Site da Prefeitura de Afogados foi alvo de Hackers
Por Nill Júnior
Desde ontem, o site da Prefeitura de Afogados da Ingazeira foi aparentemente hackeado.
Na página, onde são postadas notícias da municipalidade e informações do Portal da Transparência, além de outros serviços, aparecem as mensagens de hackeamento.
A mensagem diz “Hacked by HighTech. Us: m4gr1nh0 & SynchrONizeThanks to: Aj4x, SANNINJA, s3aBrazilian RulezZzZ * e uma conta de Twitter.
A Prefeitura informou que identificou e solucionou o problema ainda esta manhã. Ao fim da manhã de fato a página já estava funcionando normalmente.
O trabalho da Prefeitura de São José do Egito no controle da frota municipal tem atraído observadores de outras cidades. O Setor de Frotas, da Secretaria de Planejamento e Gestão, foi visitado por servidores da Prefeitura de Mirandiba, cidade que fica há quase 200 quilômetros da Terra dos Poetas. Na manhã desta quarta (03), uma […]
O trabalho da Prefeitura de São José do Egito no controle da frota municipal tem atraído observadores de outras cidades.
O Setor de Frotas, da Secretaria de Planejamento e Gestão, foi visitado por servidores da Prefeitura de Mirandiba, cidade que fica há quase 200 quilômetros da Terra dos Poetas.
Na manhã desta quarta (03), uma comissão formada por três observadores visitou e conheceu de perto todos os serviços que são feitos na Garagem Municipal, inclusive o rastreamento via GPS, que está sendo instalado em todos os veículos do município.
Francisco Salles, Diretor de Transportes de São José do Egito, recebeu o coordenador de transporte escolar Luiz Afonso, o Diretor de Transporte, Salvio David e o chefe de abastecimento Oslando Lopes, todos servidores municipais de Mirandiba.
Também participou do encontrou, o representante da empresa Auto Unidos, Jardel Bernardo, responsável pela instalação dos GPS nos veículos. Mirandiba deve adotar o mesmo modelo . A principal vantagem atestada é a economia de consumo, fim do desvio de finalidade e manutenção da frota.
O deputado estadual Ângelo Ferreira (PSB) visitou a obra da estrada do distrito de Rio da Barra em Sertânia na manhã deste sábado (28), acompanhado dos vereadores Fabiano de Zé do Ônibus, Fiapo e Washington Passos. A obra está avançada e um trecho dos 8,7 quilômetros já está recebendo a primeira camada de asfalto. A […]
O deputado estadual Ângelo Ferreira (PSB) visitou a obra da estrada do distrito de Rio da Barra em Sertânia na manhã deste sábado (28), acompanhado dos vereadores Fabiano de Zé do Ônibus, Fiapo e Washington Passos.
A obra está avançada e um trecho dos 8,7 quilômetros já está recebendo a primeira camada de asfalto.
A estrada liga as rodovias PE 280 e BR 232 passando pelo distrito de Rio da Barra e pelo Povoado de Waldemar Siqueira.
O feriadão é marcado por acidentes nas rodovias estaduais. Um deles foi registrado na PE 320, à altura da comunidade de Santo Antônio e envolveu três veículos. Até agora não há muitos detalhes sobre as circunstâncias do choque. O ocupante de um Pálio, identificado como José Antonio, que seria cabelereiro morreu no local. Uma viatura […]
O Presidente da ADAGRO, Paulo Roberto de Andrade Lima, tomou conhecimento através do blog do esquema de abate de carne clandestina na região do Pajeú. Segundo o presidente, houve uma ampla discussão do tema com o prefeito Sandrinho Palmeira e outras autoridades regionais sobre o papel da atuação da Vigilância Sanitária e responsabilidades. Ele garantiu que a […]
O Presidente da ADAGRO, Paulo Roberto de Andrade Lima, tomou conhecimento através do blog do esquema de abate de carne clandestina na região do Pajeú.
Segundo o presidente, houve uma ampla discussão do tema com o prefeito Sandrinho Palmeira e outras autoridades regionais sobre o papel da atuação da Vigilância Sanitária e responsabilidades.
Ele garantiu que a ADAGRO dará outros encaminhamentos para buscar barrar a prática, tão nociva à região.
Como noticiamos , há queda vertiginosa no número de animais abatidos legalmente. A informação foi confirmada pelo Abatedouro Equipabat. Como o consumo de carne não caiu, apesar da alta nos preços, fica óbvio constatar que a volta do abate clandestino é uma realidade.
O drible dos açougueiros funciona assim: declaram e realizam abates que não correspondem a 20% muitas vezes do que comercializam. É como se a cada cem quilos de carne, apenas vinte passassem pelo abatedouro.
O resto é abatido de forma clandestina. Marchantes correm do abate legal porque existem custos de deslocamento, logística e de abate, para suprir o processo industrial.
A constatação leva a outra mais grave: a população das cidades da região que tem esse drible, como Afogados da Ingazeira, por exemplo, estão consumindo carne de origem duvidosa e podem até estar sujeita a doenças graves.
O abatedouro Equipabat até faz uma campanha na Rádio Pajeú cobrando a apresentação da Ficha de Inspeção Animal. Mas falta fiscalização.
Pior é que a checagem é simples: basta cruzar o volume de carne comercializada nos açougues dentre as que tem ou não a Ficha de Inspeção Animal. Fica óbvio a distorção entre a carne comercializada e a carne legalmente abatida.
Um problema que põe em risco a presença do Abatedouro Industrial, nossa saúde e estimula a volta do abate clandestino , que ultimamente, corre a fole.
O Abatedouro Industrial foi entregue em 2014 e passou a ser gerido por uma empresa que venceu a licitação para conduzí-lo, a Equipabat, que já gerenciava os abatedouros regionais de Garanhuns, Barreiros e Palmares.
Aylla Eloá morreu na Maternidade Brites de Albuquerque, em Olinda, na quarta-feira (1º). Por Pedro Alves/g1 PE A bebê Aylla Eloá, que no início de maio passou três dias à espera de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), morreu após mais de 20 dias internada. Segundo a mãe, a dona de casa Yngrid […]
Aylla Eloá morreu na Maternidade Brites de Albuquerque, em Olinda, na quarta-feira (1º).
Por Pedro Alves/g1 PE
A bebê Aylla Eloá, que no início de maio passou três dias à espera de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), morreu após mais de 20 dias internada. Segundo a mãe, a dona de casa Yngrid Conceição, a criança foi vítima de pneumonia séptica. A menina foi uma das mais de 90 crianças que, precisando de atendimento, tiveram que esperar por uma vaga.
Aylla foi internada na emergência de uma unidade básica de saúde em Peixinhos, em Olinda. Com pneumonia e quadro considerado grave, passou dois dias esperando por um leito de UTI, que só conseguiu na Maternidade Brites de Albuquerque, na mesma cidade, onde morreu, na quarta-feira (1º).
Durante a crise por causa da superlotação das UTIs, houve relato de bebê morto à espera de UTI e de aumento nos casos de doenças respiratórias.
“A demora foi tanta que o quadro só fez se agravar. Da UPA, levaram ela para o Barão de Lucena [Zona Oeste do Recife] para tirar um Raio-x. Voltou para a UPA e só no outro dia conseguiu vaga na Brites de Albuquerque. Sem se alimentar, sedada, só com uma bolsa de glicose e muitos antibióticos”, afirmou a mãe da criança.
Yngrid Conceição disse acreditar que a filha foi vítima de negligência em diversas etapas do tratamento, desde a demora por uma transferência até os últimos dias de vida.
“Ela foi intubada no Barão de Lucena, mas tiraram ela do oxigênio para transferir. Ela chegou roxa na Brites de Albuquerque. Reanimaram ela e ela passou 14 dias intubada. Depois, teve uma melhora e começaram a fazer o desmame do oxigênio e sedativo”, disse.
Quando pensou que a saúde da filha iria melhorar, Yngrid Conceição sofreu mais um baque, com a piora gradativa da bebê.
“Minha filha não tinha nenhum problema de saúde, e de repente apareceram vários. Eu acredito que tenha sido uma bactéria hospitalar. Demoraram muitos dias para dizer que ela tinha contraído a pneumonia. Diziam que iriam fazer uma traqueostomia, mas nunca faziam”, declarou.
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