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Neo-governistas, Frankilin e Igor rebatem rótulo de traidores e alegam enfraquecimento da oposição e fogo amigo para deixar grupo

Publicado em Sem categoria por em 2 de janeiro de 2014
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Igor e Frankilin apresentaram suas razões para integrar base de Patriota. Foto : Portal Pajeú Radioweb. Clique na imagem e ouça também o Debate.

No último dia 31, os vereadores Igor Sá Mariano (PSDB) e Franklin Nazário (PMDB) oficializaram a decisão de integrar a base governista de Afogados da Ingazeira, a Frente Popular. Nos estúdios da Pajeú, os dois vereadores se dispuseram a explicar os motivos dessa decisão no Debate das Dez de hoje (02) na Rádio Pajeú.

Segundo Igor Sá Mariano, as conversas se iniciaram no inicio de novembro e no começo de dezembro houve o entendimento. Até o fim de dezembro ele alegaram ter ficado impossibilitados de fazer um anúncio oficial, em virtude de saber uma definição partidária.

“Fomos eleitos, eu pelo PSDB e Franklin pelo PMDB. A gente esperou um pouco até ficar mais próximo de 2014, consequentemente mais próximo das eleições, para que pudéssemos ter um direcionamento do rumo que os partidos iriam tomar e também por conta da agenda de Franklin que é muito corrida”.

Igor diz conversado com grande parte das pessoas que de alguma forma deram sustentação à sua campanha. “Logicamente que não deu para conversar com todos e surpreendentemente todas as pessoas com quem eu conversei apoiaram a minha decisão porque entendem que o prefeito José Patriota vem tentando construir uma Afogados da Ingazeira pro futuro. Não é a toa que tem 79% de satisfação”, disse Igor.

Franklin Nazário  relatou que uma das insatisfações foram registradas com os suplentes da própria União que queriam seus mandatos (os dois enfrentam ação no TSE). “O grupo estava defasado após a morte de Dona Giza, estava órfão de um líder. Pessoas do grupo nos queriam fora tentando tomar o nosso lugar, querendo no meio jurídico nos derrotar, tomar o nosso mandato. Essa foi uma das questões que nos levaram a esta decisão”.

Frankilin não chegou a citar os nomes dos questionados, mas sabe-se que Maviael e Rubinho da Ponte chegaram de fato a ir para Recife em busca de informações do processo no TRE. Igor e Frankilin rechaçaram o rótulo de “traidores” e se disseram tranquilos com  a decisão.

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