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Adutora do Pajeú : MRM Construtora cuidará da segunda etapa da obra, com prazo de 2 anos. Conheça cidades beneficiadas:

Por Nill Júnior
Nova etapa vai beneficiar mais municípios sertanejos. Serão 230 mil  pessoas  em 16 localidades em Pernambuco e oito localidades da Paraíba
Nova etapa vai beneficiar mais municípios sertanejos. Serão 230 mil pessoas em 16 localidades em Pernambuco e oito localidades da Paraíba

A segunda etapa da Adutora do Pajeú teve a licitação encerrada e o resultado publicado no Diário Oficial da União.  A primeira etapa evitou o colapso no abastecimento de água de importantes cidades pernambucanas, como Serra Talhada e Afogados de Ingazeira. A obra vai beneficiar cerca de 230 mil brasileiros em 16 localidades em Pernambuco e oito localidades da Paraíba.

A segunda etapa levará água do Rio São Francisco para as sedes dos municípios de Betânia (PE), Carnaubeira da Penha (PE), Triunfo (PE), Santa Cruz da Baixa Verde (PE), Quixaba (PE), Iguaraci (PE), Ingazeira (PE), Solidão (PE), Tabira (PE), Tuparetama (PE), Santa Terezinha (PE), São José do Egito (PE), Itapetim (PE) e Brejinho (PE), além dos distritos de Tupananci, no município de Mirandiba (PE), e Riacho do Meio, em São José do Egito (PE). Na Paraíba, serão abastecidas as sedes dos municípios de Imaculada, Desterro, Livramento, São José dos Cordeiros, Taperoá, Princesa Isabel, Teixeira e Cacimbas.

O projeto da segunda etapa prevê duas unidades de captação no Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) nos municípios de Betânia (PE) e Sertânia (PE), 13 estações elevatórias, mais de 400 quilômetros de adutoras com diâmetro de 100 a 700 milímetros, 11 reservatórios com capacidade unitária variando de 200 a 7.000 metros cúbicos.

O Projeto de Integração do Rio São Francisco vai levar água do Velho Chico para Pernambuco, Paraíba, Ceará e o Rio Grande do Norte. Nos Estados, grandes adutoras, como a do Pajeú, servirão para distribuir essa água no sistema de abastecimento local. Também faz parte desse sistema a Adutora do Agreste (PE), o Canal das Vertentes Litorâneas (PB) e o Cinturão das Águas (CE).

De acordo com a comissão de licitação da Superintendência do Departamento de Obras Contra a Seca (Dnocs), a segunda etapa da Adutora do Pajeú será construída pela MRM Construtora. A obra será executada por R$ 88,5 milhões, com prazo de conclusão estabelecido em 24 meses.

Outras Notícias

Luciano Torres comemora resultado de aliados e diz que vai mobilizar grupo por Lula no 2º turno

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, avaliou o resultado do primeiro turno das Eleições 2026, destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo no município e afirmou que trabalhará pela candidatura de Lula no segundo turno. Em conversa com Marcelo Patriota, Luciano afirmou que o resultado manteve uma sequência de eleições em que os […]

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, avaliou o resultado do primeiro turno das Eleições 2026, destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo no município e afirmou que trabalhará pela candidatura de Lula no segundo turno.

Em conversa com Marcelo Patriota, Luciano afirmou que o resultado manteve uma sequência de eleições em que os candidatos apoiados pelo seu grupo político obtiveram as maiores votações no município.

“Todas as eleições majoritárias para deputado federal e estadual, todas elas nós fomos majoritários e bem. E essa aqui não foi diferente”, declarou.

O prefeito citou o desempenho de João Campos para o Governo de Pernambuco, de Diogo Moraes para deputado estadual, de Lucas Ramos para deputado federal, além dos candidatos apoiados pelo grupo para o Senado e de Lula na disputa presidencial.

Na eleição para governador, João Campos foi o mais votado em Ingazeira, com 1.921 votos, correspondentes a 59,77% dos votos válidos. Lula também liderou a votação presidencial no município no primeiro turno.

Luciano relacionou o resultado eleitoral ao trabalho desenvolvido por sua gestão e pelo grupo político que representa. Segundo ele, a aliança da qual faz parte mantém uma sequência de vitórias locais ao longo das últimas duas décadas, período que também inclui a passagem de Lino Morais pela Prefeitura.

Durante a entrevista, o prefeito também falou sobre recursos destinados ao município. Segundo Luciano, Ingazeira recebeu aproximadamente R$ 15 milhões em emendas parlamentares, parte já aplicada e outra parcela destinada a projetos em execução.

Entre as ações citadas está uma escola cuja conclusão, segundo ele, deverá ocorrer em 2027. A nova Unidade Básica de Saúde da sede do município está em fase final e poderá ser inaugurada no fim deste ano ou em janeiro.

Luciano afirmou ainda que a UBS de Santa Rosa já foi entregue e disse aguardar, após o período eleitoral, a liberação de recursos para outra creche na sede de Ingazeira.

Ao comentar a relação com o Governo de Pernambuco, o prefeito afirmou que não teve o que classificou como um apoio “maciço” da governadora Raquel Lyra, mas disse ter contado com recursos destinados por parlamentares aliados.

Segundo turno

Com a eleição presidencial ainda em disputa, Luciano afirmou que seu grupo voltará às ruas para trabalhar pela candidatura de Lula.

“Irei trabalhar como a gente trabalhou no primeiro turno também. Nossa equipe, vereadores, secretários, toda a mobilização do município”, afirmou.

O prefeito disse ainda que pretende incentivar a participação de eleitores de Ingazeira que estejam fora do município no dia da votação.

“A gente vai fazer todo o esforço para esse pessoal vir votar e dar vitória ao presidente Lula”, declarou.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, a entrevista de Luciano Torres a Marcelo Patriota.

Imagem: Frame/Vídeo/Reprodução

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Aos 91 anos, Luiza Erundina é a deputada estadual mais velha eleita no país

Aos 91 anos, Luiza Erundina (PSOL) foi eleita deputada estadual por São Paulo e se tornou a parlamentar mais velha a conquistar uma cadeira nas assembleias legislativas do país nas eleições de 2026. Ex-prefeita da capital paulista e deputada federal por sete mandatos, ela recebeu 169.567 votos. Erundina ocupará uma das 94 cadeiras da Assembleia […]

Aos 91 anos, Luiza Erundina (PSOL) foi eleita deputada estadual por São Paulo e se tornou a parlamentar mais velha a conquistar uma cadeira nas assembleias legislativas do país nas eleições de 2026. Ex-prefeita da capital paulista e deputada federal por sete mandatos, ela recebeu 169.567 votos.

Erundina ocupará uma das 94 cadeiras da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) a partir de 2027. Na disputa estadual, terminou na 13ª colocação entre os candidatos eleitos.

A eleição marca uma nova etapa na trajetória política da paraibana, que nasceu em Uiraúna, em 30 de novembro de 1934. Formada em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ela também é mestre em Ciências Sociológicas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Aos 91 anos, Erundina superará em idade Eduardo Suplicy (PT), de 85 anos, que até então era o parlamentar mais velho da Alesp.

Sua trajetória eleitoral ganhou projeção nacional em 1988, quando foi eleita prefeita de São Paulo pelo PT. Assumiu o cargo em 1989 e permaneceu à frente da prefeitura até 1992, tornando-se a primeira mulher ligada à esquerda a comandar a maior cidade do país.

Depois da passagem pela Prefeitura de São Paulo, Erundina construiu uma longa trajetória na Câmara dos Deputados. Foram sete mandatos como deputada federal.

Ao longo da atuação no Congresso, participou de iniciativas relacionadas à habitação, aos direitos das mulheres e à proteção de crianças e adolescentes. Entre as leis associadas à sua atuação parlamentar estão normas sobre brinquedotecas em unidades hospitalares, assistência às gestantes pelo Sistema Único de Saúde e a instituição do Dia Nacional do Forró.

Na campanha para a Alesp, Erundina apresentou como prioridades temas como transporte público e tarifa zero, direitos das mulheres, crianças e adolescentes, democratização da comunicação, participação popular, direitos humanos e políticas públicas universais.

A eleição de Erundina também chama atenção pela longevidade de sua atuação política. Ela chegará à Assembleia Legislativa paulista depois de décadas de mandatos no Executivo municipal e no Congresso Nacional.

Fonte: Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Lula muda estratégia digital e aposta em vídeos selfie para o 2º turno

A campanha de Lula (PT) começou a testar uma comunicação mais direta nas redes sociais para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Nesta quarta-feira (7), o presidente publicou vídeos gravados em formato selfie, linguagem comum no TikTok e no Instagram, enquanto aliados defendem maior presença pessoal do candidato no ambiente digital. A mudança já […]

A campanha de Lula (PT) começou a testar uma comunicação mais direta nas redes sociais para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Nesta quarta-feira (7), o presidente publicou vídeos gravados em formato selfie, linguagem comum no TikTok e no Instagram, enquanto aliados defendem maior presença pessoal do candidato no ambiente digital.

A mudança já apareceu em duas publicações feitas por Lula nesta quarta. Em uma delas, o presidente falou diretamente à câmera e convocou apoiadores a intensificarem a campanha nas ruas. Em outra, abordou a proposta de fim da escala 6×1 e questionou o posicionamento de Flávio Bolsonaro e do PL sobre o tema.

O formato representa uma alteração na maneira como Lula vinha aparecendo nas redes. A proposta é reduzir produções mais elaboradas e ampliar conteúdos gravados de maneira simples, com o próprio presidente falando diretamente ao eleitor.

Segundo o Metrópoles, uma das sugestões para a adoção dos vídeos em formato selfie partiu do governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), que utiliza esse tipo de comunicação com frequência em suas próprias redes.

Jovens parlamentares ligados ao PT também passaram a participar das discussões sobre a estratégia digital. Entre eles está Ana Elisa, deputada federal eleita por Minas Gerais, que participou na terça-feira (6) de uma reunião com a equipe de comunicação da campanha.

A parlamentar afirmou que se colocou à disposição para colaborar com a comunicação digital e defendeu maior utilização das redes para alcançar eleitores que dificilmente seriam atingidos apenas pela campanha presencial.

A discussão sobre mudanças na comunicação ganhou força depois do resultado do primeiro turno e não se limita aos vídeos em selfie.

A Folha de S.Paulo informou que o deputado André Janones (Rede-MG) também passou a defender uma estratégia mais direta e menos produzida. Segundo ele, Lula deveria aparecer mais em situações cotidianas e falar a linguagem própria das plataformas digitais.

Janones também ampliou um canal de mobilização no WhatsApp que, segundo ele, ultrapassou 1 milhão de integrantes após o primeiro turno. A intenção é coordenar publicações de apoiadores e influenciadores em diferentes plataformas.

A reformulação digital ocorre enquanto a campanha petista revê sua estratégia para as três semanas de segundo turno. A orientação discutida por aliados é aumentar a exposição pessoal de Lula, simplificar a comunicação e ampliar o alcance entre públicos mais jovens e eleitores que consomem informação principalmente pelas redes sociais.

Fonte: Folha de S.Paulo
Frame: Reprodução/Redes sociais

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Após fala sobre “mudar a Constituição”, aliados de Flávio dizem que referência era a reformas previstas no plano de governo

Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) buscaram minimizar a repercussão da declaração em que o candidato afirmou que pretende “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país. Segundo interlocutores, a fala se referia a propostas como reforma do Judiciário, redução da maioridade penal e fim da reeleição. A declaração foi feita nessa terça-feira (6), durante um ato […]

Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) buscaram minimizar a repercussão da declaração em que o candidato afirmou que pretende “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país. Segundo interlocutores, a fala se referia a propostas como reforma do Judiciário, redução da maioridade penal e fim da reeleição.

A declaração foi feita nessa terça-feira (6), durante um ato em Goiânia no qual Flávio recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD) para o segundo turno da eleição presidencial. Na ocasião, o candidato não detalhou quais mudanças pretendia promover no texto constitucional.

Flávio citou o crescimento da direita no Congresso e afirmou que a nova composição permitiria alterar a Constituição e fazer com que, segundo ele, as instituições voltassem a respeitá-la.

A manifestação provocou questionamentos sobre o alcance das mudanças defendidas pelo candidato. De acordo com relato da colunista Malu Gaspar, de O Globo, aliados passaram a procurar interlocutores para negar que Flávio estivesse defendendo qualquer medida fora da ordem constitucional.

Segundo esses aliados, o candidato se referia a pontos que já integram suas propostas, entre eles mudanças no funcionamento do Judiciário, a redução da maioridade penal e o fim da possibilidade de reeleição para presidente.

Nesta quarta-feira (7), o próprio Flávio também procurou esclarecer a declaração. Questionado por jornalistas, afirmou que pretendia tratar das mudanças por meio de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), instrumento previsto para alterações no texto constitucional.

Além da reforma do Judiciário, da redução da maioridade penal e do fim da reeleição, Flávio citou ajustes na reforma tributária entre os temas aos quais teria se referido. O candidato também afirmou que respeitará a Constituição.

Entre as propostas defendidas por Flávio para o Judiciário estão limitações a decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e mudanças nas competências criminais originárias da Corte. Os detalhes dessas alterações ainda não foram apresentados integralmente.

Na área da segurança pública, ele defende a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Uma PEC sobre o assunto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e aguarda análise do plenário.

Outro ponto defendido pelo candidato é o fim da reeleição para presidente da República. Flávio já apresentou proposta sobre o tema no Senado e afirma que, caso eleito, não pretende disputar um segundo mandato consecutivo.

O PL sairá das eleições com 121 deputados federais e 28 senadores. Apesar de formar as maiores bancadas nas duas Casas, o partido não terá sozinho os votos necessários para alterar a Constituição.

Uma PEC precisa do apoio de pelo menos 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores, em dois turnos de votação em cada Casa.

Fonte: O Globo
Foto: Divulgação

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Raquel Lyra diz que foi procurada por Lula e Flávio e sinaliza neutralidade no 2º turno

A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou nesta quarta-feira (7) que foi procurada pelas campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ao comentar as conversas, voltou a sinalizar que pretende manter no segundo turno a postura de neutralidade adotada em 2022. Raquel falou sobre o assunto durante agenda no bairro de Santo […]

A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou nesta quarta-feira (7) que foi procurada pelas campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ao comentar as conversas, voltou a sinalizar que pretende manter no segundo turno a postura de neutralidade adotada em 2022.

Raquel falou sobre o assunto durante agenda no bairro de Santo Amaro, no Recife. Segundo a governadora, os contatos das duas campanhas ocorreram após sua reeleição no primeiro turno.

“É natural que, num momento como esse, sendo governadora reeleita, tenha sido procurada por ambas as campanhas, a quem eu tenho agradecido a solidariedade, porque todo mundo chega parabenizando pela reeleição”, afirmou.

Ao ser questionada sobre sua posição na disputa presidencial, Raquel disse que pretende manter a mesma linha adotada quatro anos atrás.

“E eu tenho dito a eles que me manterei com coerência, que sempre tive desde 2022, de buscar unir o estado de Pernambuco”, declarou.

A governadora argumentou ainda que pretende evitar divisões políticas no estado. “Nesse momento, mais do que nunca, quando tentam separar, tentaram separar o nosso estado, rotular o nosso estado, me rotular. Não é sobre isso, é sobre como a gente chega mais na vida do povo”, disse.

A posição também foi comentada pelo presidente municipal do PT no Recife, Osmar Ricardo, que participou do mesmo evento. Questionado sobre uma eventual adesão de Raquel à campanha de Lula, ele afirmou que a governadora indicou que permanecerá neutra.

“A gente conversou com ela, mas ela já se colocou e vai ficar neutra na questão da Presidência, como ela sempre fez isso”, afirmou.

Osmar, que voltou à presidência municipal do PT após se licenciar para participar da campanha de Raquel, disse que agora trabalhará pela candidatura de Lula no segundo turno.

As declarações ocorrem após integrantes da campanha petista, entre eles Marília Arraes, indicarem que buscariam o apoio da governadora para a etapa final da eleição presidencial.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/ Instagram