg aponta Flávio Bolsonaro com 47,2% e Lula com 46,8% em eventual segundo turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 57,5% das intenções de voto em Pernambuco em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que registra […]

Levantamento estadual mostra vantagem do presidente entre os eleitores pernambucanos, enquanto pesquisa nacional AtlasIntel/Bloomberg aponta Flávio Bolsonaro com 47,2% e Lula com 46,8% em eventual segundo turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 57,5% das intenções de voto em Pernambuco em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que registra 36,2%, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (17). Brancos, nulos e entrevistados que não souberam responder somam 6,3%.

A diferença entre os dois no estado é de 21,3 pontos percentuais, acima da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

No primeiro turno em Pernambuco, Lula registra 54,9% das intenções de voto, contra 32,7% de Flávio. Augusto Cury (Avante) aparece com 3,7%, Renan Santos (Missão) com 3,5%, Ronaldo Caiado (PSD) com 0,7% e Romeu Zema (Novo) com 0,3%.

O levantamento estadual também testou outros cenários de segundo turno. Lula tem 56,1% contra 31,3% de Caiado; 55,6% diante de 30,3% de Cury; 57% contra 29,7% de Zema; e 56,4% ante 22,3% de Renan Santos.

Cenário nacional é diferente

Na pesquisa nacional AtlasIntel/Bloomberg, também divulgada nesta quinta, Lula e Flávio aparecem tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno.

Flávio registra 47,2% das intenções de voto, enquanto Lula tem 46,8%. A diferença de 0,4 ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento, de um ponto percentual para mais ou para menos. Brancos, nulos e entrevistados que não souberam responder somam 6%.

O instituto também testou outros quatro confrontos nacionais. Lula aparece com 46,3% contra 43,7% de Romeu Zema; 46% diante de 41,7% de Ronaldo Caiado; 45,6% contra 37,8% de Augusto Cury; e 46,1% ante 29,7% de Renan Santos.

No cenário nacional de primeiro turno, Lula registra 44,1% e Flávio Bolsonaro, 41,7%. Renan Santos tem 5,1%, Augusto Cury, 3,5%, Ronaldo Caiado, 1,7%, Romeu Zema, 1,1%, e Samara Martins (UP), 0,7%. Brancos e nulos representam 1,6%, enquanto 0,5% não souberam responder.

Metodologia

A pesquisa realizada em Pernambuco ouviu 1.793 eleitores entre 11 e 16 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números PE-02989/2026 e BR-00357/2026.

Já a pesquisa nacional AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.018 eleitores no mesmo período, por recrutamento digital. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-06221/2026.Foto: Reprodução

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