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Artigo: Prisão da Modernidade

Publicado em Notícias por em 14 de março de 2019

Mayhara Pires

Por Mayhara Pires e Tereza Santos*

Nesse momento, onde a sociedade “ficou acelerada” diante do fenômeno da tecnologia da informação, torna-se pertinente uma reflexão acerca de mudanças de comportamento alimentar e, para tanto, tomemos como ponto de partida uma célebre frase de Willian Shakespeare: Ser ou não ser? Eis a questão. Importante destacar que, o que se pretende, utilizando esse questionamento, é situar o homem enquanto ser de escolhas.

Pode não ser perceptível, mas a todo momento o ser humano faz escolhas, é como se estivesse fadado a isso, todo o tempo: Qual curso fazer na faculdade, qual carro comprar, qual melhor momento para viajar e, até mesmo, questões mais elementares como qual roupa usar ou qual sapato combina com aquela vestimenta porém, o que se coloca em xeque aqui é o seguinte: As pessoas tem feito as melhores escolhas?  Tem buscado a pratica da alimentação saudável?  Estão, de fato, preparadas para escolher novos hábitos alimentares voltados a sua saúde para que tenham os melhores resultados? Algumas vezes não! Dependendo das vivências atuais e pregressas, o ser humano não possui uma ótica clarificada capaz de proporcionar-lhe boas escolhas e, consequentemente, bons resultados. Nesse contexto, a Psicologia e Nutrição, amparadas na cientificidade, estão habilitadas na condução de oferecer um aparato técnico condizente a cada caso em específico, o que resulta em resultados consistentes e de longo prazo.

Nesse sentido, tendo-se como premissa a responsabilidade de que escolher implica em renúncias questiona-se: Quem está disposto a abrir mão das comidas servidas no fast food, das guloseimas, salgados e afins mesmo diante de um dia corrido e cheio de afazeres? Quem está pronto a destinar uma hora por dia a praticar atividades físicas ou a brincar na praça com o filho e assim gastar calorias e contribuir para um desenvolvimento saudável?

Tereza Santos

A resposta para essas questões implicam em escolhas e estas, por se só impactam em larga escala a qualidade de vida e consequentemente o nosso bem estar psicológico pois, o resultados obtidos de escolhas disfuncionais podem promover angústia, arrependimento, como também o comer compulsivo. Os resultados positivos de hábitos alimentares equilibrados, rotineiros e constantes trazem benefícios como bem estar, qualidade no sono, respiração, liberação de cortisol melhorando a autoestima, o que, consequentemente proporcionará bom equilíbrio emocional, levando-se em conta que este hormônio contribui no controle do estresse.

Para ser beneficiado com o melhor retorno acerca de suas escolhas, há a possibilidade de contar com o apoio de profissionais como psicólogo, nutricionista, educador físico, respaldados em conhecimentos e técnicas que contribuem para mudanças positivas e consequentemente resultados satisfatórios. Então, ser saudável, eis a escolha?

*Mayhara Pires é nutricionista, especialista nas áreas clínica e esportiva. É Nutri Coach em emagrecimento, Saúde da Família, professora em nutrição e dietética. Instagram: @mayharapires. Tereza Santos é Psicóloga.

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