Afogados : Antonieta Guimarães garante que estará com Armando e nega qualquer possibilidade de aderir a Patriota
Por Nill Júnior
Antonieta Guimarães com vereadores e Armando : “nenhuma chance”, sobre apoio a candidato de Eduardo
A Vereadora Antonieta Magalhães (PPS) negou qualquer possibilidade de apoiar ano que vem o candidato do governardo Eduardo Campos ao Governo do Estado. Muito menos aderir ao grupo do prefeito José Patriota (PPS). Em entrevista ao programa Comando Geral da Rádio Pajeú ela refirmou seu desejo de apoiar Armando Monteiro juntamente com a União Pelo Povo, grupo de oposição no município.
“Continuo onde sempre estive”, disse, reafirmando esta posição. Além de presidentes de partidos e militantes do grupo, os vereadores Zé Negão , Pedro Raimundo,Vicentinho, Renon de Ninô, Cícero Miguel e Augusto Martins estarão juntos no apoio ao petebista. Um palanque heterogêneo, com nomes que no campo local fazem parte da oposição e até do bloco governista, como o Presidente da Câmara Augusto. O PT de Jair Almeida e Emídio Vasconcelos também está no bloco.
Segundo Antonieta, a decisão será mantida mesmo que o PPS se una ao SB e tente pressionar os filiados no interior. “Isso não muda minha decisão até porque o PPS não tem candidatura própria”, justificou.
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band. Romeu Zema […]
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band.
Romeu Zema (Novo) também desistiu de comparecer. Com as três ausências, participaram do debate apenas Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).
A imagem dos púlpitos vazios acabou se tornando um dos principais símbolos do primeiro confronto televisionado da campanha presidencial. A Band manteve no cenário os lugares destinados aos candidatos que haviam sido convidados, mesmo após as desistências.
As ausências de Lula e Flávio chamam atenção porque os dois concentram atualmente a maior parte das intenções de voto. No Datafolha divulgado na sexta-feira (21), Lula apareceu com 39%, enquanto Flávio registrou 33%.
Por que Lula não foi?
A decisão de Lula envolve cálculo eleitoral. A avaliação dentro da campanha petista é de que, como presidente e candidato à reeleição, ele poderia se transformar no principal alvo dos demais concorrentes durante um debate de primeiro turno.
A equipe do presidente também manifestou insatisfação com a composição do encontro, argumentando que a Band convidou candidatos que não precisariam obrigatoriamente participar segundo os critérios estabelecidos pela legislação eleitoral.
Lula já havia indicado que selecionaria os debates dos quais pretende participar ao longo da campanha. No mesmo horário do encontro da Band, o presidente concedeu entrevista à Record.
Flávio também evita confronto sem Lula
Flávio Bolsonaro adotou estratégia semelhante, mas com outra lógica. O candidato do PL afirmou que participaria do debate caso Lula também estivesse presente.
Sem o presidente no palco, Flávio ficaria como candidato mais bem colocado nas pesquisas e poderia se tornar o principal alvo dos adversários.
Há ainda uma disputa interna no campo da direita. Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos concorrem por parcelas de um eleitorado que Flávio precisará atrair especialmente em uma eventual disputa de segundo turno. Entrar em confronto direto com esses candidatos neste momento pode representar um risco adicional para sua campanha.
Zema também desistiu
A ausência de Lula e Flávio provocou ainda a desistência de Romeu Zema.
A equipe do candidato do Novo argumentou que o debate havia sido transferido originalmente de 16 para 23 de agosto diante da possibilidade de participação de Lula. Com a confirmação da ausência do presidente, Zema afirmou que a alteração perdeu o propósito e decidiu não comparecer.
Ausências viram alvo dos presentes
A repercussão começou antes mesmo do início do programa.
Ronaldo Caiado criticou a decisão dos adversários e classificou os ausentes como “fujões”. Renan Santos levou fraldas com os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro como forma de provocação.
Augusto Cury chegou a anunciar, na porta da emissora, que também deixaria o encontro em protesto contra a ausência dos dois líderes das pesquisas. Pouco depois, voltou atrás e participou do programa.
Mesmo sem Lula e Flávio no estúdio, as ausências não impediram que os dois fossem mencionados durante o confronto. Lula, principalmente, tornou-se alvo de críticas dos candidatos presentes.
Debates perdem protagonistas, mas abrem espaço para outros candidatos
A ausência simultânea dos dois principais candidatos altera a função eleitoral do primeiro debate. O eleitor perde a oportunidade de observar um confronto direto entre Lula e Flávio e de comparar como os dois respondem, sem o ambiente controlado da propaganda eleitoral, a questionamentos dos adversários.
Para os candidatos que aparecem mais distantes nas pesquisas, entretanto, o cenário abre uma oportunidade de exposição.
Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury tiveram mais espaço para apresentar propostas e buscar protagonismo justamente pela ausência dos favoritos.
Na avaliação de cientistas políticos ouvidos pela BBC Brasil, debates continuam sendo importantes por obrigarem candidatos a enfrentar o contraditório. Ao mesmo tempo, o crescimento das redes sociais mudou a estratégia das campanhas: uma resposta ruim, uma gafe ou um confronto podem produzir vídeos que circulam durante dias e alcançar um público muito maior que o da transmissão original.
Esse risco ajuda a explicar por que candidatos em posições mais favoráveis nas pesquisas podem considerar eleitoralmente mais seguro evitar determinados encontros.
A tendência, até agora, é que Lula e Flávio sejam mais seletivos na participação nos próximos debates. O último grande confronto antes do primeiro turno está previsto para 1º de outubro, na TV Globo.
Fonte: BBC Brasil
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Na manhã deste domingo (23), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de uma caminhada no bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, onde colocou as políticas de habitação e de contenção de encostas entre os temas centrais de seu discurso de campanha. Raquel afirmou que pretende ampliar as ações […]
Na manhã deste domingo (23), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de uma caminhada no bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, onde colocou as políticas de habitação e de contenção de encostas entre os temas centrais de seu discurso de campanha.
Raquel afirmou que pretende ampliar as ações destinadas às famílias que vivem em áreas de risco. Durante a fala, voltou a destacar a parceria de sua gestão com o governo do presidente Lula (PT) para investimentos nessas áreas.
Segundo os números apresentados pela candidata, 26 mil moradias foram entregues em Pernambuco e mais de R$ 500 milhões estão sendo investidos em intervenções em morros e encostas.
“A gente não vai descansar enquanto quem mora aqui não tiver o direito de viver em uma habitação com segurança, com água, sem medo de chuva”, afirmou.
A governadora esteve acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição Priscila Krause (PSD) e dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), além de prefeitos, vereadores e candidatos proporcionais aliados.
Após a caminhada em Nova Descoberta, Raquel seguiu para o bairro do Pina, também no Recife, onde participou da inauguração do comitê do candidato a deputado estadual Wanderson Florêncio.
No evento, a governadora pediu apoio à candidatura de Wanderson à Assembleia Legislativa e mobilização dos apoiadores em torno de sua própria campanha à reeleição.
A agenda deste domingo fez parte da programação eleitoral da chapa de Raquel na capital pernambucana.
Foto: Divulgação
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Na manhã deste domingo (23), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a defender a construção de um Hospital Geral Metropolitano com mais de 900 leitos durante agenda de campanha no Recife. A proposta integra o programa apresentado pelo candidato para a área da saúde e, segundo a campanha, seria executada em […]
Na manhã deste domingo (23), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a defender a construção de um Hospital Geral Metropolitano com mais de 900 leitos durante agenda de campanha no Recife. A proposta integra o programa apresentado pelo candidato para a área da saúde e, segundo a campanha, seria executada em parceria com o Governo Federal.
João apresentou a proposta durante o lançamento da candidatura de Romerinho Jatobá (PSB) a deputado estadual, no Centro da capital pernambucana. Ao falar sobre saúde, o candidato relacionou o projeto à experiência de sua gestão à frente da Prefeitura do Recife e citou o Hospital da Criança, inaugurado neste ano.
“Eu ainda não tenho filho, mas fiz um hospital para cuidar do filho de todo mundo, que é o Hospital da Criança. E agora, junto com o ministro Padilha e o presidente Lula, nós vamos fazer, no Governo de Pernambuco, o maior hospital da história do Estado: o Hospital Geral Metropolitano, com mais de 900 leitos e a maior emergência do Nordeste”, afirmou.
De acordo com a proposta apresentada pela campanha, a nova unidade teria mais de 900 leitos e seria voltada ao atendimento da Região Metropolitana do Recife. João afirmou ainda que pretende buscar apoio do presidente Lula e do Ministério da Saúde para viabilizar o empreendimento caso seja eleito.
O candidato também disse que pretende utilizar a ampliação da rede hospitalar para reduzir a demanda por procedimentos cirúrgicos na Região Metropolitana. Segundo ele, a meta seria chegar à eliminação da fila de cirurgias.
A campanha estima ainda que a implantação do Hospital Geral Metropolitano poderia gerar cerca de 5 mil empregos. Tanto o número de postos de trabalho quanto a capacidade anunciada para a unidade fazem parte das projeções apresentadas pelo candidato e dependem da execução do projeto.
O evento deste domingo reuniu ainda o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; o candidato à reeleição para deputado federal Pedro Campos; e o vereador do Recife e candidato a deputado federal Rinaldo Júnior, além de outras lideranças.
Foto: Edson Holanda
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A candidata a deputada estadual Regina da Saúde (Podemos) recebeu, neste sábado (22), o apoio de um grupo de integrantes da agricultura familiar da área irrigada de Petrolina, no Sertão do São Francisco. O anúncio ocorreu durante um encontro com trabalhadores rurais e contou com a participação da ex-vereadora Samara da Visão, liderança política da […]
A candidata a deputada estadual Regina da Saúde (Podemos) recebeu, neste sábado (22), o apoio de um grupo de integrantes da agricultura familiar da área irrigada de Petrolina, no Sertão do São Francisco.
O anúncio ocorreu durante um encontro com trabalhadores rurais e contou com a participação da ex-vereadora Samara da Visão, liderança política da região. Samara declarou apoio à candidatura de Regina à Assembleia Legislativa de Pernambuco e defendeu a ampliação de políticas públicas voltadas à agricultura familiar.
Durante a reunião, Regina conversou com os participantes sobre as demandas enfrentadas pelos produtores da região e afirmou que pretende incorporar as questões apresentadas durante as agendas pelo Estado às propostas de sua campanha.
A passagem por Petrolina integrou a programação eleitoral da candidata pelo Sertão. Neste domingo (23), Regina também cumpriu agenda em Salgueiro, no Sertão Central, onde participou de visitas, reuniões com lideranças e encontros com apoiadores.
Foto: Divulgação
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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, neste sábado (22), o apoio do prefeito de Tamandaré, Carrapicho (Republicanos). O anúncio ocorreu durante agenda política no município do Litoral Sul de Pernambuco. Carrapicho, nome político de Isaías Honorato da Silva Marques, está em seu segundo mandato à frente da Prefeitura de Tamandaré. Reeleito em 2024 […]
A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, neste sábado (22), o apoio do prefeito de Tamandaré, Carrapicho (Republicanos). O anúncio ocorreu durante agenda política no município do Litoral Sul de Pernambuco.
Carrapicho, nome político de Isaías Honorato da Silva Marques, está em seu segundo mandato à frente da Prefeitura de Tamandaré. Reeleito em 2024 pelo Republicanos, o gestor declarou apoio à candidatura de Marília ao Senado.
O prefeito participou no sábado de um ato realizado em Tamandaré com integrantes da chapa majoritária da Frente Popular de Pernambuco. Ao anunciar a adesão, afirmou que espera manter interlocução com Marília em Brasília em torno das demandas do município.
O apoio de Carrapicho se soma a outros anúncios recebidos pela candidata nos últimos dias. No sábado, o prefeito de São Caetano, Josafá Almeida (PRD), também declarou apoio a Marília.
Na sexta-feira (21), a vice-prefeita de Camaragibe, Comandante Débora (PT), fez o mesmo. Na semana anterior, o prefeito de Bonito, Dr. Ruy (PSB), havia anunciado adesão à candidatura.
Foto: Léo Caldas
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